TER O PAU GRANDE É FODA, MAS O DURO E QUANDO MINHA MÃE QUER ELE PT 4.



TER O PAU GRANDE É FODA, MAS O DURO E QUANDO MINHA MÃE QUER ELE PT 4.

Um conto erótico de L. Vicente
Categoria: Heterossexual

Data: 18/09/2026 12:20:35
Assuntos: Curvilínea, Familiar, Gostosa, Grande, Grupal, Heterossexual, Incesto, Mãe, Pau, Suruba

Wando se vestiu primeiro. Não falou muito. Só olhou pra mim e pra minha mãe com aquele sorriso de quem tinha conseguido exatamente o que queria. Sabrina se levantou mais devagar, as pernas ainda trêmulas. Pegou a blusa e o short do chão sem olhar pra ninguém. Quando passou por mim, o cheiro dela — suor e a minha porra escorrendo — me bateu forte. Não disse nada. Só saiu atrás do marido.

A porta da frente fechou. O silêncio que ficou na sala foi pior que qualquer grito.

Minha mãe ainda estava sentada no sofá, o robe roxo jogado por cima do corpo de qualquer jeito. Os seios marcados de unha, a coxa brilhando. Não me olhou. Ficou um tempo assim, respirando fundo, como se estivesse tentando voltar pro próprio corpo. Depois se levantou, pegou a garrafa de cachaça pela metade e sumiu no corredor. Ouvi o chuveiro ligar.

Eu fiquei ali nu, no meio da bagunça. A sala cheirava a sexo. O carpete molhado em alguns pontos. Meu pau doía de tanto usar, mas ainda latejava, teimoso. Levantei, peguei a bermuda e subi pro meu quarto sem falar nada. Não conseguia olhar pra ela.

Não dormi direito. Fiquei deitado no escuro, ouvindo a casa ranger, esperando ela bater na porta. Não bateu. Em algum momento do meio da madrugada ouvi o barulho da TV ligando baixo na sala e depois desligando de novo. Depois só silêncio.

Acordei com o cheiro de café.

O sol já entrava pela fresta da cortina. Desci devagar. Minha mãe estava de costas pro fogão, de calça jeans e camiseta preta apertada, o cabelo preso num coque bagunçado. Sem o robe. Sem o cheiro de cachaça. Parecia a mulher de sempre — a que trabalhava o dia inteiro e chegava cansada. Só que agora eu sabia o que tinha em baixo daquela roupa. Sabia o gosto dela. Sabia o barulho que ela fazia quando gozava.

— Bom dia — falei, com a voz rouca de quem acorda.

Ela se virou. Os olhos verdes estavam um pouco inchados, mas firmes. Não desviou o olhar.

— Bom dia. Tem café na cafeteira. Pão de forma na mesa.

Peguei uma xícara. O silêncio entre a gente era pesado, mas não hostil. Era mais… cansaço. Como se os dois soubessem que não dava pra fingir que nada tinha acontecido, mas também não dava pra conversar sobre isso às sete da manhã com ela prestes a sair.

Ela bebeu o café dela em pé, olhando pela janela da cozinha.

— Vou trabalhar. Tem comida na geladeira. Não sai por aí sem me avisar.

— Tá.

Ela pegou a bolsa, passou por mim e parou um segundo. A mão dela tocou meu ombro — rápido, quase automático e saiu. A porta da frente fechou. O carro ligou e o motor sumiu rua abaixo.

Fiquei sozinho na casa pensativo.

Liguei o videogame tentei jogar. Não me concentrei em porra nenhuma. A cada dez minutos a cabeça voltava pra noite passada: a boca dela no meu pau, o jeito que ela desceu com a boceta em cima de mim gemendo “é meu”, a Sabrina de quatro no chão, a porra escorrendo dela. Meu pau endurecia e eu tinha que pausar o jogo pra respirar. Bati uma no banheiro por volta das nove e meia, rápido, sem graça, só pra aliviar a pressão. Depois voltei pro sofá.

Às dez em ponto a campainha tocou.

Levantei. O coração acelerou antes mesmo de eu abrir a porta.

Sabrina estava do outro lado. Cabelo solto, short jeans curto, blusinha branca sem sutiã — dava pra ver o formato dos mamilos pelo tecido fino. Sem maquiagem. Olhos um pouco vermelhos, como se tivesse dormido mal também.

— Posso entrar?

Assenti. Ela passou por mim. O cheiro de sabonete e de algo doce vinha dela. Fechou a porta atrás de si e ficou parada na sala, olhando pro sofá onde tudo tinha acontecido na noite anterior. O carpete ainda tinha uma mancha úmida de porra.

— A mãe já saiu?

— Foi pro trabalho. Volta só à noite.

Ela assentiu. Ficou em silêncio um tempo, mordendo o canto da boca. Depois olhou direto pra mim.

— Eu vim falar sério com você Leandro.

— Tá.

— Eu quero engravidar. De verdade. Não é brincadeira, não é fetiche de uma noite. O Wando não consegue como você já sabe. Você consegue. E eu… — engoliu seco — eu gostei de ontem. Do jeito que foi. Do jeito que você me usou. Do jeito que eu fiquei de quatro e só… senti. Eu gosto disso. Gosto de ser submissa. Gosto quando alguém decide por mim. Quando não preciso pensar.

A voz dela saiu baixa, mas firme. Não era o tom choroso da noite anterior. Era mais claro. Mais consciente.

— Você entende o que eu tô falando? — continuou. — Eu quero que você me encha de porra. Quero sentir seu pau de novo. Quero que seja assim: eu chego, a gente fode, você goza dentro, e eu vou embora. Sem drama. Sem “a gente precisa conversar”. Só isso. Todo dia, se precisar. Até pegar barriga.

Fiquei olhando pra ela. O short curto. A blusa fina. O jeito que ela estava de pé, ombros um pouco caídos, como se já estivesse se oferecendo mesmo sem tirar a roupa.

— E o Wando?

— Ele sabe que eu vim. Disse pra ele que vinha. Disse que quanto mais cedo eu engravidar, melhor. Que ele não liga de dividir… desde que seja você. E desde que eu continue sendo dele também.

Ela deu um passo mais perto.

— Eu não tô aqui pedindo romance, Leandro. Tô pedindo que você me foda. Que você use esse pau grande pra me engravidar. E que me trate como eu quero ser tratada: como uma putinha obediente. Que fica de joelhos quando mandam. Que engole porra. Que abre as pernas e agradece depois por ser fudida.

O silêncio na sala ficou denso. Eu sentia o sangue subindo pro pau de novo, pesado dentro da bermuda. Ela notou. O olhar dela desceu e ficou um segundo ali, depois voltou pro meu rosto.

— Você tá duro — falou, quase sem emoção. Só constatando.

— Tô.

— Então decide. Ou me manda embora agora… ou me manda tirar a roupa.

Respirei fundo. A casa estava quieta. Só o barulho distante de alguma criança gritando na rua. Minha mãe não voltaria antes das seis. Ninguém ia bater na porta.

Olhei pra Sabrina. Pro jeito que ela esperava, sem pressa, sem vergonha fingida. Só esperando a ordem.

— Tira a blusa.

Ela puxou a blusinha pela cabeça sem hesitar. Os seios pequenos e firmes apareceram, mamilos já duros. Jogou a peça no sofá.

— O short também.

Desabotoou, puxou pra baixo junto com a calcinha. Ficou nua no meio da sala, de pé, as mãos ao lado do corpo. A buceta ainda um pouco inchada de ontem, os lábios um pouco abertos. Quase sem pelos. Só um fiapo claro.

— De joelhos.

Ela ajoelhou na minha frente, olhando pra cima. A boca entreaberta. Esperando.

Puxei a bermuda e a cueca de uma vez. O pau saltou, duro, grosso, a glande já brilhando. Ela não desviou o olhar. Só abriu mais a boca quando eu me aproximei.

— Chupa. Sem pressa. Quero sentir você se esforçando.

Ela obedeceu. A língua quente, a boca apertada tentando engolir o que dava. Engasgou no começo, mas não parou. Usou a mão na base, babou bastante, chupou com dedicação de quem queria acertar. Eu agarrei o cabelo dela e guiei o ritmo, sem forçar fundo demais ainda. Só o suficiente pra ouvir o barulho molhado e o esforço dela — a saliva escorrendo pelo queixo, o gemido abafado cada vez que a cabeça batia no fundo da garganta.

Quando tirei da boca dela, um fio grosso de saliva escorreu do canto dos lábios até o queixo e pingou no chão.

— De quatro no carpete.

Ela rastejou até lá sem questionar. De quatro, a bunda levantada, a cabeça apoiada no antebraço. Eu ajoelhei atrás. Passei a cabeça do pau nos lábios dela, sentindo o quanto já estava molhada — quente, escorregadia, pronta. Empurrei devagar. Ela gemeu baixo, o corpo tensionando, mas não se mexeu pra frente. Deixou eu entrar. Centímetro por centímetro. Quando a metade já estava dentro, parei.

— Respira.

Ela obedeceu. Respirei junto. Depois continuei. Até o fundo. Até sentir o útero dela contra a cabecinha. Ela soltou um gemido abafado, os dedos se fechando no carpete.

— Tá fundo pra caralho vai com calma…

Comecei a meter. Ritmo constante, profundo. Sem pressa de gozar. Cada estocada um pouco mais forte que a anterior, a cabeça batendo no final, o pau grosso abrindo ela de novo. O barulho molhado enchendo a sala quieta — pele batendo em pele, a buceta dela fazendo aquele barulho úmido e sujo a cada vez que eu entrava até o fundo. Ela gemia baixo, quase em silêncio, como se tivesse vergonha de fazer barulho demais mesmo estando só nós dois.

— Fala — ordenei. — Fala o que você quer.

— Quero… que você goze dentro — a voz saiu baixo quase um sussurro. — Quero engravidar. Quero sentir sua porra escorrendo depois. Quero ser usada assim todo dia se precisar. Quero esse pau me enchendo até não dar mais…

Apertei os quadris dela com as duas mãos e acelerei. O pau latejando, o prazer subindo rápido demais. Segurei o máximo que pude, metendo fundo, sentindo as paredes dela apertarem e soltarem. Quando não deu mais, enterrei até o fim e gozei. Longo. Forte. Cada jato saindo dentro dela, enchendo o útero, a porra quente e grossa. Ela tremeu junto, um orgasmo curto e contido, o corpo pulsando em volta do meu pau, a buceta espremendo como se quisesse sugar tudo.

Fiquei parado um tempo, ainda dentro, respirando pesado. Depois saí. A porra escorreu imediatamente, grossa, branca, escorrendo pela coxa interna dela até o carpete, formando uma mancha nova.

Sabrina ficou de quatro mais alguns segundos. Depois se sentou de lado, as pernas juntas, a mão cobrindo a buceta como se quisesse segurar tudo lá dentro.

Olhou pra mim. Os olhos brilhando.

— Obrigada — falou baixo. — É isso que eu quero. Todo dia, se você aguentar. Até pegar cria.

Levantei, peguei a bermuda e vesti. Ela se vestiu também, devagar. A blusa, o short. Passou a mão no cabelo e olhou pro relógio do celular.

— Tenho que ir antes do Wando ligar perguntando do almoço.

Na porta ela parou e se virou.

— Amanhã de manhã de novo? a mãe sai sempre no mesmo horário ainda?

— Sai.

— Então eu venho. Dez horas. Deixa a porta destrancada.

Saiu. A porta fechou. O barulho dos passos dela sumiu na calçada.

Fiquei sozinho de novo na sala. O cheiro de sexo ainda no ar. A mancha nova no carpete. O gosto dela ainda na boca.

Peguei o controle do videogame e sentei no sofá. Tentei voltar pro jogo.

Não consegui prestar atenção em nada. O dia passou num embalo estranho. Eu fiquei atônito o tempo todo. Depois que a Sabrina saiu, tentei jogar de novo, tentei comer alguma coisa, tentei até dormir um pouco. Nada funcionava. A cabeça não parava. Cada barulho da casa me fazia pensar que alguém ia bater na porta. Cada vez que eu passava pela sala, via a mancha no carpete e o estômago revirava.

Às cinco da tarde ouvi o carro dela estacionar. A porta da frente abriu e fechou. Passos no corredor. Depois o barulho do chuveiro ligando. Fiquei no meu quarto, sentado na beira da cama, ouvindo tudo. Quando o chuveiro desligou, ouvi ela atravessar o corredor e o barulho abafado do sofá recebendo o corpo dela.

Ela não veio falar comigo. Não chamou. Não perguntou se eu tinha comido. Só deitou lá na sala, como se o silêncio fosse a única coisa que ainda fazia sentido.

Esperei uns quinze minutos. O coração batendo forte demais pro horário. Levantei, desci devagar e parei na entrada da sala.

Ela estava deitada de lado no sofá, de short e camiseta larga, o cabelo ainda úmido do banho, enrolado num rabo de cavalo baixo. Tinha uma almofada sob a cabeça e os olhos abertos, olhando pra TV desligada. Quando me viu, não se mexeu. Só piscou devagar.

— Mãe…

Ela fechou os olhos por um segundo, como se a palavra doesse.

— O que foi, Leandro.

A voz saiu rouca, cansada. Sem raiva. Sem carinho. Só cansaço.

Puxei a poltrona pra perto e sentei. Fiquei um tempo sem saber como começar. O silêncio ficou pesado demais.

— A gente precisa conversar — eu disse.

Ela soltou o ar pelo nariz, devagar.

— Eu sei. Mas eu não sei se aguento ouvir.

— Eu também não. Mas ficar quieto tá pior.

Ela virou o rosto pra mim. Os olhos verdes estavam vermelhos nas bordas, como se tivesse chorado no banho e tentado esconder.

— Eu sou sua mãe, Leandro. — A voz tremeu um pouco. — Eu te criei. Eu te vi nascer, sair de dentro de min. E ontem… ontem eu fiz coisas que nenhuma mãe deveria fazer. Eu tô arrasada. Eu me olho no espelho e não reconheço a mulher que tá ali. Eu me sinto nojenta. Suja. Errada.

A garganta dela engasgou. Ela engoliu seco e continuou, mais baixo:

— Mas… eu também preciso confessar uma coisa. Eu senti prazer. Muito. Mais do que eu sentia há muito tempo. Talvez… desde antes do seu pai morrer. E isso me deixa ainda pior. Porque não foi só álcool. Não foi só pressão. Uma parte de mim… gostou. E eu não sei o que fazer com isso.

Fiquei olhando pra ela. O peito apertado.

— Mãe… você foi minha primeira mulher.

Ela abriu a boca, mas não falou nada logo. Os olhos encheram d’água de verdade dessa vez. Uma lágrima escorreu pro travesseiro.

— Sério, filho? — a voz saiu quase um sussurro. — Eu fui a primeira?

Assenti.

— Nunca tinha… com ninguém. Só com a mão mesmo. E ontem… foi com a senhora.

Ela cobriu o rosto com a mão por um segundo. Quando tirou, estava chorando baixo, sem soluço, só as lágrimas caindo.

— Meu Deus…

Respirei fundo. O medo que eu carregava há anos subiu na garganta.

— Eu tinha medo, mãe. Medo de verdade. Porque… o meu pau. É grande demais. Eu li muita coisa. Vi muita mulher falando que dói, que não aguenta, que prefere menor. Eu tinha certeza que qualquer uma ia ter nojo ou ia se machucar. Ontem, quando você… quando você desceu em cima de mim… eu pensei que ia te partir ao meio. Eu quase parei.

Ela ficou quieta um tempo, limpando o rosto com a barra da camiseta. Depois falou, a voz baixa e trêmula:

— Eu também me assustei quando vi. Ontem à noite. Quando você tirou a cueca… eu fiquei com medo. Achei que não ia caber. Achei que ia doer pra caralho. E doeu. No começo doeu. Mas… — ela hesitou, como se estivesse falando demais — mas depois… eu senti que era perfeito. Do tamanho certo. Como se… como se tivesse sido feito pra mim. Eu nunca tinha sentido algo tão… completo. Tão fundo.

Assim que as palavras saíram, ela fechou a boca de súbito. Os olhos se arregalaram um pouco, como se tivesse se escutado e se assustado com o que tinha acabado de dizer. Virou o rosto pro lado, engolindo em seco.

— Esquece. Não… não era pra eu ter falado isso. — A voz saiu mais dura agora, tentando se controlar. — Não muda nada. Continua errado. Continua nojento. Eu sou sua mãe. Eu não deveria ter sentido nada. Eu não deveria ter gostado. Eu não deveria ter… feito o que fiz.

Ela se sentou no sofá, coçando a testa com força, como se quisesse apagar as próprias palavras.

— Eu fico pensando o dia inteiro. No trabalho. No caminho. Toda hora. “O que eu fiz. O que eu deixei acontecer. Como eu vou olhar pra ele amanhã, depois de amanhã, daqui a um mês…” Eu me sinto destruída, Leandro. E ao mesmo tempo… eu ainda sinto o seu cheiro em mim. Ainda sinto o quanto eu gozei. E isso me deixa louca.

Ficamos em silêncio. Só o barulho distante de algum carro passando na rua.

Depois de um tempo ela se levantou. Os movimentos lentos, pesados. Passou a mão no cabelo e evitou meu olhar.

— Vou fazer a janta. Você deve estar com fome.

Não esperou resposta. Virou de costas e foi pra cozinha. Ouvi o barulho da geladeira abrindo, da panela sendo colocada no fogão, da água correndo na pia.

Fiquei sentado na poltrona, olhando pro sofá vazio onde ela tinha acabado de confessar tudo aquilo. O peito apertado. O pau latejando traidor dentro da bermuda. E a certeza amarga de que nada entre a gente nunca mais ia ser simples Depois da janta eu quase não falei nada. Comi o que ela colocou no prato, respondi quando precisava e subi pro meu quarto assim que terminei. Encostei a porta, mas não tranquei. Fiquei em pé no meio do quarto um tempo, sentindo o peito apertado, a cabeça latejando. O corpo inteiro agoniado.

Eu precisava de uma punheta. Precisava aliviar aquilo antes de enlouquecer.

Liguei o PC, sentei na cadeira e abri o site. Fui direto pra pasta das favoritas. Ava Addams. A loira madura de seios grandes, a mesma que eu batia há meses. Coloquei um vídeo em que ela chupava devagar, olhando pra câmera, gemendo baixo. Baixei a bermuda e a cueca de uma vez, o pau já duro, pesado, latejando só de lembrar da noite passada. Comecei a bater, olhando pra tela, tentando focar na atriz. Mas a cabeça não colaborava. Em vez da loira do vídeo, eu via minha mãe de joelhos, os olhos vermelhos, a boca tentando engolir o que dava. Via ela em cima de mim, gemendo “é meu”. A mão ficou mais rápida. O prazer subia misturado com nojo de estar batendo uma pra própria mãe.

A porta abriu sem bater.

Eu virei tão rápido que quase caí da cadeira. Minha mãe estava parada na entrada do quarto, a mão ainda no trinco. Os olhos dela desceram na hora: meu pau na mão, a tela do PC com a loira madura chupando, a bermuda nos tornozelos. O rosto dela endureceu.

— Leandro. Que porra é essa?

Eu puxei a bermuda pra cima num movimento desesperado, o pau ainda duro fazendo uma tenda absurda. Fechei a aba do navegador com a outra mão, o rosto queimando de vergonha.

— Mãe… eu… desculpa. Eu não ouvi você subir.

Ela entrou no quarto e fechou a porta atrás de si. Ficou de pé, os braços cruzados, olhando pra mim com uma mistura de raiva e algo que eu não conseguia nomear.

— Você trancou a porta? Não. Você deixou aberta e ficou aqui se tocando olhando pra uma mulher na internet. Depois de tudo que aconteceu. Depois da conversa que a gente teve há duas horas. Você não tem um pingo de vergonha?

— Eu tenho — Eu tenho vergonha pra caralho. É por isso que eu tô aqui. Eu não tô bem, mãe. Eu não consigo parar de pensar em você. Desde ontem. Desde a conversa na sala. Toda vez que eu fecho o olho eu vejo. Toda vez que eu tento fazer qualquer coisa a cabeça volta pra você. Eu tentei. Tentei jogar, tentei dormir, tentei me distrair. Não dá. Eu tô maluco.

Ela ficou em silêncio uns segundos, a mandíbula cerrada.

— Então a solução é bater punheta olhando pra uma mulher qualquer? É isso? Depois de você ter me fudido, depois de eu ter engolido sua porra, você vem pro quarto e trata isso como se fosse só mais um dia normal de tarado?

— Não é normal! — eu me levantei, a bermuda ainda aberta, o pau ainda semiduro. — Nada disso é normal. Eu fico com nojo de mim. Eu fico com nojo do que a gente fez. Mas o meu corpo não colabora. Ele fica duro. Ele lateja. Ele pede. E eu não sei o que fazer com isso. Você acha que eu queria estar aqui me batendo uma? Eu queria conseguir esquecer. Eu queria conseguir olhar pra você e ver só a minha mãe de novo. Mas eu não consigo.

Ela deu um passo pra frente, o dedo apontando pra mim.

— E eu? Você acha que eu tô bem? Você acha que eu passei o dia inteiro no trabalho pensando em planilha? Eu fiquei o dia todo com a buceta latejando. Eu sentei na cadeira e senti o quanto ainda doía. Eu fui no banheiro três vezes só pra respirar. Eu me olhei no espelho do trabalho e quase vomitei de vergonha. E agora eu subo aqui e te encontro se tocando. Como se ontem não tivesse sido suficiente pra te destruir também.

— Eu tô destruído! — a voz saiu rouca. — Eu tô pior que você. Porque eu fui o filho. Eu fui o que começou. Eu fui o que te tocou primeiro. E agora eu não consigo desligar. Toda vez que eu vejo você eu lembro do gosto. Do cheiro. Do jeito que você sentou. Do jeito que você gozou em cima de mim. Eu tô doente, mãe. Eu tô doente de pensar nisso.

Ela ficou parada, respirando pesado. Os olhos brilhando de novo. A raiva ainda estava lá, mas tinha começado a misturar com outra coisa. Cansaço. Reconhecimento.

O silêncio que veio depois foi diferente. Mais baixo. Mais perigoso.

Ela passou a mão no rosto, coçou a testa e soltou o ar bem devagar.

— Senta.

— O quê?

— Senta na cama. Agora.

Eu obedeci. Sentei na beira da cama, a bermuda ainda aberta, o pau semiduro visível. Ela puxou a cadeira do PC, virou pra mim e sentou. Os joelhos quase se tocando. Ficou um tempo só olhando pra mim, como se estivesse decidindo se ia continuar brigando ou se ia falar a verdade.

— Eu também não consigo parar de pensar — ela disse, a voz mais baixa agora. — O dia inteiro. No trabalho. No caminho. Aqui em casa. Toda vez que eu fecho o olho eu sinto você dentro de mim de novo. Eu sinto o tamanho. Eu sinto o quanto doeu no começo e o quanto ficou bom depois. E eu me odeio por isso. Eu me odeio porque uma parte de mim… uma parte de mim quer de novo. E isso é a coisa mais errada que eu já senti na vida.

Eu engoli seco.

— Então o que a gente faz?

Ela olhou pro meu pau, ainda marcado na bermuda, e depois voltou pro meu rosto. Ficou quieta um tempo longo. Quando falou de novo, a voz saiu quase sem força.

— Eu não sei. Eu não tenho resposta certa. Eu só sei que você tá aí sofrendo. E eu também. E fingir que não aconteceu não tá adiantando nada. Ficar brigando também não.

Ela inclinou o corpo um pouco pra frente, os cotovelos nos joelhos, as mãos juntas.

— Você disse que não consegue parar de pensar em mim. Que o corpo pede. Que você precisa aliviar. — Ela respirou fundo, como se estivesse se preparando pra pular de um lugar alto. — Então… se for pra você fazer isso de qualquer jeito… que seja comigo. Não com uma mulher na internet. Não sozinho no quarto se sentindo um lixo depois. Eu… eu posso te chupar. Agora. Se isso te acalmar. Se isso fizer a cabeça parar um pouco.

Fiquei olhando pra ela, sem conseguir responder na hora. O coração batendo tão forte que eu ouvia no ouvido.

— Mãe…

— Eu sei o que eu tô falando — ela continuou, a voz firme apesar do tremor. — Eu sei que é errado. Eu sei que amanhã eu vou me odiar mais ainda. Mas eu também sei que se eu sair daqui agora e te deixar sozinho, você vai bater uma olhando pra aquela loira e vai se sentir pior. E eu vou ficar no meu quarto sabendo disso. Então… se for pra acontecer de qualquer jeito… que seja aqui. Comigo. Devagar. Sem a gente se iludir que isso resolve alguma coisa. Só… alivia. Só pra você conseguir dormir hoje.

Ela ficou me olhando, esperando. Não tinha desejo selvagem no rosto dela. Tinha decisão cansada. Tinha culpa. Tinha uma tentativa torta de cuidar de mim do único jeito que o momento permitia.

Eu não consegui falar. Só assenti com a cabeça, uma vez, devagar.

Ela se ajoelhou na minha frente. As mãos tremeram um pouco quando puxaram a bermuda e a cueca pra baixo. Meu pau saltou, duro de novo, a glande já brilhando. Ela olhou pra ele um segundo longo, como se ainda estivesse se acostumando com o tamanho, e depois envolveu a base com a mão direita.

— Se doer… ou se eu for ruim… você fala — murmurou.

— Não vai ser ruim.

Ela não respondeu. Só inclinou a cabeça, abriu a boca e me abocanhou.

Quente. Molhado. Devagar. A língua dela passou pela fenda, depois desceu pela glande, tentando achar um ritmo. Ela não conseguia engolir muito — o tamanho ainda era demais — mas usava a mão em sincronia, subindo e descendo enquanto a boca trabalhava a cabeça. O barulho molhado encheu o quarto silencioso. Eu soltei o ar que estava segurando e a mão foi sozinha pro cabelo dela, não puxando, só descansando ali.

Ela chupava com atenção. Sem pressa de mostrar habilidade. Sem tentar engolir tudo. Só… fazendo. Como se tivesse decidido que aquela era a única coisa que ela ainda podia oferecer naquela noite.

Eu fechei os olhos. O prazer subia misturado com uma tristeza profunda. Não era só sexo. Era a minha mãe de joelhos no meu quarto, tentando me acalmar do único jeito que o nosso erro tinha deixado possível.

E eu deixei.

Ela continuou chupando devagar, a boca quente e apertada só conseguindo pegar a cabeça e um pouco mais. Toda vez que tentava descer, engasgava. Um som úmido e engasgado saía da garganta dela, os olhos marejavam, e ela recuava tossindo baixo, a saliva escorrendo pelo queixo e pingando na base do meu pau.

— Caralho… — ela sussurrou, a voz rouca, a mão ainda apertando a haste com força. — Continua sendo grande demais. Eu não consigo… não consigo engolir direito.

— Vai com calma — falei olhando pra ela. A mão no cabelo dela não puxava, só segurava. — Não precisa forçar. Usa a mão. Só a cabeça já tá gostoso pra caralho.

Ela olhou pra cima, os olhos vermelhos, a boca brilhando de saliva. Assentiu. Mudou a tática. A mão direita subia e descia em sincronia com a boca, apertando mais na base, enquanto a língua trabalhava a glande com mais confiança. Lambia a fenda, sugava só a cabeça com força, depois descia a língua pela veia grossa até onde conseguia alcançar. Cada vez que engasgava um pouco, parava, respirava, e voltava. Devagar. Determinada.

— Tá melhor? — perguntou, a voz embargada, a boca ainda roçando a ponta.

— Tá… tá muito bom — respondi, o quadril querendo subir sozinho. — Você tá se acostumando.

Ela soltou um som baixo, quase um riso sem humor.

— Tô tentando. Ontem eu quase não aguentei. Hoje… ainda é difícil. Mas o gosto… o gosto eu já lembro. — A língua dela passou de novo pela fenda, lenta. — E o jeito que lateja na minha boca… eu sinto quando você gosta.

Ela voltou a chupar com mais ritmo. A mão apertava mais firme, a boca fazia barulho molhado, saliva escorrendo pelos dedos dela e pingando na minha coxa. Eu gemia baixo, o prazer subindo misturado com aquela culpa que não ia embora. A visão dela de joelhos, a camiseta larga caindo no ombro, o cabelo úmido grudado na testa, os olhos fechados de concentração… era demais.

— Mãe… — avisei, a voz falhando. — Se continuar assim eu vou gozar.

Ela tirou a boca com um estalo úmido, a mão ainda subindo e descendo devagar.

— Não quero que goze ainda — falou, olhando pra mim. A respiração dela estava acelerada. — Se for pra fazer… quero sentir você dentro de min de novo. Mas dessa vez… sem o Wando. Sem a Sabrina. Só a gente.

Fiquei olhando pra ela. O peito apertado.

— Você tem certeza?

Ela assentiu. Se levantou devagar, as pernas um pouco trêmulas. Puxou a camiseta pela cabeça e jogou no chão. Em seguida o short e a calcinha. Ficou nua na minha frente, a luz fraca do abajur marcando o corpo. Os seios pesados, os mamilos duros, a buceta ainda um pouco inchada de ontem, os lábios abertos.

— Deita — ela pediu.

Eu me deitei na cama. Ela subiu em cima de mim, os joelhos de cada lado da minha cintura. Pegou meu pau com a mão, posicionou a glande entre os lábios dela e desceu só a ponta. O calor molhado me fez soltar o ar. Ela parou ali, respirando fundo, os olhos fechados.

— Ainda não me acostumei — murmurou. — Ainda dói um pouco na entrada.

— A gente para se precisar.

— Não. Só… me dá um segundo.

Ela desceu mais um pouco. Centímetro por centímetro. O rosto dela se contorcia, a boca aberta, um gemido baixo saindo a cada avanço. Eu segurava a cintura dela, sem forçar, só sustentando. Quando a metade já estava dentro, ela parou de novo, o corpo trêmulo.

— Porra… — sussurrou. — Continua sendo grande. Mas… tá entrando. Tá me abrindo. Eu sinto o arrombo.

Ela olhou pra mim. Os olhos úmidos, mas sem a devastação de antes. Tinha algo mais ali. Necessidade. Carinho torto. Desejo.

Inclinei o tronco e beijei ela. Foi um beijo lento no começo. Lábios se tocando, respiração misturada. Depois a língua dela encontrou a minha. O beijo ficou mais fundo, mais molhado, enquanto ela descia o resto do caminho. Devagar. Até sentar por completo. Até eu sentir o fundo dela contra a cabeça do meu pau.

Ela soltou um gemido longo dentro da minha boca. O corpo inteiro tremeu.

— Tá… tá tudo dentro — falou contra meus lábios. — Meu Deus. Eu sinto cada veia. Cada centímetro me arrombar.

Começamos a nos mexer. Devagar no início. Ela subia e descia com cuidado, o rosto colado no meu, os olhos abertos olhando pra mim. Eu segurava a cintura dela, ajudando o ritmo, sentindo as paredes apertadas se adaptando, se molhando mais a cada movimento. O barulho úmido ia ficando mais alto. O cheiro de sexo ia enchendo o quarto.

— Assim… — ela sussurrou. — Continua assim. Olha pra mim.

Eu olhava. Via o rosto dela se desfazendo de prazer e culpa ao mesmo tempo. Via os seios balançando a cada descida. Via o jeito que a barriga dela contraía quando eu acertava fundo.

O ritmo foi aumentando sozinho. Ela começou a descer com mais força. Eu comecei a subir o quadril no encontro. O que era romântico foi ficando mais bruto. Mais urgente. Os gemidos dela ficaram mais altos, mais soltos. As unhas dela cravaram nos meus ombros.

— Mais fundo — pediu, a voz quebrada. — Pode… pode meter mais forte. Eu aguento agora. Eu quero que me arrombe.

Virei ela sem sair de dentro dela. Ela ficou de costas na cama, as pernas abertas, e eu fiquei por cima. Encostei a testa nela e comecei a foder de verdade. Estocadas longas, profundas, o pau saindo quase inteiro e entrando de uma vez. O barulho da pele batendo encheu o quarto. Ela gemeu alto, as mãos descendo pras minhas costas, as unhas arranhando.

— É isso… — ela ofegava. — Assim. Fode a mamãe. Fode direito. Eu preciso da sua rola…

Eu beijei o pescoço dela, a boca, o queixo. O ritmo ficou mais selvagem. As estocadas mais pesadas. Ela enfiava as unhas, mordia o próprio lábio, soltava gemidos que pareciam dor e prazer misturados. A buceta dela apertava, molhada, barulhenta. Eu sentia o orgasmo subindo rápido demais.

— Mãe… eu vou gozar…

— Dentro — ela pediu, os olhos arregalados, a voz quase um grito. — Goza dentro de mim. Quero sentir sua porra fluir. Quero ficar cheia de você.

Apertei as coxas dela, enterrei fundo e gozei. Forte. Longo. Sentindo cada jato saindo enquanto ela tremia em baixo de mim, a buceta pulsando, um orgasmo dela vindo junto, molhado, apertado, quase doloroso de tão intenso.

Ficamos parados um tempo. Eu ainda dentro dela. A respiração dos dois descompassada. O suor escorrendo. O silêncio do quarto só quebrado pelo barulho das nossas respirações.

Ela passou a mão no meu cabelo, devagar, e falou baixo, a voz rouca:

— Continua doendo um pouco… mas eu já me acostumei com o tamanho. Já sei como abrir. Já sei como aguentar. E… eu gostei. Gostei demais. Mesmo sabendo que amanhã eu vou me odiar de novo.

Eu beijei a testa dela. Não tinha resposta certa. Só o corpo ainda conectado. Só o peito apertado. Só a certeza de que a gente tinha atravessado mais uma linha e não tinha mais como voltar.

Naquela noite dormimos juntos.

Nus sabendo que aquilo era o início de longas futuras noites de sexo.

Por Tuga069
                                


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Ficha do conto

Foto Perfil tuga069
tuga069

Nome do conto:
TER O PAU GRANDE É FODA, MAS O DURO E QUANDO MINHA MÃE QUER ELE PT 4.

Codigo do conto:
272979

Categoria:
Grupal e Orgias

Data da Publicação:
23/09/2026

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