Me chamo Adriana, tenho 38 anos e sou casada há quinze com Ricardo, 42. Ele ainda é o homem que me faz virar a cabeça: porte atlético, cabelos castanhos escuros, olhos azuis que parecem furar a alma. Nossa vida era estável, rotineira, confortável. Até a sobrinha dele, Marina, de 18 anos, passar a morar conosco. Marina chegou depois de uma briga feia com a mãe. Alta, corpo de mulher feita: seios firmes que balançavam sob as camisetas largas, cintura estreita, bunda redonda e alta que se desenhava em qualquer shortinho. Nem magra demais, nem cheia; exatamente o tipo que faz homem perder o ar. Desde o primeiro dia notei o jeito que Ricardo a olhava. Não era o olhar de tio. Era o olhar de quem já imaginava a língua entre aquelas coxas. Eles sempre foram próximos. Abraços demorados no sofá, mãos que demoravam demais na cintura dela, beijos no rosto que quase escapavam para a boca. Eu via o ciúme nos olhos dela quando eu e Ricardo nos beijávamos na frente dela. Certas noites ele saía da cama “para beber água” e demorava. Voltava com o pau duro, pulsando sob o short, o cheiro de tesão ainda no ar. Eu fingia dormir. Mas sabia. Quando Ricardo começou a trabalhar em home office, a casa virou o território deles. Eu saía cedo, ela “estudava” de manhã e ficava a tarde inteira com o tio. Sexta-feira passada ganhei folga. O carro estava no conserto, peguei carona e cheguei mais cedo. Abri o portão sem barulho, destravei a porta. Só uma música baixa, ambiente, quase um gemido eletrônico. Não chamei ninguém. A porta do nosso quarto estava entreaberta. Pela fresta vi o que nunca mais sairia da minha cabeça. Marina estava deitada de costas na nossa cama, pernas abertas, joelhos dobrados. Ricardo ajoelhado entre elas, cara enterrada na buceta dela. Eu ouvi o barulho molhado da língua dele lambendo, chupando, sugando o clitóris inchado. Marina gemia baixo, a voz rouca de prazer, uma das mãos puxando o cabelo dele, a outra apertando o próprio seio por cima da blusinha levantada. Minha primeira reação foi um soco no estômago. Raiva. Traição. Nojo. Mas o calor que subiu entre minhas pernas foi mais forte. Minha calcinha já estava úmida só de ver. Fiquei parada, respiração presa, assistindo. Ele chupava como se estivesse morrendo de fome. Língua larga passando pelos lábios inchados, entrando fundo, voltando para circular o clitóris. Marina arqueava as costas, gemendo “tio… assim… mais fundo”. O pau dele estava para fora do short, grosso, veias saltadas, a cabeça avermelhada brilhando de pré-gozo. Eu me mordi o lábio para não gemer junto. Eles mudaram de posição. Ricardo se sentou nos calcanhares. Marina se virou de quatro, rosto voltado para ele, e engoliu o pau. Não cabia inteiro. Ela chupava só a cabeça, babava, passava a língua pela fenda, depois tentava engolir mais. Os olhos dela marejados de esforço e tesão. Ricardo segurava o cabelo dela, guiando o ritmo, gemendo baixo “isso, putinha… chupa o pau do tio”. Eu abri a porta mais um pouco. O coração batia tão forte que eu tinha certeza de que eles ouviriam. Mas estavam longe demais no prazer. Marina se virou de novo, de quatro, bundinha empinada, a buceta já brilhando, aberta, pronta. Ricardo se posicionou atrás, seguiu a cabeça do pau pelos lábios molhados e entrou. Metade. Sem camisinha. Devagar. Ela soltou um gemido longo, quase um soluço. “Porra… é grande…” Ele começou a meter. Primeiro devagar, sentindo cada centímetro. Depois mais fundo. O pau sumia e reaparecia brilhando de lubrificação dela. O som molhado enchia o quarto. Marina rebolava de encontro às estocadas, a bunda batendo contra a barriga dele. Eu estava encharcada. Minha mão desceu sem eu perceber, escorregou para dentro da calça, encontrou o clitóris duro. Fiquei me tocando em silêncio enquanto via meu marido foder a sobrinha de 18 anos na nossa cama. O ritmo aumentou. Ricardo segurou os quadris dela com força e começou a meter com vontade. O pau inteiro entrava. Marina gritou: “Para, tio! Não tô aguentando…” Ele não parou. Empurrou a cabeça dela contra o travesseiro, imobilizando-a, e comeu mais fundo, mais bruto. O som das peles batendo era obsceno. Eu via o saco dele bater na bunda dela a cada estocada. Quando achei que ela ia desmaiar de prazer, ele se deitou de costas e a puxou para cima. Marina montou de frente, de costas para a porta, exatamente na minha direção. Ricardo segurou a cintura dela e começou a erguer o quadril, metendo de baixo para cima. Eu via tudo: a buceta dela se abrindo ao redor do pau grosso, os lábios inchados, o clitóris inchado, o jeito que ela rebolava, seios balançando. Ela apoiava as mãos no peito dele, gemendo sem vergonha. “Me fode, tio… mais fundo… assim…” Ricardo cuspiu nos dedos e começou a esfregar o clitóris dela enquanto metia. Em menos de um minuto Marina gritou, o corpo inteiro tremendo: “Tô gozando, tioooo!” Ela caiu sobre ele, contrações visíveis. Eu vi o leite branco escorrendo pelo pau dele quando ele também gozou, gemendo alto, segurando a bunda dela com força, despejando tudo lá dentro. Ficaram abraçados alguns segundos, ofegantes. Depois ele disse, voz rouca: “Vamos tomar banho. Tua tia chega logo.” Eles entraram no banheiro da suíte. Eu fechei a porta com cuidado, peguei a bolsa e saí. Andei pela rua quase meia hora, as pernas tremendo, a calcinha encharcada, a cabeça um turbilhão. Raiva, tesão, culpa, excitação. Tudo misturado. Quando voltei, os dois estavam no sofá, vendo TV, como se nada tivesse acontecido. Marina me olhou nos olhos. Não baixou o olhar. Havia um brilho ali. Um desafio. Um segredo compartilhado. Não era a primeira vez. O pau dele tinha entrado fácil demais. Ela já sabia exatamente como se mexer nele. Fazem dois anos. Marina agora tem 20. Mais mulher ainda. Seios mais cheios, bunda mais pesada, o jeito de andar mais provocante. Ricardo ainda sai da nossa cama de madrugada. Às vezes eu finjo dormir e ouço os gemidos abafados vindos do quarto dela. Às vezes, quando ele volta, o pau ainda semi-duro, cheirando a ela, eu me viro e chupo até ele gozar de novo na minha boca. Nunca falamos sobre aquilo. Nunca precisamos. Nosso casamento melhorou. O sexo entre nós ficou mais sujo, mais urgente. Às vezes, enquanto ele me fode, eu sussurro no ouvido dele: “Fode ela também… como você fodeu ontem…” e ele mete mais fundo, mais bruto, goza mais forte. Eu continuo saindo para trabalhar. Eles continuam ficando sozinhos à tarde. E eu continuo chegando mais cedo, de vez em quando. Só para assistir pela fresta. Porque, no fundo, eu também quero ver. E, no fundo, eu também gosto.
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