Chineladas da empregada 3



No final da tarde, Vanessa voltou da feira com as mãos marcadas pelas alças das sacolas pesadas. Camila tinha andado ao lado dela o tempo todo, de uniforme impecável, conversando normal, como se nada tivesse mudado. Mas toda vez que ninguém olhava, a empregada sussurrava no ouvido da loira:
— Anda mais reta. Abre um pouco as pernas quando caminhar. Quero que sinta o ar frio na buceta molhada.
Vanessa tinha obedecido. E agora, de volta à mansão, o corpo inteiro latejava de antecipação e vergonha.
Camila trancou a porta da cozinha e se virou para ela.
— Tira a calcinha. Agora.
A loira obedeceu, o rosto vermelho. Entregou a peça de renda branca, já úmida. Camila guardou no bolso do avental com um sorriso.
— Sobe. Quarto. De quatro na cama. E espera.
Vanessa subiu as escadas com as pernas tremendo. No quarto, tirou o vestido, ficou só de sutiã e se ajoelhou na cama, de costas, a bunda empinada, a buceta exposta e brilhando.
Camila demorou. Quando entrou, já estava nua da cintura para baixo. Segurava o vibrador grosso que Vanessa escondia e um frasco de lubrificante.
— Olha só a patroa esperando que nem uma putinha. Que visão bonita.
Ela subiu na cama atrás de Vanessa e, sem aviso, deu três tapas fortes na bunda branca. O estalo ecoou. Vanessa gemeu, o corpo se sacudindo.
Camila espalhou o lubrificante entre as nádegas e esfregou o polegar no cuzinho apertado da loira.
— Hoje eu vou te foder aqui também. Você sempre me tratou como lixo… agora eu vou te usar como quiser.
Vanessa arquejou quando o polegar entrou. Camila foi devagar, preparando, abrindo. Depois enfiou o vibrador na buceta molhada de uma vez só, ligando no máximo. O gemido de Vanessa saiu alto, abafado no travesseiro.
Enquanto o vibrador pulsava dentro dela, Camila empurrou o dedo indicador no cuzinho. Depois o médio. Vanessa se contorceu, o corpo tenso, mas não pediu para parar.
— Relaxa, loirinha. Você consegue. Você é forte pra gritar comigo… agora vai ser forte pra levar.
Camila empurrou os dois dedos até a base e começou a foder o cu de Vanessa enquanto o vibrador martelava a buceta. A mão livre apertava o cabelo loiro, puxando a cabeça para trás.
— Repete: “Minha buceta e meu cu pertencem à empregada negra”.
Vanessa, a voz embargada de prazer e humilhação, obedeceu:
— Minha… minha buceta e meu cu… pertencem à empregada negra… ahh, Camila…!
Camila tirou os dedos, passou mais lubrificante e enfiou o polegar mais fundo, girando. Vanessa gozou primeiro no vibrador, o corpo inteiro tremendo, a buceta contraindo com força. Camila não parou. Continuou até a loira gozar de novo, as lágrimas escorrendo de excitação.
Quando finalmente tirou o vibrador, Vanessa estava mole, ofegante, a bunda vermelha e brilhante.
Camila se deitou de costas e puxou a loira para cima dela.
— Senta no meu rosto. De frente. Quero ver sua cara enquanto eu te chupo.
Vanessa se acomodou, as coxas brancas emoldurando o rosto negro de Camila. A língua da empregada subiu direto no clitóris inchado, chupando com força. Vanessa gemeu, as mãos no peito da própria, apertando os seios.
Camila chupou e lambeu até Vanessa gozar de novo, o corpo se sacudindo, o líquido escorrendo no queixo e no pescoço da empregada. Só então Camila a empurrou para o lado e se sentou sobre o peito dela.
— Agora você. Lambe tudo limpo. Cada gota.
Vanessa obedeceu, a língua passando pelo clitóris, pelos lábios inchados, chupando o que restava do orgasmo da própria patroa na boca da empregada. Camila segurou a cabeça dela e gozou de novo, gemendo baixo, o corpo tremendo enquanto escorria na boca aberta de Vanessa.
Quando terminou, Camila se levantou, se vestiu calmamente e olhou para a loira ainda deitada, o corpo marcado, o cabelo bagunçado, a respiração acelerada.
— Amanhã o seu marido volta. Então hoje à noite eu ainda não terminei com você.
Ela se aproximou, pegou o queixo de Vanessa e a forçou a olhar nos olhos.
— Às dez horas você vai estar de joelhos na porta do meu quarto. Nua. Com a boca aberta. E pronta pra me chupar até eu cansar. Entendeu, dona?
Vanessa, a voz rouca, respondeu:
— Sim… dona.
Camila sorriu, satisfeita, e saiu, fechando a porta com um clique suave.
Vanessa ficou sozinha na cama, o corpo ainda latejando, a buceta e o cu latejando de uso. E, pela primeira vez em anos, não pensou em demitir a empregada.
Pensou apenas em quantas horas faltavam para as dez da noite.
Continue

Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook



Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Contos enviados pelo mesmo autor


275154 - Mamãe e o sobrinho - Categoria: Sadomasoquismo - Votos: 0
275153 - Mamãe e suas irmãs - Categoria: Incesto - Votos: 0
275149 - Vida de puta - Categoria: Traição/Corno - Votos: 0
275148 - Sala de aula - Categoria: Coroas - Votos: 0
275145 - Meu amigo surrou minha mãe - Categoria: Sadomasoquismo - Votos: 0
275121 - Chineladas da empregada 6 e última - Categoria: Sadomasoquismo - Votos: 1
275117 - Chineladas da empregada 5 - Categoria: Sadomasoquismo - Votos: 1
275107 - Chineladas da empregada 4 - Categoria: Sadomasoquismo - Votos: 1
275099 - Chineladas da empregada 2 - Categoria: Sadomasoquismo - Votos: 2
275071 - Chineladas da empregada - Categoria: Sadomasoquismo - Votos: 5

Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico alemaofofoqueiro

Nome do conto:
Chineladas da empregada 3

Codigo do conto:
275102

Categoria:
Sadomasoquismo

Data da Publicação:
20/10/2026

Quant.de Votos:
1

Quant.de Fotos:
0