?Tudo o que vou relatar aqui aconteceu pela insegurança e pelo tesão desenfreado de um jovem de 21 anos, que só havia conhecido uma única buceta até então e desconfiava que pudesse ter sido traído por sua esposa. Bom, após o último relato, eu continuava com a dúvida se tinha sido traído. Nunca cheguei a questioná-la diretamente pois, na minha mente, com certeza ela negaria. Então, estava decidido a dar o troco e ficar com outra mulher. O local mais fácil para isso acontecer seria com as colegas de trabalho. ?Eu sempre fui um cara tímido e reservado, mas se quisesse ter alguma chance de pegar outra mulher, teria que mudar meu comportamento e passar a ser o tipo cafajeste que elas gostam. ?A primeira oportunidade que tive foi com a Silvia: 30 anos, 1,75 m, um pouco acima do peso, mas muito bonita. Sabia que ela fazia o tipo safada e que já havia ficado com outros homens — no caso, o encarregado, que era casado. Então comecei a investir nela. Começamos a trocar mensagens, que foram ficando cada vez mais mal-intencionadas. Até que um dia, durante o horário de trabalho, mandei mensagem para ela. Ela disse que estava no refeitório. Então eu investi: ?— Tá me enrolando demais pra me dar um beijo, vou aí pegar! — Vem nada, você não tem coragem. ?Vendo aquela provocação, fui em sua direção. Chegando ao refeitório, quando me viu, ela ficou envergonhada e disse: ?— Para de graça, menino, você é casado. ?Sem responder, só me aproximei em direção à sua boca e trocamos alguns beijos acalorados. Fui invadido por mil sensações diferentes: a adrenalina de ser pego em flagrante naquele local, o ego de estar sendo desejado por outra mulher... Tudo fazia aquele momento ser viciante e me dava vontade de viver aquilo de novo. Infelizmente, Silvia foi demitida dias depois, por outros motivos, e perdi o contato com ela. ?Mas, nesse momento, eu já investia em outra: Flávia, 28 anos, estatura baixa (1,55 m). Apesar de baixinha, Flávia tinha seios fartos e uma bunda deliciosa. Ela era linda, parecia uma boneca. A primeira vez que a vi, sua beleza me chamou a atenção, mas a achei bem metida. Eu estava conversando com o encarregado quando ela passou. Perguntei quem era; ele disse o nome dela e completou: "É minha sobrinha". Surpreso, perguntei: ?— É sua sobrinha? — Na verdade, ela namora com meu sobrinho — complementou ele. ?O tempo foi passando e fui me aproximando da Flávia. Nos tornamos amigos e confidenciávamos coisas um ao outro. Ela desabafava que seu namoro não estava muito bem, então comecei a investir e a flertar com ela. Ela se fazia de difícil, dizendo que eu era casado e ela namorava, mas deixava transparecer que gostava de mim. Porém, Flávia queria romance, e não era exatamente isso que eu procurava: eu queria sexo. ?Até que tudo mudou quando a Bianca entrou na jogada. Bianca já havia trabalhado lá por um tempo e retornou. A Flávia ficou sabendo, através de uma amiga com quem eu tinha contato, que eu era louco para ficar com a Bianca. Mas havia um empecilho: a Bianca era lésbica. Quando a Flávia ficou sabendo, me cobrou, enciumada: ?— Você que fique de graça pro lado da Bianca pra você ver! — Que graça? Nem conheço ela direito. — Você acha que eu não sei que você é doido pra ficar com ela? — Eu sou doido é pra ficar com você. ?Nesse meio-tempo, me tornei encarregado, o que facilitou muito a minha vida. Tinha acesso livre para ir onde quisesse. Então, sempre no horário de janta da Flávia, por volta das 17h, eu ia até o refeitório e ficava conversando com ela. Até que um certo dia, após conversarmos e trocarmos algumas indiretas, a puxei pelo braço e a beijei. Que beijo gostoso! Eu tentava avançar deslizando a mão pelo seu corpo, mas ela sempre puxava minha mão de volta para a sua cintura. Flávia fazia o tipo recatada, que não se entregava fácil, e isso só me deixava com mais vontade de tê-la. ?A partir daquele dia, isso se repetia quase todos os dias no horário de janta dela: a gente se pegava, mas ela não deixava passar de troca de beijos e algumas carícias. Eu fazia questão de mostrar o tesão em que estava, deixando visível o volume na minha calça. Às vezes tentava fazer com que ela pegasse no meu pau, mas ela rapidamente puxava a mão, até que eu disse: ?— Quando é que você vai me aliviar, hein? — Quando ele for só meu. ?Flávia dificultava muito as coisas. Eu estava em busca de sexo casual, sem compromisso; era gozar e nada mais. Apesar de ter um carinho por ela, não estava disposto a terminar meu casamento para começar outro relacionamento. ?Foi quando descobri que a Bianca tinha saído com um rapaz. Pensei comigo: "Ué, mas ela não gosta de mulher?" Sabendo dessa informação, comecei a me aproximar dela. Bianca era ainda mais nova que eu, 19 anos, pele branca com várias tatuagens, cabelos curtos. Não tinha um corpo avantajado — peitos e bunda pequenos —, mas era linda de rosto. Fazia o tipo despojada, zoeira e falava bastante besteira. Ela saía às 19h para a janta, então eu gostava de passar pelo refeitório para dar algumas risadas com ela. Fomos ficando mais íntimos, trocando olhares e nos aproximando cada vez mais. ?Até que um dia ela se preparava para voltar ao trabalho. Quando passou por mim — eu estava sentado —, sentou no meu colo, me surpreendendo, levou a mão ao meu pescoço e disse: ?— Deixa eu experimentar seu beijo também. ?Com ela sentada no meu colo, trocamos alguns beijos e explorei seu corpo com as mãos. Mas, como estava atrasada, ela precisou ir. ?A partir daí, minha rotina era essa: às 17h eu ficava com a Flávia e às 19h com a Bianca. A Bianca sabia do meu caso com a Flávia, mas, ao contrário da Flávia, que era cheia de pudores, a Bianca era decidida. Nosso refeitório ficava em um ambiente com várias salas: tinha vestiários, banheiros masculino e feminino, além de uma sala usada como depósito à qual só eu tinha acesso. Bianca queria só diversão e era desinibida. ?No terceiro dia em que estávamos nos pegando ali, ela me provocou e me puxou para o vestiário feminino — que, apesar de ser um local mais reservado, não tinha tranca. Ali começamos a nos pegar. Foi inevitável ficar de pau duro. Ela percebeu minha excitação e disse: ?— A Flávia deixou ele bem duro pra mim, né? ?Sem pensar muito, ajoelhou-se, abriu o zíper da minha calça e começou a fazer um boquete. E como mamava gostoso! Eu estava extasiado, olhando aquela garota chupar meu pau. Nem acreditava que outra mulher estava sentindo o gosto da minha pica. Toda aquela sensação do perigo de ser pego e a adrenalina a mil me deixavam maluco. Segurei a cabeça dela e comecei a fuder sua boquinha. Percebendo que eu estava quase gozando, ela tirou meu pau da boca e ficou massageando-o. Eu disse a ela: ?— Preciso gozar. — Aqui não dá — respondeu ela. ?Então lembrei do depósito, do qual só eu tinha a chave, e sugeri irmos para lá. Ela aceitou. Guardei o pau e fomos. ?Assim que fechei a porta, ela já ficou de joelhos. Tirei novamente meu pau para fora e ela voltou a chupá-lo. Apesar da fama de gostar de sair com mulheres, ela manejava meu pau com maestria. Com a minha rola quase explodindo de tesão, pedi a ela: ?— Deixa eu te foder, deixa... ?Sem pensar duas vezes, ela ficou de pé, desabotoou a camisa e a calça, e se apoiou em umas caixas no local, ficando de costas para mim. Desci sua calça e sua calcinha de uma única vez, tendo a visão da sua bunda pela primeira vez. Sem perder tempo, fui procurando a entrada da sua buceta. Apesar de não ter uma visão completa naquela posição, pude sentir com o pau e com as mãos que estava lisinha, completamente depilada. Em uma conversa anterior, ela já tinha me confessado ser muito apertada. ?Após algumas pinceladas do meu pau na sua buceta, ele foi deslizando para dentro. E pude confirmar: que mulher apertada! Comecei o movimento de vai e vem e não podia acreditar o quanto aquela buceta apertava meu pau. Segurava em sua cintura e metia forte, fazendo-a soltar gemidos abafados. A sala não possuía nenhuma ventilação; o calor dos nossos corpos dominava o ambiente, fazendo escorrer o suor. Dominado pelo tesão daquela xota apertada, anunciei que ia gozar: ?— Caralho, tô quase gozando! — Não goza dentro — pediu ela. ?Respeitando sua vontade e sem muitas opções, saquei o pau da buceta dela e gozei sobre a sua bunda. Fui até o banheiro, peguei papel para que ela se limpasse e, após nos recompormos, trocamos mais alguns beijos e voltamos ao trabalho. Naquele dia, ainda comi minha esposa pensando na buceta apertada da Bianca. ?Depois disso, nos pegamos mais alguns dias, mas sem sexo. Era muito arriscado ali e eu, por ser casado, não tinha agenda livre para sair com ela. ?Passados alguns dias, minha esposa viajou para a casa da mãe dela; ia passar uns dez dias por lá. Depois de uns dias na seca, eu e a Flávia continuávamos na mesma: só beijos e nada de me deixar foder aquela buceta. Nessa semana, provocando-a, até trocamos nudes. Que delícia de corpo! Bati algumas punhetas vendo as fotos dela. ?Um dia, dei carona a ela e ficamos no carro em frente à sua casa nos pegando. A coisa estava esquentando, consegui dar umas chupadas nos peitos dela e ela chegou a dar umas pegadas no meu pau. Pedi para entrar e ela estava quase cedendo, mas o irmão dela chegou na hora, cortando todo o barato. Tive que ir embora de pau duro e cheio de tesão. ?Tive que recorrer à Bianca. Chamei ela para sair novamente: ?— Oi! E aí, quando vai me deixar fazer o serviço completo? Quero te chupar todinha. — Deixo você me chupar, mas tem que ser na cama da sua mulher. ?Fiquei pensativo. Minha esposa chegaria no dia seguinte, mas, dominado pela cabeça de baixo, aceitei. Ela pediu o endereço e marcamos para ela ir de madrugada, assim correríamos menos risco de alguém vê-la entrando em casa. ?Por volta da 1h da manhã, ela chegou. Ofereci uma bebida, tomamos um drink e, ali na sala mesmo, já começamos a nos pegar. Entre beijos, fomos nos despindo; deixei ela só de calcinha e sutiã, até que ela disse: ?— Quero continuar na sua cama. ?Sem muitas opções, a levei para o quarto. Joguei-a sobre a cama, terminei de despir seu corpo e caí de boca na sua buceta. Chupava sua xana toda: hora passando a língua entre os lábios daquela gruta, hora pressionando o grelo dela com os meus lábios. Ela gemia alto, estava êxtasiada pelo seu mel. Não conseguia tirar a boca da buceta dela. Senti que ela gozou pelo menos duas vezes enquanto a chupava, até que pediu: ?— Deixa eu chupar seu pau. ?Ao me afastar, pude ver o "estrago": o lençol estava ensopado pelos fluidos dela. Sério, tinha uma mancha maior que o quadril dela na cama. Não sei se ela teve o famoso squirting ou se só se mijou enquanto eu a chupava; só sei que tomei o máximo que pude dos fluidos que ela soltava. ?Ela veio sobre mim, foi descendo minha calça e, nessa hora, acabou batendo um remorso por ter levado outra mulher para a nossa cama — e dei uma broxada. Mas a Bianca foi insistente: começou chupando meu pau mole mesmo. Vendo que eu estava com dificuldade para manter a ereção, decidiu me provocar: ?— Se você ficar de pau duro, deixo você comer meu cuzinho virgem. ?Ouvindo aquilo, foi impossível não me excitar. Meu pau foi ganhando volume dentro da boca dela. Ela deixou toda a minha rola e meu saco babados. Pedi para ela ficar de quatro e caí de boca, mas agora no cuzinho dela. Lambia passando a ponta da língua bem na entrada e a ouvia gemer. Perguntei: ?— Ele é virgem mesmo? Nem o dedinho colocaram nele, safada? — Não, nunca entrou nada no meu cuzinho. ?Ali meu pau endureceu de vez. Arrastei ela para a beirada da cama, ainda de quatro, e comecei a fuder pela buceta, que estava completamente molhada. Enquanto meu pau deslizava para dentro, lembrei de como ela era apertada. Fudendo a buceta dela, usava meu dedo para brincar com seu cuzinho. Cheguei a colocar um dedo dentro do cu dela enquanto bombava a xota. Essa garota gemia descontroladamente. Vendo que eu não ia aguentar muito tempo, pedi que cumprisse a promessa de me dar o cuzinho. ?Ela pediu para mudarmos de posição. Deitamos de lado, ela agarrou meu pau e foi ajeitando-o na entrada do cu. Enquanto eu beijava seu pescoço e acariciava seu corpo, senti a cabeça do pau na porta e comecei a empurrar para dentro. Era notória a expressão de dor que ela fazia; pela pressão que o esfíncter fazia na cabeça do meu pau, dava para ver que nada tinha entrado ali antes. Insisti mais um pouco até que a cabeça entrou. Ela gemia, mas dizia que estava doendo. Cheguei a tirar e colocar de novo, dando algumas bombadas, até que ela pediu para pararmos, pois estava doendo muito e ela não aguentava. Quando tirei, fiz questão de descer, olhar para o cuzinho dela, dar um beijo e dizer que não queria machucá-la. ?Ela pediu para sentar no meu pau, deu mais uma chupada nele, subiu sobre mim e começou a cavalgar. Ela rebolava e eu sentia a buceta apertá-lo de uma forma que parecia usar as mãos para agarrá-lo; fazia muita pressão contra o meu pau. Eu gemia descontroladamente vendo-a rebolar sobre mim. Quando senti que ia explodir dentro dela, joguei-a na cama de pernas abertas e caí de boca na xota de novo, esperando dar uma aliviada na vontade de gozar. Minha pica estava completamente molhada. Ela se virou num meia-nove: enquanto eu limpava a buceta dela, ela limpava meu pau. ?Depois de alguns segundos, senti que não ia aguentar mais. Deitei ela na cama de pernas abertas, subi por cima e comecei a meter. Queria gozar dentro daquela buceta apertada, mas, vendo-me urrar, ela pediu novamente para não gozar dentro. Respeitei sua vontade, tirei o pau e, ali entre as pernas dela, comecei a me punhetar. Ia jogar a porra sobre o corpo dela, mas ela pegou no meu pau e pediu: ?— Goza na minha boca. ?Subi sobre ela e, com o pau por cima do seu rosto, comecei a me punhetar. Quando o primeiro jato caiu sobre o rosto dela, ela colocou o pau dentro da boca, engolindo todo o resto da minha porra. Quando os jatos acabaram, tirou meu pau da boca e ainda lambeu a cabeça, deixando-a completamente limpa. Em seguida, me puxou e me deu um beijo com gosto da minha porra na boca. ?Ela foi embora às 3h da madrugada. Minha esposa chegaria às 9h da manhã, então tive que correr para arrumar toda a bagunça. E quando minha esposa chegou, ainda tive que dar conta dela: já fazia dez dias que não nos víamos e ela queria matar a saudade. Sorte que tive algumas horas para me recuperar.
Faca o seu login para poder votar neste conto.
Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.
Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.
Denunciar esse conto
Utilize o formulario abaixo para DENUNCIAR ao administrador do contoseroticos.com se esse conto contem conteúdo ilegal.
Importante:Seus dados não serão fornecidos para o autor do conto denunciado.