Chineladas da empregada 2



Na manhã seguinte, Vanessa acordou com o corpo dolorido e a cabeça latejando. A lingerie rasgada ainda estava jogada no chão. As marcas vermelhas dos dedos de Camila nas coxas e a sensação de ter sido usada até o limite ainda ardiam na memória.
Ela tentou se levantar, mas as pernas tremiam. Quando abriu a porta do quarto, Camila já estava ali, de pé, de uniforme completo, como se nada tivesse acontecido. O avental branco impecável, o cabelo preso, o olhar calmo e superior.
— Bom dia, senhora — disse Camila, a voz doce demais. — O café da manhã está pronto. A senhora vai tomar na cama… ou de joelhos?
Vanessa engoliu em seco. O celular ainda estava com a empregada. As fotos também.
— Camila… por favor…
Camila deu um passo à frente e fechou a porta atrás de si.
— Tira a roupa.
A loira hesitou só um segundo. Depois puxou a camisola de seda pelos ombros e deixou cair. Ficou nua na frente da empregada, peitos firmes, buceta ainda inchada da noite anterior.
Camila andou em volta dela, devagar, como quem inspeciona uma mercadoria.
— Ontem a senhora gozou várias vezes na minha mão. Hoje vai gozar na minha boca. De joelhos. Agora.
Vanessa desceu lentamente, o joelho direito tocando o carpete macio, depois o esquerdo. A posição a deixava com o rosto na altura da cintura de Camila.
A empregada abriu o zíper da saia preta e a deixou cair. Por baixo não usava calcinha. A buceta negra e molhada já estava à mostra, o clitóris inchado.
— Lambe. E dessa vez sem eu precisar sentar em cima do seu rostinho.
Vanessa obedeceu. A língua loira deslizou entre os lábios escuros, chupando, lambendo, gemendo baixinho de vergonha e excitação. Camila segurou o cabelo dourado com firmeza e começou a se esfregar no rosto da patroa, usando a boca dela como quisesse.
— Isso… mais fundo. A senhora sempre falou que eu era suja. Agora limpa com a língua.
Vanessa engasgou quando Camila puxou a cabeça dela para frente, forçando o nariz contra o clitóris. O cheiro forte, o gosto intenso… a loira sentiu a própria buceta pingar no carpete.
Camila gozou primeiro, gemendo baixo, o corpo tremendo enquanto escorria no queixo de Vanessa. Depois puxou a loira pelo cabelo até a cama e a jogou de costas.
— Abre as pernas. Bem abertas.
Vanessa obedeceu. Camila se ajoelhou entre as coxas brancas e, sem aviso, enfiou a língua inteira dentro dela. Chupou o clitóris com força, dois dedos grossos entrando e saindo rápido, curvados. Vanessa arquejou, as unhas cravadas no lençol.
— Camila… eu… eu não consigo…
— Vai gozar quando eu mandar — respondeu a empregada, a voz abafada contra a buceta molhada. — E vai pedir desculpa enquanto goza.
Vanessa durou pouco. O orgasmo veio violento, o corpo se contorcendo, a voz quebrada:
— Me… me desculpa… desculpa por te humilhar… desculpa por te tratar como lixo… ahh, Camila…!
Camila não parou. Continuou chupando e dedando até a loira gozar de novo, as pernas se fechando em volta da cabeça dela, o corpo inteiro tremendo.
Quando finalmente se afastou, Camila se sentou na beira da cama e puxou Vanessa para o colo, de costas para ela. Abriu as pernas da loira e enfiou três dedos de uma vez, fodendo-a devagar enquanto a outra mão apertava um peito firme.
— A partir de hoje a senhora vai me chamar de “dona” quando estivermos sozinhas. Vai me pagar o dobro. E toda noite que o seu marido viajar… eu vou te usar. Entendeu?
Vanessa, ofegante, só conseguiu acenar com a cabeça.
Camila deu um tapa seco na parte interna da coxa dela.
— Responde.
— Sim… dona — sussurrou a loira, a voz pequena.
Camila sorriu, satisfeita. Puxou os dedos para fora, lambendo-os na frente de Vanessa, e depois forçou a boca da loira a abrir para ela lamber também.
— Bom. Agora vai tomar banho. E se arruma. Hoje a senhora vai me acompanhar na feira. Vai carregar as sacolas. E se alguém olhar… vai lembrar quem manda agora.
Vanessa se levantou de pernas trêmulas. No espelho do banheiro, viu o próprio rosto vermelho, o cabelo bagunçado, a marca dos dedos de Camila ainda visível na coxa.
E, pela primeira vez, não sentiu raiva.
Sentiu apenas a umidade quente entre as pernas… e o medo doce de saber que aquilo ainda não tinha acabado.
Continua

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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico alemaofofoqueiro

Nome do conto:
Chineladas da empregada 2

Codigo do conto:
275099

Categoria:
Sadomasoquismo

Data da Publicação:
20/10/2026

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