Roxane, 65 anos, minha mãe, estava de quatro no chão da sala, a bunda gorda e flácida erguida, a buceta já escorrendo um caldo amarelado e fedorento. O cabelo grisalho grudado de suor e saliva, o rosto inchado de tantos tapas. Ela era uma cadela imunda, uma puta velha que só sabia gemer e pedir mais. O sobrinho dela — eu — estava atrás, o cinto de couro ainda na mão, a marca vermelha e roxa atravessando as nádegas moles dela. Eu já tinha batido com o chinelo até a sola ficar mole de tanto bater na bunda, nas tetas caídas e até na cara. Depois veio o paddle de madeira: cada pancada fazia a carne tremer e ela gritar, mas a buceta só ficava mais molhada, pingando no chão. — Fala, puta. Quem é você? — eu mandei, puxando o cabelo dela pra trás. — Sou a cadela imunda da sua tia… da sua mãe… a puta que precisa apanhar e ser destruída pelo sobrinho — ela gaguejou, babando. Eu não perdoei. Peguei a palmatória e comecei a bater na sola dos pés e depois de novo na bunda já marcada. Cada estalo fazia ela pular, mas ela empurrava a bunda pra trás pedindo mais. Depois foi o cinto: chicoteadas fortes que deixaram vergões inchados. Eu batei nas tetas também, fazendo os seios pesados e caídos balançarem e ficarem vermelhos. Bati na cara, no peito, e várias vezes bem no meio da buceta gorda e peluda, até ela gritar e gozar só com a dor, um jato fedorento escorrendo pelas coxas. Quando a bunda dela já estava uma massa roxa e quente, eu enfiei o pau grosso de uma vez só. A buceta velha, larga e molhada, engoliu tudo com um som nojento de sucção. Eu fodi sem piedade, segurando as nádegas machucadas e batendo nelas enquanto entrava fundo. Cada estocada fazia a barriga flácida balançar e ela gemer como uma porca no cio. — Destrói essa puta, sobrinho… acaba com essa cadela imunda… — ela pedia, a boca aberta, a língua de fora. Eu virei ela de barriga pra cima, abri as pernas e continuei metendo. Bati nas tetas com a mão aberta, depois com o chinelo de novo. Espalhei cuspe na cara dela e enfiei os dedos na boca enquanto socava a buceta até o fundo. O cheiro de suor, buceta usada e bunda cagada misturado no ar. Eu não parei. Continuei fudendo até a buceta dela ficar inchada, vermelha e babando um caldo branco misturado com o meu porra. Quando gozei, enfiei até o saco e despejei tudo lá dentro. Depois tirei o pau e empurrei a cabeça dela pra baixo. — Limpa, cadela. Chupa tudo que escorreu. Ela obedeceu, lambendo a própria buceta destruída, engolindo a mistura de porra e fluido dela, a língua suja, a cara coberta de saliva e lágrimas. Eu ainda dei mais algumas palmadas na bunda e nas tetas enquanto ela limpava. No final ela ficou estirada no chão, a bunda aniquilada de tanto apanhar, a buceta aberta e vazando, as tetas marcadas, a cara inchada. Uma puta velha de 65 anos completamente destruída pelo sobrinho. Imunda, suja, acabada… e ainda pedindo mais.
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