Como pode este desejo me encher a mente? A vontade de estar diante de uma mulher e ser tratado como um escravo dela.
Dela mandar eu colocar um cinto de castidade no meu pau, com uma corrente presa neste cinto. E desejar encontra-la, mesmo que eu esteja vestido num lugar público assim? Sentar no metrô e discretamente, entregar a corrente presa no cinto de castidade na mão dela.
E conforme o metrô para nas estações, discretamente, sinto sua mão puxar esta corrente... na tua direção, e desta forma, eu sinto meu pau preso neste cinto ser puxado pela tua mão. Como um objeto que te pertence.
E claro que enquanto puxa a corrente que somente você sente na tua mão, vai me olhando e sorrindo. Porque sabe as sensações que estou sentindo.
Um brinquedo que dá prazer. Porque meu corpo serve para dar tesão em você.
É um treinamento percebe? Porque meu pau está preso. Ele não pode ficar duro. Ele incha, fica latejando aqui debaixo da calça. Então escreve no seu celular uma mensagem para mim. E eu segurando meu celular, leio.
"Está gostando puta?" E eu discretamente respondo "Sim Senhora"... e conforme vou respondendo sua mão puxa de novo a corrente.
Me faz gemer discretamente. E sinto meu pau inchar novamente.
Quando me chama de puta, de cadela, de vadia, me sinto mais humilhado ainda. E você sabe que fico assim.
Como posso sentir tudo isto. Quando olhamos que estamos na estação certa, eu discretamente coloco a ponta da corrente no bolso.
Levantamos e saímos, e começamos a andar. Até entrarmos no parque. O silêncio é revelador. Porque começamos a andar no parque, e entrego novamente a ponta da corrente em sua mão, e andamos lado a lado. E sua mão puxando e me fazendo entender.
Conforme andamos entre arvores e caminhos, onde ninguém está perto, sua mão se enrola mais na corrente e puxa, estica.
Meu pau está inchado e latejando desde o metrô. E você está muito excitada.
No meio deste caminho, conversa comigo. "Está gostando cadela?" "Sim Senhora". "Estou levando minha cadelinha para passear no parque".
E eu gemendo mais agora, porque escuto tua voz assim. E sentamos num banco, no meio destas arvores. E você me beija, sua lingua invade minha boca.
E sua mão puxando a corrente. Beijos demorados. Beijos muito molhados.
Num determinado momento, você coloca a blusa sobre minhas coxas.
Sua mão entra debaixo da blusa, abre a calça. E descobre o elástico da calcinha fio dental que estou usando.
Sobre o tecido minúsculo da calcinha, encontra minhas bolas, e começa a apertar elas, e vai olhando minha cara.
Porque meu olhar se transforma. "Geme puta, geme pra sua dona"... Sua mão castiga minhas bolas.
Depois seus dedos encontram o pau preso. Aperta ele, e eu tenho que controlar meus gemidos. Porque tenho de ser uma puta que se comporta.
Não sei o que deseja sabia? Porque é o começo da tarde. E ainda temos a tarde toda para que se divirta.
Encosta sua boca no meu ouvido... "Geme pra sua dona, puta, geme".
Seus dedos soltam meu pau. E sua mão sai de baixo da blusa. Manda eu fechar o ziper e a calça.
E manda eu abrir a mochila e mostrar os brinquedos dentro da mochila que eu trouxe.
Seus olhos ficam intensamente fixos. As iris se abrem para pegar com suas mãos os brinquedos e me perguntar sobre eles. E eu vou contando.
Explicando cada utilidade de cada um deles. E sugerindo como seria mais gostoso usar. Porque são brinquedos que causam dor.
E brinquedos que servem para castigar o pau e as bolas. Mas ali não posso usar eles porque seriamos presos não é?
Mas um deles chamou tua atenção. Um plug para penetrar meu cu. E este plug tinha um controle remoto.
Que poderia mudar a velocidade e vibração do plug. Quando pegou ele com sua mão, sorriu. Parecia uma criança feliz se divertindo.
Mandou eu levantar e andando junto comigo, até encontrarmos um banheiro público.
Onde eu iria entrar, me trancar num dos box e colocar o plug no meu cu. E você esperaria no mesmo banco.
Esta tarde prometia. Iriamos nos divertir muito.
Eu e você.