Tive a sorte de ser chamado para uma baladinha no centro da cidade. Era três meninas querendo voltar para casa.
Todas muito bem produzidas, vestidos apertadinhos, bem curtos. Elas estavam bem perfumadas, maquiadas e eram igualmente lindas.
Uma era ruivinha, de vestidinho roxo e batom vermelho bem escandaloso, era a mais quietinha (ou talvez fosse sono). Outra era mais gordinha, uma loira, bem branquela e com um par de peitos enormes. Era quem mais falava e também quem mais parecia estar sóbria. Essa estava com um topzinho cinza prateado e uma mini saia preta. Nem preciso dizer que seus peitos quase saíam para fora do topzinho e o seu mamilo marcava o tecido. A terceira era uma morena bem branquela, usando um vestidinho preto escandaloso de curto. Quando entrou no carro, vi sua calcinha e quando ela se movia, o topzinho caia, quase mostrando os peitos. Toda hora ela ficava levantando. Ela era a que mais demonstrava estar bêbada.
As três garotas estavam indo embora e eu ia deixar cada uma em suas respectivas casas.
Entraram fazendo algazarra. Me ignoraram. Ficaram conversando entre elas sobre as músicas, as danças, os caras que elas pegaram e os que elas queriam pegar. Falaram dos planos para semana que vem e sobre o que iam fazer naquele final de semana, além de dormir bastante e brigar com a mãe.
Uma delas inclusive, a morena, tinha namorado e um amante, e acabou transando com um cara no banheiro da balada. Não julgo. Quando contaram essa história no banco de trás, eu olhei para ela pelo retrovisor e a menina ficou com vergonha.
_ Ain motô, não fica me julgando não! A vida é curta!
_ Não julgo não. Gosto de uma safadeza - respondi.
As três riram. Começamos a conversar. Agora sim elas me incluíram na conversa e fomos em maior algazarra.
_ Que que você gosta de safadeza, motô?
_ De tudo. Gosto de mulheres, mais velhas, mais novas, bêbadas, sóbrias, gosto de baladeira, das caladinhas ... Todas as mulheres têm algo em comum, eu gosto de cair de boca!
Elas riram. Estavam empolgadas e bem soltinhas. A morena disse que adorava trair o namorado, se sentia bem com isso. A ruiva chamou ela de biscate, mas disse que ia fazer o mesmo quando arrumasse um namorado.
A loira conseguia falar mais alto que todas, e jurou de pé junto que nunca trairia o namorado, mas que passaria vontade de dar na balada, e ali, ela confessou que também deu para alguém lá dentro. Elas gritaram e riram de empolgação.
E então, veio a pergunta:
_ Ow Motô, não faz a corrida de graça para gente não?
_ De graça não. O que que vocês me oferecem?
A Morena se inclinou para frente e falou bem alto:
_ A gente te paga em putaria, pô.
Olhei pelo retrovisor, já sorrindo e empolgado:
_ Que tipo de putaria você sugere?
As três estremeceram.
_ Que tal uma mamada de cada aqui?
A ruiva deu um tapa nela:
_ Não me inclui nessa não, vagabunda!
A loira riu:
_ E ele vai gozar três vezes, maluca?
A morena concluiu:
_ Ele não precisa gozar três vezes. Cada uma chupa um pouquinho e ele goza depois.
As três estavam tão soltas no banco de trás que gritavam e riam, se contradiziam e criavam novos planos. A Morena se mexia e seus seios saíram para fora. Eu aproveitava. E estava gostando tanto daquilo, que tomei um caminho mais longo, só para continuar o papo.
Quando sossegaram, eu dei a minha contra proposta:
_ E se fizermos um bacanal? Com direito a tudo?
A loira ficou envergonhada e a morena parece ter ficado bem empolgada.
_ Como assim, motô? Dá para transar todo mundo aqui dentro não - a loira questionou.
_ Ué, a gente vai pra um motel aqui perto - falei de prontidão!
Uma olhou para outra, sussurraram e riram. A ruiva ficou empolgada e a morena ficou curiosa. Só a loira mais gordinha estava ainda questionando. Depois de alguns minutos, eu virei uma rua que ia em direção ao motel e deu um ultimato:
_ Olha, estamos chegando num motel bem bom e que tem um quarto com hidro, vamos? Vocês três e eu, fazer uma brincadeirinha?
Elas se entre olharam de novo, dessa vez mais apreensivas. A morena e a ruiva já tinham decidido que sim, só faltava a loira. Que com muita pressão das amigas concordou!
Virei para a entrada do motel, pedi um quarto com hidro e estacionei no quarto (320).
Descemos do carro e as três estavam em um misto de nervosismo e empolgação. Fechei o portão da garagem e subimos para o quarto nos quatro.
Cama grande, lençol branquinho, o quarto muito organizado, limpo e espaçoso. A hidromassagem no canto oposto da cama, luzes vermelhas espalhadas pelo ambiente. Em uma bancada, estavam alguns doces, camisinhas e produtos eróticos.
A loira era a mais tímida, foi até o rádio e colocou um som. A ruiva estava ligando a TV e colocando em um pornô, e a morena foi tirando o salto alto e ficando em pé na cama.
Eu entrei, tirei carteira, chave, tênis, e fui me sentar na poltrona em frente a cama. Fiquei vendo a morena dançar em cima da cama, seu vestidinho subia e ela descia, com seus pulos os peitos saíam para fora e ela precisava subir o topzinho. Estava amando ver seu vestidinho mostrando tudo para mim. A ruiva decidiu em qual canal ia deixar: um negão enorme fodia uma menina branquela e magra. Ela gemia, gritando com um misto de dor e tesão. A pica do cara era intimidadora.
A ruiva então veio até mim:
_ Então, como vamos pagar a corrida, amor?
Eu abri minha camiseta de botão, fiquei em pé diante dela e comecei a beijá-la. Ouvi a loira rindo de nervoso e a morena ficar mais agitada:
_ Uuuuuh, vai nessa Sofia! Pegando nosso motorista de primeira? Safada!
A loira então riu:
_ Ela não deu na balada, tá querendo dar agora.
Eu e a Ruiva começamos a nos pegar. O beijo foi evoluindo, eu fui passando a mão em seu corpo, levantei seu vestidinho roxo e comecei a alisar sua bunda. Ela estava usando só uma calcinha fio dental também roxa.
As outras duas iam rindo, conversando e assistindo tudo. Apertei a bunda da ruivinha e fui descendo a calcinha dela.
Ela sorriu e disse para eu parar.
Ela foi até a cama, tirou o vestido, tirou o sutiã e pediu para as outras também ficarem peladas. A morena topou na hora: tirou o vestidinho curto, a calcinha, ficou só de sutiã. Eu também tirei a camisa, abaixei a calça e me deitei na cama só de cueca. O volume do meu pau já marcando toda a região da frente da minha virilha.
A morena veio para cima de mim, beijando minha barriga, e foi subindo para meu peito e chegou até minha boca. Nos beijamos e ficamos trocando carícias. A ruiva veio, também ficou do meu lado e começou me alisar. Quando a morena parava de me beijar, a ruiva continuava.
Não sei qual das duas foi, mas meu pau começou a ser acariciado, e senti alguém puxando minha cueca para baixo:
_ Uau, que pau grande - a ruiva olhou impactada.
_ E grosso né. É grande e grosso - a loirinha complementou.
A loira, que estava de fora daquele beijo triplo, só assistia. Foi até a hidromassagem e começou a encher de água quente.
Eu a ruiva e a morena começamos a ter um envolvimento maior do que apenas os beijos. Meu pau estava pulsando de vontade. Minhas mãos estavam tateando o corpo da morena, descendo para sua bunda. Fui tateando para frente e levando meus dedos em direção a sua bocetinha.
Comecei a masturbar ela, íamos nos beijando, ela alisando meu peito. A ruiva foi beijando meu peito, minha barriga, minha virilha e logo colocou meu pau em sua boca. Enquanto ia me chupando, a Morena deu a ideia de sentar na minha cara. Deitei de cabeça encostada no colchão e ela foi sentando, colocando sua xana bem na minha boca.
Fiquei ali, deitado na cama e sendo usado pelas duas: A morena sentada na minha cara, de vez enquanto, dava uma rebolada na minha boca. Fiquei passando a língua em sua boceta, seus lábios vaginais bem deflorados. Alisava seu clitóris pequeninho com a língua e depois pressionava ele com meus lábios. Sugava um pouco e ela delirava em cima de mim, rebolando ainda mais e gemendo alto.
Sua boceta estava muito molhada e cheirava a sexo e suor. Lembrei de que elas tinham falado que a morena havia dado para alguém no banheiro da balada, devia ser esse o cheiro de uma boceta que levou rola há algumas horas.
Enquanto isso, a ruiva me chupava. Sugava meu pau com gosto. Fazia garganta profunda em mim e tirava ele da goela para respirar profundamente.
_ Nossa Sofia, que fome de pau! - A loira comentou, e as três riram.
A ruiva chupava muito bem. Sugava a cabeçona da minha rola e quando estava recobrando o ar, ela ficava me punhetando.
A morena estava delirando com a minha boca, mas pediu para trocar de posição. Inverteu e fez um 69. Continuei chupando sua boceta, mas agora ela também chupava meu pau. Ela e a ruiva começaram a dividir a posse da minha rola.
A ruiva beijava de um lado e a morena alisava ele com os lábios do outro. As duas lambiam e riam juntas. A ruiva botava ele dentro da boca e a Morena ia lambendo o que ficava de fora, depois trocavam.
Suguei o clitóris da morena, de novo e de novo, e ela estremeceu. Lambia, passando a minha língua em toda a extensão de seus lábios molhados e estacionei a língua dentro de sua boceta, dando algumas estocadas ali dentro e lambendo, como se eu fosse um cachorro bebendo água. A menina gemia alto dizendo que estava gostando e que ia gozar!
_ Aí que delícia de boca! Vô gozar com essa linguinha enfiada na minha bocetona!
Continuei aqueles movimentos até ela gemer mais alto e anunciar o gozo.
Ela desceu de cima da minha cara e a ruiva quis ser a primeira a cavalgar. Subiu em mim, encaixando sua bocetinha rosada com delicadeza. Ela tinha alguns pelos ruivos na virilha, e enquanto ela ia cavalgando, eu fui acariciando seu clitóris e tocando aqueles pelinhos laranjas e raros de se ver.
Enquanto ela cavalgava em mim bem devagarinho e gemendo bem baixinho, a morena se levantou e foi ver a água da hidromassagem. A loira agora estava se despindo e a morena estava entrando na hidro.
As duas ficaram na água, assistindo a ruivinha cavalgar em mim e eu ali deitado, olhando para os seios pequenos dela balançando para cima e para baixo.
_ Vai Sofia, senta mais forte. Vai para academia pra que?
_ Esse pau aqui que é gostoso... - ela respondeu, quase entrando em um êxtase - … vontade de ficar cavalgando mesmo!
Segurei sua cintura, controlando o ritmo de suas cavalgadas. Ela queria ir mais rápido, e foi se empolgando aos poucos. Segurei seus seios, alisei seus mamilos e ela sorria, enrubescida e sentindo prazer naquilo.
_ Pior que eu estou começando a ficar com tesão, cês acreditam? - A loira afirmou.
A morena, que estava com ela na hidro, se aproximou, tirou os cabelos do seu pescoço e começou a beijar a pele sensível da loira. A gordinha riu e ficou envergonhada.
_ Para com isso, a gente não é lésbica.
Mas a morena não deu ouvidos, beijava o pescoço da loira, foi beijando o ombro, e a mãozinha foi subindo para a cintura da amiga e depois para os peitos. A loira tinha peitos grandes, mamilos eram bem macios e quase internos. Ela era branquela e seus peitos tinham auréolas bem rosadas que iam se mesclando com a pele branca. A morena beijava e massageava aqueles peitões, até que a loira pediu por um beijo.
As duas começam a se beijar ali na hidro. A ruiva que ainda cavalgava em mim, empolgada e gemendo bem baixinho, viu aquilo e ficou ainda mais excitada:
_ Caralho, que gostoso ver as duas se beijando!
Paramos e fomos os dois para a hidromassagem também.
A morena alisava a loira e eu cheguei por trás e comecei a alisar e a beijar o pescoço da morena. Ela ficou arrepiada, meu pau todo babado estava encostado em sua bunda. Ela ficou de lado e abriu passagem para eu ficar atrás da loira.
Encostei na gordinha, que ficou arrepiada e disse que aquilo tava indo longe demais. Meu pau encostado em sua bunda bem lisinha começou a deixá-la excitada.
A loira se inclinou para frente e eu fiquei roçando a cabeça do meu pau em sua bunda. A morena pegou meu pau e começou a roçar a cabeça no cuzinho da loira.
Elas riram com aquela diversão. A ruivinha dançava, a morena ficava atiçando a loira a me dar. A loirinha estava com a boceta bem molhada e gemendo com a pressão que a cabeçola da minha rola fazia contra seu cuzinho. Eu só deixava rolar. A morena colocou a cabeça do meu pau entre os lábios da bocetinha gorda dela, e eu fui empurrando bem devagar.
_ Oooh, que boceta gostosa! Boceta quentinha e apertada!
A Loira gemia, olhava para mim, empinou a bunda e falava bem baixinho:
_ Aí, vocês são fodas. Olha isso, o cara que eu nem conheço tá metendo … em mim… ai, que pau gostoso…
A ruiva do meu lado estava com o corpo todo na hidromassagem, e assistia aquilo com tesão, mordendo os lábios.
_ Meu deus, que pau grosso!!!
A loira reclamou. A cabeça do meu pau passou para dentro dela e eu comecei a meter bem devagarinho. A morena me beijou, alisava meu corpo e pegava nos peitos da amiga loira peituda.
Fiquei ali metendo na loira por trás, até ela começar a gemer e a blasfemar!
_ Aí eu vou gozar... Esse pau tá né arrombando... Filho da puta ...
Comecei a aumentar o ritmo. Quanto mais ela reclamava, mais eu aumentava e batia meu corpo contra a bunda dela. Peguei seus peitos e ficava apertando eles, e alisando seus mamilos macios. Eles foram ficando duros e eu notei que ela começou a gemer ainda mais. Quase gritar.
Ela começou a jogar seu corpo contra o meu. A dar bundadas na direção do meu pau. A loira gozou com aqueles movimentos e eu fiquei ali, grudadinho nela, até ela recuperar o fôlego.
Eu ainda não tinha gozado, e meu pau tava duraço.
Ficamos nós quatro ali na hidromassagem, com nossas pernas cruzadas e descansando. Conversamos mais um pouco e as três meninas ficaram falando sobre o como aquilo tudo era uma loucura.
_ NUNCA que nós íamos as três juntas pra um motel com um desconhecido!
_ Mas vocês estão gostando?
_ Eu estou, você chupou minha boceta muito gostoso, sem novinho - disse a Morena.
_ Eu tô, mas eu ainda quero fazer você gozar - disse a ruivinha.
Depois do banho, nos secamos e voltamos para cama. Agora as três estavam comigo. Pedi para a ruiva sentar na minha boca, e a morena sentou no meu pau. Cavalgaram em mim, uma na minha cara e outra na minha pica. Enfiava a minha língua dentro de sua xana e ela adorava. Sugava seu clitóris e ela elogiava, segurava meu cabelo, puxava, e gozava na minha cara!
Eu me segurava para não gozar, mas chegou uma hora que ficou impossível. Avisei que ia gozar e a morena desceu e me punhetou com a boca bem perto da cabeça. Quando gozei, a porra foi toda para sua boca e ela tomou tudinho.
Enquanto eu descansava, a loira e a ruiva começaram a se pegar. Se beijaram e se tocaram. A ruiva meteu o dedo para dentro da boceta da loira gordinha, que ficou gemendo alto e gostando daquilo. A morena ficou deitada no meu peito, assistindo as duas brincarem de siririca.
Depois de quase uma hora, eu estava ficando com fome. Pedi o café da manhã e fizemos uma pausa para comer.
As três meninas falaram que estavam ficando com sono e que já era hora de ir embora. Então, era a hora de fazermos nosso último round.
Mandei a Ruiva ficar de quatro na cama e fodi ela com gosto! Ela tinha um quadril enorme, segurava bem forte as suas ancas e metia fundo. Seu cuzinho alaranjado piscava na medida que eu ia fodendo. A morena se deitou na frente da ruiva e abriu bem as pernas. A ruivinha se inclinou para chupar sua boceta, e revesava agora entre as lambidas e gemidos. A loira se deitou do lado da moreninha e começou a chupar os peitinhos dela. A loira estava com as pernas bem abertas, virada para mim, e ela começou a tocar uma siririca, me olhando, me provocando. A ruiva, enquanto recebia ferro de mim, começou a dedar e loira com dois dedos.
Aaah, que festa gostosa! As três gemendo, eu perdia o controle. Vazou umas gotinhas de porra, que eu só ignorei. Continuava metendo. Depois dali eu podia morrer que morreria satisfeito!
Comecei a apertar a bunda da ruiva e passei o dedo em cima de seu cuzinho. Comecei a enfiar o polegar no cuzinho dela. Cuspi em cima, deixei bem lubrificado e comecei a estocar o polegar bem fundo em sua bundinha.
_ Não, no meu cuzinho não... Para...
E eu continuei, metendo meu pau na boceta e enfiando o polegar em seu cuzinho. Ela gemia, continuava chupando a boceta da morena e fez ou outra parava para gemer e me xingar:
_ Seu puto! Tá arregaçando meu cuzinho!!!
Eu não estava aguentando. Segurei meu pau com toda força para evitar o gozo.
As meninas se revezaram. A morena ficou de quatro na minha frente e a ruiva ficou deitada em frente. A loira e a ruiva se beijavam e massageavam os peitos uma da outra. A morena abriu bem a bunda para mim, estiquei meu dedo indicador dentro do seu cu na medida que eu ia fodendo sua boceta magrinha e vermelha de tanto levar broca.
Batia contra seu corpo com violência. Meu gozo tava vindo, eu não parava de gemer de tesão! Meu dedo no cu dela mergulhou fundo e ela também chiou:
_ Ui, meu cuzinho é virgem, safado! Caralho, você tá indo lá no fundo, filho da puta…
Mas ela gostava! Eu ia fundo com o dedo e com o pau, e ela gemia bem alto.
_ Meninada, vou gozar! - anunciei, perdendo a linha.
_ Goza, gostoso! Goza dentro de mim vai!
A morena gritava. As meninas estavam todas cansadas, eu também já estava sem fôlego e sem energia alguma. Estoquei o máximo que deu dentro dela e uivando feito o louco, fui gozando dentro dela. Metendo forte e gozando sem parar.
Minhas pernas até tremeram e ela gemeu como uma gata no cio recebendo a porra quente no seu útero.
_ Ain caralho, que gostoso essa porra quente dentro de mim... Safado… Quanta porra!
A ruivinha veio para cima e me deu um beijo.
_ Eu que queria fazer você gozar, poxa…
Tirei meu pau de dentro, algumas gotinhas ainda penduradas no meu pau, e muita porra começou a escorrer da boceta da morena. A Ruivinha foi ali para trás e começou a chupar a boceta da amiga, tomando toda minha porra que escorria. A Loirinha veio até mim e começou a sugar o meu pau, bebendo o restinho da porra que vazava.
Ficamos mais uns trinta minutos deitados, nus, coladinhos, e então, nos levantamos, vestimos nossas roupas e saímos.
Já tinha amanhecido, o sol fraco da manhã já estava iluminando as pessoas indo trabalhar naquele sábado cansativo e sonolento.
Deixei cada uma delas em suas casas e peguei o telefone de todas elas. Íamos nos encontrar algum dia mais no futuro.
Mas uma noite como aquela, em que estive com essas três mulheres no motel? Nunca mais. Foi a experiência mais gostosa que tive na minha vida, e confesso que isso ficou gravado na minha cabeça para sempre. Definitivamente, isso me marcou demais.
Por aquela madrugada, ser um motorista precarizado, fodido, valeu a pena.