Categoria: Grupal
Data: 15/09/2026 12:27:11
Assuntos: Curvilínea, Familiar, Gostosa, Grande, Grupal, Incesto, Mãe, Pau, Suruba.
Eu tava deitado na cama, o colchão velho rangendo toda vez que eu mexia o corpo. O quarto quente pra porra, aquele calor de verão que gruda na pele e não sai nem com vento. Lá fora as crianças gritavam jogando bola, o barulho entrava pela janela e misturava com a minha respiração pesada.
Acabei de novo.
A mão ainda tava suja de porra, o shorts de moletom amassado nos joelhos. Olhei pro teto e senti aquela onda nojenta de sempre. O prazer rápido, o gozo escorrendo quente pelos dedos, e depois a vergonha subindo como se alguém tivesse me pegado no flagra. Dezoito anos e a única coisa que eu sabia fazer direito era bater uma escondido no quarto.
Levantei e fui pro banheiro. No espelho um cara alto, quase 1,90, ombro largo, rosto que as meninas da escola achavam bonito. Elas não sabiam do resto. Não sabiam que eu gaguejava se uma mulher chegasse perto demais, que eu inventava qualquer desculpa pra não ir em festa, que a única experiência que eu tinha era com a própria mão.
Abri o chuveiro e deixei a água cair quente. Enquanto ensaboava o peito, a cabeça foi direto pro problema. Meu pau. Mesmo mole já era grosso e pesado, pendurado entre as pernas. Quando endurecia virava um monstro. Uma vez medi, num daqueles dias de curiosidade idiota: vinte e três centímetros. Número que me dava um orgulho esquisito e um medo do caralho ao mesmo tempo.
Eu lia aqueles fóruns na madrugada. “Pau grande só dói”, “Meu ex era enorme e eu tive que parar no meio”, “Prefiro um médio que saiba usar”. As frases ficavam martelando na cabeça. Como eu ia deitar com uma mulher se o meu corpo virava uma arma contra a buceta delas? Tinha certeza que no momento certo ela ia abrir o olho, ver o tamanho daquilo e sair correndo. Eu ficaria ali, um fracassado gigante, sem saber o que fazer .
Depois do banho vesti uma bermuda velha e uma camiseta surrada e desci. O cheiro de café fresco encheu a cozinha. Minha mãe estava de costas pro fogão, de robe curto de cetim azul. Aquele tecido fino grudava nas curvas dela sem ela nem perceber. Cintura fina, bunda grande e redonda balançando leve enquanto mexia na panela. Os cachos loiro-avermelhados caídos no ombro, pele do pescoço lisa e quente. Simone, viúva faz dez anos, trabalhava o dia inteiro e à noite só queria Netflix. Não se envolvia com homem nenhum. E eu, filho dela, sentia o estômago revirar toda vez que via ela vestida assim.
Não era desejo consciente. Era pior. Uma reação animal que me fazia me sentir um pervertido da porra.
— Vai jogar bola hoje? — perguntou sem se virar pra min.
— Se o Wando aparecer — respondi, abrindo a geladeira e pegando água. Evitei olhar pra ela.
— A Sabrina falou que ele vai passar mais tarde. Disse que precisa falar com você sobre uma coisa importante.
Franzi a testa.
— Importante como?
— Sei lá, filho. Pergunta pra ele. — Ela se virou e me olhou com aqueles olhos verdes claros. Sorriso cansado, mas ainda bonito pra caralho. — Você precisa sair mais. Fica trancado nesse quarto o dia inteiro.
— Não gosto de gente — foi o que consegui dizer. Voltei pro quarto carregando o peso de um segredo que eu nunca ia contar pra ela.
Era de tardezinha quando o Wando chegou. Entrou como sempre, sorriso fácil, jeito de quem conhecia a casa. Eu tava tentando jogar videogame, mas a cabeça não pegava em nada.
— Leandro, mano! Desce aí!
Suspirei e desci. Ele tava na cozinha tomando café. Negro, alto, corpo magro mas forte, presença que enchia o cômodo. Amigo de rua desde moleque, jogava bola comigo nas mesmas ruas de terra. Sempre foi o mais solto, o que pegava as meninas primeiro. Eu admirava e invejava ao mesmo tempo. A Sabrina não tava com ele. Ela morava a dois quarteirões dali, na casa deles, desde que casaram ano passado.
— O que foi, Wando?
Ele tomou o café de uma vez e se levantou.
— Vamos lá fora conversar.
Fomos pro quintal. O muro coberto de trepadeira já tava na sombra. Wando ficou calado um tempo, olhando a casa do vizinho. Senti a ansiedade subir no peito.
— Mano… — a voz dele saiu baixa, séria. — Eu tenho um problema.
Esperei ele terminar.
— Eu e a Sabrina… a gente quer muito um filho. Mas fui no médico. Fiz uns exames. — Ele fez uma pausa, engoliu seco. — Eu sou estéril, mano. Não consigo ter filhos porra.
O mundo parou por um segundo. Olhei pro cara que eu sempre achei o mais foda, agora com a cara de dor e vergonha. Não soube o que falar.
— Porra… sinto muito mano.
Ele balançou a cabeça.
— Não te chamei pra isso. A gente conversou muito. A Sabrina me deu uma ideia. Louca, mas é a única que a gente tem. — Olhou direto nos meus olhos com olhar de desespero puro. — A gente quer que você nos ajude, Leandro.
— Ajudar com o quê não tenho grana?
Ele deu um passo mais perto. Cheiro de café na boca.
— Eu quero que você ponha a Sabrina de barriga entendeu colocar um boneco lá. Mas não é só isso. — Outra pausa. — Ela não quer. Tem medo de estragar tudo, a amizade, o casamento. Disse que só faria se… fosse nós dois. Se a sua mãe também estivesse no mesmo barco.
Foi como se ele tivesse me dado um soco no estômago. O ar saiu dos meus pulmões. Eu encostei no muro de tijolo pra não cair.
— Nós dois? O que você quer dizer com “nós dois”?
Ele olhou pra mim, e pela primeira vez eu vi um brilho de poder por baixo de toda a dor.
— A Sabrina não vai fazer isso sozinha, mano. Ela disse que ia ser muito estranho, muito pesado. Que ela ia se sentir suja. Mas se a mãe dela também estiver ali… aí muda de figura. Aí é uma coisa entre família. Um sacrifício que todo mundo faz junto.
Eu fiquei olhando pra ele com a boca aberta. A mente tentava juntar as peças e não conseguia. Wando. A Sabrina. A minha mãe. E eu.
— Você tá falando que eu e a minha mãe…?
— Eu tô falando que a minha mulher quer um filho. E ela só aceita a sua ajuda se a sua mãe ajudar também. É isso.
Não era simples. Era a coisa mais bizarra, mais nojenta e mais tentadora que eu já tinha ouvido. Meu pau, aquele monstro que eu tanto temia, deu um pulo dentro da bermuda. Uma reação traiçoeira. A imagem da minha mãe no robe azul misturou com a da Sabrina, mais nova, mais esguia. E o Wando ali no meio negociando a porra toda.
— Você tá maluco caralho, Wando. A minha mãe nunca…
— Ela não sabe ainda. Eu vim falar com você primeiro. Precisamos estar juntos nisso. Depois a gente fala com ela.
— Não tem como — eu disse, mas a voz já não tinha tanta certeza.
— Pensa, mano. Pensa na Sabrina chorando todo mês porque não engravida. Pensa no meu orgulho fodido. E pensa na sua mãe. Sozinha há dez anos. Sem ninguém. Sem sentir nada. Sem ser uma mulher de verdade.
A última frase ficou pairando no ar úmido do quintal. Eu não consegui falar. Só encostei mais forte no tijolo. O mundo lá fora tinha sumido. Só existia o quintal, a escuridão chegando e a proposta absurda do meu melhor amigo.
— Eu… preciso pensar — gaguejei, virando o rosto.
Wanderson assentiu. Deu um tapinha no meu ombro, um gesto que pareceu mais marca de dono do que camaradagem.
— Claro, mano. Pensa aí. Mas não demora. A Sabrina tá esperando.
Ele foi embora e me deixou sozinho no escuro, com o barulho dos grilos e o caos na minha cabeça.
Fiquei ali um tempo que não soube medir. Quando voltei pra dentro, a casa tava em silêncio. Minha mãe estava na sala, deitada no sofá, a luz da TV iluminando o rosto. Não reparou que eu entrei. Fiquei na sombra do corredor olhando. Vi o contorno do corpo dela sob o robe que ela sempre usava, a forma dos seios, a curva dos quadris. E pela primeira vez eu não vi só a minha mãe. Vi uma mulher. A mulher que o Wando tinha descrito: sozinha, sem ninguém. O monstro na bermuda pulou de novo e eu tive que ir pro quarto antes que ela percebesse e já tava batendo uma pra Ava Addams.
Aquela noite foi um inferno. Não dormi. Fiquei deitado olhando o teto, a proposta tocando de novo e de novo na cabeça. Um lado gritava “é incesto, é nojento, é errado”. O outro, mais baixo e mais perigoso, sussurrava “ninguém nunca vai te querer de verdade. Essa é a sua única chance de transar”.
No dia seguinte acordei cedo. Precisei ouvir da boca da Sabrina.
Mandei mensagem. Ela respondeu que vinha. Chegou no meio da manhã, de short e blusinha, o cabelo preso. Entramos na casa. Minha mãe já tinha saído pro trabalho. Ficamos na sala.
— O Wando falou com você — ela disse seria.
Assenti com um sim.
Ela sentou no sofá e os olhos encheram d’água.
— Eu sei que é louco, Leandro. Eu sei que é errado. Mas eu quero tanto um filho… e o Wando tá se sentindo tão arrasado. — Ela olhou pra mim com aqueles olhos verdes iguais aos da mãe. — Ele disse que você entende.
Eu não entendia porra nenhuma. Mas o desespero dela era real.
— Ele disse que você só faria se…
— Se a mamãe também fizesse — ela completou com a voz meio embargada. — Eu não consigo fazer isso sozinha. Não consigo trair o Wando com você sozinho. Se a mamãe estiver ali… se for uma coisa familiar… acho que eu aguento. Acho que a gente passa por isso juntas. Pelo meu filho.
Saí da sala sem falar mais nada. A decisão já tava tomada. A culpa e o nojo ainda estavam lá, mas em cima de tudo tinha uma certeza: eu ia fazer.
À tarde encontrei o Wando na esquina. Ele tava chutando bola sozinho contra o muro. Parou quando me viu.
Eu parei na frente dele. O sol batendo na nossa cara.
— Como? — perguntei. A voz saiu firme, me surpreendendo.
Ele sorriu. Um sorriso largo de alívio e vitória.
— A gente não pode ser grosseiro, mano. Tem que ser devagar. Com carinho. A gente começa pela sua mãe.
Ele se encostou no muro e começou a desenhar o plano.
— Hoje à noite você convida ela pra tomar um vinho. Algo que você nunca faz. Diz que quer conversar, que se sente sozinho também. Usa essa timidez sua a favor. Seja vulnerável.
— E você?
— Eu e a Sabrina aparecemos mais tarde. Dizemos que viemos buscar o celular que ela esqueceu. Entramos, sentamos, criamos o clima. Eu começo a tocar na Sabrina bem na frente de vocês. Nada escandaloso. Um beijo no pescoço, mão na coxa. Quebra o gelo. Aí é com você. Você olha pra sua mãe. Se ela não se afastar… você faz o movimento. Um toque na mão. Um dedo no braço. Ela precisa ver que não é só filho. É ai mano ai vai ser foda . Uma noite sem regras e sexo.
Ele me deu um tapa no peito.
— Confia. Mulher é mais fácil do que a gente pensa. Elas só precisam de uma desculpa pra fazer o que já querem.
Fui embora com o coração batendo forte e o monstro entre as pernas pronto pra guerra.
Aquela noite minha mão tremia segurando a garrafa de vinho tinto. Comprei no mercado do bairro com o dinheiro que tava guardando pra um videogame novo. A garrafa pesava como se carregasse o peso de tudo.
Minha mãe tava na sala, exatamente como o Wando previu. Deitada no sofá, de robe de seda roxa, os pés encolhidos. A luz da TV pintava o rosto. Ela me olhou surpresa quando entrei.
— O que é isso, Leandro?
— Pensei que a gente podia tomar um vinho. Conversar um pouco. — Coloquei a garrafa e dois copos na mesa, evitando o olhar dela. — Só isso.
Ela se sentou devagar, o robe se ajustando nos seios.
— Conversar o quê?
— Sei lá. Coisas. Como você tá. — Sentei na poltrona de frente, o mais longe que pude. O coração batia tão alto que eu tinha certeza que ela ouvia.
Ela ficou em silêncio um segundo. Depois um sorriso pequeno apareceu.
— Que bom, filho. Eu também queria conversar coisas de mãe e filho.
Servi o vinho. As mãos suando. A conversa começou devagar. Falei da escola, do medo de não passar no vestibular. Ela ouviu de verdade. Falou do trabalho, das colegas chatas, do cansaço de fazer tudo sozinha. O vinho foi baixando e as palavras fluíram mais fácil.
A porta tocou. Meu estômago virou.
Era o Wando e a Sabrina. Entraram sorrindo, como se não tivesse nada de errado.
— Opa, desculpa incomodar. A Sabrina esqueceu o celular aqui — disse o Wando, natural pra caralho.
— Pode entrar, fiquem à vontade — respondeu minha mãe, já mais solta pelo vinho.
Eles se sentaram. Wando ao meu lado. Sabrina no chão, encostada no sofá perto dos pés da mãe. Servi vinho pra eles também. A conversa fluiu. Wando era mestre nisso. Falou de futebol, do trabalho, e aos poucos foi mudando o tom. Começou a falar do casamento.
— Sabe, Simone, casar é bom, mas é difícil também. A gente se acostuma. A chapa esfria kkk.
A Sabrina riu, nervosa. Minha mãe concordou com a cabeça.
— E o sexo — continuou ele. — Depois de um tempo a gente tem que buscar coisa nova. Pra não virar rotina.
E fez exatamente como planejou. Se inclinou e beijou o pescoço da Sabrina. Não foi beijo rápido. Foi molhado, demorado. Ela fechou os olhos, o corpo tensionando. Eu olhei pra minha mãe. Ela não tava olhando pra eles. Tava olhando pra mim. Os olhos verdes abertos, cheios de uma confusão que eu não conseguia decifrar. Medo? Curiosidade? O que fosse, ela não se mexeu. Não se afastou.
O sangue subiu pra cabeça. Era o sinal.
Minha mão trêmula se moveu. Coloquei em cima da mão dela, que tava repousada no sofá. Ela gelou. A pele macia e quente. Esperei que ela puxasse, que me xingasse, que gritasse. Não fez nada.
Só continuou me olhando e, lentamente, virou a mão e entrelaçou os dedos com os meus.
O silêncio na sala ficou espesso, quebrado só pela respiração ofegante da Sabrina e pelos beijos do Wando. Minha mãe e eu presos no olhar um do outro, mãos unidas. Naquele momento eu soube que não tinha mais volta.
Wando percebeu. Aquele veado sempre percebe. Parou de beijar a Sabrina e se recostou, sorriso de dono de circo.
— Essa conversa tá muito séria. A gente precisa de uma bebida mais forte. E de um jogo.
Foi até a cozinha e voltou com a garrafa de cachaça que meu pai tinha deixado a mais de 10 anos e quatro copinhos.
— Vamos jogar verdade ou desafio. As regras são simples: ou fala a verdade, ou faz desafios. Sem frescura.
Serviu a cachaça. O líquido queimou a garganta. Minha mãe hesitou, mas pegou o copo e bebeu de um gole, tossindo. O robe escorregou um pouco no ombro, revelando a alça do sutiã bege.
— Quem começa? — perguntou o Wando.
— Eu — disse a Sabrina, voz embargada. Olhou pra mim. — Leandro. Verdade ou desafio?
O coração parou.
— Verdade.
Ela pensou um segundo, um brilho malicioso nos olhos.
— Você já pensou em mim… daquele jeito?
A sala ficou muda. Wando sorriu. Minha mãe apertou minha mão.
Eu olhei pra Sabrina, pra irmã que eu vi crescer, e depois pra minha mãe, cuja mão eu segurava. E falei a verdade.
— Sim uma vez.
Uma palavra só. Foi o suficiente. A Sabrina corou, baixou a cabeça. Minha mãe soltou um suspiro quase inaudível, mas não soltou a mão.
— Agora a minha vez — disse eu, o gosto da cachaça me dando coragem. Olhei pro Wando. — Verdade ou desafio, Wando?
— Desafio.
— Eu te desafio a beijar a Sabrina na boca. Agora. Na nossa frente.
Não era desafio, era ordem. Ele riu, puxou a Sabrina e beijou fundo, demorado, línguas se tocando. Minha mãe assistiu tudo, corpo rígido, a respiração presa. Quando separaram, a Sabrina tava ofegante, lábios inchados e brilhantes.
— Agora a sua vez, Simone — disse o Wando, voz rouca. — Verdade ou desafio?
Minha mãe olhou pros copos, pra mão ainda na minha.
— Verdade — sussurrou.
Ele se inclinou pra frente.
— Você se sente sozinha de noite? Quando todo mundo tá dormindo e você tá aí vendo série… você sente falta de um homem?
A pergunta cortou o ar. Minha mãe fechou os olhos. Uma lágrima escorreu. ela bebeu mais um gole.
— Sim — disse com a voz já meio alterada. — Sinto as vezes.
Abriu os olhos e olhou direto pra mim. Naquele momento eu não vi mais a minha mãe. Vi uma mulher sozinha, com dor, com desejo. O monstro na bermuda pulou, duro, pesado, implacável pulsando como um relógio.
— Agora a minha vez — disse ela, voz um pouco mais forte. Olhou pro Wando. — Verdade ou desafio?
— Desafio.
O olhar dela ficou perdido um segundo. Depois falou:
— Eu te desafio a tirar a camisa.
Pedido pequeno, quase inocente. Mas mudou tudo. Wando sorriu, puxou a camisa pelo pescoço. O torso magro e definido apareceu, músculos do abdômen se destacando na pele escura. A Sabrina olhou boquiaberta.
A vez dele de novo. Olhou pra minha mãe com brilho perigoso.
— Simone. Verdade ou desafio?
Ela bebeu o resto da cachaça.
— Desafio.
— Eu te desafio a tirar o robe.
O mundo parou. Minha mãe ficou parada, corpo tenso. Olhou pra mim como pedindo permissão… ou pra eu salvá-la. Mas eu não queria salvar. Eu queria ver aquilo.
Ela se levantou devagar. As mãos tremiam quando encontraram o cordão. Puxou. O tecido de seda roxa escorregou pelos ombros e caiu no chão.
Ficou ali na nossa frente. Só de sutiã bege e calcinha combinando. O corpo era melhor do que eu jamais tinha imaginado. Seios firmes, barriga lisa, quadris largos, pernas longas e torneadas. A pele brilhando sob a luz da TV sem marcas da idade parecia uma moça.
Ninguém falou. Ninguém se mexeu. Era como se a gente tivesse entrado num universo onde mães podiam ficar de sutiã na frente dos filhos e isso não era o fim do mundo.
Ela ficou em pé um tempo que pareceu eternidade. Depois sentou de novo no sofá, mas não se cobriu. Cruzou as pernas, queixo erguido, desafiando qualquer um a julgar.
O silêncio que veio depois foi diferente. Não era mais tensão. Era rendição. O robe no chão era bandeira branca. O ar na sala tava tão denso que dava pra cortar. Cheiro de cachaça, suor e desejo.
Wando quebrou o silêncio. Se recostou, olhar percorrendo o corpo dela sem vergonha nenhuma.
— O jogo não acabou. Só mudou de nível. — Encheu os copos de novo um pouco mais pra minha mãe. — Bebe, Simone.
Ela obedeceu, o copo tremendo.
— Agora denovo. Simone. Verdade ou desafio?
Ela olhou pra ele, pra mim, pra Sabrina no chão com o rosto vermelho.
— Desafio — sussurrou.
O sorriso dele se alargou.
— Eu te desafio a tirar o sutiã. Devagar. Com as suas próprias mãos.
Foi um murro no estômago. A crueldade daquilo, a forma como ele a expunha, era chocante. E excitante pra caralho. Eu não conseguia desviar o olhar eu estava fissurado.
Minha mãe fechou os olhos. Uma lágrima escorreu, mas ela limpou com raiva. Não olhou pra mim. Olhou pro Wando. As mãos subiram para as costas, encontraram o fecho. Hesitou um segundo. Depois um clique suave.
Ela não deixou cair. Segurou as alças nos ombros e puxou devagar pra baixo. O sutiã caiu no colo e os seios ficaram expostos. Perfeitos. Firmes, mamilos grandes e escuros, já duros, apontando pra gente. Jogou o sutiã no chão e se encostou no sofá, braços ao lado do corpo, se expondo completamente.
— Seu turno, Sabrina — disse o Wando, sem tirar os olhos da minha mãe.
A Sabrina pulou.
— Eu… eu não sei se quero…
— Você quer — a voz dele agora dura. — Você quer tanto quanto a gente. Verdade ou desafio. Escolhe.
Ela olhou pra ele com medo, depois pra mim, depois pra própria mãe semi-nua e bêbada.
— Verdade — choramingou.
— Você já tocou no pau do Leandro?
Ela gemeu, enterrou o rosto nas mãos.
— Não! Nunca!
— Mentira. Eu vi o jeito que você olha pra ele. — Ele se levantou, agarrou o queixo dela e forçou a olhar. — Agora é o seu desafio. Tira a blusa e o sutiã. Agora.
A Sabrina começou a obedecer. As mãos trêmulas puxaram a camiseta. O sutiã preto de renda saiu também. Os seios pequenos e firmes apareceram, mamilos rosados e eretos. Ficou de joelhos no chão, semi-nuas, o corpo todo tremendo.
— Agora você, Leandro. Verdade ou desafio.
— Desafio — respondi, a voz grossa, o pau doendo de duro dentro da bermuda.
— Eu te desafio a tirar a camisa, a bermuda e a cueca. Quero que todo mundo veja o porquê de você ter tanto medo de tirar a cueca no vestiario.
Foi como se ele tivesse lido a minha alma. Meu maior segredo sendo exposto na frente da minha mãe e da minha irmã. Olhei pra minha mãe. Os olhos dela estavam fixos em mim, cheios de uma curiosidade febril.
Me levantei. Tirei a camiseta. A bermuda. Fiquei só de cueca, o pau ereto formando uma tenda enorme no tecido. Minha mãe prendeu a respiração. A Sabrina parou de chorar e olhou de boca aberta.
— A cueca também, Leandro. Mostra pra elas.
Fechei os olhos. Puxei a cueca pra baixo. O pau saltou pra fora, duro, grosso, maior do que qualquer coisa que elas já tinham visto. Pulsava no ar, a glande rosada e brilhante, as veias grossas e salientes.
Fiquei ali nu, exposto, humilhado. E mais ereto do que nunca na vida.
— Agora a sua vez, Simone. Verdade ou desafio.
Minha mãe olhou pra mim, pro monstro entre as minhas pernas, e depois pro Wando. Um sorriso pequeno, bêbado e malicioso apareceu nos lábios dela.
— Desafio.
Wanderson riu, um som baixo e gutural.
— Certo. Eu desafio você a vir até aqui… e tocar. Com a mão. Sentir o que o meu cunhado escondeu da gente esse tempo todo.
O choque foi físico. A Sabrina ofegou. Minha respiração parou. Olhei pra minha mãe esperando rejeição, grito, qualquer coisa que parasse aquilo. Mas não veio.
O rosto dela era uma máscara de conflito. Ela se levantou devagar. O corpo tremia, mas não de medo. Era antecipação. Caminhou até mim, cada passo no carpete uma eternidade. Parou a poucos centímetros. O cheiro do perfume dela misturado com cachaça me envolveu. Os seios quase tocando meu peito.
Olhou nos meus olhos, uma última pergunta silenciosa. Depois a mão subiu. Os dedos finos e trêmulos tocaram a base do meu pau. Um choque elétrico percorreu o corpo inteiro. Eu gemi, som baixo e involuntário.
A mão dela quase se fechou em volta da haste. Os dedos não se encontraram. Apertou de leve, sentindo o peso, a dureza, o calor. Deslizou pra cima devagar até a glande, o polegar roçando a fenda onde já tinha porra que saia antecipadamente. Parecia hipnotizada.
— Porra caralho… — sussurrou, um misto de choque e admiração.
Soltou meu pau e deu um passo pra trás, rosto vermelho, respiração ofegante. Tinha cumprido o desafio. E tinha gostado.
— Agora é a sua vez, Leandro — disse o Wando, voz cheia de triunfo. — E o desafio é pra você, Simone. Você fica aí e olha. Leandro, eu te desafio a beijar a Sabrina na boca. Beijo de verdade. Com língua.
Me virei pra Sabrina. Ela tava de joelhos, seios nus, rosto molhado . Olhava pra mim com medo animal, mas também com a mesma curiosidade febril que eu vi nos olhos da mãe.
Ajoelhei na frente dela. Levantei o queixo com o dedo.
— Olha pra mim.
Ela obedeceu. Inclinei e beijei. Os lábios macios, salgados das lágrimas. Forcei a língua e ela abriu a boca. O beijo foi profundo, molhado, desesperado. Senti o corpo dela tremer. Senti o cheiro, o gosto. Era a minha irmã. Era a mulher do meu melhor amigo. Era o meu desafio.
Quando me afastei ela tava ofegante, lábios inchados, olhos fechados.
— Agora a sua vez, Wando — disse minha mãe, voz forte, decidida. — Verdade ou desafio.
Ele sorriu.
— Sempre desafio, Simone. Me dá o seu melhor.
Ela olhou pra ele, pra mim, pra Sabrina ainda de joelhos no chão encheu o copo tomou mais uma dose, E o que ela disse selou o nosso destino.
— Eu te desafio a transar com a Sabrina. Aqui. Agora. Na nossa frente.
Wando não hesitou soltou um riso perigoso.
Ele sorriu daquele jeito de predador que já tinha pegado a presa. Levantou, puxou a calça e a cueca de uma vez só e jogou tudo pro lado. O pau dele saiu duro, grosso, uns dezenove, vinte centímetros, pulsando no ar. Ajoelhou atrás da Sabrina, que ainda tava de joelhos, paralisada no meio da sala.
Agarrou os quadris dela e puxou pra trás, forçando ela a ficar de quatro. A calcinha preta de renda ainda tava no lugar, mas ele não perdeu tempo. Puxou o tecido pro lado, expôs a bunda e a buceta já molhada. Não esperou. Enfiou de uma vez, forte, e soltou um grunhido fundo na garganta.
A Sabrina gritou. Um grito misturado de dor e prazer. Wando começou a meter com força, sem dó, os quadris batendo na bunda dela com um barulho molhado. Ele olhava pra mim e pra minha mãe o tempo todo, sorrindo de vitória. Tava mostrando o que ele conseguia fazer.
Minha mãe assistia tudo, rosto vermelho, olhos grudados na cena. A mão dela, sem ela nem perceber, subiu até o próprio peito e apertou o mamilo. Ela tava excitada. Perdida naquela loucura.
Eu fiquei ali, nu, o pau ainda duro e latejando, olhando minha irmã ser fodida pelo meu melhor amigo na frente da minha mãe. Era cena de pesadelo. Mas era o meu pesadelo e eu nunca tinha me sentido tão vivo.
Wando acelerou. Os gemidos dele ficaram mais altos. Agarrou o cabelo da Sabrina e puxou a cabeça dela pra trás.
— Olha pra eles, Sabrina — rosnou. — Olha pra sua mãe. Olha pro seu irmão.
Ela obedeceu. Os olhos cheios de lágrimas, o rosto contorcido numa máscara de êxtase. Olhou pra mim e eu vi o pedido neles. Um pedido que eu não sabia como responder.
Wando gemeu alto, enterrou até o fundo uma última vez e gozou dentro dela. Ficou parado uns segundos, ofegante, depois se afastou. O pau dele saiu molhado, brilhando de porra e dos fluidos dela. Sentou no chão, o olhar de dono no rosto.
A Sabrina ficou de quatro mais um tempo, o corpo inteiro tremendo. Depois se sentou, a calcinha torta, o suor escorrendo pelas costas. Olhou pra mim, depois pra nossa mãe. E começou a chorar de novo. Mas eram lágrimas diferentes. De alívio. De rendição.
A sala ficou em silêncio. Só o som da respiração pesada de todo mundo. O jogo tinha acabado. As regras tinham sido quebradas. E agora a gente tava todos no mesmo barco, um barco afundando no meio de um oceano de pecado e tesão.
Minha mãe. Simone. Continuava no sofá, o robe e o sutiã jogados no chão como pele de um animal que ela tinha sido e não era mais. Seios nus, mamilos ainda duros. A mão dela repousava na coxa, os dedos finos roçando o tecido da calcinha. O olhar dela não tava no Wando nem na Sabrina. Tava em mim. Ou melhor: tava no meu pau.
Wando, sempre o maestro, percebeu. Levantou, foi até a mesa, serviu mais um gole de cachaça, bebeu e depois serviu um pra minha mãe, levando o copo até ela.
— A noite tá boa demais pra acabar agora, Simone — disse, a voz um sussurro conspiratório. — E o jogo… o jogo só tá ficando bom.
Sentou no chão perto da Sabrina e olhou pra mim.
— Agora é a sua vez, Leandro. Você ainda não cumpriu seu desafio.
Meu estômago apertou.
— Qual desafio? — a voz saiu rouca.
— O desafio de ser homem — respondeu ele, e o sorriso sumiu, substituído por um olhar duro. — Você fica aí com esse monstro entre as pernas, com medo de usar eu vou te ajudar. Vou te dar o desafio dela.
Virou pra minha mãe.
— Simone. Verdade ou desafio?
Ela piscou, como se saísse de um transe. O olhar foi do Wando pra mim, depois pro meu pau. Uma luta interna travava nos olhos dela: a mãe, a mulher bêbada e a curiosa.
— Desafio — sussurrou. A palavra saiu final, como uma sentença.
O sorriso de Wando voltou, largo e predatório.
— Eu desafio você… a chupar o pau do seu filho.
O ar gelou. Eu esperava que ela gritasse, que jogasse o copo na cara dele, que se levantasse e saísse correndo. A Sabrina gemeu, um som de pura vergonhar, e enterrou o rosto nas mãos.
Mas minha mãe não fez nada disso. Ficou parada, o corpo rígido, os olhos fixos em mim. E neles eu vi o dilema inteiro. Vi o nojo, a vergonha, a consciência gritando que aquilo era errado, era incesto, era o fim do mundo. Mas vi outra coisa também. Vi a curiosidade. Vi o desafio. Vi a mulher que há dez anos não sentia um homem, que há uma hora tinha tocado no maior pau que já tinha visto, e que agora estava sendo desafiada a provar. E o pior de tudo? Eu vi que ela queria.
Ela se levantou. Devagar. Cada movimento era uma decisão. Caminhou até mim e o cheiro dela me atingiu como uma onda. Parou na minha frente, tão perto que eu sentia o calor do corpo dela. Não me olhou nos olhos. O olhar dela tava no meu pau, hipnotizado.
Ajoelhou. O som dos joelhos tocando o carpete foi o som mais alto que eu já ouvi na vida.
Hesitou. A mão subiu e tocou minha coxa, a pele quente e firme. Era um toque de mãe, um toque de consolo… mas não era. Era um toque de exploradora.
Inclinou a cabeça. Senti o calor da respiração dela na glande. Depois abriu a boca e me abocanhou.
Foi diferente. Quente, molhado. A língua dela, insegura no começo, começou a explorar. Mas o tamanho era um problema. Ela só conseguiu pegar a cabeça e um pouco mais. Tentou ir mais fundo e engasgou, um som de pânico e frustração. Recuou, tossindo leve, os olhos cheios de lágrimas.
— É… é muito grande — sussurrou, mais pra si mesma do que pra mim. — Não consigo.
Era o meu medo sendo realizado na boca da minha própria mãe. O monstro que eu era, impedindo até o meu prazer.
Mas ela não desistiu. Era uma mulher determinada, mesmo bêbada e no meio daquela loucura. Mudou de tática. Não tentou mais engolir. Usou a mão, segurando a base do meu pau, e começou a trabalhar só a glande com a boca e a língua. Sugava, lambia, roçava a língua na fenda. A mão, ao mesmo tempo, subia e descia sincronizada.
E foi bom. Foi muito bom. A dificuldade dela, o esforço, o jeito que ela lutava contra o meu tamanho… isso era o mais excitante. Eu via minha mãe, a mulher que me criou, de joelhos, com a boca cheia do meu pau, os olhos fechados, focada em me dar prazer. E eu perdi o controle.
Gemei alto, rouco. Minha mão foi até o cabelo dela, aqueles cachos loiro-avermelhados, e agarrei. Não com força, só o suficiente pra guiar. Ela entendeu. Aumentou o ritmo, mão e boca trabalhando juntas, uma máquina de prazer improvisada e desesperada.
Senti o orgasmo subindo, uma onda crescendo no fundo das costas.
— Mãe… — gaguejei, a palavra um aviso e uma prece. — Eu… eu vou gozar…
Ela não parou. Pelo contrário: sugou com mais força. E foi o suficiente.
Eu gozei. Muito. Gritei, o corpo inteiro tremendo, e jorrei na boca dela. Ela tentou engolir, mas foi demais. A porra escorreu pelos cantos dos lábios, pelo queixo, pingando nos seios. Ela ficou parada, a boca ainda na minha glande, até o último espasmo passar.
Quando se afastou, tava uma bagunça. Cabelo desgrenhado, lábios inchados e brilhantes, o rosto e os peitos cobertos da minha porra. Me olhou. E nos olhos dela não tinha mais dilema. Só rendição. A certeza de que a gente tinha cruzado um ponto de não retorno.
Sentou no chão, exausta, e limpou o rosto com as costas da mão. Wando bateu palmas devagar, um som debochado e triunfante.
— Parabéns, Simone. Você passou no teste. — Levantou e olhou pra todos nós, pra aquela cena de depravação que ele tinha criado. — Agora que a gente quebrou o gelo… a gente pode começar de verdade.
Por Tuga069