O sol já estava alto quando meu amigo Carlos chegou em casa. Minha mãe estava sozinha, de shortinho e blusa fina, reclinada no sofá. Eu sabia o que ia acontecer. Eu tinha combinado tudo com ele. — Hoje você vai ficar o dia todo à disposição — disse Carlos, fechando a porta atrás de si. Minha mãe olhou para ele e depois para mim, sem surpresa. Só um leve rubor nas bochechas. Ele a puxou pelo braço e a virou de costas. A mão dele desceu forte na bunda dela. O som seco ecoou pela sala. Ela soltou um gemido baixo, quase de alívio. Carlos não parou. Uma palmada atrás da outra, rítmicas, firmes, marcando a pele macia. A bunda dela foi ficando vermelha, quente, tremendo a cada impacto. — Vira. — ordenou. Ela obedeceu. Ele segurou o rosto dela com uma mão e deu um tapa leve, depois outro mais forte na bochecha. Não o suficiente para machucar de verdade, mas o bastante para fazê-la morder o lábio. Em seguida desceu a mão até os seios. Apertou, ergueu, e bateu com a palma aberta sobre as tetas. O impacto fez os peitos balançarem. Minha mãe arquejou, os mamilos já duros sob o tecido fino. Carlos a fez ajoelhar. Puxou o short para baixo e separou as coxas. A mão dele encontrou a buceta já úmida. Dois dedos entraram sem cerimônia enquanto a outra mão continuava batendo na bunda exposta. Palmadas firmes, espaçadas, cada uma arrancando um gemido mais alto. — De quatro. — mandou. Ela obedeceu imediatamente. Carlos a montou por trás, uma mão firmemente na nuca, a outra acertando a bunda e as costas com palmadas cadenciadas. A pele das costas dela foi ficando rosada. Ele alternava: bunda, costas, bunda de novo. Depois descia a mão entre as pernas e dava tapas leves e molhados direto na buceta, fazendo o som úmido se misturar aos gemidos dela. O dia inteiro foi assim. Na cozinha, ele a empurrou contra a bancada e continuou a surra — bunda, seios, coxas. No quarto, a fez de bruços na cama e cobriu as costas de marcas vermelhas. No banheiro, debaixo do chuveiro, palmadas molhadas na bunda e na buceta enquanto a água escorria pelo corpo dela. Minha mãe não pediu para parar. Pelo contrário: quanto mais ele batia, mais ela se molhava, mais gemidos saíam da boca dela, mais ela empurrava a bunda de volta para a mão dele. Quando o sol começou a se pôr, Carlos a deixou de quatro no meio da sala, bunda e costas todas marcadas, seios sensíveis, buceta inchada e brilhante. Ele passou a mão uma última vez sobre a pele quente e avermelhada. — Bom trabalho — murmurou. Ela só ofegou, ainda tremendo, o corpo inteiro marcado pelo dia de surra.
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