Chineladas da empregada 5



Camila não deixou Vanessa dormir de verdade.
Por volta da 1h da manhã, a empregada já estava de novo entre as pernas da loira, a língua quente e lenta lambendo a buceta inchada e sensível. Vanessa gemeu baixinho, ainda meio adormecida, as mãos se apertando nos lençóis finos do quarto de empregada.
— Shhh… — sussurrou Camila. — Não faz barulho. A casa é grande, mas eu quero te ouvir gemer só pra mim.
Ela subiu o corpo, se ajoelhou sobre o peito de Vanessa e desceu a buceta molhada direto na boca da loira. Vanessa abriu os lábios automaticamente e começou a chupar, a língua entrando e saindo enquanto Camila se esfregava no rosto dela.
— Isso… boa putinha loira. Chupa mais fundo.
Camila gozou devagar, o corpo tremendo, o líquido escorrendo no queixo e no pescoço de Vanessa. Depois desceu, virou a loira de lado e enfiou dois dedos na buceta enquanto o polegar pressionava o cuzinho ainda sensível. Vanessa arquejou, o corpo se contorcendo.
— Amanhã você vai sorrir pro seu marido. Vai beijar ele. Vai deixar ele te comer se ele quiser. Mas enquanto ele estiver dentro de você… vai estar pensando em mim. Entendeu?
— Sim… dona… — gemeu Vanessa, a voz embargada.
Camila fodeu a loira com os dedos até ela gozar de novo, o corpo mole, as pernas trêmulas. Só então se deitou atrás dela, abraçando-a por trás, a mão pesada descansando entre as coxas de Vanessa, os dedos ainda brincando preguiçosamente.
Elas dormiram assim, coladas, o cheiro de sexo impregnando o quarto pequeno.
Às 7h da manhã o despertador do celular de Camila tocou baixo.
Vanessa acordou com a boca seca e o corpo dolorido de prazer. Camila já estava em pé, se vestindo com calma.
— Levanta. Cozinha. Nua. Agora.
Vanessa obedeceu. Desceu as escadas descalça, o corpo inteiro exposto, as marcas dos dedos e dos tapas ainda visíveis na bunda e nas coxas. Na cozinha, se ajoelhou no chão frio enquanto Camila preparava o café.
A empregada colocou a xícara no chão, bem na frente de Vanessa.
— Bebe. De quatro. Sem usar as mãos.
Vanessa abaixou a cabeça e bebeu o café quente diretamente da xícara, a postura humilhante fazendo a buceta latejar de novo. Camila observava, os braços cruzados, o sorriso satisfeito.
Quando Vanessa terminou, Camila se aproximou por trás, puxou o cabelo loiro e enfiou dois dedos na boca dela.
— Limpa. Depois eu deixo você se vestir.
Vanessa chupou os dedos com dedicação. Camila tirou a mão, deu um tapa seco na bunda da loira e disse:
— Sobe. Toma banho. Coloca um vestido bonito. Sem calcinha. Quero que você sinta o ar frio o dia inteiro.
Vanessa subiu. No banho, a água quente escorria pelo corpo marcado. Ela se tocou sem querer, os dedos deslizando pela buceta ainda sensível, e gemeu baixinho lembrando da língua de Camila.
Às 9h o carro do marido parou na frente da mansão.
Ricardo, 42 anos, alto, bem-sucedido, entrou pela porta da frente com a mala. Vanessa desceu as escadas de vestido claro e fluido, o cabelo solto, o sorriso treinado no rosto.
— Amor! Que bom que você voltou.
Eles se beijaram. O beijo foi longo. Ricardo apertou a bunda dela por cima do vestido e murmurou:
— Sentiu minha falta?
Vanessa engoliu em seco. Por baixo do tecido fino, ela estava completamente sem calcinha, a buceta ainda úmida da noite anterior.
— Muito — mentiu, a voz suave.
Camila apareceu na porta da cozinha, o avental branco impecável, o olhar baixo e respeitoso.
— Bom dia, senhor. O café está pronto.
Ricardo sorriu para ela, sem suspeitar de nada.
— Obrigado, Camila. Como sempre eficiente.
Os três foram para a cozinha. Vanessa se sentou à mesa. Camila serviu o café, e quando passou atrás da cadeira de Vanessa, a mão negra deslizou sutilmente pela coxa nua da loira, por baixo da mesa, os dedos subindo até quase tocar a buceta descoberta.
Vanessa prendeu a respiração. O marido falava sobre a viagem, sobre reuniões, sobre o trânsito. Camila continuava servindo, a expressão neutra, mas os dedos apertavam de leve a parte interna da coxa de Vanessa, lembrando-a exatamente de quem mandava.
Quando Ricardo se levantou para ir ao banheiro, Camila se inclinou e sussurrou no ouvido da loira:
— Hoje à noite, depois que ele dormir… você vem pro meu quarto de novo. E se ele te comer antes… você goza pensando em mim. Ou eu mostro as fotos.
Vanessa apenas acenou com a cabeça, o rosto quente, a buceta latejando sob o vestido.
Camila se afastou, pegou a xícara vazia e saiu da cozinha como se nada tivesse acontecido.
Vanessa ficou sozinha à mesa por alguns segundos, o coração acelerado, as pernas apertadas uma contra a outra.
O marido voltaria do banheiro a qualquer momento.
E a noite ainda estava longe.
Mas ela já sabia que, de um jeito ou de outro, Camila a usaria de novo.
Continua.

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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico alemaofofoqueiro

Nome do conto:
Chineladas da empregada 5

Codigo do conto:
275117

Categoria:
Sadomasoquismo

Data da Publicação:
20/10/2026

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