Eu estava atrasado de novo. Quando entrei na sala de aula vazia, depois do horário, a única pessoa lá era a mãe do meu colega de classe… a porra da mulher mais gostosa da escola. Dona Helena. Quarenta e poucos, corpo de quem malhava escondido, peitos pesados, bunda redonda e firme, e aquela cara de puta discreta que só as mães casadas têm. Ela estava de saia justa preta e blusa branca, catando uns papéis na mesa do professor. Eu traguei a porta. O clique do trinco ecoou. Ela virou o rosto, surpresa. — O que você ainda está fazendo aqui? Eu não respondi. Só fui andando até ela. Quando ela tentou se afastar, eu já tinha a mão no cabelo dela, puxando forte pra trás. — Cala a boca, putinha. O tapa veio seco no rosto dela. Ela soltou um gemido baixo, meio revoltado, meio excitado. Eu virei ela de costas contra a mesa, puxei a saia pra cima de uma vez e rasguei a calcinha fina. A bunda dela bateu na madeira. Gorda, macia, branquinha. Eu dei o primeiro tapa com a mão aberta, bem no meio, e a marca vermelha já apareceu. — Filho da puta… — ela rosnou, mas não tentou fugir de verdade. Eu dei outro tapa, mais forte. O som ecoou na sala vazia. Depois outro. E outro. A pele dela começou a ficar vermelha e quente. Cada palmada fazia a bunda tremer e o cu dela se contrair. Eu cuspindo na mão e enfiando dois dedos de uma vez na buceta já molhada. — Olha só… a mãe de família já tá escorrendo. Sua puta. Ela gemeu alto quando eu torci os dedos e bati na bunda ao mesmo tempo. Eu puxei o cabelo dela de novo, forçando a cabeça pra baixo sobre a mesa, e abri a calça. Meu pau já estava duro pra caralho, latejando. Sem aviso, enfiei tudo de uma vez. A buceta dela engoliu o pau inteiro num gemido estrangulado. Eu não dei tempo dela se acostumar. Comecei a foder com tudo, batendo a bacia com força, fazendo a mesa ranger. Cada estocada era acompanhada de um tapa seco na bunda ou na coxa. — Toma, porra. Toma na buceta de mãe. Ela tentava se apoiar, mas eu segurava o cabelo e a cintura, usando o corpo dela como se fosse só um buraco quente. O som de pele batendo em pele enchia a sala. Eu puxei ela pra trás, ainda enfiado, e dei uma sequência de palmadas rápidas e fortes até ela gritar: — Ai, porra! Mais forte! Eu ri baixo e obedeci. Bati até a bunda ficar vermelha e quente, depois enfiei o polegar no cu dela sem aviso enquanto continuava fodendo a buceta. Ela se contorceu, gemendo como uma puta, babando na mesa. Virei ela de frente, levantei uma perna dela pra cima do ombro e enfiei de novo, agora olhando no rosto. Cada estocada fazia os peitos saltarem. Eu puxei a blusa pra baixo, soltei os seios e apertei com força, quase machucando. — Diz que é uma puta. Diz. — Sou… sou uma puta… — ela arquejou, olhos marejados de prazer e vergonha. Eu puxei o pau, virei ela de novo e enfiei no cu de uma vez. Ela gritou. Eu não parei. Fodi o cu dela com a mesma força, segurando o cabelo e dando tapa na bunda a cada estocada. A buceta dela escorria pela coxa. Eu meti a mão e esfreguei o clitóris com violência enquanto arrombava o cu. Quando ela começou a tremer e gozar, eu apertei o pescoço dela por trás e continuei metendo sem piedade. O orgasmo dela foi feio, sujo, com ela gemendo e babando. Eu não tirei o pau. Continuei fodendo até sentir os ovos subirem. Puxei pra fora no último segundo e jorrei tudo na bunda vermelha e no cu aberto dela, cobrindo as marcas dos tapas de porra. Ela ficou ali, debruçada na mesa, respirando pesado, a saia amarrotada, a bunda arrombada e suja de porra. Eu limpei o pau na coxa dela e falei baixo: — Amanhã eu volto. E se você não estiver aqui de quatro na hora, eu fodo você na frente do seu filho. Ela não respondeu. Só ficou ali, quieta, ainda tremendo.
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