Após os nossos orgasmo, ele me colocou sentada numa cadeira da mesa da cozinha, e se posicionou atrás de. Se ajoelhou e levou a sua língua até o meu cuzinho, lambendo, beijando, cheirando, enfiando fundo a sua língua. Enfim, fazendo tudo o que um homem que gosta de mulher de verdade, faz quando se depara com um cuzinho feito o meu e que ele já conhecia muito bem. Me dava cada linguada que eu estremecia toda tamanho o tesão. Me lambeu bastante, dai disse que estava morrendo de tesão em me possuir. Nem precisamos nos comunicar quando veio a vontade do sexo anal. Estávamos tão interligados que quase sentimos a vontade um do outro. Ele ficou de pé e foi passando a cabeça da sua picona preta no meu buraquinho rosado, com carinho. Eu sentia as minhas entranhas pegarem fogo a cada movimento insinuante daquela baita cabeça deslizando pra cima e pra baixo no meu cuzinho.
Olhei para trás e vi o seu pauzão, duro, tão duro como antes, aquela cabeça era muito grande, mas parecia um bombom.. Ele agarrou nas minhas ancas e foi enfiando aquela tora no meio de minha bunda, quando a cabeça tocou o meu cuzinho, senti um calorão tremendo, e também um pressentimento de que iria doer quando aquilo entrasse em mim, porque da outra vez já tinha sido assim. Eu, falei: - Jeferson, não sei se aguento tudo isso, seu pau é muito grosso! Da outra vez doeu! E, ele fazendo carinhos nas minhas costas, beijou a minha orelha e disse: - Não se preocupe eu vou meter bem devagarinho sem você sentir nada, somente o prazer em dar a bunda!.
Nesse instante ele foi forçando seu mastro preto contra o meu cuzinho, sua cabeça enorme pedia passagem para dentro de meu cuzinho, tentando abrir as minha preguinhas.
Quando não quis entrar, ele cuspiu na ponta do dedo médio e deu uma esfregadinha de no meu buraquinho. Aí tentou de novo, e eu mordi a toalha da mesa para abafar um grito. Sou do tipo escandalosa, e com aquele exemplar de macho tentando engatar no meu rabo, sabia que ia chamar à atenção de toda a vizinhança. Senti uma dor tremenda, meu cuzinho estava se abrindo, soltei um gemido mais de dor do que prazer, não agüentei, e pensei: - “Ele vai me rasgar, vou parar com isso!” Ai, gato, não vai dar, o seu pau vai rasgar meu cuzinho!. E, ele: Dona Helena, não acredito, agora que esta acontecendo!. E, eu resmunguei: - Não é por nada está doendo mesmo, estou louca para dar meu cuzinho, mas desse jeito vou me machucar de novo! E, ele: - Vamos tentar de outro jeito?. E, eu: - Outro jeito, como assim? Daí ele disse: - Se a senhora empinar sua bunda e chegar mais pra trás na cadeira vai ser mais fácil! E continuei: - Não sei não, mas vamos tentar, vou te dar mais uma chance, mas se doer eu vou parar mesmo, só eu sei como foi difícil da outra vez!. E para acabar com a estória, ele respondeu: - Não vai doer, vai ser bem gostoso, é só levantar a sua bunda, deixando ela bem empinada. Assim eu fiz. Cheguei mais pra trás na cadeira e empinei a minha bunda pra trás. Ele, passava as mãos de leve pelos meus peitos e ia forçando a entrada, eu procurava levantar a bunda pra facilitar a entrada, ele dizia baixinho pra mim: - A cabeça está quase passando e entrando, ai vai doer menos. Posso por um pouquinho mais? Eu balancei a cabeça dizendo que sim...e aquela doce tortura continuou, ele continuou empurrando...empurrando, eu achei que não ia aguentar aquele monstro todo dentro de mim, ele me segurou bem firme pelas nádegas e me disse novamente: - A cabeça esta quase entrando, daqui a pouco vou te dar só prazer, vou empurrar só mais um pouquinho ok? Ele, Parecia saber como eu gosto e fazia do modo certo. Novamente ele disse para fazer tudo igual ao que eu tinha feito da vez anterior...relaxei o máximo possível e procurei não pensar em dor alguma. Ele cuidadosamente foi forçando até que entrou a cabeça, confesso que senti uma pressão mas não dor. Eu relaxei e fiz como da vez anterior, forcei o mastro dele para fora com o cuzinho e entrou mais um pouco, ele passava o dedo no meu clitóris e isto me fazia esquecer um pouco o que ele estava fazendo no meu cuzinho. E novamente tornou a enfiar, ficou parado alguns minutos, para eu me acostumar, e quando ele enfiou mais um pouco percebi que não sentia dor alguma, arrebitei mais a bundinha e isto contribuiu para entrar mais ainda, senti mais uma vez aquela pressão e então parei, ele percebeu e também parou por alguns instantes, começou a mexer bem devagar e eu comecei a mexer também, iniciou um vai e vem bem devagar como se fosse em câmara lenta e eu já começava a gostar da brincadeira, me mexia mais, rebolava mais, até que não aguentei e comecei realmente a gozar, estava uma delicia, falava mil coisas para ele e isto o incitava mais ainda, o vai e vem aumentou no mesmo ritmo que meu corpo pulava para ter dentro de mim todo aquele mastro, até que gozei, gozei gostoso, arrebitando minha bundinha e engolindo aquele mastro todo, me arrepiando todinha. Passei a sentir aquele enorme cacetão preto, duro e grosso, quase saindo e entrando do meu cuzinho que já estava alargado mas, apertando o mastro dele.
Ele gemia muito, podia ser porque o meu cuzinho é muito apertado para a grossura do pau dele, as contrações foram aumentando, sentia cada metida como que fosse me arrebentar por dentro, meu cuzinho tremia de tesão, até que não agüentei mais, comecei a berrar como uma louca e a falar palavras sem nexos, e ele tapou a minha boca com a mão, que coisa mais gostosa é dar o rabo, segurei a toalha da mesa com as duas mãos amassando tentando segurar a emoção, percebi que estava prestes a gozar pelo anus pela primeira vez na vida, vi minha vista escurecer, e senti espasmos fortes no interior do meu rabo, minhas pernas amoleceram, eu estava gozando pelo rabo, as contrações pareciam mastigar o cacetão dele. Só ardia, e eu gemendo, ele começou a meter depressa, abrindo a minha bunda, enfiava a picona sem dó, com força, soltando sons deliciosos de prazer, descrevendo o que estava sentindo: - Nossa! Isso é bom demais, bom demais meu deuussssss, que delícia de rabo apertado que a senhora tem! Isso minha putinha, pisca esse cuzinho, aperta o meu pau, sente ele entrando, pede minha putinha, implora pro teu macho safado te enrabar gostoso. Hum.. Que cuzinho apertado!
Depois, ele socou aquela rolona com tanta força e socava tão rápido que achei que fosse desmaiar de tanto tesão, senti meu cuzinho alagar muito, parecia que estava fazendo cocô de tão aberta que fiquei.
Ah, caralho que tesão!, Eu gemia, rebolava naquele pauzão e o meu macho safado socava, cada vez mais forte e mais rápido. Ele passou a dar tapas na minha bunda, mordiscar as minhas costas e a dizer: - Minha putinha gostosa, toma esse pau na bunda, sente ele la dentro bem no fundo haaaaaaaa...que rabo mais gostoso...geme nessa vara......vem pra mim vem! ahhhhhh.....toma minha puta, vou cravar mais forte. toma engole esse pau com o seu rabo putinha haaaaaaaa! Eu gritava de dor e te prazer ao mesmo tempo, mil, estrelas explodiram ao nosso redor, o gozo que chegava era intenso e maravilhoso, eu jogava a bunda pra trás de encontro a sua picona...eu rebolava pra ele e ele dizia quase aos gritos pra mim: - Gostosa! Puta! A sua bunda é gostosa demais! Fica apertando o meu cacete! Isso arrebita mais quero te arrebentar toda com o meu pau vou deixar você sem andar vários dias gostosa! Você jamais vai esquecer do meu caralho entrando e saindo desse cu, assim como estou fazendo agora! Em seguida, deu um tapão na minha nádega, e falou: - Me desculpe mas, não posso ser carinhoso com você, não agora! Está muito gostoso esse cuzinho! Isso puta safada e gostosa mexe pra mim, rebola no meu cacete assim! Que delícia de cu você tem! Vou querer ele sempre pra mim! Eu também queria gozar, gozar muito e pedia aos gritos pra ele enterrar mais seu caralho na minha bunda e dizia que o meu cuzinho já era dele e fazia tempo! eu só queria ser fodida gostosamente por aquele homem delicioso que estava me arrombando, me comendo o cuzinho feito um cavalo! Estava sendo realizada, sentir e ver um cara como ele de pau grande e grosso comer a minha bunda, teria certeza de que o meu marido iria gozar muito também!
E, ele continuava bombando até o fundo do meu cuzinho, que nessa altura já estava totalmente arrombado. Adorei! Gozei pela primeira vez num anal! Ele comeu até me arregaçar, dizendo que agora o meu cuzinho tinha dono e que agora eu podia me sentir a mulher dele. Não demorou e ele deu um urro me puxando mais ainda com toda a força para o pauzão dele. Daí, ele gozou enchendo o meu cuzinho de porra. Derramou jatos e mais jatos de porra dentro do meu cuzinho e quando ele tirou senti um vazio enorme e a sensação de que havia uma cachoeira entre as minhas nádegas. Estávamos cansados e saciados naquele momento, Jeferson relaxou um pouco mas, levei a mão para trás e não deixei ele tirar o cacete do meu rabo, peguei aquela coisa e voltei ela pra dentro do meu cuzinho, para poder sentir aquela tora ir ficando mole dentro de mim. Ele ficou assim caído com o toráx sobra as minhas costas me abraçando por trás, ofegantes, suados, respiração entrecortada mas, o tesão do momento nós havíamos matado, quando senti que seu pau estava mole dentro de mim pedi a ele que tirasse e fui sentindo pouco à pouco aquele pauzão escorregando pra fora do meu cuzinho que transbordava a porra dele. Ficamos ali um longo tempo conversando e ele me disse que achou que eu não ia aguentar o seu pauzão todo, que ele não estava acreditando que eu aguentei todinho e ainda rebolei na sua vara. Eu acariciei o rosto dele, dizendo: - Ah! Você me deixou viciada nele, sabia? Desde nossa primeira vez, lá na praia eu só pensava em você! Não fique mais longe de mim, por favor! Ele, virou o meu rosto me deu um beijão e respondeu: - Nunca! Quero muito você! Daquele dia em diante, viramos amantes. Mais uma mulher, que não resistiu a beleza de um negro gostoso. Não que não amasse o marido mas, é que sexo é uma coisa muito séria. E todo mundo sabe que negro é sinônimo de sexo. Fomos para o chuveiro e tomamos um banho trocando carinhos. Foi muito bom!
Helena