— Anda — disse-lhe, puxando-a pela mão.
— O quê? — perguntou ela, fingindo inocência, mas os olhos já brilhavam.
— Vem comigo.
Levei-a para o quarto de visitas, o mesmo onde tínhamos estado de manhã. A cama ainda estava desfeita, os lençóis amarrotados a lembrarem-nos o que tínhamos feito. Fechei a porta atrás de nós e, antes que ela pudesse dizer qualquer coisa, agarrei-a pela cintura e beijei-a com fome. Ela correspondeu, as línguas encontraram-se, as mãos percorreram os corpos. Tirei-lhe o vestido num só movimento, e ela ficou nua, a pele morena a brilhar sob a luz da tarde. As mamas pequenas, os bicos já duros, os pêlos crespos da pintelheira a espreitarem entre as coxas.
— Deita-te — pedi.
Ela obedeceu, deitou-se de costas na cama, as pernas ligeiramente abertas, os olhos fixos em mim. Aproximei-me, beijei-lhe o pescoço, desci devagar pelas mamas, mordi-lhe um mamilo e chupei-o enquanto a minha mão deslizava pelo ventre até à cona. Estava quente, húmida, toda ela a escorrer desejo. Meti dois dedos dentro dela e senti as paredes a contraírem-se, a molharem-se ainda mais. Ela gemeu baixinho, arqueou as costas.
— Não tenhas pressa — sussurrei.
Ela riu-se, um riso solto e cúmplice.
— O comboio é só às seis e meia.
— Então temos tempo de sobra.
Puxei os dedos molhados e levei-os à boca, saboreando o seu mel. Ela observava-me com olhos de desejo. Depois, inclinei-me e comecei a lamber-lhe a cona devagar, a língua a percorrer os lábios carnudos, a entrar e a sair, a fazer círculos no clitóris. Ela gemia e mexia as ancas, entregue ao meu ritmo. Mas a minha mente já estava noutro sítio. Enquanto a lambia, a minha mão deslizou pelas nádegas, subiu pelo rego e encontrou o olho do cu. Passei a ponta do dedo ali, com leveza, sentindo os pêlos rijos que a rodeavam. Ela estremeceu.
— Estás a fazer o quê? — perguntou, com a voz trémula.
— Só a tocar — respondi, continuando a lamber-lhe a cona. — Gostas?
Ela não respondeu, mas não se afastou. Continuei a acariciar o seu cu, rodeando as pregas com o dedo, sentindo a resistência daquele anelzinho apertado. Os pêlos rijos, a pele morena, tudo me enlouquecia. Ela estava tensa, mas não parava de gemer. Aproveitei para molhar bem o dedo na sua cona, que escorria abundantemente, e voltei a tocar-lhe no cu, agora com mais humidade. Senti-a a relaxar ligeiramente.
— Nunca ninguém te tocou ali? — perguntei, com a boca ainda colada ao seu grelo.
Ela hesitou.
— O Z. nunca me procurou ali. Há muito tempo que não sinto nada ali.
Aquela confissão deu-me mais tesão do que qualquer outra coisa. Saber que aquele cu era um território inexplorado, que eu seria o primeiro a possuí-lo, fez-me ficar duro como pedra.
— Então deixa-me mostrar-te como é bom — disse-lhe, com a voz rouca.
Continuei a molhar o dedo na sua cona, a lubrificá-lo bem, e voltei a pressionar a entrada do seu cu. Desta vez, entrei com a ponta do dedo, devagar, sentindo a resistência e o calor. Ela soltou um gemido surpreendido, mas não me parou. Fui entrando, centímetro a centímetro, enquanto a lambia em simultâneo, para a distrair. Senti-a a contrair-se à volta do meu dedo, a apertar-me, a habituar-se àquela sensação nova.
— É bom? — perguntei.
— É... diferente — respondeu, ofegante. — Mas não pares.
Continuei a mexer o dedo lá dentro, com movimentos circulares, enquanto a lambia. Ela já se mexia contra a minha boca, as ancas a empurrarem-se para cima. Tirei o dedo, molhei-o de novo na cona e enfiei dois dedos no cu dela, um de cada vez, alargando-a lentamente. Ela gemia cada vez mais alto, os dedos cravados nos lençóis.
— Quero sentir-te — disse ela, com a voz quase suplicante.
Levantei-me, coloquei-me entre as pernas dela. A minha piça estava dura, a cabeça brilhante e coberta de pré-gozo. Enfiei-lhe a piça na cona, numa estocada lenta, e comecei a foder-lhe a cona com movimentos profundos. Ela gemia e puxava-me para dentro com as pernas enroladas na minha cintura. Mas eu não queria ficar ali. Tirei-a da cona, molhei a cabeça no seu mel e levei-a até à entrada do cu. Passei a ponta por ali, a pincelar o anelzinho, sentindo-o a abrir-se ligeiramente.
— És mesmo apertada — disse-lhe, com a respiração cortada.
— Vai devagar — pediu ela, com os olhos fixos nos meus.
Empurrei a cabeça da piça contra a entrada, sentindo a pressão, o calor, a resistência. Ela arqueou as costas, mas não fez força para me afastar. Fui entrando, muito devagar, centímetro a centímetro. A sensação era avassaladora: aquela carne apertada a envolver-me, o olho do cu a agarrar-me como se não me quisesse largar. Ela gemia baixinho, com os olhos fechados, os dedos cravados nos meus ombros.
— Assim, devagarinho — murmurei. — Estás a sentir-me?
Ela acenou com a cabeça, sem conseguir falar. Continuei a entrar, até que senti a minha piça toda enterrada dentro do cu dela, até ao talo. Parei, deixei ficar, sentindo a pressão e o calor a aumentarem. Ela respirava fundo, a adaptar-se àquela sensação. Depois de alguns segundos, comecei a mexer-me, devagar, sentindo cada contração, cada rugosidade. Ela começou a gemer com mais intensidade, as ancas a acompanharem o meu ritmo.
Fodi-a no cu durante uns minutos, depois tirei a piça e enfiei-a de novo na cona, onde estava ainda mais molhada. Alternei assim, várias vezes: cona, cu, cona, cu, lubrificando a piça no seu mel, para que o cu estivesse sempre bem escorregadio. Cada vez que entrava no cu, sentia-a a apertar-me de forma diferente, mais intensa. Ela entregava-se por completo, os gemidos tornaram-se gritinhos abafados, as pernas a tremerem.
— Gostas de sentir a minha piça no teu cu? — perguntei, enquanto a fodia devagar.
— Sim — respondeu, com a voz partida. — Foda-se, sim.
Continuei a alternar, num ritmo lento e profundo, durante longos minutos. Às vezes parava, deixava a piça enterrada no cu dela, só para sentir a pressão e o calor. Outras vezes, metia-a na cona e acelerava, para a ouvir gemer mais alto. E depois voltava ao cu, sempre devagar, sempre com cuidado, mas com cada vez mais confiança.
— Vou-me vir dentro do teu cu — disse-lhe, com a respiração cortada.
— Sim, sim — respondeu ela, ofegante. — Dá-me tudo.
Dei três ou quatro estocadas fundas no cu dela, e senti o orgasmo a subir, quente e violento. Gozei dentro dela, sentindo as paredes do cu a apertarem-me enquanto o esperma jorrava, abundante e quente. Ela gemeu o meu nome, as pernas a tremerem, o corpo a contorcer-se em espasmos.
Ficámos assim, colados, por longos minutos. Depois, lentamente, saí de dentro dela. O esperma escorria-lhe do cu, misturado com o seu mel, e deslizava pelas coxas. Deitei-me ao seu lado, ofegante, e puxei-a para mim. Beijámo-nos devagar, as mãos a percorrerem os corpos suados.
— Foi bom? — perguntei.
— Foi incrível — respondeu ela, com um sorriso cúmplice. — Nunca pensei que gostasse tanto.
Olhei para o relógio: ainda faltava mais de uma hora para o comboio. E eu sabia que aquela tarde ainda tinha muito para nos dar.
Com foto real
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