A Filha do Dono do Bar



Eu frequentava um bar em SBO que se chamava Casa do Pastel. Era o nosso ponto de encontro. A gente passava horas ali, bebendo e jogando sinuca até dar o horário de ir para algum clube da cidade ou de Americana. O dono do bar era muito gente boa, assim como o filho dele. Mas tinha a filha… uma gracinha: loirinha, baixinha, magrinha. Um verdadeiro tesãozinho.
Eu nunca tinha olhado para ela com segundas intenções, até que num sábado um amigo me alertou:
— E aí, Carlos… Já reparou que a filha do Chiquinho é doidinha por você?
— Tá louco? A garota é novinha, acha mesmo que vai dar bola para um cara como eu? Tá viajando?
— Então tá. Presta atenção e repara bem para você ver — ele disse, rindo.
Passei a observar. Realmente, toda vez que eu olhava, ela estava me encarando. Às vezes, dava até aquele sorrisinho de canto de boca. Eu ainda tinha um certo receio de tentar algo e ser só coisa da minha cabeça — e, de quebra, arrumar um problema enorme com o pai dela. Mas fiquei esperto.
No domingo seguinte, encostamos lá depois do almoço, como de costume. Começamos a jogar sinuca valendo cerveja. Aos domingos, o pai e o irmão sempre ficavam no balcão, mas naquele dia em específico só estavam ela e a mãe. Se não me engano, os dois tinham viajado.
O clima estava diferente. A gente conversava e ela parecia bem mais solta. Em certo momento, quando passou do meu lado para levar cerveja para o pessoal da calçada, não me segurei. Olhei bem no olho dela e mandei:
— Nossa, você tá linda demais hoje, hein? Desse jeito eu não aguento… Vou acabar me apaixonando!
Ela deu um sorriso, me deu um tapa brincalhão no braço e soltou:
— Nossa, você é muito tonto mesmo, né?
Mas o brilho no olho entregava: ela tinha adorado. Meu amigo, só de olho, ria da situação. Passei a tarde toda provocando, e ela retribuindo cada jogada de charme.
Quando o fim da tarde foi chegando e o céu começou a escurecer, eu já tinha largado o taco. Ela se aproximou, olhou no meu olho e disse, baixinho:
— Carlos… você não quer ir ali comigo?
Sem entender direito para onde ela estava me levando, apenas a segui. Era uma rua atrás do bar, sem saída, que dava no muro do clube. Um lugar quase sem movimento, com pouquíssimas casas. Para melhorar, tinha uma árvore enorme ali que deixava tudo no breu conforme a noite caía.
Ali no escuro, entendi que o objetivo não era ir a lugar nenhum. Sem falar nada, puxei a cintura dela para junto do meu corpo e nos beijamos.
Ela estava com um shortinho branco bem curto e uma blusinha leve. Enquanto a gente se devorava naqueles beijos quentes, passei a mão por dentro das roupas dela, sentindo a pele macia do seu peito. Ela, sem timidez, enfiou a mão por cima da minha bermuda e começou a alisar meu pau já ereto, gemendo baixinho no meu ouvido.
O tesão atropelou qualquer juízo. Desci a mão pela bermuda dela, puxei a calcinha de lado e enfiei os dedos. Estava completamente encharcada, quente e babadinha.
— Que gostoso, hein… — sussurrei no ouvido dela.
— Você me deixa assim… — ela respondeu, sorrindo, sem fôlego.
Tinha uma caçamba de entulho bem no final da rua. A gente se encostou atrás dela, praticamente escondidos do mundo. Os beijos ficaram mais famintos. Ergui a blusa dela e comecei a chupar seus peitinhos durinhos enquanto minha mão não parava de trabalhar na sua pepeca molhada. Tudo isso com aquele frio na barriga, de olho na rua para ter certeza de que ninguém vinha.
Ela retribuiu o golpe: enfiou a mão por dentro da minha cueca e começou a me masturbar devagar, com a mão quente, apertando no ritmo certo. A loucura tomou conta. Coloquei meu pau inteiro para fora da bermuda e mandei:
— Dá um beijinho nele…
— Aqui não, Carlos! Alguém pode ver… — ela disse, olhando em volta, arfando.
— Vê nada, não tem ninguém na rua. Sou só eu e você no escuro atrás desta caçamba.
Ela me encarou por um segundo, cedeu e murmurou:
— Só um pouquinho, tá?
Ajoelhou na minha frente e caiu de boca. Que sensação deliciosa… ver aquele pau enorme entrando quase inteiro na boquinha delicada dela no meio da rua. Ela chupava com vontade, fazendo aquele barulho molhado que me deixava louco.
Infelizmente, no melhor da brincadeira, um carro virou a esquina iluminando a rua. Ela se assustou e levantou num pulo. Nos arrumamos rápido. O cara do carro estacionou na casa da mãe dele ali perto e ficou encarando a gente com cara de desconfiado.
Ela ficou com medo do cara contar para o pai dela e pediu para a gente voltar. Naquele dia, a sacanagem parou por ali. Mas aquele pega no escuro, no limite de ser pego, foi bom demais. A gente nem viu o tempo passar: foram mais de 60 minutos daquele esfrega-esfrega inesquecível.
Foto 1 do Conto erotico: A Filha do Dono do Bar


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Ficha do conto

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Nome do conto:
A Filha do Dono do Bar

Codigo do conto:
273119

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
24/09/2026

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