??CERVEJA,CHURRASCO,SAMBA E UM PIROCÃO DE RESPEITO??.



??CERVEJA,CHURRASCO,SAMBA E UM PIROCÃO DE RESPEITO??.
Um conto erótico de Bruna Surfistinha
Posted By: Tuga069
Categoria: Grupal
Data: 28/10/2026 06:16:45
Última revisão: 06/11/2026 06:05:30
Direitos autorais do texto original © 2026
Assuntos: ??Diário Digital de Bruna Surfistinha, Minhas Experiencias Sexuais.
BASEADO EM FATOS REAIS:

NOTA DA AUTORA: Este conto é baseado em experiências reais vividas pela autora. Os nomes foram alterados e alguns detalhes foram adaptados para preservar a identidade e a privacidade das pessoas envolvidas.

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??CERVEJA,CHURRASCO,SAMBA E UM PIROCÃO DE RESPEITO??

Olá, meus amores! Tudo bem com vocês? Estão preparados para mais um episódio quente comigo? Vocês não fazem ideia do que vou contar no Episódio!

Para quem ainda não me conhece, Bruna, a Bruna Surfistinha. Tenho 18 anos, 1,72 m e 59 kg. Tenho cabelos castanhos, quase na cintura, com algumas mechas loiras. Sou o que chamam de magra falsa: cintura fina, bumbum redondinho e empinado, seios médios e pernas torneadas.

Mas, antes de começar, quero deixar uma coisa clara: vou contar o que aconteceu comigo da maneira mais fiel possível às minhas lembranças. Esta é a minha história, uma experiência que vivi e que agora resolvi compartilhar com vocês.

Há alguns meses namoro Roberto, o Beto Negão, um policial do CI ( Corpo de Intervenção) de 51 anos que tirou minha virgindade. Com 1,95 m, mais de 100 kg de músculos, cabeça raspada e barba sempre impecável, ele é daqueles homens que impõem respeito. Às vezes, me dá uns perdidos, mas, com aquele papo envolvente, acaba conseguindo meu perdão.

Beto Negão já foi casado três vezes e tem três filhos, um com cada mulher. Mas Suellen, mãe de Murilo, seu filho mais velho, ainda parecia mexer com ele. Bonita, madura e segura de si, ela continuava presente na vida dele. Eu ainda não sabia que, mesmo separados, os dois tinham suas recaídas e que Beto não conseguia romper aquele vínculo.

O fim de semana chegou, e eu estava louca para sair com a galera. Depois de dias estudando no cursinho preparatório para a faculdade, determinada a entrar em Medicina, precisava relaxar um pouco.

Já passava das 23h30, e nada do meu negão. A noite estava quente, e eu só queria dançar, beijar e fazer sexo. Mas o safado havia sumido, deixando-me na vontade. Odiava perceber o quanto estava viciada no pau preto dele. Ainda excitada pelas lembranças, resolvi me masturbar para aliviar o tesão. Depois, deitei só de calcinha e acabei adormecendo.

No domingo, encontrei várias ligações perdidas de Beto Negão, a última às 10h, enquanto estava na praia com minha melhor amiga, Patrícia. Aos 19 anos, ela era divertida, espontânea e desinibida, quase minha versão loira: um ano mais velha, um pouco mais baixa e dona de um corpo invejável.

Compartilhávamos gostos e segredos. Ela era a única pessoa em quem confiava para contar tudo: a violência que sofri do meu tio, meu caso com Jorge, gerente do mercado da minha família em Monte Estoril, e meu envolvimento com Beto, com quem perdi a virgindade.

Voltamos cedo da praia e fomos para a casa dela terminar um trabalho do cursinho. Enquanto Paty tomava banho, avisei minha mãe por mensagem que passaria o domingo ali e que, na manhã seguinte, iria direto para a aula.

Ainda chateada pelo sumiço de sábado, resolvi ligar para Beto. Tentei manter a frieza, mas aquele safado sabia direitinho como me desarmar. Com seu papo envolvente, acabei perdoando mais uma vez.

No meio da conversa, perguntei como tinha sido o dia dele. A resposta veio naquele tom que só ele sabia usar:

— Não sei como consegui sobreviver sem você!

— Então não tente mais sobreviver sem mim…

— Adivinhe o que estou fazendo neste exato momento, de tanto pensar em você…!

Pouco depois, meu telemóvel vibrou. Abri a foto que ele havia enviado e dei de cara com uma imagem do seu pau, completamente duro.

Pronto! Lá se foi minha pose de mulher magoada.

Foi então que ele aproveitou para fazer o convite:

— Bebê, tentei falar com você a manhã inteira! Hoje, meu filho mais velho, o Murilo, está completando 30 anos! Acabou rolando uma festinha improvisada, com aquele churrasco na brasa, cerveja estupidamente gelada e um bom samba de roda. Quero muito você aqui comigo para comemorar. Estou indo te buscar!

— Mas amor, estou na casa da Patrícia. Amanhã tenho um trabalho para apresentar no cursinho e vale nota. Não posso faltar.

— Pocha bebê, a festa começou cedo e daqui a pouco o pessoal vai embora! Queria tanto te encher de beijinhos. Vem ficar um pouquinho comigo e traz sua amiga! Só vocês duas manheirarem na bebida... Vai ter alguns amigos da polícia, mas o restante é tudo família.

— Amor... Churrasco e samba sem cerveja gelada não rola! Faz assim: não precisa vir me buscar. Vou de Uber para chegar mais rápido.

Chamei Patrícia, que ainda estava terminando de se secar depois do banho. Quando fiz o convite, ela logo se animou:

— Estou dentro, amiga! Vamos sim! Mas a gente volta cedo, hein? Quero conhecer seu namorado e aproveitar pra sambar um pouquinho!

Paty estava muito animada, e eu sabia que, com ela por perto, a diversão seria garantida. Como não queria perder tempo indo para casa, improvisei o look com algumas peças de roupa dela: minissaia jeans clara, curtinha e rasgada, top nude de malha canelada, camisão preto transparente usado aberto, óculos escuros e rasteirinha. A transparência deixava aparecer a marquinha de sol do biquíni. Queria um visual leve, mas com aquele toque de ousadia para chamar a atenção.

Paty escolheu um vestidinho estampado, delicado e confortável, com sandália rasteira. Ficou linda! As pernas e as costas à mostra valorizavam ainda mais o bronzeado que havíamos ganhado na praia.

Como de costume, depois de nos arrumarmos para sair, demos nosso tradicional beijinho na boca para dar sorte. Parecíamos um casal, mas era apenas uma brincadeira nossa, que nunca tinha passado disso.

Chegamos à casa do filho do Beto Negão às 13h15. Assim que entramos, fomos recebidas pelo meu namorado, que se aproximou e sussurrou no meu ouvido:

— Amor, você é a mulher mais linda do mundo, perfeita demais!

Achei estranho Beto Negão não me beijar nem me agarrar como costumava fazer. Dessa vez, recebi apenas um abraço e um beijo na testa.

— Minha bebê, deixa eu te falar uma coisa: minha ex-mulher, mãe do meu filhão Murilo, voltou de viagem e apareceu do nada por aqui. Vamos nos controlar!

Olhei para Paty e comentei baixinho, com o coração cheio de raiva:

— Amiga, não tô entendendo nada! Ele me convida pra festa e, quando a ex-mulher aparece, pede pra gente se controlar. Tem coisa errada aí que não estou sacando! Será que a corna sou eu ou será que sou só a amante nessa história?

Na hora, tive vontade de ir embora, mas Paty me convenceu a ficar.

Estava rolando um samba de roda muito animado, com todo mundo comendo e bebendo à vontade. Uma mulherada dançava e parecia não tirar os olhos de Murilo, o aniversariante e filho de Beto Negão. Ele era o cantor da banda e levava o samba com uma desenvoltura de quem já estava acostumado a chamar atenção.

Beto me segurou pelo braço e foi me apresentar ao filho.

Murilo, um negão daqueles que chegam e marcam presença: policial do CI e, nas folgas, sambista. Patrícia ficou empolgada com o jeito sedutor com que o rapaz conversava. Um verdadeiro deus negro!

Quando a música voltou, minha amiga e eu ficamos ali perto do palco, cercadas por olhares femininos e masculinos que pareciam nos devorar. Mas isso só aumentava nossos egos. Foi quando percebi que Murilo levava o samba sem tirar os olhos da gente.

Começava um verdadeiro jogo de sedução entre nós três. Paty e eu sambávamos quase coladas, trocando carões, olhares provocantes e risadas, enquanto o envolvíamos naquele clima. Murilo, por alguns momentos, se distraía e até perdia a letra do samba. O sorriso safado e o olhar entregavam tudo: ele estava claramente interessado e parecia cada vez mais envolvido naquela brincadeira entre nós.

Beto Negão, que, por sinal, tinha desaparecido durante boa parte da festa, surgiu de repente, puxou-me para um canto atrás da casa e me beijou. Que beijo, que encaixe perfeito! Logo enfiou a mão por dentro do short e tirou o pau para fora, já duro. Em seguida, sussurrou no meu ouvido que não podia viver sem mim, agarrou-me com força e levantou minha saia. Afastou minha calcinha com os dedos e tentou penetrar a picha na minha buceta. Num impulso, empurrei-o com tanta raiva que o afastei de mim.

— O que está acontecendo, Bruna? Perdeu o juízo?

— Olha só! Você apresenta sua ex-mulher, não conta para ela que sou sua namorada e ainda pergunta o que está acontecendo? Vá à merda, você e ela!

— Calma, bebê! Vou levar a Suellen pra casa, ela não está bem. Já volto pra ficar com você. Depois a gente conversa.

Ele me deu um beijo na testa e foi encontrar Suellen. E olha, a coroa era muito bonita. Fiquei puta da vida! Na hora, me senti traída. Fiquei morrendo de ciúme e sem saber o que pensar.

O samba já tinha parado, mas a festa continuava. Murilo ligou o som, aumentou o volume e veio até nós. Disse que guardaria os instrumentos, se despediria dos amigos da polícia e dos familiares e, depois, daria mais atenção à gente.

Patrícia já estava bem soltinha, falando besteira e rindo de qualquer coisa. Eu, porém, estava naquele estado em que a pessoa ri e chora quase ao mesmo tempo. Entre uma gargalhada e outra, ainda com lágrimas nos olhos, olhei para Paty e desabafei:

— Paty, terminei o namoro. Estou mal pra caramba, amiga!

— Ai, gata, como assim? Para com isso! Você sabe que é ciumenta demais. Não gosta que ele fale com outra mulher, cumprimente, abrace... Assim fica difícil!

— Eu sei, amiga, mas não consigo evitar. Minha cabeça tá uma confusão, penso mil coisas ao mesmo tempo e já nem sei mais o que fazer. Parece que vou surtar!

— Calma, mulher! Dá um tempo nessa bebida e respira. Você tá agindo por impulso, não precisa resolver tudo agora. E outra, nós somos mulheres seguras de nós mesmas, não somos? Não vamos ficar sofrendo por causa de homem e muito menos esquecer da gente por causa deles!

Olhei para ela e falei:

— Pois é, amiga, no fim das contas, só sobrou nós duas aqui! Bora meter o pé?

— Vamos sim! Só mais uma saideira e partiu!

— Paty, se a gente der mole, esse negão vai comer nós duas!

Paty caiu na gargalhada, segurou meu rosto com as duas mãos e disparou:

— Amigas de verdade bebem juntas, andam juntas e até sentam no pau juntas! Estou tão carente que, se esse policial do CI me prender, vou pedir pra caprichar na tortura! Dependendo da pegada, ainda peço pra repetir!

— Ai Paty, você tá muito doida! Será que esse negão tem um pau educado?

Ela franziu a testa.

— Que porra é essa de pau educado?

— É aquele que levanta pra gente sentar!

Paty começou a gargalhar, levando a mão à barriga.

— Meu Deus, a gente está bêbada demais! — falei, tentando segurar o riso. — respondi.

Ela balançou a cabeça, ainda rindo.

— Amanhã você nem vai lembrar se era um pau de respeito, educado ou sei lá mais o quê!

— Vou lembrar só de uma coisa: nunca mais beber com você! — respondi, apontando o dedo para ela.

— Mentira! Amanhã você me chama pra beber de novo — disse ela.

— Isso é verdade! — respondi, e nós duas voltamos a rir até sentir a barriga doer.

Continuamos dançando e lançando olhares provocantes para Murilo, que se divertia ao ver Paty tentando ajeitar a calcinha, que insistia em entrar no bumbum. Eu, por outro lado, ficava preocupada em segurar a saia entre as pernas para não deixar a calcinha aparecer quando dançava até o chão.

Murilo se aproximou, curioso com nossas gargalhadas, e quis saber qual era a graça. Paty, já alegrinha e sem o menor constrangimento, conteve o riso e perguntou:

— Murilo, você sabe tocar dois instrumentos ao mesmo tempo?

Ele franziu a testa, intrigado.

— Depende. Quais?

Paty trocou um olhar comigo e disparou, com a maior cara de inocente:

— Banjo e pandeiro, sem desafinar?

Caí na gargalhada. Pela expressão de Murilo, ele ainda tentava entender se aquela pergunta era séria ou se escondia alguma malícia. Logo, porém, ele também caiu na risada e me puxou para perto. Tentei escapar, mas ele me segurou pela cintura e tentou me beijar.

— Não posso!

— Você me enlouquece, sabia?

Olhei bem nos olhos dele e fui direta:

— Murilo, namorando seu pai há dois meses e foi com ele que perdi a virgindade. Imagina a confusão se acontece alguma coisa entre nós dois!

Paty percebeu a merda que tinha feito, arregalou os olhos e tentou consertar a situação, sem conseguir parar de rir.

— É brincadeira dela, Murilo! É que eu e a Bruna somos namoradas, sacou?

Antes que a conversa pudesse tomar outro rumo, a chuva desabou. Corremos para a parte coberta em frente à piscina, onde ficavam as bebidas. Foi aí que meu telemóvel tocou. Era o Beto Negão, avisando que não voltaria pra festa.

Puta da vida, pedi uma explicação. Ele foi direto ao ponto: não se sentia bem no convívio social com a família, namorando uma mulher mais nova que sua filha caçula. Que raiva me deu! Mandei que ligasse o GPS da felicidade e encontrasse seu próprio caminho.

Pouco depois, Murilo se afastou para atender uma ligação. Quando voltou todo sorridente, Patrícia ficou curiosa e logo quis saber o que tinha acontecido. Ele respondeu na lata:

— Mais uma recaída do meu pai, ele está no motel com a minha mãe — respondeu, sorrindo e levando a mão à cabeça.

Naquele momento, fiquei com muita raiva. Beto dizia que não conseguia conviver com a família por causa da nossa diferença de idade, mas, enquanto eu tentava entender suas desculpas, ele estava num motel com a ex-mulher. Meu orgulho falou mais alto e só queria esquecer aquela história e seguir em frente.

A raiva se misturou ao desejo de vingança, e comecei a olhar para Murilo de outra forma. Mulher enganada faz coisas que até o diabo duvida, e eu estava prestes a ultrapassar um limite que jamais imaginei.

Nossas roupas encharcadas pela chuva tornavam-se translúcidas, delineando nossas curvas e deixando o momento ainda mais sensual. Não consegui me segurar. Disfarcei e dei uma olhada discreta no volume do pau de Murilo, marcado na bermuda. Ele não fazia o menor esforço para esconder que já estava a ponto de bala.

Murilo quis saber se era verdade o que Patrícia tinha contado, que éramos namoradas.

— Vocês estão namorando mesmo? Então, se beijem aí pra eu ver! — pediu, rindo.

Paty olhou para mim, sorriu e me puxou pela cintura. Nos beijamos com naturalidade, como fazíamos tantas vezes. Ainda com os lábios próximos dos dela, olhei para Murilo e o vi sorrindo, meio sem jeito, enquanto trocávamos pequenos beijos e mordidinhas nos lábios.

Já soltinhas por causa da bebida, continuamos a nos divertir, envolvidas pelos beijos e pelas carícias. Havia um gosto inconfundível naquela mistura de chuva, suor e cerveja, embora eu não soubesse dizer se era o álcool que tornava tudo mais intenso. Paty parecia sentir o mesmo, enquanto acariciava minhas costas e me beijava. Havia algo de doce e envolvente naquele momento, uma mistura dos nossos perfumes com o cheiro da pele molhada que despertava em mim um desejo difícil de explicar. Pouco depois, nos afastamos e ficamos nos olhando, cada uma com uma latinha de cerveja na mão, até cairmos na gargalhada, como se nada mais importasse.

Murilo resolveu levar a brincadeira a sério e nos chamou para juntar a nossa vontade à dele. Começou a se despir lentamente, ficando nu na nossa frente. Logo notei seu corpo malhado, o peitoral bem definido, o bumbum sarado e o pau generoso, com veias salientes, que me deixou molhadinha e cheia de desejos.

Sabia que não iria resistir à picha daquele homem. Posso garantir que não se tratava apenas de um belo exemplar de pau: ele era bonitão, inteligente, bem-humorado e tinha a cabeça aberta. Enfim, um tipo raro. Naquela hora, eu já nem pensava mais no babaca do pai de Murilo. Que se foda o Beto Negão! Se o amor é cego, pelo menos ele não vai me ver pegando o próprio filho.

Patrícia se aproximou e o beijou. A alça do vestido caiu, revelando seus seios. Murilo foi conduzindo-a bem devagar, enquanto minha amiga explorava seu corpo. Paty se ajoelhou e, diante daquela maravilha de pênis, segurou-o e o colocou na boca com muita maestria. Ele realmente tinha atributos capazes de provocar inveja até na mais experiente das putas. Ela engolia o caralho e babava sobre ele, lambia o saco e chupava as bolas ferozmente. Fiquei molhadinha na hora, a ponto de gozar só de ver a cena. Comparo esse tipo de emoção a um orgasmo.

Comecei a me mover lentamente, transformando a retirada de cada peça de roupa molhada em uma dança provocante. Meus cabelos encharcados, colados à nuca, deslizavam pelas costas, enquanto gotas de água percorriam minha pele, revelando as marcas do biquíni e o contraste entre o bronzeado do verão e as áreas mais pálidas. Ao encontrar o olhar de Murilo, percebi o desejo contido em seus olhos. Enquanto isso, Paty o envolvia em suas carícias, e a cumplicidade entre nós tornava a cena ainda mais excitante.

Paty também já estava nua, com o vestido e a calcinha abandonados no chão. O bronzeado da praia realçava sua silhueta e a bela tatuagem floral que começava na coxa esquerda, contornava o bumbum, subia pela cintura e pelas costelas e terminava nas costas.

Ajoelhei-me, beijei novamente a boca da minha amiga e, logo depois, dividimos aquele pau generoso. Paty acariciava e lambia, enquanto eu chupava suas bolas e arranhava a bunda do rapaz. Ela engasgou várias vezes.

— Não parem, caralho! Continuem! Eu estou quase gozando!

— Seu pênis é imenso! Não vai caber todo na minha garganta? — provocou Patrícia.

— Deixa eu lamber esse pau gostoso! — comentei, com um sorriso malicioso.

Murilo não aguentou o tesão e gozou. Senti um jato quente descer goela abaixo. Era muita porra, mas engoli tudinho, feito uma puta safada. Em seguida, afastou-me e saiu, deixando-me com dois dedos dentro da buceta, enquanto Paty limpava meu rosto.

Eu estava quietinha, sentada no sofá, quando Patrícia se aproximou novamente, colocou uma mão na minha perna e a outra no meu seio. Fiquei com tesão na hora. Paty ergueu e dobrou minhas pernas, depois me puxou para a ponta do sofá e, sem pedir licença, começou a morder minhas coxas, passar a ponta da linguinha no meu cuzinho e lamber minha cona. No início, fiquei assustada porque sabíamos que gostávamos de pau, mas deixei acontecer, relaxei e senti uma onda de calor percorrer todo o meu corpo. Comecei, então, a gemer, segurando-a pelos cabelos e apertando seu rosto contra minha vagina, de tanto tesão que ela estava me proporcionando.

— Hum! Adoro a sensação da sua boca na minha pele...

Murilo, já recuperado, excitou-se ao ver Patrícia de quatro, me chupando, e começou a morder o bumbum dela. Em seguida, pediu que ela empinasse o bumbum e meteu seu caralho todo dentro da cona dela, arregaçando minha amiga, que soltou um gemido profundo. Patrícia, ao mesmo tempo em que rebolava no pau do rapaz, sugava ainda mais forte meu clitóris.

— Agora... goza comigo! — gemeu Patrícia.

— Estou quase lá... segura mais um pouco — murmurou Murilo, ofegante.

— Mete mais fundo, eu aguento! — pediu Patrícia, gemendo.

— Goza pra mim, goza…— sussurrou Murilo, excitado.

Meu orgasmo veio fácil. Não aguentei e gozei, gemendo descontroladamente naquela boca que, aos poucos, me proporcionava prazer. Murilo e Patrícia, ao notarem que eu estava gozando, também gozaram demoradamente, logo em seguida. Era alucinante! Que foda maravilhosa estava acontecendo! Era uma experiência ímpar para nós três.

Ainda estávamos tentando recuperar o fôlego, rindo e trocando olhares, quando Murilo teve a ideia de irmos para a piscina. A chuva continuava caindo, e nós três estávamos tão envolvidos naquele clima de descontração que resolvemos aproveitar o restante da tarde.

Percebi que Patrícia estava sem graça e me aproximei para beijar seus lábios macios. Ela correspondeu, chorando.

— Você é mais que uma irmã. Tenho medo de te perder por causa de tudo isso.

Sequei suas lágrimas. Trocamos um olhar e, aos poucos, voltamos a sorrir.

Estávamos na prainha da piscina, onde nossos corpos ficavam quase inteiramente à mostra, enquanto as ondinhas molhavam nossos pelos. Murilo havia ido buscar mais cerveja, deixando-nos a sós por alguns instantes. Eu só queria a atenção de Patrícia, que estava sentada, com as pernas esticadas na água, distraída, passando os dedos pelos cabelos para desembaraçá-los.

Senti vontade de retribuir o prazer que ela me proporcionara horas antes, despertando sensações desconhecidas. Ao perceber minha intenção, Patrícia abriu espaço e dobrou uma perna. Estimulei seu ponto G com o dedo curvado no movimento de “vem cá” e, depois, levei aos lábios o mel de seu prazer.

Patrícia se contorcia de tesão. Eu conhecia o caminho para levá-la ao orgasmo, e nem a água da piscina diminuía a intensidade daquele momento. Os beijos ficaram intensos, e nossos corpos se moviam juntos, num ritmo que parecia surgir naturalmente.

Logo, ficamos de lado, frente a frente. Cada uma dobrou uma das pernas, entrelaçando-as como lâminas de uma tesoura, enquanto mantínhamos a outra mais estendida para equilibrar nossos corpos.

Ajustamos os quadris até que nossas vaginas ficassem em contato. Trocamos beijos e carícias. À medida que nos aproximávamos, nossas pernas se entrelaçavam ainda mais, até que nossas bucetas se colaram. Entre carícias e movimentos suaves, deixamos que o momento nos levasse ao prazer. Foi meu primeiro orgasmo com uma menina, e não poderia ter sido com outra pessoa.

Era um momento só nosso, até Murilo me puxar e começar a lamber minha bucetinha, enfiar o dedo indicador no meu ânus e morder meu bumbum.

Eu já estava toda molhadinha pelo tesão que sentia com Patrícia quando Murilo meteu seu caralho na minha vagina, segurou minha cintura e começou a socar com força, enquanto Patrícia gemia de prazer com minha linguinha dentro da cona. Senti a força das estocadas do pau dele dentro de mim, que, ao mesmo tempo, também ia forçando a abertura da minha ruela com um e, depois, dois dedos. Senti minhas pregas se abrindo. Foi quando Murilo retirou o pau de dentro da minha bucetinha, querendo me enrabar e forçando a entrada no meu cuzinho.

Gemi de prazer e dor. Murilo tinha um pau bem grosso. Enquanto ele me enrabava, eu gemia e gritava, tentando controlar a penetração ao colocar uma das mãos para trás, entre a cintura dele e meu bumbum.

— Tira! Tira! Que dor, Murilo! Desse jeito está doendo muito. Mete devagarinho!

Patrícia ergueu meu rosto. Só me lembro de ela sussurrar ao meu ouvido:

— Aguenta, amiga!

Depois disso, senti as coxas de Murilo tocarem as minhas. Empinei bem o rabo e só senti a picha entrar e sair do seu cuzinho. Estava totalmente enrabada pelo pau de Murilo. Já relaxada e com as pregas soltas, a dor se transformou em prazer. Fiquei deitada de bruços na prainha da piscina para que Murilo socasse com mais força meu cuzinho e com a mão ele pudesse estimular meu clitóris, enquanto sentia em minha boca a vagina da Patrícia que era estreita com sabor de fêmea no cio. Ela ficou transtornada, pedindo que eu não parasse de chupá-la até que gozou com a minha boca.

Minhas mãos apertavam suas coxas enquanto eu me deliciava com seu sexo, até que gozei. Gozei nem sei quantas vezes.

— Esta é a melhor foda que eu já tive... esse apertar e soltar que você fez com o cuzinho no meu pau... olha pra mim, olha!

Murilo segurou meu pescoço e socou ainda mais forte, gozando e jorrando porra no meu cuzinho. Deixou meu cuzinho todo arrombado, escorrendo porra.

— Fica, não sai ainda! — sussurrou Patrícia.

Nós duas, ainda com a respiração ofegante, ficamos abraçadinhas e, logo, nossas bocas se uniram novamente. Patrícia sentia seu próprio gosto em meus lábios, enquanto Murilo se jogava na água, exausto, mas feliz por ter transado com duas meninas cheias de fogo, deixando-as bem arrombadas e gozadas.

Depois de tanta intensidade, finalmente resolvemos sair da piscina. Estávamos cansadas, mas ainda ríamos e trocávamos olhares cúmplices. Em seguida, nos secamos e nos vestimos. Murilo agradeceu, sorrindo, e disse que aquela comemoração de aniversário tinha sido a melhor de toda a sua vida.

Quando o Uber chegou, pedi a ele que guardasse segredo e não contasse ao pai o que havia acontecido na festa. Murilo concordou em manter o segredo, mas impôs uma condição: queria ficar com as nossas calcinhas como presente de aniversário.

Olhei imediatamente para Paty e, depois que ela fez que sim com a cabeça, tiramos as calcinhas e as entregamos a ele. Confesso que, naquele momento, não reparei se o senhor que dirigia o Uber havia percebido alguma coisa.

— Virou o maníaco das calcinhas Murilo?

Ele deu uma risada e falou:

— Talvez, mas apenas tarado pelas calcinhas de vocês duas!

Em seguida, Murilo deu uma piscadinha, levou as duas calcinhas até o rosto, cheirou-as e as beijou. Entramos no Uber e seguimos para a casa de Paty. Ao chegarmos, tomamos banho e, cansadas, caímos na cama.

Na manhã seguinte, acordamos, nos arrumamos, passamos base no pescoço para disfarçar os chupões e fomos para a aula conversando até o cursinho.

— Amiga, será que o Murilo inventou aquela história do pai estar no motel com a mãe? Pensando bem, tudo aconteceu rápido demais. Será que ele percebeu que eu estava magoada com Beto e aproveitou a situação para conseguir transar com nós duas?

— Amiga, você só vai saber a verdade se contar o que aconteceu naquela tarde. Mas eu me afastaria dos dois. Essa história é muito punk e ainda vai dar ruim!

Fiquei remoendo as palavras de Patrícia, sem saber se Murilo havia sido sincero comigo ou se, na verdade, havia me manipulado para conseguir o que queria. Patrícia, sempre divertida, tratou de quebrar o clima. Juntou as mãos fechadas na vertical, uma acima da outra, pediu que eu acrescentasse mais três dedos e, com um sorriso provocante, disparou:

— Aposto que o pau do Murilo tem uns 20 centímetros, talvez mais.

Caímos na gargalhada, com a barriga doendo.

Entramos na sala às 7h30, destruídas depois de um domingo intenso, entre praia, trabalho do cursinho, churrasco, bebidas e sexo. O cansaço falou mais alto e, já no primeiro tempo, a professora nos mandou sair porque estávamos dormindo. Mesmo exaustas, voltamos às 11h30, no último tempo, para apresentar o trabalho, que rendeu aplausos e uma boa nota. Enquanto isso, nossos telemóveis não paravam de vibrar com mensagens dos dois policiais do CI, que pareciam morrer de saudade.

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??A NOVINHA DA LINHA DOS ESTORIL E OS DOIS IRMÃOS DA LINHA DE SINTRA??

BEIJOS

??

M??h Bruna Surfistinha.

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Por Tuga069
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Ficha do conto

Foto Perfil tuga069
tuga069

Nome do conto:
??CERVEJA,CHURRASCO,SAMBA E UM PIROCÃO DE RESPEITO??.

Codigo do conto:
276551

Categoria:
Grupal e Orgias

Data da Publicação:
06/11/2026

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