Depois do João (4)



No dia seguinte, acordei cedo e fui preparar o nosso café. Já estava de buiquíni que por sinal, meu biquini era azul e bem pequeno para ficar com marquinhas pequenas e dar tesão nos que me veem. Ele, logo chegou. Deu bom dia e eu lhe o fereci um café, ele aceitou, mas não conseguia parar de olhar pro meu corpo, e eu não conseguia tira-lo da minha cabeça. O desejo era maior ....eu sentia minha xana encharcar de tesão, queria que ele colocasse aquela mão grossa na minha xana mas, ainda era cedo. Ele sóde sunga e sem camisa, tava muito mais gostoso do que eu podia imaginar. Conversamos um pouco na cozinha e percebi que ele estava excitado, fingi que fui pegar algo no fogão e vi pelo reflexo do espelho ele olhando pra minha bunda e mordendo os lábios e disse que eu estava linda! Só agradeci e ficou por isso. Depois do café, ele foi buscar a moto na garagem, ouvi quando ele ligou e eu sai da cozinha e fui até ele. Daí ele disse: - Vamos, lá? Eu, subi na moto que era grande pra mim e logo ele sentou atrás.
Senti o calor do corpo dele na hora, com aquele baita tórax colado nas minhas costas e o pauzão dele me encoxando. Mesmo sem perceber eu já rebolava me mexendo um pouco com a desculpa de estar me ajeitando no acento. De repente ele mesmo me puxou mais pra perto dele num movimento rápido, e disse: - A senhora tem que sentar assim! Me ajeitando pela cintura, para que eu sentasse direito. Como a moto já estava ligada, ele passou os brações pelas laterais do meu corpo segurando no guidão e colocando as suas mãos enormes em cima das minhas. Depois de passar-mos e o portão se fechar, saímos pela rua até pegarmos uma trilha ali perto. Nós iamos bem devagarinho. Eu quase já estava sentada naquela tora dele porque as pernas dele estavam coladas nas minhas e com o balanço da moto eu ia pra frente e depois pra trás colando mais ainda a minha bunda na tora dele. Após uns 20 minutos mais ou menos andando por uma trilha ele falou: - Agora eu vou descer e a sra. vai sozinha. Aqui é sossegado. Eu, imediatamente respondi: - Nãããoooo! Por favor! Fica aqui em cima comigo! Morro de mêdo de acontecer alguma.
A sra é que manda! Eu na hora falei: - Para de me chamar de sra! Não sou tão velha assim! Bem, fomos nós dois adentrando as trilhas no meio da mata enquanto a moto ia devagar. Ele com uma das mãos na minha cintura e a outra segurando o guidão. Comecei a me sentir mais segura. Eu fazia questão de rebolar discretamente na tora dele por baixo da sua sunga e sabia que ele estava adorando.
Percebi que ele não tirava o olho dos seus peitos, notando os biquinhos duros e empurrando a parte de cima do biquíni para fora e ao mesmo tempo a minha respiração já ofegante. Se ele soubesse que a minha calcinha do biquíni já estava também toda meladinha talvez nem se oferecesse pra descer. Bom, passado cerca de uma hora, eu já pilota a moto sozinha e ele na garupa, me encoxando muito com aquela baita tora. Daí, eu falei pra ele: - Aqui perto tem uma praia pouco frequentada com águas cristalinas, quer ie até lá?
Ele disse: - Opa! Quero sim! Fomos entrando numa trilha no meio da mata, até que o passeio terminou em um uma praia. Ele desceu da moto e me estendeu a mão para me ajudar a descer. Assim que coloquei o pé na areia ele me segurou pela cintura e quando desci senti as curvinhas das minhas polpinhas resvalarem no pauzão dele por baixo da sunga. Aquele meu jogo de sedução, estava me matando de tanto tesão e tinha certeza de a ele também. Só de imaginar ser encoxada já me deixava molhada. Ele largou do meu quadril e fomos caminhando até lá. Estava muito calor e eu não me aguentando falei: - Vou entrar na água! E, deixei o meu corpo todo exposto dentro do meu biquinhinho indecente. Passei por ele e levando a mão na minha bunda, tirei a calcinha do biquíni de dentro do meu reguinho. Percebi que ele então começou a colocar a mão no pau por cima da sunga, como se estivesse ajeitando dentro dela, dava pra ver que estava com um volume imenso. Entrei naquela água morna mas, agradável devido ao calor e depois de uns 10 minutos olhando pra ele sentado ali na margem fiz um sinal e falei: - Vem, Jeferson! Você não vai entrar? Ele respondeu: - Não. Eu fiz carinha com beicinho e ele veio. Quando entramos na água as ondas estavam um pouco fortes e todo momento ele queria me segurar quando vinha uma onda. Eu juro que não enxerguei maldade naquela hora, até que teve um momento que veio uma onda muito forte (parece mais um Gorila em forma de homem) e ele me segurou pelos quadris e eu pude sentir o baita cacete dele por baixo da sunga, que estava muito duro relando na minha bunda. Como ele é enorme e forte demorou pra me soltar e quando ele me largou eu dei uma desculpa de que tinha ficado assustada e saí da água. Enquanto andava pensei que ele não agüentava ficar olhando pra minha bundinha queimada de sol porque ficava me devorando com os olhos o tempo todo.
Então aconteceu o inesperado. Ele saiu da água, veio ao meu encontro, segurou o meu braço me virou travando o meu corpo junto ao dele e podia sentir bem o pauzão dele que ainda estava superduro. Ele, me olhando nos olhos, aproximou a sua boca da minha, me deu um beijão nos lábios mas, bem delicado. Depois passou as mãos nas minhas costas e foi descendo até a minha bunda. Acariciou, de leve, a minha bunda. Fechei os olhos e deixei ele à vontade. Ele, disse: - Me perdoa dona Helena mas, já não meagaunto mais de vontade da sehora. O pauzão dele pulsava dentro da sunga, tocando a minha xana por cima da calcinha do biquíne. Minhas pernas amoleceram. Instintivamente, me afastei dele e falei: - Aqui não! Sou casada e você já sabe! Me puxou e me agarrou de novo me beijou e disse: - Eu quero comer você! A senhora me deixa tarado! Eu só respodi: - Para com isso Jeferson! Me soltei dele e
caminhei na direção do mar. Ele então veio devagar, mas eu não olhei, continuei pulando as ondas com a bundinha arrebitada, cheia de tesão e segurando a parte de cima do biquíni e derepente senti suas mãos tocarem novamente na minha cintura e ele dizer: - Nossa dona Helena você é muito gostosa! E encostou na minha bundinha, me fazendo sentir de novo o enorme mastro dele, me arrepiei, disfarcei para ele não notar, mas fiquei molhadinha, estava muito calor e eu respondi: - Nossa, ta muito quente né? Deixa eu mergulhar! E mergulhei na onda que tinha chegado até nós. Quando parei o lugar não dava mais pé e fiquei mexendo os braços para permanecer com a cabeça fora da água. Ele foi chegando e perguntou: - Ta fundo pra você ai? Eu respondi: - Tá sim! como é horrível ser baixinha! Ele riu e falou: - Deixa eu te ajudar, então. Chegou junto do meu corpo por trás e ficou me encoxando e acariciando com as mãos bem de leve a minha cintura por cima do biquíni enquanto eu aproveitada o movimento das ondas e me mexia e rebolava bem devagarzinho no cacete dele fingindo olhar a paisagem. Às vezes eu encolhia as pernas e percebia que ele também fazia isso pressionando o cacetão nas minhas polpinhas, só pra me fazer sentir aquela coisa enorme atrás de mim. Podia sentir a sua respiração quente no meu pescoço, nos meus cabelos e atrás da minha orelha enquanto a gente boiava. Minha xana já tava molhada e a calcinha do biquíni começou a ficar melada. Assustada eu falei: - Jeferson! O que nós estamos fazendo? Isso não é certo! Ele me juntou com mais força pela cintura e respondeu: - Ah! Dona Jelena, deixa disso! E mais espantada ainda fiquei quando fui sentindo dentro da água, aquele cacete enorme, grosso, imenso fora da sunga dele, entrando no meio das minhas coxas e atravessando elas. Sem saber o que fazer eu podia sentir a cabeça do mastro dele, roçando a tangüinha do meu biquíni e saindo pela frente das minhas coxas. Fazia tanta pressão na minha xana que parecia que ia furar a calcinha do meu biquíni.
Como não havia mais ninguém ali, só um barco de pesca bem longe me deixei levar pelos agarrões e beijos dele. Depois, ele me falou: - Vamos, para a casa? Eu concordei. Subimos na moto, eu na frente (claro) pilotando e ele atrás. Durante o caminho de casa, ele continuou a me agarrar por trás é claro, podia e eu podia sentir todo seu pauzão na minha bundinha. Minha xana estava ensopada de suor e de tesão. Ele beijava a minha nuca, as minhas orelhas e o meu pescoço e aproveitava para ficar falando sacanagens no meu ouvido.
Asim que chegamos, trancamos tudo e entramos. Ele me olhava com uma cara de tarado e passava a mão no pau, por cima da sunga, cada vez mais rápido. De repente ele disse que queria uma chupeta. Fiquei toda molhada e fiz cara de ingênua. Ele disse para eu tirar aparte de cima do biquíni, mostrar os seios e começar a chupar ele. Fiz o que pediu. Ele abaixou a sunga e vi um pauzão enorme saltar pra fora. Me ajoelhei na frente dele, e tentei segurar e tive que segurar com as minhas duas mãos. Como as minhas mãos são pequenas não conseguia abraçar aquela tora com os dedos. Ele segurava a minha cabeça e pedia: - Chupa, gostosa!. Chupa o cacete que vai te foder todinha, chupa!. Fui tentando colocar aquela rola enorme na minha boca mas, sabia que não ia caber. Mesmo assim, faminta comecei a chupar....lambia as bolas, lambia a cabeça...(porque não cabia na minha boca) descia até a base ficava esfregando os meus lábios por toda a extensão daquela vara preta...ele ficava louco.
(Continua)

Helena

Foto 1 do Conto erotico: Depois do João (4)

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Depois do João (4)

Codigo do conto:
273514

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
29/09/2026

Quant.de Votos:
6

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