Categoria: Heterossexual
Data: 22/09/2026 00:02:01
Assuntos: Enfermeira Safada, Gozada na Boca, Heterossexual, Maconha e Sexo, Narrativa na Primeira Pessoa, Oral explícito, Sexo com Namorado, Sexo no Sofá, Traição.
Eu e a Andrea dividíamos o apartamento há quase dois anos. Duas enfermeiras do mesmo hospital, turnos opostos, vidas que quase não se cruzavam. Enquanto ela suava no plantão da tarde, eu ficava em casa recuperando do noturno, o corpo cansado, a cabeça leve. Aquela tarde específica eu estava sozinha, só de calcinha preta fina, o cabelo molhado ainda do banho escorrendo pelas costas. Sentei no sofá da sala com a caixa de seda, o isqueiro e o saquinho de maconha no colo. A luz da janela batia direto nos meus seios, nos meus mamilos duros por causa do ar-condicionado. Eu estava desfiando a erva com calma, os dedos lentos, quando a chave girou na fechadura.
Eu levantei o olhar sem pressa.
Marcelo.
O namorado dela. Alto, ombros largos, a barba por fazer depois da viagem longa, a mala ainda na mão, a camisa amarrotada colada no peito. Ele parou no meio da sala como se tivesse levado um soco. Os olhos dele desceram devagar pelo meu corpo quase nu: a barriga lisa, a calcinha colada na buceta, as coxas abertas sem nenhum pudor. Eu não me cobri. Só continuei bolando o beck, como se ele fosse parte do móvel.
— Andrea tá no hospital — falei, a voz rouca de quem acabou de acordar. — Mais umas três horas ainda. Pode largar a mala.
Ele engoliu em seco. A mala bateu no chão.
— Porra, Paula… você tá praticamente pelada na sala.
Eu lamba a seda, fechei o baseado e estendi na direção dele, o sorriso safado já no canto da boca.
— E você tá olhando pra minha buceta como se quisesse comer. Então a gente tá empatado. Quer?
Marcelo hesitou só um segundo. Depois se aproximou, pegou o beck. Eu acendi. A primeira tragada dele foi profunda, a fumaça saindo pelos narizes. A segunda, mais calma. Quando ele me devolveu, seus olhos já estavam escuros, a calça marcada.
Eu fumei também. A fumaça subiu entre a gente. Minha calcinha já estava molhada só de sentir o cheiro dele tão perto — aquele cheiro de homem que viajou, de pele quente, de tesão contido há dias.
— Você sempre fica assim quando tá sozinha? — ele perguntou, a voz baixa.
— Assim o quê? Quase nua, bolando um baseado e com a buceta molhada? — eu ri, abrindo mais as pernas no sofá. — Só quando o namorado da minha amiga chega de viagem e me olha desse jeito.
Ele não respondeu com palavras. Só estendeu a mão, passou o polegar pelo meu lábio inferior e depois desceu, traçando uma linha quente entre meus seios, apertando um mamilo, descendo pela barriga até o elástico da calcinha. Eu arquejei.
— Tira — eu pedi.
Marcelo puxou a calcinha pra baixo devagar. Eu levantei o quadril. A calcinha molhada ficou pendurada num tornozelo. Ele se ajoelhou entre minhas coxas. Olhou pra minha buceta aberta, rosada, brilhando de tesão.
— Caralho… você tá molhada pra valer.
— Então chupa.
Ele lambeu. Direto. Sem preâmbulo. A língua quente, larga, faminta, passando devagar pela fenda, depois sugando o clitóris com força. Eu gemí alto, o beck ainda entre os dedos, a outra mão no cabelo dele.
— Isso… assim… mais fundo. Usa a língua direito.
Dois dedos entraram. Grossos. Curvaram. Ele me abriu enquanto chupava, fazendo barulho molhado. Eu gozei rápido demais, as coxas tremendo em volta da cabeça dele, o líquido escorrendo pelo sofá.
— Porra, Paula… você goza fácil pra caralho.
— Então faz de novo — eu ofeguei. — Não para. Quero mais.
Ele não parou. Continuou lambendo e dedando até eu gozar de novo, mais forte, o corpo inteiro se contorcendo, gemendo o nome dele sem vergonha nenhuma. Eu puxei o cabelo dele com força, segurando a cabeça dele contra a minha buceta enquanto o segundo orgasmo me atravessava.
Quando ele se levantou, a picha já estava dura, grossa, marcada na calça. Eu me ajoelhei no chão, abri o fecho com os dentes. Tirei tudo. A picha dele era bonita: veias saltadas, a cabeça rosada já úmida, o pau pesado na minha mão.
— Engole — ele mandou, a voz rouca.
Eu engoli até o fundo de primeira. Ele segurou meu cabelo e fodeu minha boca. Eu deixei. Adorei. Babei, engasguei, chupei até as bolas, lambendo, engolindo, olhando pra cima enquanto ele gemia baixo.
— Porra… sua boca é uma puta.
Eu tirei a picha da boca só pra falar, a saliva escorrendo pelo queixo:
— E a sua picha é gostosa. Fode minha cara. Usa minha garganta.
Ele fodeu. Fundo. Rápido. Depois me puxou pelo cabelo, me virou de quatro no sofá e enfiou de uma vez. Eu gritei. Ele era grosso e eu estava molhada demais pra me importar. Marcelo me fodeu fundo, sem pressa no começo, sentindo cada centímetro, depois cada vez mais forte. Uma mão no meu cabelo, a outra na minha bunda, abrindo, olhando a picha sumir dentro de mim.
— Olha isso… sua buceta engolindo tudo — ele falou, a voz suja. — A Andrea nunca goza assim pra mim.
— Então fode mais forte — eu pedi, empurrando a bunda pra trás. — Me usa. Me fode como se eu fosse a puta que você sempre quis. Mais fundo. Quero sentir até o fundo.
Ele obedeceu. Me comeu com raiva e tesão, a pele batendo, o barulho molhado enchendo a sala. Eu gozei com a pica dele dentro, esmagando meu ponto G, me milking até as pernas falharem. Gozei tão forte que chorei um pouco, o rosto enterrado no sofá, gemendo alto demais.
— Eu vou gozar — ele avisou, a voz quebrada.
— Na minha boca — eu pedi, virando o rosto. — Goza na minha boca. Quero engolir tudo.
Ele tirou a picha de dentro de mim, ainda latejando, e eu me ajoelhei de novo rapidamente. Segurei a base com as duas mãos e abri a boca. Marcelo gozou direto na minha língua, jatos quentes e grossos, um atrás do outro. Eu engoli o que consegui, deixei o resto escorrer pelo queixo e pela garganta, chupando até a última gota enquanto ele ainda tremia, a mão firme no meu cabelo.
— Porra… Paula… — ele respirou fundo, ainda ofegante.
Eu limpei o canto da boca com o dorso da mão, o gosto dele forte na língua, e levantei o olhar.
— Gostou? — perguntei, ainda ajoelhada.
Ele riu baixo, a respiração irregular.
— Mais do que deveria.
Ficamos ali um tempo, o cheiro de sexo e maconha no ar. Eu ainda de joelhos, ele acariciando meu cabelo suado.
— A Andrea não pode saber — ele falou, a voz rouca.
Eu sorri.
— Ela não vai saber. Mas da próxima vez que você chegar de viagem e eu estiver bolando um beck… pode entrar. E pode me foder de novo. Do jeito que quiser.
Ele riu baixo. Beijou minha boca ainda suja da porra dele, a língua passando devagar, como se quisesse provar o próprio gosto misturado ao meu.
Eu fiquei ali, o corpo ainda tremendo, a buceta latejando, o sabor dele marcando a língua, sabendo que aquilo tinha sido só o começo.
Por Tuga069