Às vezes…, vem aquele arrependimento, o coração fica apertado, a consciência pesada, a culpa, o medo de ter ultrapassado a barreira do respeito com meu próprio filho. Porra, sou a mãe dele. Eu o pari. Eu que dei de mamar, que cuidei, que troquei as fraldas. E agora, ele me fode quase todas as noites, dias, como se eu fosse mulher dele.
Sempre penso: “Como cheguei a esse ponto? Que porra de mãe eu sou?”.
E o medo… caralho, o medo, é o que mais me fode. Se alguém conhecido, um parente, ou um vizinho, se descobrir que estou abrindo as pernas pro meu próprio filho. Eu mato. Eu me mato. Eu não aguento a vergonha. Deu para perceber, de que estou meio confusa? Preciso me concentrar, ou irei esquecer boa parte da nossa viagem. Vou ali tomar um café, já volto.
Nossa, esqueci completamente disso aqui, estou voltando após 2 horas, então vou continuar.
Nesta viagem que fizemos para Guarapari, tô mais apaixonada e entregue a relação do que nunca. Cada beijo naquele lugar, cada gemido, cada gozada, me deixou mais viciada. Deus, eu quero ficar presa nisso pra sempre.
Voltando a viagem:
Acordei na manhã de domingo, com o tempo entre nuvens, meio friozinho, parecia que ia chover. O sol não queria aparecer de jeito algum, o que foi ruim para nós.
Pulei da cama, tirei a camisola e fui ao banheiro, tomei banho quente, escovei os dentes, me sequei, passei hidrante no corpo, e voltei subindo nua na cama. Deitei ao lado do meu filho, sentindo o calor do seu corpo, o cheiro da pele dele. Estava com uma vontade absurda de transar…, mas não o acordei. Fiquei olhando-o dormir, o pau mole encostado na coxa, fiquei molhada pra caralho, mas me contive.
Quando ele acordou, eu estava de camisola na varanda, reflexiva, pensando na vida, observando as pessoas, o mar, o tempo. Meu filho deu um beijo na bochecha, deu-me; bom dia, e foi ao banheiro tomar banho e escovar os dentes.
Na sua volta, eu estava sentada na cama mexendo no celular. Ele só de cueca com o corpo úmido do banho. O lindão sorriu, me puxando pelas pernas, dizendo; ‘que eu estava muito gostosa’.
Aí, a brincadeira foi partindo para um outro nível. Vieram as chupadas dele: seios, pernas, buceta, bunda, tudo. Depois foi a minha vez, muito boquete, punheta no pau dele, beijinhos e lambidas no seu corpo. A gente se comeu um no outro, antes mesmo de ir pro restaurante tomar café da manhã.
Foi aquela rapidinha, ficamos só no (papai e mamãe), com muitos gemidos, beijos, chupões dele nos meus seios, e ejaculação na minha barriga. Nem tomei um outro banho, apenas limpei a região.
Descendo e fomos tomar café da manhã no restaurante do hotel.
Ele pediu pão de queijo e suco. Eu pedi ovos mexidos com bacon. Após o café, a gente decidiu passear de mãos dadas pela orla da praia. O vento estava geladinho, mas não ligava, porque tinha a mão do meu filho junto com a minha, como namorados.
Caminhamos pela orla, as pessoas ficavam nos observando, curiosas, nem imaginando que era (mãe e filho).
Imagino os comentários internos dessas pessoas:
“Olha lá aquela coroa com aquele garotão… de mãos dadas, rindo, se beijando.”
Posso dizer? … sentia um tesão do caralho. Meu clitóris latejava só de ver todo mundo nos olhando, pensando: “Que estranho, né? Aquela mulher velha e o rapaz novinho… são namorados? Mãe e filho não pode ser?”.
Em um momento, paramos num quiosque para tomar água de coco, beijei meu filho na boca, bem em frente a uma mulher, da mesma faixa etária que eu. Foi beijo de língua. E o safado do meu filho, apertando a minha bunda discretamente.
No final da caminhada, já que o mar não estava para peixe, o céu ficou ainda mais nublado. A gente decidiu voltar para o hotel.
O domingo inteiro foi uma delícia. Quando retornamos da caminhada pela orla, a gente mal passou da porta de entrada, meu filho já estava me querendo, passando as mãos em mim desde abertura da porta do elevador.
Deixe-me contar direito essa história: Começou ainda na nossa volta. Ele ficou falando um monte de sacanagens pra mim, me atiçando, dizendo; o que ia fazer comigo, quando chegássemos no quarto do hotel.
Dito isso… fomos para a cama, ele me beijou pra valer, como um macho tarado. Língua enfiada fundo, saliva escorrendo, mãos apertando meus peitos, meu corpo por cima da roupa.
Naquele instante, eu já havia me entregado ao Diabo, gemia no meio do beijo, apertando a cabeça dele contra mim. Foi um bacanal, entre mãe e filho. Ele me despiu em segundos, e desceu a boca nos meus seios, chupou e mordeu meus mamilos, os sugou. Me encontrava toda arrepiada, com as costas arqueadas, lutando contra o tesão.
Dissemos palavras absurdamente proibidas, um para o outro, frases que nenhum filho diz para uma mãe, ou vice-versa. As palavras ficaram mais proibidas, quando ele desceu ainda mais, abriu minhas pernas e começou a fazer sexo oral, lambeu minha buceta inteira, chupou meu clitóris, enfiou a língua fundo e depois meteu dedos enquanto chupava. Minha alma foi para fora do meu corpo e voltou. O tesão era tanto, que podia ouvir os batimentos do meu coração. Fiquei inteiramente ‘cega’, segurava a cabeça dele com as duas mãos, rebolando minha buceta contra sua boca, como uma vadia, soltando dizeres absurdos, como:
— Isso, chupa a buceta da mãe… chupa mais, porra… me deixa louca!
Gozei na boca dele, apertando a cabeça, gemendo alto pra quem quisesse ouvir, sem nenhuma vergonha.
Quando meu lindão parou, tirou a bermuda e me fez ficar de quatro empinada. Coloquei os dois travesseiros por baixo, empinei a bunda bem alto. Fiquei perfeita na posição pra ele. Meu filho cuspiu na minha buceta, esfregou a cabeça da rola e enfiou tudo de uma vez.
A penetração foi perfeita. Vi anjos sobrevoando-nos. Vi o sino da igreja cantarolar. Senti o pau grosso dele abrindo meus lábios vaginais e o interior. Foi tão bom, que agora estou excitada, lembrando enquanto digito. Era tão grosso, tão quente, latejando dentro de mim. Eu gemia como uma cadela, o incentivando a me comer mais e mais.
Meu lindão, iniciou a me foder com força, o pau ia fundo, as bolas estalando na minha bunda enquanto eu observava as cortinas se debatendo por causa do vento que sobrava do mar.
Tudo estava perfeito. Ele segurava meus cabelos, como se ele fosse um ator, e eu, uma atriz pornô, me fodendo e me chamando de tudo o que era ofensa. Entregue, eu só sabia gemer e pedir mais dele. Meu orgasmo veio forte. Meu corpo inteiro tremendo, meu coração acelerado, e meu filho me devorando na cama.
Depois, em algum momento, fiquei por cima dele, e continuei dando pra ele, cavalgando, querendo o seu pau dentro de mim, ainda bem fundo. Em um outro momento, não sei, virei de costas, onde dei o cu com vontade.
Não foi tão fácil, porque a região estava seca, tive que dar uma cuspidinha na cabeça, e sentei no pau dele, comecei a cavalgar, ele segurando nas minhas ancas, controlando o ritmo. Eu rebolava gostoso, subia e descia, meus peitos balançando, meu corpo ‘formigando’ de tesão, de alegria. Foi um misto de emoções!
E para acabar, voltei a ficar de quatro pra ele. Meu filho cuspiu na entrada do meu cu, o safado ficou me provocando, ameaçando que ia penetrar, tirando em seguida. Fiquei louca, quase implorando, até que ele meteu. Entrou devagarzinho, depois mais fundo, arrombando sem piedade. Não consigo descrever agora, o quanto é bom ser comida pelo meu próprio filho. Sei bem, o que estávamos fazendo é errado. Sei que o incesto não é bem-vindo na sociedade.
Quer saber, não tô nem aí. Senti muito prazer, do pau latejando dentro de mim, das palavras ditas, de tudo.
E antes dele ejacular, pedi que finalizasse no meu rosto. Fiquei ajoelhada, e ele de pé na cama. Bati punheta, chupei um pouco, e recebi a recompensa no rosto. Ele gozou dentro e fora da boca.
Não foi muita porra, mas o suficiente para engolir um tiquinho de sêmen. Depois lambi a cabeça melada, chupei tudo, engolindo o que ainda tinha, olhando pra ele com cara de mãe pecadora.
Ficamos um tempinho na cama, eu toda melada conversando com ele, pensei em tirar uma foto, mas ele ia perguntar o motivo, desisti, não quero correr riscos de ele desconfiar que tenho esse perfil.
Depois, fui me limpar e descemos para almoçar.
Tem a terceira e última parte, hoje não dá mais para escrever, meu filho está em casa.
Beijos, até mais…


Pqp que conto gostoso, muito exitante Também com uma mãe dessa, uma mulher deliciosa, uma gata muito linda é sexy, aiiiiii que tesão louco 🤤💦💦 Votadissimo 👏👏
Amei o maiô, caiu bem no seu corpo, o conto tá no mil 😋🌈