Quando cheguei em casa naquela noite com as minhas filhas, fui direto para o quarto, e quando abri a bolsa, e vi aquele dinheiro espalhado. Meu Deus… ao mesmo tempo, me senti culpada e aliviada, porque no dia seguinte, paguei a conta de água do mês anterior e a atual daquele mês. Passei no supermercado e mantimentos para casa, e ainda sobrou alguns trocados.
Foi a primeira vez que, eu vi meu bolso cheio, depois de tanto tempo sem dinheiro. Chorei escondida das minhas filhas, sentindo o alívio nas costas tão grande, que até doía.
Naquele mesmo dia, separei uma roupa mais sensual do meu guarda-roupas, para que pudesse usar, almoçamos, deixei as filhas na escola, e fui direto pro prostíbulo.
Lembro desse dia como se fosse hoje. Como, eu era a novidade da casa, passei a atender mais clientes que as outras prostitutas, isso é normal em todos os prostíbulos. Atendi e faturei mais que no primeiro dia. Foi o suficiente pra pagar as contas atrasadas dos meses anteriores e ainda sobrar pra guardar.
A primeira semana foi assim: eu levantava cedo, arrumava a casa, deixava as filhas na escola, ia pro bordel, atendia cliente atrás de cliente, voltava pra casa, contava o dinheiro e ficava aliviada.
Era exaustivo? Sim. Mas, também, era o que tinha. Eu não precisava mais olhar pra conta de luz, de água, do cartão e ficar preocupada com a falta de grana.
Uma lição que aprendi: O dinheiro não vem fácil na prostituição, muito pelo contrário. Você tem que abrir as pernas pra todo tipo de homem. Do bonitinho, do cheiroso, do que fala bonito, e o que fede a cu velho. Já passei por todos. 99%, eu só chupava pau com o cliente de preservativo, muitos tinham o pau fedendo e sujo.
A maioria só para meter, gozar e caía fora. Faturava mais, quando o programa era com anal, porém, nem todos tinham dinheiro.
Lembro de um cliente, ele era mestre de obra preto (pedreiro), que ia lá toda semana. Ele sempre chegava todo arrumado, cheiroso, me tratava muito bem, e pagava ainda melhor.
Tinha um outro, ele era gordão, e era dono de despachante, pertinho do prostíbulo. Não vou dizer o nome, vai que a pessoa ainda tem o despachante. Pegamos amizade. Ele me ajudou a quitar as dívidas do carro no Detran. Ele me dava dinheiro extra, flores, sapatos novos, roupas, bombons, até uma pulseira foleada a ouro, que eu ainda tenho. Mas, nada disso era de grátis, na cama, ele só faltava arrancar meu couro.
Falando a verdade, eu não sentia tesão por quase nenhum deles, porém, eles me ajudaram a faturar e sair da crise econômica.
Tinha cobrador de ônibus, ele frequentava a casa toda sexta-feira, pagava o maior valor só pra comer meu cu. Aliás, o cobrador adorava me lamber sem ter nojo. Ele gozava rápido e saía, mas pagava bem.
Como mencionei no relato passado. Iam os rapazotes, alunos do colégio próximo. Alguns eram figurinhas carimbadas, outros vinham pra perder a virgindade. Eu devo ter tirado o cabaço de uns 10, fácil, fácil. Lembro de um loirinho bem bonito, eu após iniciá-lo, ele voltava sempre, só fazia comigo.
Tinham os aposentados, esses eram o que mais frequentavam o prostíbulo. Esses eram os meus preferidos, mais fácies de arrancar dinheiro. Chegavam o tempo todo. Deixavam a metade da aposentadoria ali.
Eu gosta de um, com certeza já deve ter falecido. Na época já passava da casa dos 70 anos. Ele era bem carinhoso comigo, me fazia chupar o seu com geleia. Depois gozava no meu rosto e ficava feliz. A recompensa vinha a galope. Ele me pagava por fora, era o nosso segredo.
A minha melhor ‘amiga’ da casa, era a Dani, a gente se ajudava muito. Foi a que me ensinou mais truques, de como arrancar mais dinheiro de clientes. Às vezes, a gente dividia cliente, até transamos, porque o cliente pediu. Foi a única que trouxe para casa, que conheceu as minhas filhas.
Foi um período muito perigoso, mas era o que dava pra pagar a escola, a comida e as contas. Com o dinheiro que eu faturava, minha vida começou a melhorar. Conseguia pagar, comprar mais comida, pagar a mensalidade da faculdade do meu mestrado.
Nos fins de semana, levava as minhas filhas para passear no shopping. Comprava roupa, sorvete, pipoca, cinema.
Foi por intermédio da Dani, que saí do prostíbulo, depois de quatro meses. A Dani saiu também. A gente entrou numa agência de ‘modelos’, onde fazíamos programas. De putas, viramos garotas de programas. Atendia em hotéis e motéis, com clientes mais qualificados, com mais dinheiro.
Não precisava abrir as pernas pra qualquer um. Os ambientes eram melhores. Os horários mais flexíveis, e eu ganhava bem mais.
Foram mais 7 meses, nessa agência. Conheço a maioria dos hotéis e motéis da cidade de São Paulo, do mais fuleiro, aos mais sofisticados. Eu não me arrependo de ter sido puta. Foi difícil? Foi humilhante? Sim, mas foi necessário.
Quando, eu terminei meu mestrado em direito, abandonei a prostituição e entrei no escritório de advocacia, que na qual estou até hoje.
E assim, eu termino de escrever, sobre a minha experiência na prostituição. Gostaram? Se sim, deixe seu comentário e vote. Se não gostou, não vai mudar nada na minha vida.
Aqui estão as fotos da época.
Beijos, Zana...




Bom o melhor é que vc conseguiu pagar suas contas, fez tudo pelas filhas e não ficou uma década. O que vale foi a experiência deliciosa mas também triste e o que importa é que vc superou tudo mas espero que ainda esteja fudendo bem com quem vc gosta.
Muito excitante e você teve cabeça para parar e se manter sensual e atraente pós fase GP
puro tesão
Adorei a sua aventura, vamos conversar? fiquei curioso com alguas coisas, sou um coroa safado na faixa dos 60 anos, caso interessar me chame neste email euamoavida2020
És gostosa demais, adorei seu conto.
Mulher linda da porra
Também fui puta, mas eu trabalhei na rua. Sei do que fala quando diz que custou, porque a mim custou horrores. e eu sou crossdresser, não tenho cona, levei com todo o tipo de macho... ganhei dinheiro... mas hoje não sei se voltaria a fazer
como sempre, mais otimo conto
Essa mulher é um FURAÇÃO na cama, TREPA PRA CARALHO, sou prova disso, testemunha, deixou meu pau morto e minhas bolas sem seca sem porra. Saudades Zana💖
Tô xocada q vc foi puta 😮🤤😉