Eu tinha acabado de fazer quatorze anos. Toda semana eu ia na igreja ajudar na limpeza depois da missa das sete. O padre Marcelo era novo na paróquia. Uns 40 anos, alto, voz grave, mãos grandes. No começo era só olhar. Depois virou toque. Um dia eu estava ajoelhado limpando o chão perto do confessionário quando senti a mão dele na minha coxa. Pesada. Quente. Ele não tirou. — Você é muito quieto, meu filho… A mão subiu devagar, passou por dentro da minha perna e parou bem em cima do meu pau. Apertou por cima da calça. Eu traguei seco. Ele riu baixo, perto do meu ouvido. — Não é pecado. Deus fez o corpo pra sentir prazer. Eu só estou… ajudando você a entender isso. Na semana seguinte ele já me puxava pra sacristia com qualquer desculpa. Fechava a porta, me encostava na parede e passava a mão direto na minha rola por dentro da cueca. Masturbava devagar enquanto falava no meu ouvido: — Isso não é pecado. É só carinho. Você está duro… vê? Seu corpo está pedindo. Um dia ele se ajoelhou na minha frente. Abriu meu zíper, tirou meu pau e engoliu. Eu quase gozei na hora. A boca quente dele subia e descia, a língua passando na cabeça, a mão apertando meus ovos. Ele me chupou até eu gozar na garganta dele. Engoliu tudo, limpou a boca com o polegar e sorriu. — Agora você me chupa. Eu ajoelhei. O pau dele era grosso, veioso, cheirando a sabonete e suor. Ele segurou minha cabeça e enfiou. Eu engasguei. Ele não tirou. Fodeu minha boca ali mesmo, gemendo baixo, falando que eu era um bom menino, que Deus ia gostar de ver eu servindo assim. Quando gozou, encheu minha boca e mandou engolir. Eu engoli. Isso virou rotina. Toda semana ele me chupava. Toda semana eu chupava ele. Um dia ele me virou de quatro em cima da mesa da sacristia, abriu minhas nádegas e passou a língua no meu cuzinho. Eu tremi inteiro. Ele chupou, enfiu a língua, cuspiu, enfiou o dedo enquanto me masturbava. Falava o tempo todo: — Isso não é pecado. Seu cuzinho foi feito pra ser beijado… pra ser aberto… pra receber. Eu gozei com o dedo dele dentro do meu cu e a boca dele no meu pau. Passaram-se meses. Ele me nomeou “assistente de sacristia”. Cargo oficial. Agora eu ficava sozinho com ele quase todo dia. Toda tarde ele trancava a porta, me ajoelhava e enfiava o pau na minha boca. Eu chupava até ele gozar. Depois ele me chupava. Às vezes me virava e comia meu cuzinho com a língua até eu tremer. Eu saía da igreja com o gosto de porra na boca e o cu latejando de tanto dedo e língua. Eu já estava viciado. E com medo. E excitado pra caralho. Até que chegou aquele dia. Era uma terça. A igreja estava completamente vazia. Ele me chamou pra sacristia com a voz mais baixa que o normal. Assim que fechei a porta, ele me empurrou de bruços em cima da mesa, puxou minha calça e a cueca de uma vez só até os tornozelos. — Hoje vai ser diferente. Eu senti a cabeça grossa do pau dele pressionando meu cuzinho. Ele estava usando só saliva. Empurrou. A dor foi seca, quente, me rasgando. Eu gritei. Ele tampou minha boca com a mão e meteu tudo de uma vez até os ovos baterem na minha bunda. — Shhh… não é pecado. É só o padre cuidando de você. Ele começou a foder meu cu com força. Cada estocada fundo, bruto, a mesa rangendo. Eu chorava e gozava ao mesmo tempo. Ele me xingava baixinho entre as estocadas: — Cuzinho apertado… putinha da igreja… vai tomar toda a porra do padre… Ele meteu por um tempo que pareceu eternidade. Quando gozou, gozou fundo, jatos quentes enchendo meu cu. Continuou metendo enquanto descarregava, empurrando o leite ainda mais pra dentro. Quando tirou, eu senti o porra escorrendo quente pelas minhas bolas e descendo pelas coxas. Ele me virou, me fez ajoelhar e limpou o pau na minha boca. — Chupa até ficar limpinho. E amanhã você vem de novo. Sem cueca. Eu chupei. O gosto da minha própria bunda misturado com o porra dele. Quando ele saiu da sacristia, eu ainda estava de joelhos, calça no tornozelo, cu arrombado e pingando leite de padre. E eu já sabia que no dia seguinte eu ia voltar.
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