Minha Experiência na Prostituição.

Faz um tempinho, que não apareço por aqui, é que a titia está trabalhando muito. Hoje, resolvi contar pra vocês safadinhos, sobre aquela época que eu fiz programas. Não, eu não fiquei anos me prostituindo, foram só alguns meses, para me restabelecer financeiramente, mas meses bem intensos.

Isso é uma confissão. Têm dois motivos, que me fizeram entrar nessa vida. A primeira: por curiosidade, sempre fui bem curiosa. E a segunda: porque estava precisando do dinheiro, depois de me separar do meu ex-marido. A foto abaixo, é antiga, e tirada no bordel onde trabalhei.

Não irei entrar nesse mérito, porque é algo pessoal. Já digo: Não foi nada romântico como vocês imaginam. Eu vi o anúncio num jornal popular, e pensei: “por que não? - Liguei pro número, a dona do prostíbulo se chamava: Flor. – Nem sei se ainda está viva.

Ela falou seco comigo, me perguntou se eu era solteira, porque não aceitava mulheres comprometidas, perguntou; se não tinha doença, se estava só pelo dinheiro. Conversamos uns minutos. Ela me disse o valor por cada atendimento, o horário e o endereço.

Fiquei o dia e noite inteira pensando na proposta. De madrugada, eu já tinha decidido que ia arriscar.

No dia seguinte, deixei as minhas filhas na escola de carro, e de lá, fui. A casa ficava na Rua: Afonso Celso, na Vila Mariana. Na época, não sabia que ali era zona de putaria, tinha outros bordéis na mesma rua, tudo bem discreto.

A dona Flor, me recebeu numa salinha. Ela me olhou de cima a baixo, me mandou tirar a roupa na frente das outras prostitutas presentes. Gostou do meu corpo, do meu rosto, até me elogiou.

Falou que eu era bonita. Perguntou se era àquilo mesmo que eu queria. Respondi “sim”, que já tinha decidido. Falei que poderia trabalhar apenas por 3 horas, expliquei o motivo, por causa das minhas filhas, que na época eram pequenas. Ela não gostou muito, ficou desconfiada, mas aceitou as minhas condições.

A dona Flor, me deu um nome de “guerra”: Cinthia.

Ela me apresentou as outras meninas, não lembro quantas eram, mas tinham: garotas jovens, outras mais velhas. Todas me chamando de Cinthia.

Por fora, eu parecia calma, mas por dentro, meu coração batia acelerado, muita ansiedade, uma sensação de derrota, e talvez arrependimento, até.

Eu me senti um pouco decepcionada comigo mesma, mas o dinheiro em casa estava faltando, meu ex-marido desempregado, a pensão das minhas filhas atrasadas. Foi um período difícil.

Tive que tomar um banho, antes de começar a atender. O banheiro até que era ajeitado. Não usei a minha roupa, usei uma que a dona do bordel me emprestou, me arrumei no quarto e esperei.

E outra coisa que lembro, eram dos gemidos, das pessoas transando no quarto ao lado. A dona Flor que trouxe o primeiro cliente para mim. Era um homem até bonito, uns 50 e poucos anos, não recordo sua fisionomia, mas lembro que ele cheirava a cigarro e cerveja.

Quando a dona do bordel fechou a porta. Ele só quis me chupar no começo, na cama. Senti nojo daquela boca fedida grudada na “Cléo”. Ele me chupou todinha, de cabo, a rabo. E quando foi a minha vez de chupá-lo, coloquei um preservativo no pau do cliente, abri a boca, engoli ele até o talo, baba caindo e tudo.

Ele gostou do meu boquete, segurava minha cabeça e gemia alto, então partimos para a foda. A transa durou cerca de 10, 15 minutos, com direito a sexo anal. Só não gozou em mim, gozou dentro do preservativo. Quando o tempo dele acabou, a campainha tocou, ele se vestiu e saiu do quarto. Não foi ruim, só rápido e sem carinho.

O segundo foi pior. Foi quinze minutos depois. Um cara bem mais velho. Desculpe não lembro a fisionomia de ninguém, mas recordo de que ele cheirava a uísque e tinha a rola meio fedendo. Tive que pedir para ele tomar um banho. Ele reclamou, mas tomou banho.

A transa foi muita rápida, foi toda no “papai e mamãe”. Ele só pôs o preservativo e já começou a me comer, falando “puta gostosa”.

Nem beijo teve, fiquei com o rosto virado para o lado, e ele chupando meus peitos e metendo. Só chupei ele no final. Gozou rápido dentro do preservativo e saiu.

O terceiro foi quase uma hora depois. Nesse intervalo, fiquei olhando para as fotos das minhas filhas, quase chorando.

O cliente, era um estudando magrelo, de uma escola perto do prostíbulo. Era comum ver os garotos uniformizados ali, mas para mim, não, era até loucura. Se a polícia aparecesse, ia todo mundo preso. A dona Flor nem ligava, ela só queria dinheiro.

Não vou dizer a idade desse rapaz com quem eu transei. Na época, eu não sabia, mas ele gastava toda a sua mesada com putas. Ele tinha barba bem ralinha. Fiquei com receio de atende-lo, mas fui, e coloquei tudo nas mãos de “Deus”.

Sei o nome dele, mas não irei colocar aqui. Curiosa, fiz algumas perguntas a ele, como: idade, onde morava, se os pais dele sabia que ele vinha no puteiro. Ele só queria me comer, gozar na minha bunda e vazar, voltando pra sua casa.

Recordo-me, foi o atendimento que mais gostei. Primeiro, ele não era alguém que fedia, apenas um jovem em busca de prazer.

Ele não teve nojo de me chupar, aliás, chupava muito bem. Chupei o pau dele com preservativo. Ele sempre pagava por 30 minutos, e só gostava de uma posição, de quatro.

A transa foi proveitosa, e meteu por trás, buceta e cu, me comeu, até gozar na minha bunda. Transei com ele outras vezes, em outros dias. Esse rapazote, sempre aparecia as quartas-feiras, às vezes, as terças. Tinha dia, que ele aparecia com colegas da escola. Uma vez, ele trouxe o primo para tirar a virgindade, mas não foi comigo, foi com uma outra mulher.

Durante o tempo em que fiquei naquela casa, tirei muita virgindade, como a região é nobre, os rapazotes faziam a festa.

Quando deu 17:00. Avisei a dona, e ela me pagou na hora, troquei de roupa, e voltei para buscar as minhas filhas na escola. Cheguei atrasadíssima, elas ficaram muito bravas comigo, perguntando o motivo do atraso, óbvio que não falei, arrumei outras desculpas.

Meu esquema era assim: Deixar minhas filhas na escola, e ir trabalhar no prostíbulo. Quando elas não tinham aula, arrumava uma desculpa, de que ia fazer faxina numa casa. Isso funcionou por meses, e não me arrependo.

Vocês querem que eu conte mais? Digam aí nos comentários...

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Comentários


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virgem-solitario Comentou em 09/10/2026

Eu geralmente não comento no conto dos outros. Mas, na minha visão, a prostituição é maldosamente relacionada como "tabu" pelas próprias mulheres. Pois se os homens realmente desapegassem das mulheres, fazendo-as se esforçarem o triplo para conquistar desde os amiguinhos no colégio até os empresários ocupadíssimos, haveria uma reorganização mais natural da sociedade. Só que a conversa já entraria em outros rumos; idealização masculina, padrões de beleza por exemplo...

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fernandalacerda Comentou em 09/10/2026

Ex-colega de profissão. 😘

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educontos Comentou em 09/10/2026

ESCREVA ++++++++++ GOSTOSA, SAFADA, CACHORRA

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casaltheoeluna Comentou em 09/10/2026

Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh por isso vc é safada desse jeito, já foi puta. Muito boa a confissão 😱🤭👀

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vitoria35 Comentou em 09/10/2026

cê tinha quantos anos? q corpão, nossa, uau 😮😋

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wagner-nudista- Comentou em 09/10/2026

Vc só teve que fazer isso devido as suas filhas pra poder segurar a barra em casa




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Ficha do conto

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zanaleitte

Nome do conto:
Minha Experiência na Prostituição.

Codigo do conto:
274216

Categoria:
Confissão

Data da Publicação:
09/10/2026

Quant.de Votos:
18

Quant.de Fotos:
1