Às 21h50 Vanessa já estava nua no corredor do segundo andar. O coração batia forte. O corpo ainda carregava as marcas da tarde: a bunda levemente vermelha, a buceta sensível, o cuzinho latejando. Ela parou em frente à porta do quarto de Camila e bateu suavemente com os nós dos dedos. A porta se abriu. Camila estava de pé, só de camiseta preta larga que mal cobria a bunda. Os seios pesados se moviam sob o tecido. Sem dizer uma palavra, ela apontou para o chão. Vanessa se ajoelhou imediatamente, as mãos sobre as coxas, a boca já entreaberta. — Boa menina — murmurou Camila, a voz baixa e satisfeita. — Abre mais. A loira obedeceu. Camila levantou a camiseta, revelando a buceta já úmida, e avançou até a boca de Vanessa. A ponta do clitóris tocou a língua da patroa. — Chupa. Devagar. Quero sentir cada segundo. Vanessa começou a lamber e chupar com dedicação. A língua percorria os lábios escuros, o clitóris inchado, entrava e saía. Camila segurou o cabelo loiro com as duas mãos e começou a se mover, fodendo a boca de Vanessa com a buceta, gemendo baixo. — Isso… mais fundo. Usa a língua. Você sempre falou que eu era suja… agora limpa direito. Vanessa engasgou algumas vezes, saliva escorrendo pelo queixo, mas não parou. Camila gozou primeiro, o corpo tremendo, o líquido escorrendo direto na língua e na garganta da loira. Vanessa engoliu tudo, ofegante. Camila a puxou pelo cabelo até a cama estreita do quarto de empregada. Deitou de costas e abriu as pernas. — Senta na minha cara. De costas. Quero que você se esfregue até gozar enquanto me chupa. Vanessa obedeceu, se posicionando em 69. A bunda branca desceu sobre o rosto negro de Camila, a buceta molhada encontrando a língua faminta. Ao mesmo tempo, Vanessa abaixou a cabeça e voltou a chupar a buceta da empregada. As duas gemiam, o quarto pequeno se enchendo do cheiro de sexo. Camila chupava e dedava o cuzinho de Vanessa ao mesmo tempo, enquanto a loira se esfregava desesperada no rosto dela. Vanessa gozou primeiro, o corpo se sacudindo, o líquido escorrendo no queixo e no pescoço de Camila. A empregada não parou. Continuou lambendo e chupando até Vanessa gozar de novo, as coxas tremendo. Depois Camila a virou, puxou a loira para cima dela e a fez sentar na buceta, esfregando as duas juntas, clitóris contra clitóris, molhadas e quentes. — Olha nos meus olhos enquanto goza — ordenou Camila, apertando a bunda de Vanessa com força. Vanessa obedeceu. Os olhos azuis marejados de prazer e humilhação encontraram os olhos escuros da empregada. As duas se esfregaram com força, os gemidos se misturando, até gozarem juntas, o corpo de Vanessa se arqueando para trás, o grito abafado. Quando o tremor passou, Camila a empurrou de lado e se levantou. Pegou o vibrador grosso da gaveta e um cinto de couro que usava às vezes. — De quatro. Agora. Vanessa obedeceu. Camila amarrou as mãos da loira atrás das costas com o cinto e enfiou o vibrador na buceta de uma vez, ligando no máximo. Depois espalhou lubrificante no cuzinho e empurrou dois dedos, depois três, abrindo. — Amanhã seu marido volta. Então hoje eu vou te marcar. Toda vez que ele te comer, você vai lembrar de mim. Ela tirou os dedos e enfiou o polegar mais fundo, enquanto o vibrador martelava a buceta. Vanessa gemia alto, o rosto enterrado no travesseiro, as lágrimas de prazer escorrendo. Camila fodeu o cu dela com os dedos até Vanessa gozar de novo, o corpo inteiro se contorcendo, o grito abafado. Só então tirou o vibrador, desamarrou as mãos e se deitou ao lado dela. As duas ficaram em silêncio por alguns minutos, ofegantes, o suor misturado. Camila passou a mão pelo cabelo loiro de Vanessa, quase carinhosa. — Amanhã de manhã você vai me servir o café da manhã nua, de joelhos, na cozinha. Depois eu deixo você se vestir antes dele chegar. E se ele perguntar alguma coisa… você sorri e mente. Entendeu? Vanessa, a voz rouca e pequena, respondeu: — Sim, dona. Camila sorriu no escuro. — Boa. Agora dorme um pouco. Eu ainda não terminei com você essa noite. Ela puxou Vanessa para perto, a mão pesada descansando na bunda marcada da loira, os dedos já voltando a brincar devagar entre as pernas. Lá fora, o relógio da mansão marcava quase meia-noite. O marido voltaria no dia seguinte. Mas aquela noite ainda pertencia só a elas. Continua
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