Depois do João (3)



Levamos ainda uns 40 minutos até chegarmos na casa. Assim que chegamos, noite a rua muito mau iluminada, alguns buracos porque era de cascalho. Parei a camionete e chamei baixinho, ele: - Jeferson! Jeferson. Acorda, que já chegamos! Ele, ainda sonolento abriu os olhos olhando pra mim e eu falei: - Por favor, será que você desce a abri o portão? Peguei as chaves e entreguei na mão dele. O calor estava demais. Ele pegou da minha mão, desceu e foi até o portão! Abriu, em entrei e ele fechou o portão atrás de mim. Parei a camionete, peguei as minha coisas, ajeitei a minha sainha, desci e ele já estava tirando a moto do reboque para guardá-la na garagem conforme o meu marido pediu. Depois me devolveu as chaves. Ele pegou a mochila dele e me acompanhou até a porta de entrada, Entramos, abrimos as janelas, acendemos as luzes, eu liguei os ventiladores (para sair o ar parado ali dentro) e falei pra ele (mesmo porque, não podia dar na pinta que estava querendo ele, né? E, também não sou de facilitar as coisa..rsss): - Jeferson, o quarto de hospedes é daquele outro lado do corredor. Tem um banheiro também, viu? Pode ficar à vontade. Ele se encaminhou pra lá, enquanto eu fui para o lado oposto onde ficavam mais dois quartos e o quarto de casal. Derrepente, ouvi ele me chamar. Cheguei no corredor e ele foi falando: - Dona Helena, será que posso antes de tomar um banho entrar na piscina um pouco, para me refrescar? Depois eu entro e tomo um banho. Eu, ri e respondi: - Claro! Fique a vontade! Sai do corredor e entrei no quarto. Estava exausta da viagem. Tomei um banho, me perfumei e coloquei um babydoll bem pequeno de sêda, branco e transparente que eu tenho, para usar quando esta calor. Vesti uma calcinha minúscula preta e bem cavada com aquele shortinho folgado e aberto nas laterais, a blusinha de cima de alcinhas finas e sem sutiã. Como eu adoro tomar sol as marquinhas ficam aparecendo, além de deixar a minha bundinha mais arrebitada e mostrar as minhas coxas grossas. Em seguida, caminhei pelo corredor e coloquei a minha roupa suada no cesto de roupas. Mandei uma mensagem para o meu marido, dizendo que havíamos chegado, contando tudo durante a viagem e mandei uma foto de como eu estava vestida com aquele babydoll, o meu marido uma mandou mensagem dizendo que quando eu chegasse em casa ia me pegar de jeito, ai falei pra ele pelo whatsap, estou com muito tesão, e ele disse que o cara já devia estar estava apertando o cacete por minha causa, eu sentia um calor percorrer meu corpo, os pensamentos foram longe. Depois de uns 10 minutos, fui pra sala liguei a TV deitei no sofá e recostei a cabeça numa almofada. Comecei a mudar de canal e quando vi que estava passando um filme pornô em um deles, parei e comecei a assistir. No filme, mulher estava cavalgando no pau de um negão apoiada com as mãos no peito dele e gemia feito uma louca. Enquanto ele metia nela, ficava enfiando um dos dedo no cuzinho dela. Depois ele colocou ela sentada no colo dele e não acreditei que ela abria o cuzinho pra agasalhar aquela tora negra inteirinha e não demorou ele entrava e saia todinho deixando ela maluca e ele também. Eu fui ficando excitada com aquilo e não conseguia tirar os olhos da tela. Não demorou pra eu colocar a mão por dentro da calcinha e me tocar. Minha xana estava molhada e eu desejando um cacete dentro dela. Os biquinhos de meus seios estavam durinhos e tocavam o tecido da blusinha do babydool me dando muito tesão. Resolvi desligar a TV e fui na direção da piscina onde o Jeferson estava. Assim que fui me aproximando, notei que ele estava dentro da piscina só de sunga. Percebi que ele não tirava os olhos do meu corpo, me devorando como se fosse um tarado.
Notei um volume se formando por baixo da sunga dele, apesar dele disfarçar. Meu corpo queimava de tanto tesão e apesar de estar ali com ele me olhando como um bicho preste a comer sua presa, eu falei: - Daqui à pouco vou preparar alguma coisa pra gente comer! Você também deve estar com fome, né? Porque eu estou! Vi que ele apertava com uma das mãos, debaixo da água, por cima da sunga uma tora que realmente devia ser grande, grossa e dura. E, ele respondeu: - Ah! Estou sim Dona Helena! Mas não precisa se incomodar! Eu rindo, disse: - Como assim, não preciso me incomodar? Nós estamos com fome, ué? Logo vou prepara alguma coisa, pode deixar! Ele falou: - Bom, então vou tomar um banho pra me trocar e aproveitar que a senhora vai preparar alguma coisa pra gente comer! Eu saindo dali, fui na direção da cozinha e ouvi quando ele saiu da piscina e foi pro quarto dele.
Preparei um lanche farto pra gente, com suco de frutas e fiquei por ali. Mas, depois que ele entrou no banheiro eu percebi que já estava lá a muito tempo, então decidi espiar para ver o que estava acontecendo e para minha surpresa a porta do banheiro dele estava entre aberta e vi ele sentado no vazo se masturbando e cheirando a calcinha suja e suada que eu tinha usado na viagem. Pensei: “O safado, pegou a minha calcinha no cesto pra se masturbar!' A partir daquele momento já não tinha mais duvidas que ele me desejava como mulher e o meu tesão só foi aumentando mais ainda.
Ele, segurava naquela rola enorme, preta, grossa, dura e com a cabeça vermelha. Devia ter sei lá quantos centímetros de comprimento mas, era maior que do João. Deslizava uma das mãos pra baixo e pra cima naquela tora preta apontando pro teto com banheiro e com a outra cheirava e e depois passava a minha calcinha naquele pauzão preto. Não conseguia ouvir o que ele sussurrava mas devia ser alguma coisa com o meu nome. Era tão grosso que não me imaginava, colocando tudo aquilo na minha boquinha. Voltei para a cozinha, bem devagarinho e quando cheguei lá, falei alto na direção do banheiro dele: - Ô, Jeferson...já está pronto, viu? Passado mais ou menos uns 10 minutos ele entrou na cozinha. Quase tive um troço quando o vi. Ele estava sem camiseta, blusa ou camisa só de bermuda. Veio logo dizendo: - Me desculpa dona Helena mais tá muito calor!
Seu corpo era enorme. O Tórax grande só aumentava o volume do seu corpo. Seus braços, pernas, peito grandes e fortes eram uma loucura. Ele ainda estampava uma corrente de prata que brilhava contrastando com a sua pela negra.
Como faltavam algumas coisas pra colocar na mesa, fui até o armário da cozinha para pegar copos e xícaras. Como estavam na parte de cima, tive que ficar na ponta dos pés para pegar. Ele então vendo a minha dificuldade se ofereceu para ajudar, dizendo: - Não se preocupe, pode deixar que ajudo a senhora. Eu, ali ainda segurando os copos para não caírem, senti logo ele se posicionar atrás de mim. Fiquei entre a pia e o corpo dele, encostando as minhas costas no seu peito musculoso e suado, e sentindo aquele cacete duro na minha bunda. Mordi os lábios de tanto tesão quando também senti a respiração quente dele na minha nuca e aquele monumento por baixo da bermuda pulsando nas minhas polpinhas, como se fôsse me levantar e me obrigando ficar na ponta dos pés. Foram alguns segundos apenas mas, ele também roçava seus braços fortes nos meus, levemente, sem me dar motivos para reclamar. E como eu não falei nada, ele encostou mais ainda, fazendo com que os biquinhos dos meu seios ficassem todos durinhos, quase furando a minha blusinha do baby doll. Nós dois ali, em pé, sozinhos, encostando um no outro e o filho da puta fingindo que estava preocupado com os copos. Pra descontrair e me acalmar, falei: - Nossa, muito obrigada! Enquanto eu me abaixada pra sair entre os braços dele que me cercavam e agora seguravam os copos pra mim, senti a minha bunda ir deslizando naquela tora que já parecia mais dura e doida pra encoxar o meu bumbum. A minha calcinha já tava toda molhada, por causa da minha xana e do suor do meu cuzinho.
Não olhei pra trás, mas tinha certeza de que ele estava olhando a minha bunda e com a mão naquela tora por cima da bermuda. Fiquei toda arrepíada e sem noção, me imaginando sendo pega por aquele homem tarado ali na cozinha mesmo. Fui pra a mesa ajeitar as coisas, me acalmar e respirar um pouco de ar fresco porque estava mais perto da janela e da porta. Depois me sentei e ele logo sentou também. Comecei a lanchar e nem olhava pra ele, com uma certa vergonha. Daí, resolvi quebrar o gêlo e disse: - Nossa, Jederson...estou muito cansada da viagem. Você também? Ele, respondeu que também estava e provavelmente iria para o quarto depois do lanche mas, que eu podia ficar despreocupada que ele guardava as coisas, e depois lavava a louça. Eu agradeci, e assim fizemos. Já passava da meia-noite.
Deitei e comecei a cochilar. Tipo 1:30h da madrugada, eu despertei quando ouvi a porta do meu quarto se abrindo devagarinho e eu senti o cheiro dele antes mesmo que ele entrasse totalmente no ambiente. Me forcei a controlar a respiração e acalmar as batidas aceleradas do meu coração para não deixar claro que eu estava acordada. Como eu estava de costas para a porta, ele não podia ver o meu rosto. Mas, havia um espelho na minha direção que me mestrava a silhueta dele na penumbra.
Senti a respiração dele ficar subitamente mais pesada e pausada bem perto de mim, indicando que ele também tinha se aproximado. Eu continuei ali de ladinho, firme, com o coração parecendo uma bateria de escola de samba, mas sem mover um músculo e sem, em qualquer momento, dar sinal de que estava acordada Ele me observava dormir de ladinho e dava pra ver a minha bunda pelo shortinho largo do babydoll e a calcinha toda enterradinha no meu rabinho, pois estava com uma perna esticada e outra levemente dobrada.
Ele esperou um pouco e sentou na cama bem devagar, próximo aos meus pés com o seu pauzão negro pra fora começou a bater uma punheta enquanto passava a mão na minha bunda muiitiiio levemente, quase imperceptível , eu já estava toda molhada, fingi que ainda estava dormindo e facilitei pro rapaz.
Me segurei firme e empinei mais ainda o bumbum e abri mais minhas pernas querendo que aquela brincadeira durasse mais um pouco, mais infelizmente acabou logo, depois dele ter tocado na minha bunda ele se levantou punhetou mais rápido, gozou e saiu correndo pro banheiro pra não sair espalhando porra na casa. Eu tinha acabado de ser homenageada novamente por aquele cara gostoso mas, continuei na minha até o dia seguinte.
Foto 1 do Conto erotico: Depois do João (3)

Foto 2 do Conto erotico: Depois do João (3)

Foto 3 do Conto erotico: Depois do João (3)

Foto 4 do Conto erotico: Depois do João (3)

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Depois do João (3)

Codigo do conto:
273195

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
25/09/2026

Quant.de Votos:
3

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