Roxane sempre foi baixinha, peituda, bunduda e peluda. Desde os trinta anos o corpo dela gritava desejo: seios pesados que saltavam do sutiã, uma bunda redonda e firme que balançava a cada passo, e aquela densa pelugem negra entre as pernas e sob as axilas que ela nunca raspava. O marido trabalhava o dia todo e ela, sozinha em casa, descobriu que a carne quente e suada de outros homens a fazia se sentir viva. Aos trinta e dois começou com o padeiro. Todas as manhãs ele deixava o pão quente na porta. Um dia ela abriu só de camisola, os seios quase saltando. Ele entrou, fechou a porta e a empurrou contra a mesa da cozinha. Roxane abriu as pernas, a buceta peluda já escorrendo. O padeiro enfiou o pau grosso e cheirando a fermento fundo nela, gemendo enquanto ela enfiava as unhas nas costas dele. Gozo quente escorrendo pela coxa, ela limpou com o pão e riu. Depois veio o pedreiro, quando a casa precisou de reforma. Roxane tinha trinta e oito. Ele trabalhava de camisa aberta, peito suado e cabeludo. Numa tarde de calor ela foi oferecer água de shortinho e top. Em minutos ele a tinha de quatro no chão de cimento ainda fresco, a bunda empinada, a buceta peluda engolindo o pau grosso e sujo de poeira. Cada estocada fazia os seios balançarem pesados. Ele gozou dentro, e Roxane ficou ali, de joelhos, sentindo o porra escorrer misturada com o suor e a areia. Aos quarenta e cinco foi a vez do mecânico. O carro quebrou na frente da oficina. Roxane, de vestido curto, sentou no banco do passageiro enquanto ele “verificava”. Em segundos a mão dele estava sob o vestido, dedos grossos abrindo os lábios peludos. Ela subiu no colo dele, enfiou o pau engraxado dentro dela e cavalgou ali mesmo, no banco sujo de óleo. Os seios saltavam para fora, a bunda batia com força, e o cheiro de graxa misturado ao cheiro dela a deixava louca. Gozo escorrendo pelo banco do carro, ela voltou para casa sorrindo. O jardineiro apareceu quando ela tinha cinquenta e dois. Toda semana ele podava as plantas do quintal. Roxane, de biquíni, se deitava na espreguiçadeira. Um dia ele se aproximou, já de pau duro sob o short. Ela se ajoelhou na grama, engoliu o pau suado e cheirando a terra, depois se deitou de costas, as pernas abertas, a densa pelugem brilhando ao sol. Ele fodeu-a fundo, segurando as coxas, enquanto ela gemia alto, os seios pesados balançando. Quando ele gozou no peito dela, Roxane esfregou o porra nos seios e riu. Aos cinquenta e oito chegou o açougueiro. Toda semana ela ia buscar carne. Um dia ele a convidou para o fundo da loja. Entre as carcaças penduradas, Roxane se apoiou na mesa de corte, o vestido erguido. O açougueiro, mãos ainda manchadas de sangue, enfia o pau grosso na buceta peluda e molhada. Cada estocada fazia a mesa tremer. Ele a virou, enfiou de trás, segurando a bunda grande, e gozou fundo, o porra escorrendo misturado ao cheiro de carne crua. E aos sessenta e cinco, ainda peituda, bunduda e peluda, Roxane conheceu o lixeiro. Toda manhã o caminhão parava na frente de casa. Num dia de chuva ela o chamou para dentro “para se secar”. Em minutos ela estava de quatro no sofá, a bunda empinada, a buceta peluda aberta. O lixeiro, cheirando a lixo e suor, fodeu-a com força, as mãos grandes apertando os seios pesados. Roxane gemia como uma puta, pedindo mais, mais fundo. Quando ele gozou dentro, ela ficou ali, de joelhos, sentindo o porra escorrer pela coxa, sorrindo para o espelho. Dos trinta aos sessenta e cinco, Roxane nunca parou. Cada homem sujo, cheirando a trabalho, a fazia se sentir desejada. E a cada gozo, a baixinha peituda, bunduda e peluda descobria que a traição era o único prazer que realmente a enchia.
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