TER O PAU GRANDE É FODA, MAS O DURO E QUANDO MINHA MÃE QUER ELE PT 5.



TER O PAU GRANDE É FODA, MAS O DURO E QUANDO MINHA MÃE QUER ELE PT 5.

Um conto erótico de Leandro Costa Vicente
Categoria: Heterossexual
Contém 3951 palavras
Data: 22/09/2026 12:59:18
Assuntos: Curvilínea, Familiar, Gostosa, Grande, Grupal, Heterossexual, Incesto, Mãe, Pau, Suruba

Três semanas se passaram desde aquela noite em que dormimos juntos pela primeira vez.

Três semanas de rotina silenciosa e doentia. A casa virou um espaço de segredos barulhentos: o ranger da cama de madrugada, o chuveiro ligado tempo demais, o jeito que minha mãe andava pela cozinha de roupão sem nada por baixo, sabendo que eu tava olhando.

A gente criou uma normalidade torta. Ela saía pro trabalho às oito. Eu fingia que tinha aula ou estudava em casa, mas na verdade passava o dia inteiro me tocando pensando nela, esperando o horário dela voltar. Às seis da tarde, quando a chave girava na fechadura, meu coração já batia acelerado. Jantávamos em silêncio, trocávamos olhares pesados, e antes das nove estávamos no quarto dela ou no meu, suando, gemendo, fodendo até não aguentar mais.


Sabrina aparecia de vez em quando de manhã, quando a mãe já tinha saído. Vinha pro “tratamento” — embora ninguém usasse mais essa palavra. Agora era só sexo. Chegava de short curto, aquele olhar faminto, e eu a levava no sofá mesmo, rápido, gozando dentro enquanto ela segurava no encosto, gemendo baixo pra não chamar atenção dos vizinhos. Era mecânico. Quase clínico. Ela queria engravidar. Eu queria aliviar a pressão que acumulava durante a noite com a minha mãe. Funcionava.

Mas alguma coisa começou a mudar no meu corpo.

Começou como uma dor latejante na base do pau, depois das noites mais intensas. Ignorei. Achei que era cansaço muscular, resultado de transar três, quatro vezes por dia. A dor foi crescendo. Virou crônica. Uma pressão constante que não passava nem depois de gozar.

Aí vieram as ereções dolorosas.

A primeira foi às três da madrugada. Acordei com o pau duro pra caralho, mas não era aquela excitação gostosa de sempre. Era uma rigidez dolorosa, pulsante, que fazia meus olhos lacrimejarem. Tentei me masturbar no banheiro, sentado na privada. A dor só aumentava. O pau tava roxo nas veias, quente demais ao toque. Não importava quantas vezes eu tentasse, o orgasmo não vinha. Fiquei ali quarenta minutos, suando frio, mordendo o antebraço pra não gemer alto e acordar a mãe.

Quando finalmente consegui gozar, foi seco, doloroso, e a ereção não passou completamente. Fiquei com o pau meio duro, sensível, inchado, até o amanhecer.

Não contei pra ninguém.

A segunda vez foi pior. Estávamos no meio da tarde, eu e minha mãe na cama dela. Eu dentro dela, na posição de sempre — ela de costas, eu por cima, metendo devagar — quando senti a dor aguda subir pela coluna e se concentrar na base do pau. Não era prazer. Era como se algo estivesse rasgando por dentro. Parei no meio do movimento, ofegante, suor escorrendo na testa.

— O que foi? — ela perguntou, preocupada, passando a mão no meu peito.

— Nada… só… preciso parar um pouco.

Tentei continuar, mas a dor era insuportável. Saí dela, deitei do lado, o pau ainda duro e pulsando de dor. Minha mãe se sentou na cama, olhando pro meu corpo nu, pro membro ereto que não amolecia apesar da dor.

— Leandro, isso não é normal — disse, a voz trêmula. — Tá roxo. Você tá machucado.

— É só cansaço — menti, cobrindo o rosto com o braço.

Ela não acreditou. Passou os dedos de leve na minha virilha e eu gritei de dor. Tirou a mão assustada, olhos arregalados.

— Amanhã você vai no médico. Ou eu chamo um pra cá. Não discute.

Não discuti. Tinha medo demais. Medo de que algo tivesse realmente errado comigo. Medo de que fosse o excesso de sexo. Medo de que fosse uma punição pelo que a gente fazia.

Na manhã seguinte ela não foi trabalhar. Ficou em casa, vestida, telefone na mão, ligando pra clínicas. Eu deitado no sofá da sala, de bermuda, o pau ainda sensível mesmo mole. Cada movimento doía.

Ela conseguiu consulta prás onze. Urologista particular, caro, que atendia sem encaminhamento. Me arrastou pro carro, dirigiu em silêncio, o maxilar cerrado. Eu olhava pela janela, envergonhado, imaginando como ia explicar pra um médico que eu transava quatro vezes por dia com a própria mãe e a irmã.

A clínica era discreta, prédio de vidro fumê no centro. Entramos juntos. Ela preencheu a ficha com a calma de quem assume responsabilidade. Colocou como “acompanhante” e “responsável”, mesmo eu tendo dezoito. A rececionista nem piscou.

Esperamos quarenta minutos na sala vazia. Minha mãe segurava minha mão, apertando quando eu me mexia desconfortável na cadeira. O ar-condicionado gelado fazia meus mamilos endurecerem sob a camiseta. Eu queria estar em qualquer outro lugar.

— Leandro Costa? — a enfermeira chamou.

Levantamos juntos. Ela olhou pra nós dois, confusa.

— Só o paciente pode entrar inicialmente.

— Ele é menor de idade emocional — minha mãe mentiu, firme. — Eu preciso acompanhar. Ele tem dificuldade de falar sobre… essas coisas.

A enfermeira hesitou, mas assentiu. Entramos juntos no consultório.

O médico era um homem de uns sessenta anos, calvo, óculos de aro grosso, cara de quem já viu de tudo. Olhou pra nós, pro jeito que minha mãe se sentou do meu lado segurando minha mão, e algo passou no olhar dele — desconfiança, curiosidade profissional, sei lá.

— O que tá acontecendo, jovem?

Eu gaguejei. Olhei pra mãe. Ela respondeu por mim:

— Ele tem tido ereções dolorosas, doutor. Muito frequentes. Duração longa. Dor ao ejacular. O membro fica roxo nas veias, quente. Ontem ele não conseguia nem tocar sem gritar.

O médico anotou, impassível.

— Há quanto tempo?

— Uns dez dias — eu falei finalmente. — Mas piorou muito nos últimos três.

— Sexualmente ativo?

O silêncio na sala foi ensurdecedor. Senti o sangue subir pro rosto. Minha mãe apertou minha mão com força.

— Sim — eu disse, quase sussurrando.

— Com frequência?

— Todos os dias — ela interveio, a voz controlada. — Às vezes mais de uma vez.

O médico parou de escrever. Olhou pra ela, depois pra mim. Olhos cinzentos, penetrantes.

— Com a mesma parceira?

— Sim — eu disse antes que ela pudesse responder. — Minha… namorada. Fixa.

Ele assentiu, mas não pareceu convencido. Voltou a escrever.

— Vou precisar examinar. Tira as calças e deita na maca. Sua mãe pode esperar do lado de fora, ou ficar se você preferir, mas precisa se virar pra parede durante o exame físico.

Minha mãe assentiu. Levantou, foi pro canto da sala, virou de costas, olhando a parede branca. Eu levantei tremendo, fui até a maca coberta com papel descartável. Tirei a bermuda e a cueca, deitei de costas, cobrindo os olhos com o antebraço, morto de vergonha.

Ouvi o médico se aproximar, o som das luvas de látex.

— Tá mole agora?

— Sim — a voz abafada pelo braço.

— Vou tocar. Relaxa.

A mão dele era fria, clínica. Manipulou meu pau, ergueu, palpou as veias, pressionou a base. Eu grunhi de dor quando apertou perto demais da glande.

— Sensível?

— Muito.

Continuou o exame, sentindo os testículos, a região pélvica. Depois parou. Ouvi algo sendo preparado.

— Vou fazer ultrassom. Preciso ver o fluxo sanguíneo.

A máquina chiou. Senti o gel frio na virilha, o aparelho deslizando. Fiquei ali dez minutos, nu, minha mãe de costas no canto, enquanto o médico estudava a tela em silêncio.

Finalmente parou. Me deu uma toalha pra limpar o gel.

— Pode se vestir. Depois preciso conversar com você e sua… acompanhante.

Vesti rápido, o rosto queimando. Minha mãe se virou, voltou pra cadeira do meu lado. Tava pálida, lábios trêmulos.

O médico sentou atrás da mesa, olhando pra nós com uma expressão que eu não consegui decifrar.

— Leandro, você tem uma condição chamada priapismo de baixo fluxo recorrente, complicada por hiperplasia hormonal severa. Basicamente, seu corpo produz testosterona em excesso — o que explica o desenvolvimento genital acima da média — mas agora, depois da atividade sexual intensa recente, o sistema vascular desregulou. Você tá tendo ereções que não drenam sangue direito. Isso causa dor, dano nos tecidos, e se não tratar pode levar à impotência permanente e necrose.

Minha mãe soltou um som abafado, como se tivesse levado um soco no estômago.

— Tratamento? — perguntou, a voz falhando.

— Duas partes. Primeiro, injeções diárias de um medicamento experimental que vai regular o fluxo hormonal. Mas tem um problema: nas primeiras oito a doze semanas o remédio vai piorar temporariamente as ereções. Vai causar priapismo frequente, doloroso, que precisa ser aliviado imediatamente pra evitar dano permanente.

— Aliviado como? — eu perguntei.

O médico me olhou nos olhos.

— Ejaculação completa. Não masturbação rápida. Sexo completo, com penetração, pra forçar o fluxo sanguíneo a se regular. Idealmente quatro a cinco vezes por dia. Se sentir uma ereção dolorosa que dure mais de trinta minutos, precisa ejacular dentro desse tempo, ou o tecido começa a morrer.

Minha mãe levou a mão à boca, olhos arregalados.

— Quatro vezes por dia? — sussurrou.

— No mínimo. E tem outra complicação: por causa da sensibilidade extrema e do trauma vascular recente, masturbação provavelmente não vai ser suficiente. O corpo dele precisa da pressão e do ritmo da penetração vaginal pra forçar a drenagem adequada. E psicologicamente precisa de confiança absoluta na parceira pra conseguir relaxar o suficiente e ejacular sob dor.

Ele fez uma pausa, olhando entre nós dois.

— Você disse que tem namorada fixa. Ela tá ciente da gravidade? Porque isso vai exigir dedicação total. Ela vai precisar estar disponível a qualquer hora — manhã, tarde, madrugada. Se ele acordar às três da manhã com ereção dolorosa, ela precisa estar lá. Se não conseguir ejacular em vinte minutos sozinho, ela precisa intervir. É tratamento intensivo. Não é sexo. É salvar o órgão dele.

Eu olhei pra minha mãe. Ela tava branca como papel. Os olhos encontraram os meus e eu vi o pânico ali, misturado com algo mais escuro.

— Ele não tem namorada — ela disse de repente, a voz firme apesar do tremor. — Ele mentiu. Eu sou a única parceira sexual dele.

O médico parou. A caneta congelou no ar. Olhou pra ela, depois pra mim, depois de volta pra ela. O silêncio na sala foi absoluto.

— Você é…?

— Sou a mãe dele — Simone disse, levantando o queixo. — E sim, a gente tem relações sexuais. Há semanas. Eu sei que é errado. Eu sei o que o senhor tá pensando. Mas a verdade é essa: eu sou a única mulher com quem ele consegue ejacular. A gente é… co dependente. Ele tentou com outras, falhou. Comigo funciona. E eu não vou deixar meu filho ficar impotente porque a sociedade acha nojento o que eu faço pra salvá-lo.

O médico piscou várias vezes. Tirou os óculos, limpou na manga da camisa, colocou de volta. A expressão mudou de choque pra algo mais calculista, profissional, embora eu visse o julgamento nos olhos.

— Senhora… isso é…

— Eu sei o que é — ela cortou, a voz ganhando força. — É incesto. É crime. E se o senhor quiser denunciar, pode ir em frente. Mas primeiro me diga: se eu não fizer isso, se eu não me oferecer como tratamento dele, qual é a alternativa? Ele fica impotente pro resto da vida aos dezoito anos? Ou o senhor conhece alguma prostituta que vai dormir aqui, acordar às três da manhã, conhecer o corpo dele, ter paciência com a dor dele?

O médico olhou pra mim. Eu tava vermelho, morto de vergonha, mas também estranhamente aliviado. O segredo tava fora. Não tinha mais máscara.

— Existe a opção de internação — ele disse baixo. — Tratamento hospitalar, com enfermeiras, drenagem manual médica…

— Que custa dez mil por semana — minha mãe disse. — Eu sei. Pesquisei. Não tenho isso. Tenho salário de enfermeira e uma casa pra sustentar. O que eu tenho é o meu corpo, e a disposição de usar ele pra salvar meu filho.

O médico respirou fundo. Abriu uma gaveta, tirou um folheto, passou pra ela.

— Esse é o protocolo do tratamento. As injeções começam hoje. Você vai aplicar em casa, na virilha dele, uma vez por dia, às dezoito horas. E quanto ao resto… — fez uma pausa, olhando pra nós com uma mistura de nojo e resignação. — Eu não posso endossar isso. Legalmente, eticamente, eu deveria denunciar. Mas medicamente… se você é a única parceira com quem ele funciona, e se está disposta…

— Eu estou — ela disse firme.

— Então siga o protocolo. Quatro a cinco vezes por dia. Ejaculação completa. Se ele sentir dor aguda que não passa em quinze minutos, leve no pronto-socorro imediatamente. E por Deus, usem lubrificante. O tecido dele tá fragilizado.

Escreveu a receita, rasgou o papel, entregou pra ela. Depois olhou pra mim pela última vez.

— Jovem, você tem uma condição rara. Seu corpo produziu hormônios em excesso durante a puberdade, resultando no desenvolvimento genital acima do normal. Mas agora tá pagando o preço. Sem tratamento, sem a… terapia sexual adequada… você perde a função antes dos vinte. Com o tratamento, e com a… ajuda da sua mãe… tem chance de normalizar em três meses.

Fez uma pausa, a voz ficando mais dura.

— Mas entenda: isso que vocês estão fazendo é destrutivo psicologicamente. Mesmo que salve o corpo dele, pode destruir a mente dos dois. Sugiro fortemente acompanhamento psiquiátrico. Separado.

Minha mãe assentiu, mas os olhos diziam outra coisa. Pegou as receitas, as bulas, o protocolo. Levantou, puxou minha mão.

— Vamos, filho.

Saímos do consultório em silêncio. No elevador ela soltou minha mão e encostou na parede, olhos fechados, respirando fundo.

— Você tá bem? — perguntei, tocando o braço dela.

Abriu os olhos. Estavam cheios de lágrimas, mas também de algo mais firme, mais decidido.

— Eu acabei de legitimar o incesto na frente de um médico — disse, a voz baixa. — Falei pra um estranho que eu transo com meu filho. E sabe o que é pior, Leandro?

— O quê?

— Eu não me arrependo. Porque agora eu tenho uma desculpa. Agora eu posso te ter todos os dias, quatro, cinco vezes, e dizer que é tratamento. Que é medicina. Que eu sou sua enfermeira.

Riu, um som sem humor, quase histérico.

— Eu sou doente. Nós somos doentes. Mas agora somos doentes com receituário.

O elevador parou. Saímos pro sol forte da tarde. Ela comprou os remédios na farmácia do hospital, sem olhar pra ninguém. No carro segurou o volante com as duas mãos, olhando pro para-brisa.

— Vamos começar hoje — disse. — A primeira injeção é às seis. E depois… depois a gente segue o protocolo. Mas tem uma coisa que eu preciso que você entenda.

— O quê, mãe?

Me olhou. Os olhos verdes estavam duros, determinados.

— Isso não é mais sexo. Não é mais amor. É tratamento. Clínico. Eu vou ser sua médica, sua enfermeira, durante três meses. E quando acabar, quando você estiver curado, a gente para. Pra sempre. Esse é o preço. Concorda?

Eu queria acreditar nela. Queria que aquela fosse a verdade. Mas quando olhei pro protocolo no colo dela, prás palavras “quatro a cinco ejaculações completas por dia”, eu soube que não tinha volta. E que minha mãe também sabia.

— Concordo — eu menti.

Ela ligou o carro. Dirigimos pra casa em silêncio, o peso do diagnóstico e da promessa pairando entre a gente como uma terceira pessoa no banco de trás.

Quando chegamos, tinha um carro estacionado na frente. O da Sabrina. Ela tava sentada na calçada, de óculos escuros, fumando. Quando nos viu, levantou, jogou o cigarro fora e veio até a gente.

— Onde vocês estavam? — perguntou, olhando prás sacolas de farmácia na mão da mãe. — E o que é isso?

Minha mãe e eu trocamos um olhar. O segredo médico, o segredo do incesto, tudo tava prestes a desmoronar ou a virar algo ainda mais complicado.

— Precisamos conversar — minha mãe disse, abrindo o portão. — Agora.

Sabrina franziu a testa, olhando pra mim, depois pra mãe. Percebeu que alguma coisa tinha mudado. Algo fundamental.

— O que aconteceu? — perguntou, a voz mais baixa, assustada.

— Seu irmão tá doente — minha mãe disse, entrando em casa. — E eu sou o tratamento dele. Entra, filha. Preciso explicar como as coisas vão funcionar daqui pra frente. E você precisa decidir se faz parte disso.

A porta da frente se fechou atrás de nós, selando os três no segredo que agora tinha nome médico, protocolo, e três meses de duração garantida. A porta da frente se fechou atrás de nós.

O silêncio na sala ficou pesado demais. Sabrina tirou os óculos escuros, jogou a bolsa no sofá e ficou de pé, olhando pra mãe, depois pra mim, depois prás sacolas de farmácia que a Simone ainda segurava.

— Fala logo — disse ela, a voz baixa. — O que aconteceu com o Leandro?

Minha mãe soltou o ar bem devagar. Colocou as sacolas na mesa de centro, se sentou no sofá e bateu no lugar ao lado.

— Senta.

Sabrina obedeceu, desconfiada. Eu fiquei de pé, perto da janela, com as mãos nos bolsos da bermuda, o pau ainda sensível só de lembrar da dor da noite anterior.

— Seu irmão tem um problema vascular e hormonal — minha mãe começou, a voz firme, de quem já tinha ensaiado as palavras no carro. — O corpo dele produz testosterona demais. Por isso o pau é grande demais. Agora, depois de tanto sexo, o sangue não drena direito. Ele tá tendo ereções dolorosas que podem matar o tecido se não aliviar. O médico passou um remédio experimental. Nas primeiras semanas o negócio piora. Ele vai precisar gozar de quatro a cinco vezes por dia. Penetração completa. Masturbação não resolve. Precisa de pressão, de ritmo, de corpo.

Sabrina piscou, absorvendo.

— E você…?

— Eu sou o tratamento dele — minha mãe completou, sem desviar o olhar. — A única que funciona. Eu me ofereci. O médico sabe. Não aprovou, mas não denunciou. Disse que se for a única opção… que a gente siga o protocolo.

O silêncio que veio depois foi denso. Sabrina olhou pra mim. Eu assenti uma vez, sem conseguir falar.

— E eu? — ela perguntou, a voz mais baixa. — Onde eu entro nisso?

— Você continua vindo — minha mãe respondeu. — O plano de engravidar não muda. Pelo contrário. Agora a gente tem três meses de sexo garantido, quase diário. Você pode aproveitar. Mas tem regras. Quando o Leandro tiver dor, eu priorizo. Quando ele estiver bem, você pode usar. E o Wando… a gente vai precisar conversar com ele.

Como se tivesse ouvido o nome, a campainha tocou.

Os três se entreolharam. Minha mãe se levantou, abriu a porta. Wando estava do outro lado, de camiseta preta e bermuda, a cara de quem já sabia que alguma coisa tinha acontecido.

— A Sabrina me mandou mensagem — disse, entrando sem esperar convite. — Falou que vocês tinham ido no médico. O que foi?

Minha mãe fechou a porta, encostou nela e olhou direto pra ele.

— Senta. A gente precisa alinhar as coisas.

Wando sentou na poltrona. Sabrina ficou no sofá. Eu continuei de pé. Minha mãe explicou tudo de novo, sem enrolação: o diagnóstico, o remédio, a necessidade de quatro a cinco gozadas por dia, o fato de ela ser a “enfermeira” oficial. Wando ouviu em silêncio, o maxilar trabalhando. Quando ela terminou, ele passou a mão no rosto e soltou uma risada curta, sem humor.

— Então agora o sexo tá prescrito em receita médica.

— É isso — minha mãe respondeu. — E a gente precisa decidir como vai funcionar. Eu não vou deixar meu filho perder o pau aos dezoito anos. Mas também não vou fingir que isso é só tratamento. A gente já cruzou essa linha faz tempo.

Wando olhou pra Sabrina.

— E a gravidez?

— Continua — ela respondeu, a voz firme. — Eu quero. Agora mais ainda. Se ele precisa gozar várias vezes por dia, eu quero parte disso.

Ele assentiu devagar. Depois olhou pra mim.

— E você, mano? Aguenta?

— Não tenho escolha — respondi. — A dor é real. Se eu não gozar, o pau fica roxo e dói pra caralho.

Minha mãe se levantou, foi até a sacola da farmácia e tirou a caixa do remédio e a seringa.

— São seis horas. Hora da primeira injeção.

Ela me mandou deitar no sofá. Eu baixei a bermuda. Ela limpou a virilha com álcool, aplicou a injeção com mão firme de quem já tinha treinado a vida inteira como enfermeira. A agulha doeu só um segundo. Depois veio um calor estranho subindo pela base do pau.

Em menos de dez minutos eu já tava duro. Não era excitação gostosa. Era aquela rigidez dolorosa de novo, latejando, as veias saltadas.

— Já começou — eu disse, a voz rouca.

Minha mãe olhou pros outros dois.

— Então a gente começa agora. Sem drama. Sem conversa longa. Ele precisa gozar.

Sabrina se levantou primeiro. Tirou a blusa e o short sem cerimônia. Ficou nua no meio da sala. Wando desceu a bermuda. Eu tirei a minha de vez. Minha mãe tirou o roupão. Os quatro nus, o ar da sala carregado de tensão e necessidade.

Ela se ajoelhou entre minhas pernas e me chupou primeiro. Devagar, só a cabeça, a mão trabalhando a base, porque o tamanho ainda era demais. A dor misturava com o prazer. Eu gemia baixo, a mão no cabelo dela. Sabrina se ajoelhou do lado e começou a beijar meu peito, a língua nos mamilos. Wando ficou atrás da Sabrina, passando o pau na bunda dela, preparando.

Quando a boca da minha mãe já não dava conta da pressão que subia, ela se levantou, montou em mim de frente e desceu. O pau entrou com dificuldade, mesmo ela já acostumada. Ela gemeu, os olhos fechados, e começou a cavalgar devagar, sentindo cada centímetro. A dor no meu pau foi diminuindo conforme o ritmo aumentava. A pressão da buceta dela forçava o sangue a circular.

Sabrina se posicionou de quatro ao lado do sofá. Wando enfiou nela por trás, metendo com força. Os gemidos dos quatro se misturaram. Eu segurava a cintura da minha mãe, subindo o quadril no encontro dela. Ela se inclinava pra frente e beijava minha boca enquanto cavalgava.

Depois trocamos. Minha mãe de quatro no carpete, eu metendo nela por trás, profundo, o pau inteiro sumindo. Sabrina debaixo dela, chupando os seios da mãe enquanto Wando fodia a Sabrina de lado. O cheiro de sexo, suor e lubrificante encheu a sala. Eu metia forte, sentindo a dor virar prazer, a necessidade de gozar aumentando.

Sabrina pediu pra ficar no meio. Deitou de costas. Eu entrei na buceta dela. Wando enfiou no cu ao mesmo tempo. A DP fez ela gritar, o corpo travando. Minha mãe se ajoelhou na cabeça da filha e enfiou a buceta na boca dela. Sabrina chupava a mãe enquanto os dois paus a arrombavam. Eu sentia o pau do Wando roçando o meu lá dentro. A pressão era absurda. Apertado, quente, molhado.

Gozamos quase juntos. Eu primeiro, fundo na buceta da Sabrina, enchendo ela de porra quente e grossa. Wando gozou no cu dela logo depois. Minha mãe gozou na boca da filha, o corpo tremendo. Sabrina gozou por último, apertando os dois paus, um grito abafado na buceta da mãe.

Ficamos espalhados no carpete, ofegantes, suados, a porra escorrendo. O pau ainda latejava, mas a dor aguda tinha passado. A primeira das quatro ou cinco estava feita.

Sabrina se sentou devagar, a mão cobrindo a buceta, segurando a porra dentro. Olhou pra mim, depois pra mãe, depois pro Wando. O rosto cansado, mas com um brilho diferente.

— Eu preciso falar uma coisa — disse, a voz rouca.

Todo mundo olhou.

— Eu tô gravida.

O silêncio caiu de novo. Mais pesado que o anterior.

Ela passou a mão na barriga ainda chapada.

— Fiz o teste ontem de noite. Deu positivo. É dele. — apontou pra mim. — Eu já sabia que ia falar hoje. Mas… agora com o tratamento… a gente precisa decidir como vai ser.

Minha mãe fechou os olhos por um segundo. Wando soltou o ar pelo nariz. Eu fiquei olhando pra Sabrina, o peito apertado, o pau ainda semiduro, a realidade caindo em cima de todo mundo ao mesmo tempo.

O protocolo médico, a gravidez, o sexo diário, os quatro presos no mesmo segredo.

A noite ainda estava só começando.

Por Tuga068


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Ficha do conto

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tuga069

Nome do conto:
TER O PAU GRANDE É FODA, MAS O DURO E QUANDO MINHA MÃE QUER ELE PT 5.

Codigo do conto:
272980

Categoria:
Grupal e Orgias

Data da Publicação:
23/09/2026

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