Meu nome é Gael. Na época eu tinha 20 anos e minha irmãzinha de consideração tinha quatorze . Ela era magra, peitos pequenos e firmes, bundinha grandinha e redonda que sempre me deixava louco.
Toda vez que eu e minha mãe íamos dormir na casa do meu padrasto, eles iam pro quarto e eu ficava com ela na sala assistindo televisão. Um daqueles dias ela acabou dormindo no sofá. Vestia um short folgado e uma blusa larga que caía de um ombro. Ela se mexeu tanto dormindo que a blusa escorregou, mostrando o sutiã e o começo daqueles peitos pequenos.
Fiquei de pau duro na hora. Não resisti. Puxei a blusa um pouco mais e comecei a passar a mão por cima do sutiã, apertando os peitos dela. Com a outra mão abri o short e bati punheta devagar. Depois desci até a bunda, apertei pelo short e esfreguei o dedo no cuzinho. Ela se mexeu e quase acordou. Tirei a mão na hora. Por sorte não percebeu nada.
Dois dias depois dormimos no mesmo quarto. Esperei ela roncar de verdade. Levantei, tirei o pau pra fora e fui até a cama dela. Fiquei de joelhos apertando a bunda enquanto batia punheta. Esfreguei o pau pelo short fino, bem no meio da bunda. Em um momento enfiei com mais força e ela acordou. Dei um pulo e me joguei no chão. Ela olhou confusa e voltou a dormir. Tinha dado sorte de novo.
Quando ela voltou da casa da mãe, eu já não aguentava mais só esfregar.
Numa dessas noites ela dormiu fundo, de barriga pra cima, o shortinho subido. Eu me aproximei devagar, puxei o shortzinho pelas pernas e tirei de vez, deixando ela só de blusinha e calcinha. A blusinha tinha subido um pouco, mostrando a barriga. Puxei a calcinha pro lado e fiquei olhando a bucetinha lisinha dela.
Comecei a mexer com o dedo, passando de leve nos lábios, abrindo devagar. Ela estava quente. Fui esfregando o clitóris em círculos lentos. Em pouco tempo a buceta dela começou a ficar molhada, brilhando. Enfiei um dedo devagar, sentindo o aperto, depois outro. Fodia os dedos nela enquanto chupava os peitinhos por cima da blusa, depois puxei o tecido e chupei os mamilos diretos, puxando com a boca, lambendo.
Ela gemia baixinho no sono, as pernas se abrindo sozinhas. Eu continuei alisando, dedando, chupando os peitos pequenos até ela ficar encharcada, a buceta fazendo barulhinho molhado.
Parei um momento, peguei o celular e tirei várias fotos: a buceta aberta e molhada, os peitos à mostra, o shortzinho jogado do lado. Fiz alguns vídeos também, filmando meus dedos entrando e saindo, a baba escorrendo, eu chupando o peitinho dela enquanto ela dormia.
Depois me posicionei entre as pernas dela, segurei o pau duro e encostei a cabeça bem na entradinha. Fiquei ali, só esfregando a glande na boca da buceta molhada, abrindo os lábios com o pau, sentindo o calor. Empurrava um pouquinho, só a cabeça entrando e saindo, sem enfiar tudo ainda. Filmava com uma mão enquanto a outra segurava o pau, mostrando a cabeça sumindo entre os lábios molhados dela.
Ela se mexeu, soltou um gemido mais alto, mas não acordou. Eu continuei naquilo por um tempo, me segurando pra não meter fundo de uma vez. Gozei em cima da buceta dela, jatos quentes caindo nos lábios e no clitóris. Espalhei a porra com o pau e gravei mais um pouco.
Depois limpei o que deu, coloquei a calcinha de volta (ainda molhada) e o shortzinho, e voltei pra minha cama. No dia seguinte ela não comentou nada. Só reclamou que tinha dormido “estranho”.
Eu já estava viciado. E sabia que na próxima noite não ia me contentar só em esfregar a cabeça…