Na manhã seguinte, Vanessa acordou com o corpo dolorido e a cabeça latejando. A lingerie rasgada ainda estava jogada no chão. As marcas vermelhas dos dedos de Camila nas coxas e a sensação de ter sido usada até o limite ainda ardiam na memória. Ela tentou se levantar, mas as pernas tremiam. Quando abriu a porta do quarto, Camila já estava ali, de pé, de uniforme completo, como se nada tivesse acontecido. O avental branco impecável, o cabelo preso, o olhar calmo e superior. — Bom dia, senhora — disse Camila, a voz doce demais. — O café da manhã está pronto. A senhora vai tomar na cama… ou de joelhos? Vanessa engoliu em seco. O celular ainda estava com a empregada. As fotos também. — Camila… por favor… Camila deu um passo à frente e fechou a porta atrás de si. — Tira a roupa. A loira hesitou só um segundo. Depois puxou a camisola de seda pelos ombros e deixou cair. Ficou nua na frente da empregada, peitos firmes, buceta ainda inchada da noite anterior. Camila andou em volta dela, devagar, como quem inspeciona uma mercadoria. — Ontem a senhora gozou várias vezes na minha mão. Hoje vai gozar na minha boca. De joelhos. Agora. Vanessa desceu lentamente, o joelho direito tocando o carpete macio, depois o esquerdo. A posição a deixava com o rosto na altura da cintura de Camila. A empregada abriu o zíper da saia preta e a deixou cair. Por baixo não usava calcinha. A buceta negra e molhada já estava à mostra, o clitóris inchado. — Lambe. E dessa vez sem eu precisar sentar em cima do seu rostinho. Vanessa obedeceu. A língua loira deslizou entre os lábios escuros, chupando, lambendo, gemendo baixinho de vergonha e excitação. Camila segurou o cabelo dourado com firmeza e começou a se esfregar no rosto da patroa, usando a boca dela como quisesse. — Isso… mais fundo. A senhora sempre falou que eu era suja. Agora limpa com a língua. Vanessa engasgou quando Camila puxou a cabeça dela para frente, forçando o nariz contra o clitóris. O cheiro forte, o gosto intenso… a loira sentiu a própria buceta pingar no carpete. Camila gozou primeiro, gemendo baixo, o corpo tremendo enquanto escorria no queixo de Vanessa. Depois puxou a loira pelo cabelo até a cama e a jogou de costas. — Abre as pernas. Bem abertas. Vanessa obedeceu. Camila se ajoelhou entre as coxas brancas e, sem aviso, enfiou a língua inteira dentro dela. Chupou o clitóris com força, dois dedos grossos entrando e saindo rápido, curvados. Vanessa arquejou, as unhas cravadas no lençol. — Camila… eu… eu não consigo… — Vai gozar quando eu mandar — respondeu a empregada, a voz abafada contra a buceta molhada. — E vai pedir desculpa enquanto goza. Vanessa durou pouco. O orgasmo veio violento, o corpo se contorcendo, a voz quebrada: — Me… me desculpa… desculpa por te humilhar… desculpa por te tratar como lixo… ahh, Camila…! Camila não parou. Continuou chupando e dedando até a loira gozar de novo, as pernas se fechando em volta da cabeça dela, o corpo inteiro tremendo. Quando finalmente se afastou, Camila se sentou na beira da cama e puxou Vanessa para o colo, de costas para ela. Abriu as pernas da loira e enfiou três dedos de uma vez, fodendo-a devagar enquanto a outra mão apertava um peito firme. — A partir de hoje a senhora vai me chamar de “dona” quando estivermos sozinhas. Vai me pagar o dobro. E toda noite que o seu marido viajar… eu vou te usar. Entendeu? Vanessa, ofegante, só conseguiu acenar com a cabeça. Camila deu um tapa seco na parte interna da coxa dela. — Responde. — Sim… dona — sussurrou a loira, a voz pequena. Camila sorriu, satisfeita. Puxou os dedos para fora, lambendo-os na frente de Vanessa, e depois forçou a boca da loira a abrir para ela lamber também. — Bom. Agora vai tomar banho. E se arruma. Hoje a senhora vai me acompanhar na feira. Vai carregar as sacolas. E se alguém olhar… vai lembrar quem manda agora. Vanessa se levantou de pernas trêmulas. No espelho do banheiro, viu o próprio rosto vermelho, o cabelo bagunçado, a marca dos dedos de Camila ainda visível na coxa. E, pela primeira vez, não sentiu raiva. Sentiu apenas a umidade quente entre as pernas… e o medo doce de saber que aquilo ainda não tinha acabado. Continua
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