Um conto erótico de L. Vicente
Categoria: Grupal
Data: 17/09/2026 12:33:25
Assuntos: Curvilínea, Familiar, Gostosa, Grande, Grupal, Incesto, Mãe, Pau, Suruba
O grito dela foi o ponto de não retorno. A sirene que anunciava que o mundo antigo tinha acabado. Agora só existia aquele sofá, os nossos corpos suados e o ritmo selvagem que ela mesma impôs.
Ela não pulava. Ela cavalgava excitantemente. Cada descida era uma afirmação, cada subida uma provocação. As unhas cravavam nos meus ombros, não mais de dor, mas de posse, deixando pequenas luas vermelhas na pele. O rosto dela era uma máscara de êxtase puro: olhos fechados, boca aberta, gemendo sem parar .
— Caralho… não para porra… mete mais fundo… meu filho… fode a mamãe fode…
Eu era só o instrumento sexual área ela. O pau duro que ela usava pra se encontrar, se destruir e se reconstruir. E eu deixava. Deixava ela me usar porque, no uso dela, eu também me encontrava. Cada vez que ela gritava “É meu!”, uma onda de poder e perversão me subjugava por completo. Eu não era mais o filho. Eu era o amante. O macho. O pau gigante dela.
Do outro lado da sala a cena continuava, mas parecia distante, irrelevante, como TV ligada em outro cômodo. Wando fodia a Sabrina com força mecânica, impessoal. Não olhava pra ela. Olhava pra nós. Sorria, satisfeito de quem acendeu o fogo e agora só observava a floresta arder. A Sabrina não tava mais vazia. Tava hipnotizada. A cabeça virou e ela nos olhava com uma fixação assustadora. Os olhos vidrados não viam mais o Wando nem a sala. Viam só a minha mãe em cima de mim. Viam o incesto. Viam a transgressão. E naquele olhar eu vi um brilho de inveja. De desejo. Ela via a minha mãe se entregando a um prazer que ela nunca ousou sentir de verdade ou escondia, mesmo sendo forçada. Via a dor virando êxtase e algo naquele olhar dizia que ela queria aquilo também.
Mas minha atenção voltou, irresistível, pra minha mãe.
O ritmo dela mudou. Ficou mais frenético, mais desesperado. Não tava mais só fodendo. Tava buscando. O corpo se arqueou, seios empinados, pescoço esticado. Me olhou nos olhos e, pela primeira vez desde que começou, eu vi clareza. A fúria selvagem tinha passado. No lugar dela havia uma necessidade concentrada, um foco extremo.
— too perto… — gemeu, a voz quase inaudível. — Porra… Leandro… pertinho…
Foi então que a verdadeira dificuldade voltou. Não era mais a de me receber. Era a de aguentar o prazer.
Ela parou de pular. Começou a moer. O quadril girou, lento, circular, esfregando o clitóris na base do meu pau com todo o comprimento enterrado nela. O movimento era preciso, torturante. Cada rotação uma centelha de eletricidade subindo pela espinha dela. Eu sentia os músculos internos começarem a se contrair, não aleatório, mas com propósito, com cadência.
— Ah… ah… ah… — os sons eram curtos, agudos, controlados no começo, depois incontroláveis. — Não… não… não consigo…
Tentou parar. O corpo tremeu, lutando contra a onda que subia, como se quisesse prolongar a agonia, saborear a tortura até o último segundo. As mãos largaram meus ombros e foram pro próprio cabelo, puxando, como se a dor física pudesse distrair do prazer que a consumia.
— Segura… — gaguejei, sem saber por que dizia. — Segura um pouco, mãe…
Ela me olhou, olhos cheios de lágrimas, um sorriso torto nos lábios.
— Não consigo, meu filho… — chorou rindo. — Esse pau não deixa.
Era verdade. Meu pau enterrado nela, pulsando, latejando, era o motor daquela tortura deliciosa. Tentou se levantar, diminuir a pressão, mas as pernas falharam. Caiu de novo, sentando com toda a força, e essa foi a gota d’água.
O orgasmo a atingiu como tsunami.
Ela não gritou. O som que saiu foi primeiro, foi um uivo abafado que vinha do fundo da alma. O corpo ficou rígido como tábua, as costas arqueadas numa curva impossível, as nádegas contraindo com uma força que eu senti na base do pau inteiro. E aí começou a pulsar. A buceta apertou meu pau como uma mão de ferro — uma, duas, três vezes — em espasmos incontroláveis. Um jato de líquido quente me atingiu na virilha. Depois outro. Ela tava gozando de verdade, de um jeito que eu nunca tinha visto nem em filme porno, de um jeito que talvez ela mesma nunca tivesse sentido.
Caiu em cima de mim, pesada, mole, ofegante. O corpo todo tremia como folha. Eu a abracei sem saber o que mais fazer, sentindo o coração dela descontrolado contra meu peito. Fiquei parado, ainda dentro dela, sentindo as últimas contrações se esvaindo, o corpo dela relaxando aos poucos.
A sala ficou em silêncio, só a respiração ofegante da minha mãe e o ritmo insistente de Wando fodendo a Sabrina, agora um ruído de fundo sem importância.
Minha mãe ficou assim um tempo longo, o rosto enterrado no meu pescoço. Pensei que tinha desmaiado, que aquilo tinha sido demais. Mas ela se mexeu. Levantou a cabeça devagar e me olhou.
Os olhos vermelhos, inchados de chorar, mas o brilho neles era o mais puro e bonito que eu já tinha visto. Satisfação. Paz. Rendição total.
Sorriu. Um sorriso pequeno, cansado, mas genuíno.
Se inclinou e me beijou. Não foi beijo de mãe. Não foi beijo de amante louca. Foi beijo de gratidão. Selado com o gosto de cachaça, suor e do nosso próprio pecado.
Quando se afastou, sussurrou no meu ouvido, a voz fraca mas clara:
— Agora… agora é a sua vez. Goza dentro da mamãe de novo. Mas dessa vez… vai com calma. Me sente todinha.
Eu olhei nos olhos daquela mulher que era minha mãe e que agora era meu universo, e soube que não havia mais nada no mundo que eu não faria por ela.
Mas nosso universo particular foi invadido.
— Que cena linda — disse Wando, a voz cortando o ar como navalha. Tinha parado de foder a Sabrina e estava de pé, o pau duro brilhando com a lubrificação dela, olhando pra nós com sorriso de predador satisfeito. — Me dá dois prêmios em um, Leandro. Você é o filho mais sortudo do mundo.
A Sabrina ficou de quatro, corpo trêmulo, rosto virado pra nós. O olhar não era mais de pavor ou inveja. Era de pura, absoluta submissão e desejo. Tinha visto tudo. Tinha absorvido a depravação e agora era parte dela.
Minha mãe se encolheu, tentando cobrir os seios com os braços, a vergonha voltando com a luz do foco de Wando.
— Calma, Simone. Calma. Ninguém vai te julgar aqui — disse ele, caminhando até a mesa e servindo mais cachaça. — Pelo menos não eu. Eu sou só um facilitador de prazeres. E agora eu preciso da minha parte.
Virou pra Sabrina, que ainda estava de quatro, toda submissa.
— Mas eu também gosto de justiça. De equilíbrio. Você, Leandro, teve um prazer que poucos homens conhecem. Um prazer proibido. Agora você me deve uma dívida. Uma dívida de sangue, por assim dizer.
Fiquei paralisado, o corpo ainda conectado ao da minha mãe. O que ele queria dizer?
Minha mãe sentiu meu corpo endurecer de novo, mas dessa vez não era desejo. Era medo. Se sentou, puxando o robe pro corpo num ato inútil e tardio.
— O que você quer, Wando? O que você quer do meu filho?
Ele sorriu, lento, calculista. Não respondeu a ela. Olhou pra mim.
— Sua mãe aqui… ela é uma mulher transformada. Encontrou um lado que não sabia que existia. Um lado poderoso. Um lado sedento de sexo. — Fez uma pausa, deixando as palavras flutuarem. — Mas todo poder tem um preço. E o preço dela… é você.
Apontou pra Sabrina.
— A Sabrina aqui também encontrou um lado. O lado que obedece. O lado que serve. Ela não quer mais pensar. Não quer mais decidir. Só quer ser usada. É o que ela me disse. — Ajoelhou ao lado dela e passou a mão no cabelo. — Não é, minha putinha? Você só quer ser submissa, não é?
A Sabrina não respondeu. Só assentiu com a cabeça, um movimento pequeno e patético. Depois falou, a voz fininha, trêmula:
— Sim… gosto disso… gosto de ser submissa.
A confissão pairou no ar, crua e despudorada. Foi nesse momento que eu entendi o plano de Wando.
— Então vamos fazer uma troca, Leandro — disse ele, se levantando. — Um acordo. Um contrato selado na sua porra. Você vai gozar dentro da Sabrina. Vai encher o útero dela até transbordar. E em troca… a sua mãe, a mulher poderosa que você acabou de criar, vai me dar o prazer que eu mereço.
Minha mãe ofegou.
— Não… eu não faço isso. Eu nunca…
— Você faz agora, Simone — cortou ele, a voz dura como aço. — Você faz pra proteger o seu filho de uma dívida que ele não pode pagar. Ou você faz porque, no fundo, você quer. Você quer provar que pode mandar em mim, que pode me controlar, mesmo de joelhos. A escolha é sua. Mas a escolha dele — apontou pra mim — já foi feita por mim.
Era uma armadilha perfeita. Uma teia de aranha de humilhação e desejo. Se eu me recusasse, desafiava Wando e não sabia do que ele era capaz. Se concordasse, entregava minha mãe pra ele. Mas olhando pra ela eu vi a decisão sendo tomada nos olhos. Olhou pra mim com puro amor e puro sacrifício. Depois olhou pra Wando e eu vi a centelha de novo. A centelha do desafio. Ela não ia ser só vítima. Ia ser participante.
Levantou-se, o corpo ainda trêmulo, mas a cabeça erguida. Caminhou até Wando e, sem uma palavra, se ajoelhou na frente dele. Olhou pro pau dele, duro e escuro, depois olhou nos olhos dele. Com um movimento lento e deliberado, abriu a boca.
Era o meu sinal.
Me levantei. caminhei até a Sabrina. Ela estava de quatro, a bunda levantada, a cabeça apoiada no chão, esperando. Ajoelhei atrás dela. Não senti desejo puro. Senti dever. Um dever sombrio e excitante.
Guiei o pau até a buceta dela. Estava molhada, mas de um jeito diferente da minha mãe. Uma umidade de submissão, de medo misturado com aceitação. Entrei devagar. Ela era mais larga, mais acostumada, e o pau deslizou sem a mesma luta. Ainda assim o tamanho fazia pressão. Eu sentia as paredes se esticando, um gemido abafado saindo dela quando a cabeça passou e o corpo grosso começou a entrar.
Comecei a foder ela. Um ritmo mecânico no começo, quase só metade pra não machucar de verdade, sem paixão. Cada estocada um pagamento. Cada gemido dela uma confirmação da dívida. Do outro lado da sala eu ouvia os sons da minha mãe. O barulho molhado dela chupando o Wando, os sons debochados dele incentivando:
— É isso, Simone… chupa gostoso… mostra pra sua filha como se mama… usa essa língua…
E eu fodi. Mais rápido. Mais fundo, ainda controlando pra não enterrar tudo de uma vez. Fechava os olhos e tentava imaginar que era a minha mãe, mas não adiantava. O corpo era diferente. O cheiro era diferente. O prazer era diferente. Sujo. Vazio. Mas ainda prazer.
Até que senti a buceta da Sabrina começar a apertar. O corpo dela, antes passivo, começou a responder. Empurrava de volta contra mim, gemendo mais alto.
— Não para… por favor… não para… — sussurrava, e eu percebi que ela tava gostando. Tava gozando de ser usada.
A excitação dela me levou pro bordo. Senti o orgasmo subindo, onda inevitável.
— Vou gozar… — gritei, aviso e promessa.
— Goza dentro! Enche essa porra! — gritou Wando de longe.
E eu gozei. Jorrei dentro da Sabrina, uma descarga longa e poderosa, porra que parecia não ter fim, enchendo o útero dela até transbordar e escorrer pelas coxas. No meio do meu orgasmo senti ela tremer, um grito abafado escapando da garganta. Ela tava gozando comigo. Gozando por ser cheia.
Caí pra trás, exausto, o pau saindo dela, a porra escorrendo grossa. Ela ficou de quatro, ofegante, o corpo ainda tremendo.
Foi nesse momento que ouvi Wando gemer fundo.
— Ah, caralho… Simone… engole tudo minha sogra!
Me virei e vi. Minha mãe de joelhos, a cabeça erguida, a boca aberta, a porra dele escorrendo pelo queixo e pelos seios. Não tava com nojo. Tava com um olhar de triunfo. Tinha feito. Tinha cumprido a parte do acordo. Tinha provado que era mais do que mãe.
Me olhou por cima do ombro de Wando e nos olhos dela eu vi a mensagem mais clara de todas:
“Nós estamos juntos nisso.”
Por Tuga069