Categoria: Heterossexual
Data: 24/09/2026 09:43:16
Última revisão: 24/09/2026 10:21:25
Assuntos: Cuckold, Heterossexual, Voyeur.
?? Texto produzido com auxílio de inteligência artificial
Numa daquelas noites em que o vinho já tinha baixado e o corpo de Joana ainda tremia leve ao lado, Fabiano ficou acordado no escuro. A mão dele descansava pesada na curva da bunda dela, mas a mente não parava.
Ele não entendia direito. Ou entendia demais.
O prazer vinha torto. Não era só o pau endurecendo — era o peito apertando, a raiva doce subindo pela garganta, a imagem de outro com a mulher dele e, ao mesmo tempo, o alívio quase físico de saber. De possuir aquela informação. De ser o único a quem ela contava.
Fabiano sempre se sentira pequeno na cama. O contador de números exatos, o provedor amável, o homem que elogiava o feijão e pagava as contas em dia. Mas o corpo falhava. O pau mole era uma sentença silenciosa. E, de repente, aquela falha tinha encontrado um antídoto: a vida sexual escondida da esposa.
Cada detalhe que Joana soltava — o depósito escuro, o cheiro de papelão, o sorriso na porta da loja, o esperma escorrendo pela calcinha — era como uma agulha fina que furava o orgulho dele e, no mesmo instante, injetava tesão. A humilhação não o destruía. Ela o excitava. Porque, enquanto imaginava o outro homem assertivo, grosso, perigoso, ele se via na posição mais íntima possível: o marido que ouvia. O marido que fazia a mulher gozar contando. O marido que, de alguma forma distorcida, ainda controlava a narrativa.
Havia também uma espécie de vingança quieta. Joana, a professora romântica, a esposa que carregava culpa depois do orgasmo, revelava pouco a pouco a puta que sempre existira por baixo da camisola e dos olhos castanhos sérios. E Fabiano, ao forçar aquelas confissões, sentia que finalmente a conhecia de verdade. Não a mulher que ele levava ao cinema. A outra. A que molhava só de acenar para o representante na rua.
O prazer estava nisso: na dualidade. Ele sofria com a ideia. Sofria com a certeza de que ela ainda sorria para o outro. Sofria com a possibilidade de que, em algum momento, ela tivesse deixado entrar. E, ao mesmo tempo, o sofrimento era o que fazia o sangue descer. Era o que transformava o pau mole em pau duro. Era o único remédio que funcionava.
Às vezes, no meio da madrugada, ele se pegava pensando se amava mais a Joana ou a história que ela contava. Se o desejo era por ela ou pelo que ela escondia. A resposta nunca vinha limpa. Misturava-se tudo: ciúme, excitação, gratidão distorcida, medo de que um dia ela parasse de contar.
Mas, enquanto ela dormia ao lado, o corpo rechonchudo ainda cheirando a sexo e vinho doce, Fabiano sabia de uma coisa com a precisão de um balanço fechado: sem aquelas confissões, ele voltava a ser só o marido de pau mole. Com ela, ele era outra coisa. Algo mais escuro. Algo que gozava.
E por isso, naquela noite, ele ia perguntar de novo. E ela respondeu:
— Não. Nunca.
Ele não desiste. A mão grossa desce pela barriga macia, aperta a coxa quente, sobe até a bunda farta e fica ali, apertando com força. A voz sai baixa, quase rouca, colada no pescoço dela:
— Tem certeza, amor?
O vinho doce aquece o peito de Joana. O silêncio se alonga. O ventilador gira lento, o suor cola a camisola na pele. Então ela solta, quase sem querer, a voz um pouco embargada:
— Lembra daquela vez que terminamos?
Fabiano fica imóvel. O coração bate forte. Ela continua, os olhos ainda fechados:
— Tinha um representante… Maicon. Ele fornecia pra loja da minha mãe. Já me cantava fazia tempo. Eu nunca dei confiança. Mas naquela época… a gente estava separado. Eu resolvi experimentar um pouco. Só um pouco.
Ele engole seco.
— Ele te comeu?
— Não — responde ela, firme, mas a respiração já está mais rápida. — A gente não chegou a isso.
Fabiano passa a mão por dentro da camisola, aperta um seio pesado, o polegar rodando o mamilo. O pau dele, pela primeira vez naquela noite, começa a mexer de verdade.
— Conta — ordena, quase sussurrando. — O que vocês faziam.
Joana demora. O vinho afrouxa a língua. Ela conta que, às vezes, quando ele entregava mercadoria, eles se escondiam no depósito da loja. Era perigoso. Qualquer um podia entrar. E ela gostava disso. O cheiro de papelão, a luz fraca, a mão dele por dentro da calcinha enquanto ela mordia o lábio para não gemer. Depois, na rua: ele passava de carro, ela na porta da loja, e os dois sorriam um para o outro. Só isso. Um sorriso demorado que já deixava ela molhada.
— Ele enfiava os dedos?
— Enfiava… dois. Devagar. Eu já estava molhada. No depósito, principalmente.
Fabiano geme baixo. Vira ela de barriga para cima, abre as pernas grossas e ajoelha entre elas. A camisola sobe até a cintura. Ele olha a calcinha clara, já um pouco úmida, e pergunta:
— E aí?
— Depois… na sala de casa. No sofá. Eu dei punheta nele. O pau dele era grosso. Quente. Eu batia rápido, ele segurava meu seio com força. Gozou na minha mão.
Fabiano puxa a calcinha dela para o lado e enfia dois dedos de uma vez. Joana arqueia, molhada de verdade. Ele mete e tira, mete e tira, ouvindo o barulho molhado.
— Continua.
Ela respira fundo. O vinho e o tesão se misturam.
— Teve uma noite… ele tirou a calça. Ficou nu. Eu só de calcinha. Ele se ajoelhou entre minhas pernas, puxou o tecido para o lado e esfregou o pau inteiro em cima da minha buceta. Sem entrar. Só roçando. A glande no clitóris… pra cima e pra baixo… apertando. Eu rebolava. Ele gozou em cima da calcinha. O porra quente encharcou tudo, escorreu…
Fabiano tira a própria calça. O pau está duro, quase dolorido. Ele se deita em cima dela, encaixa a cabeça na entrada e empurra de uma vez. Joana geme alto. Ele fode com força, a barriga batendo na dela, imaginando o Maicon nu, assertivo, gozando na calcinha da mulher dele, o perigo do depósito, os sorrisos na porta da loja.
— Ele quase entrou, né? — pergunta, ofegante. — Quase.
— Não… — ela ainda nega, mas a voz sai fraca, quebrada de prazer. — Não deixei.
Fabiano acelera. A imagem não sai da cabeça. Ele goza fundo, tremendo, enquanto ela aperta as pernas em volta da cintura dele e goza também, os seios pesados balançando.
Depois, o silêncio. O ventilador continua girando. Joana vira de lado, a camisola ainda erguida, a calcinha torta. O cheiro de sexo e vinho doce paira no quarto. Fabiano fica deitado de costas, o pau mole de novo, mas a mente acesa. Ele passa a mão devagar na bunda farta dela e murmura:
— Conta mais.
Joana hesita. O vinho ainda circula. A voz sai baixa, quase sem força:
— Depois que a gente reatou… eu ainda fiquei com ele. Duas ou três vezes.
Fabiano trava. O coração dispara de novo.
— O quê?
— Foi rápido. Escondido. No depósito de novo. Só dedos… e ele gozando na minha calcinha outra vez. Eu não deixei entrar. Mas… aconteceu.
Ele engole seco. A mão aperta a carne macia da bunda dela com mais força.
— E... — ela hesita — eu chupei o pau dele na loja, ele gozou na minha boca, depois, fomos no cinema, eu e você e eu te beijei.
Fabiano explode dentro dele, um gozo forte, um urro de macho, uma estocada funda, parecia que ia partir a mulher ao meio.
— Você ainda encontra ele?
Joana demora. O silêncio pesa. Então confessa, a voz quase inaudível:
— Sim. Às vezes ele passa na frente da loja. A gente se olha… sorri… acena. E eu fico molhada. Na hora.
Fabiano fica quieto por um longo segundo. Depois puxa ela de novo para debaixo dele, o pau já começando a endurecer outra vez só de ouvir. A noite ainda não acabou.
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Por Tuga069