Depois que a Juju me sacaneou (leiam no conto anterior como ela me deixou literalmente na mão, de pau duro, e sumiu), as conversas com ela pelo chat do insta deram uma esfriada. Mas eu tinha certeza que era só a moreninha 'fazendo tipo', sabe como é?, se fazendo de difícil, querendo mudar a própria personalidade, querendo me convencer de que aquela bucetinha rosada não estava mais a fim de ser chupada por mim, não estava mais esperando minha boca, minha língua, meu punho inteiro, meu pau sendo enfiado devagar ou rápido, sei lá como ela vai querer na hora. Eu sabia de tudo isso - sabia que ela continuava a fim de uma transa comigo - e não uma trepada qualquer, que isso ela arranja por aí. Comigo, a moreninha-tentação seria comida como nunca fora na vida! Ela iria gozar até pedir pra parar - o que eu duvidava, porque a garota, vinte aninhos deliciosos, peitos suculentos, aquela cor de pele (vejam nas fotos aí embaixo, são da própria Juju, ela mandou pra mim, como faz de vez em quando, só pra me aguçar o tesão, como se fosse necessário), aquelas coxas que a gente quer segurar enquanto mete por trás, aquela bundinha redondinha, linda, que deve ser chupada de cada lado, cada banda a língua passeando sem pressa nenhuma, enquanto a rola vai e vem pela boca dela, e depois vem descendo, passando entre os seios maravilhosos, e volta a subir de novo, pra que ela saboreie como se fosse um picolé, daqueles dias de verão em que a gente não quer tomar o sorvete, quer mesmo é passar a língua bem devagar, vendo, sentindo ele derreter debaixo do calor de 40 graus, o pau ficando duro nas calças enquanto a gente segura a Juju, a moreninha deliciosa, pela cintura e traz para um beijo e passa a mão na bundinha dela, e desliza um dedo ou dois pra dentro do elástico da calcinha e daquele shorts jeans que ela adora usar. Mas era isso. Juju tinha escapado, a putinha tinha dado um jeito de sumir, só pra me deixar com vontade ainda maior. Passei duas semanas loucas, de punhetas pensando nela, depois daquele domingo em que ela desapareceu da minha vista, nós dois em pé, nos fundos da igreja, enquanto a crentaiada cantava desafinado pra cacete e a Juju, lá entre as mulheres, começava a alisar a própria bucetinha, enquanto eu, do lado de cá, junto dos homens, passava a mão por cima da calça e alisava meu pau, sentindo a carne crescer sem tirar os olhos da Juju. Mas foi só uma piscada, juro que foi só uma piscada, e a moreninha sumiu da minha vista. Desespero total. Putinha! Fiquei acompanhando o contoseroticos.com todo dia, só pra ver se ela escreveria alguma coisa que pudesse ter qualquer 'conexão' comigo. Nada. Não pude ir ao culto que ela frequenta - modo de falar, frequenta porra nenhuma, ela vai lá só pra catar os 'irmãos' casados, maduros, do jeito que ela gosta e goza - por duas semanas. Mas na terceira semana, no terceiro domingo após a fuga dela, bati ponto logo cedo. O culto começava às 8h, eu já estava perto da igreja logo depois das 7 da manhã. Estacionei por ali, perto de umas árvores a uns 20 metros da entrada da igreja, mas de uma posição que via a porta de entrada principal. Eu sabia que ela viria de ônibus ou de uber, fiquei ligado nisso. Umas 7 e 40, a moreninha desceu de um Ônix preto, vi quando arrebitou a bunda pra sair do carro, vi as pernas suculentas, notei o sorriso que a putinha deu pro motorista. Saí rápido do meu carro, em dois segundos estava ao lado dela, daquela princesinha de vinte aninhos que gosta de caras maduros, grisalhos, barriguinha. Como eu. "Oi, Juju, que legal te ver logo cedo, hoje não tem culto, sabia?" A vadiazinha entendeu logo, mas o problema, eu saquei depois, é que ela gosta de ser a caçadora, fica incomodada quando não toma a iniciativa. Naquele dia, Juju era a presa. Peguei pelo braço dela, dando um beijinho que eu queria no canto daquela boca deliciosa, disse um 'Vamos passear comigo, vem...", sem perguntar nada, não era um convite, era uma trepada do jeito que eu queria. Levei ela para um motel ordinário, do jeito que sei que a moreninha gosta, daqueles de beira de estrada, com lençóis gastos, mobília feia, TV que não funciona... Ela foi tentando quebrar o gelo no caminho, falando umas besteiras que nem lembro, eu respondi que 'hoje vai ser do meu jeito. Tudo bem?'. Ela mordeu os lábios em resposta, passou a mão pelas coxas, puxou um pouco a saia de crente fajuta pra cima, mostrou as coxas... era tudo o que eu queria, a senha para a felicidade. Passamos pela recepção do motel e, nem bem entrei na garagem e abaixei o portão, dei a volta no carro, brincando de ser cavalheiro (ela continuava sentada), abri a porta pra ela, estendi minha mão, eram gestos aos quais ela não estava acostumada, porque Juju gosta de homens rudes, gente com graxa nas mãos, borracheiros, motoristas... e aqui não falo das profissões não, é só pra que vocês entendam daquilo que ela gosta, das mãos calosas, do cheiro de pau que vem com o mijo misturado, das roupas empoeiras e sujas de quem trabalhou o dia inteiro debaixo de um carro ou trocando pneu, é só isso. Estendi minha mão, ela levantou-se, o portão da garagem já estava fechado, trouxe Juju pra pertinho e ali mesmo, em pé na garagem, fui tirando toda a roupa da crentinha putinha deliciosa. Primeiro tirei a blusa, uma blusa bonita, não tinha nada de ordinário, a moreninha sabia se arrumar para o culto, um tecido lembrando uma javanesa, daqueles que você vai alisando, alisando... Puxei por cima da cabeça com carinho, para não embaraçar nos cabelos, aqueles cabelos maravilhosos que ela tem, de Iracema, de virgem dos lábios de mel, mas ela perdeu a virgindade sei lá há quanto tempo, sei lá se nasceu virgem, essa putinha. Tirei a blusinha e, surpresa, ela usava um top, bancando a recatada pra ir à igreja. Eu continuava segurando a moreninha pela cintura, segurava pela mão esquerda, sentia a respiração dela se acelerando, tirei o top enquanto, agora sim, beijava aquela boca de sonho. Beijava, enfiava a língua lá dentro, passeava pelos lábios da Júlia (esse é o nome dela. Sabiam? Pelo menos é assim que ela se apresenta), comecei a chupar os ombros, o pescoço, a nuca, o top já estava no capô do carro, virei a Juju de costas pra mim, passei a chupar as costas dela enquanto fazia um carinho nos peitinhos, brincando com os mamilos, tudo isso nós dois em pé, ali na garagem, ouvindo outros carros chegando ou saindo, ouvindo as funcionárias levando bandejas pras suítes com o café da manhã. Juju não resistiu, foi se deixando levar pelos meus carinhos, fiquei tateando, encontrei um botão de pressão na saia, virei a moreninha de novo de frente pra mim, abri aquele botão, me agachei e fui descendo a saia dela, enquanto minhas mãos passeavam pelas coxas, pela bunda, pela cinturinha fina, até tirar a saia dela e admirar a calcinha - a putinha estava de calcinha! Pra mim, ela vinha de calcinha. Pros outros, praqueles filhos da puta todos que ela ia procurar pra meter, ela já ia pronta pro matadouro, calcinha pra quê? Pra mim, a putinha estava de calcinha, uma calcinha de algodão, linda, linda, de um amarelo bem clarinho, que só faltei pôr na boca pra engoliar. Mas eu coloquei na boca, passei a língua, cheirei, porque também queria sentir o cheiro daquela bucetinha que, agora, finalmente, tinha aparecido. Deliciosa, toda depiladinha, lábios majestosos (vejam aí a bucetinha linda da Juju). Ela quis começar a brincar com os próprios dedinhos, eu disse 'Não, não, peraí', peguei a moreninha no colo e fui levando pra dentro, me deliciando com aquela carne moreninha que seria minha pelas horas seguintes.
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