TER O PAU GRANDE É FODA, MAS O DURO E QUANDO MINHA MÃE QUER ELE PT 2.



TER O PAU GRANDE É FODA, MAS O DURO E QUANDO MINHA MÃE QUER ELE PT 2.

Um conto erótico de L. Vicente
Categoria: Grupal
Data: 16/09/2026 12:47:11
Assuntos: Curvilínea, Familiar, Gostosa, Grande, Grupal, Incesto, Mãe, Pau, Suruba

O aplauso de Wando ecoou na sala, seco e cruel, quebrando o resto do meu orgasmo delicioso. Minha mãe se encolheu no chão, tentando limpar o rosto com as mãos trêmulas, a porra ainda escorrendo pelo queixo e pingando nos seios dela. A Sabrina continuava de joelhos, cabeça baixa, o corpo mole como um boneco . Eu fiquei ali com o corpo ainda vibrando, o pau começando a amolecer mas ainda dava aquelas fisgadas, a cabeça tentando processar o que a gente tinha acabado de fazer.

Wando se levantou. O corpo magro e escuro se movia com uma confiança quase divina. Não era mais o meu amigo de rua. Era um deus cruel e a gente era as marionetes dele.

— Gelo quebrado né — disse ele coma voz calma, mas carregada de autoridade. Não olhava pra mim. Olhava pra minha mãe. — A parte difícil já passou, Simone. A parte nojenta, a que a sua cabeça dizia que era errada. Isso já se foi.

Ele se ajoelhou na frente dela, sem agressividade, como um confidente. Pegou a garrafa de cachaça e encheu de novo o copo que tava no chão até a boca.

— Agora é a parte fácil. A parte boa. A que o seu corpo pede há muitos anos. — Empurrou o copo na mão dela. — Para de pensar com a cabeça. A cabeça atrapalha. A cabeça tem medo. O corpo sabe. O corpo quer e precisa.

Minha mãe olhou pro copo, depois pra ele. Os olhos vermelhos, perdidos.

— Você é uma mulher linda, Simone. Linda pra caralho. Trabalha o dia inteiro e à noite só tem a TV. Você merece sentir isso. Merece aproveitar um pouco mais. Essa chance não volta. — Passou a mão no cabelo dela, um gesto de posse e consolo ao mesmo tempo. — Aproveita. Deixa a mãe de lado por uma noite. Deixa a Simone, a mulher, sair. Porra, você merece um pouco de prazer né.

As palavras dele eram veneno doce e infiltraste. Exatamente o que ela precisava ouvir. Uma desculpa. Uma permissão. Uma ordem. Um atalho.

Ela olhou pro copo como se fosse poção mágica. Pegou com as duas mãos e bebeu. Não foi gole. Tomou quase metade de uma vez, a cachaça queimando a garganta, limpando as últimas barreiras. Tossiu, o rosto se contorcendo, mas quando olhou de novo pra gente, os olhos estavam diferentes. Claros. Decididos. Famintos.

Ela se levantou devagar, com uma dignidade que eu não sabia que ainda tinha. Ficou em pé no meio da sala, o corpo nu iluminado pela luz azul da TV. Com um movimento rápido e decisivo, puxou a calcinha.

O tecido branco caiu no chão.

E eu vi. Pela primeira vez eu vi a buceta da minha mãe.

Era carnuda pra caralho. Os lábios externos cheios e macios, já inchados e abertos pelo desejo, mostrando um interior rosa intenso, quase vermelho. Os pelos, da mesma cor avermelhada do cabelo, estavam aparados num triângulo limpo em cima do monte. Uma buceta de mulher madura, no auge. E era a minha mãe.

Ela caminhou até mim. Sem hesitação. Sem dilema. Só uma necessidade crua. Empurrou meu peito de leve e me fez cair sentado no sofá. Ficou na minha frente um segundo, me deixando olhar seu corpo, me deixando absorver. Depois ajoelhou, subiu nos meus joelhos e se posicionou em cima de mim.

Pegou meu pau, que já tava duro de novo, latejando. Guiou até a buceta dela. A glande roçou nos lábios lubrificados e a gente gemeu juntos. Era a promessa. Era o começo de algo maior.

Ela começou a descer.

A dificuldade veio na hora. Real. Assustadora. A cabeça entrou e o calor, a contração, a umidade me fizeram perder o fôlego sentindo pela primeira vez uma buceta relando em min. Mas quando tentou descer mais, quando o pau começou a entrar de verdade, ela parou. Um gemido de dor saiu da boca dela. Se apoiou nos meus ombros, o corpo tenso, o rosto contorcido.

— Espera… espera… — ofegava ela. — É… é muito.

Era o meu medo virando realidade dentro dela. O monstro que eu era, machucando a primeira mulher que me deixava entrar dentro. Fiquei paralisado, o pânico subindo.

— Mãe, eu… eu paro. Vou te machucar.

— Não! — gritou ela cortando meu medo. — Não para! — Olhou nos meus olhos com uma determinação feroz. — É só no começo. Deixa eu… deixa eu acostumar faz tempo que não faço isso.

E ela fez. Não forçou. Esperou. Respirou fundo várias vezes, o corpo relaxando aos poucos. Começou a se mexer pros lados, movimento circular, sutil, abrindo caminho, deixando o corpo dela se adaptar ao meu tamanho. Paciência. Inteligência. E uma vontade pura.

Desceu mais um pouco. E mais. A cada centímetro um gemido saía da garganta dela, misturando dor e prazer insanos. Eu sentia os músculos dela se abrindo, cedendo, me aceitando a cada centímetro. A sensação mais incrível que eu já tinha sentido na vida. Ser grande demais, ser demais, e ao mesmo tempo ser exatamente o que ela precisava.

Até que finalmente sentou. Metade do meu pau dentro dela. Ficamos parados, conectados, suando, ofegando. O rosto dela colado no meu, o hálito cheirando a cachaça.

— Agora… agora tá bom — sussurrou no meu ouvido. — Agora… mexe.

Eu me mexi. Comecei a foder minha mãe. Devagar. Com cuidado. Cada estocada era uma descoberta. Eu sentia cada centímetro deslizando dentro dela, as paredes se contraindo, o clitóris roçando na base do meu pau. Ela se mexia junto, um ritmo que a gente achou no meio da loucura e que nao machucava ela.

Não tinha mais dor. Só prazer. Um prazer tão intenso, tão fundo, que quase doía. O prazer de quebrar todas as regras, de cruzar todos os limites. Eu via minha mãe, a mulher séria e recatada, agora uma deusa selvagem em cima de mim, os seios balançando, o rosto contorcido de êxtase, sussurrando coisas sujas que eu nunca imaginei que ela soubesse.

— Não para… não para, meu filho… fode a mamãe… fode mesmo… seja meu macho...

E eu fodi. Mais rápido. Mais fundo. Até sentir o orgasmo dela chegando. O corpo dela ficou rígido, ela berrou um som animal e a buceta dela começou a pulsar, apertando meu pau com força. Eu fui junto. Gozei de novo, fundo, enchendo ela enquanto ela tremia em cima de mim.

Do outro lado da sala um movimento nos trouxe de volta. Wando tava de pé, puxando a Sabrina do chão. Ela tava vazia, olhos vidrados, como se a alma tivesse sumido. Não resistiu. Era boneca de pano e ele era o dono.

— Acabou a pausa — disse ele, a voz cortando nosso momento. — A noite ainda é jovem. — Puxou a Sabrina pro meio da sala e empurrou ela de joelhos. — E você, minha putinha, ainda me deve uma rodada.

Não foi bruto. Foi pior. Foi indiferente. Ajoelhou atrás dela sem cerimônia e enfiou o pau de uma vez, seco e rápido. A Sabrina soltou um grunhido de dor e submissão, mas não se mexeu. Ficou de quatro, recetáculo pro prazer dele, enquanto ele metia com ritmo cruel e constante, as bolas batendo na bunda dela, a buceta fazendo barulho molhado a cada estocada.

Mas minha atenção não tava neles. Tava na minha mãe.

Ela se mexeu em cima de mim, um sinal claro.

— Sai… — sussurrou, a voz fraca mas firme. — Deixa eu… deixa eu respirar.

Me afastei. Meu pau saiu dela com um som úmido e vergonhoso, a porra escorrendo pela coxa dela. Sentei ao lado no sofá, o corpo mole, a cabeça confusa. Ela se sentou, as pernas fechadas, os seios subindo e descendo com a respiração. Olhou pra cena no chão — Wando fodendo a Sabrina como animal — e depois olhou pra mim. Nos olhos dela o dilema tinha voltado. Mas era outro. Não era mais certo e errado. Era corpo contra mente. O corpo tinha provado o fruto proibido e gostado. O corpo queria mais. A mente começava a gritar: “O que você fez? Você fodeu o seu próprio filho!”

Ela se levantou, um pouco trêmula, e foi até a mesa. Pegou a garrafa de cachaça e bebeu direto do gargalo, um gole longo e desesperado, tentando afogar a consciência. Ficou de costas pra mim e eu vi as marcas dos meus dedos nas costas dela, a pele vermelha onde eu tinha agarrado.

Virou. O olhar tava diferente. Mais selvagem. Mais decidido. Voltou pro sofá, mas não sentou ao meu lado. Ficou de pé na minha frente, pernas abertas, mãos na cintura, como uma deusa guerreira.

— Deita.

Obedeci sem questionar. Me deitei de costas no sofá, o pau duro apontando pro teto, um monumento pra depravação.

Ela subiu em cima de mim de novo. Dessa vez sem pressa. Se posicionou, mas não desceu. Ficou assim um tempo longo, me deixando sentir o calor dela, a umidade, a promessa. Olhou nos meus olhos e eu vi a transformação. A Simone, a mãe, se despedaçando. E do meio dos cacos nascia outra mulher. Uma que eu nunca tinha visto.

Começou a descer. A dificuldade voltou, mas agora era diferente. Era uma dificuldade que ela buscava. Uma dor que ela abraçava e queria.

Desceu devagar, muito devagar, deixando cada centímetro do meu pau abrir, esticar, preencher. Parou quando tinha metade dentro. Um gemido longo e baixo saiu da garganta dela, puro sofrimento e puro prazer. O corpo tremeu e eu vi os músculos da barriga se contraindo.

— Ah… caralho… — gemeu, a voz rouca, quase irreconhecível. — É… é grande demais…Delícia...

Tentou descer mais e o rosto se contorceu numa máscara de dor. Se apoiou no meu peito, as unhas cravando na pele.

— Não… não consigo… — choramingou. — Me arde… me rasga…

Mas não subiu. Ficou ali, com mais da metade do meu pau dentro, sofrendo. E eu entendi. Ela não queria que fosse fácil. Queria sentir o tamanho, a dor, a proibição. A dor era a prova do que ela tava fazendo. A dor tornava tudo real.

Começou a se mexer pros lados, mais intenso, mais desesperado. Se abrindo, se forçando, se entregando. O rosto perto do meu, olhos fechados, boca aberta, e a cada gemido uma gota de suor caía no meu rosto.

— Não para… — sussurrava, mais pra si mesma. — Não para… porra… não para…

Desceu mais. E mais. Até que finalmente sentou de novo. Todo o meu pau engolido.

Ela gritou. Um grito alto que ecoou na sala, dor e vitória misturadas. O corpo ficou tenso, arqueado, lágrimas escorrendo. Não eram de tristeza. Eram de êxtase.

Começou a pular em cima de mim. Sem cuidado. Sem hesitação. Fúria. Desejo. Uma mulher que tinha quebrado todas as correntes e agora tava livre pra se corromper. Se apoiava nos meus ombros, os seios balançando selvagens, o corpo inteiro suando, gemendo sem parar, uma mistura suja e sagrada.

— É meu… — gritava. — Esse pau é meu. Entendeu? É da sua mãe!

E eu entendi. Eu não tava mais fodendo minha mãe. Ela que tava me fodendo. E eu nunca tinha me sentido tão vivo na porra da minha vida.

Por Tuga069


                                


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Ficha do conto

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Nome do conto:
TER O PAU GRANDE É FODA, MAS O DURO E QUANDO MINHA MÃE QUER ELE PT 2.

Codigo do conto:
272970

Categoria:
Grupal e Orgias

Data da Publicação:
23/09/2026

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