Agora é o Jeferson (1)

Agora é o Jeferson (1)
Ele me perguntou: - Você já tinha ficado com um negro? E, eu para não dizer a verdade respondi: - Não...Era o que ele precisava ouvir para ficar com tesão de vez... pensou que seria o primeiro negro na minha vida. As carícias se tornaram mais íntimas. Ele tirou o sutiã do meu biquíni, e levou os meus seios a sua boca. Aqueles lábios grossos e carnudos e eu segurava a sua cabeça contra o meu corpo, fazendo ele afundar nos meus seios. Eu, então desabotoei a calça dele e abaixei ela e a cueca branca que ele usava. Segurei com saudade aquela vara preta e comecei a acaricia-la. Aff, que saudade de sentir aquela tora na minha mão, dura, grossa e enorme. Fiz questão de acariciar com muitoo carinho e ele se contorcia. Ele, perguntou: - Tava com saudade? E, respondi: - Muuiitaaa!
Segurei firme nele e como era muito grosso os meus dedos não davam a volta nele faltando quase 1 cm pra encostar um no outro. Batia uma punhetinha pra ele de leve as vezes com as 2 mãos e de tão grande é aquele pauzão que ainda sobrava toda a cabeça pra fora e com certeza ele admirava tanto o seu pau que não parava de falar que tinha 23cm e grosso pra caramba e que ia arrombar minha xana de novo. Sei lá se era isso mesmo mas, que é enorme...ah! Isso é mesmo!
Ele por sua vez tirou a calcinha do meu biquíni e viu a minha xana. Meteu o dedo nela e quase me mijei de tanto tesão. Daí, ele sentou no sofá pequeno que tem lá na garagem eu me ajoelhei e fui colocando na boca naquela vara preta. Foram umas chupadas de derrubar qualquer um. Fiz aquela piroca preta ficar mais dura com a minha boca. Puxei o coro da picona para trás e dei tratamento especial na cabeça do cacetão até endurece-lo ao máximo.
Ele me perguntou qualquer coisa mas, não consegui responder, pois não cabiam mais palavras no momento, a reação dele foi só segurar os meus cabelos enquanto eu o chupava ferozmente.
Daí, ele falava gemendo muito: - Isso!, Chupa, safada. Eu sei que é isso que você quer! - disse ele observando minha reação. Aquelas palavras me deixaram doida. Ele me segurando mais forte pelos cabelos, me empurrou para baixo e gritou comigo: - Chupa mais, sua cadelinha no cio!
Como ele estava sentado e eu ajoelhada e curvada quase entre as pernas dele, o Jeferson deslizou a mãozona enorme pelas minhas costas até alcançar o meu reguinho. De repente, senti o dedo dele tocar o meu cuzinho e quando senti o seu toque fui até o infinito. Cada dedo seu deslizando pela minha pele despertou uma tempestade de sensações que eu jamais imaginei ser possível sentir. O tesão percorreu meu corpo como um fogo selvagem, acrescido de uma fome insaciável que crescia a cada segundo. Meus sentidos ficaram aguçados, meu coração acelerado e em instantes, fiquei mais molhada, entregando uma das minhas mãos na minha xana totalmente entregue àquela explosão de prazer.
Seus dedos roçaram as minhas preguinhas com uma ternura quase reverente, explorando cada centímetro como se descobrisse um território novo e sagrado. Acariciava com a suavidade de quem deseja prolongar aquele instante de intimidade, fazendo o meu coração acelerar e meu corpo responder a cada estímulo. Naquele momento, éramos apenas nós dois, perdidos num tesão silencioso onde o amor se revela nos gestos mais simples e profundos. Quando senti seu dedo entrar delicadamente no meu cuzinho, soltei um gemido. sussurrando baixinho: - Aííí..gato! Você tá judiando de mim! Ele só de propósito, enfiou mais um pouquinho me fazendo dar um gritinho e disse: - Judiando de mim está você, sua safada com essa sua boca gulosa! Da última vez que fodi o seu cu ele tava todo aberto, agora já tá fechadinho de novo. Me aguarde que vou arrombar ele de novo! A minha xana pingava de tesão.
Sai de lá com a xana ensopada com os meus mamilos enrijecidos, aquele cheiro e gosto do pauzão dele, aquela cena parecia ter me embriagado, só pensava em foder com ele, eu queria muito sentir ele me tocando e o prazer daquele baita membro novamente.
Então, ele me puxou pelos braços fazendo com que trocássemos de posição e eu fiquei sentada no sofá com as pernas abertas e ele com a cabeça entra elas e antes de eu dizer qualquer coisa senti a língua daquele tarado passando pelo meu clitóris eu gemi alto, ele continuou a beijar minha xana como se estivesse chupando a manga mais doce do universo. Sentia a mistura de meu mel mais a baba escorrendo próximo ao meu cuzinho ele explorou ali também, chupava meu cuzinho enfiava a língua eu rebolando gemendo quase chorando de prazer na língua daquele negro safado. Chupava a minha xana, depois subia com aquela língua gostosa, quente e chupava com vontade os meus seios, depois fazia o caminho de volta e sugava a minha xana. Eu de olhos fechados morrendo os lábios adorando ser abusada por aquele cara safado, que falava absurdos.
Não demorou muito, ele passou os braços pelas laterais das minha pernas, enfiando aquelas duas baitas mãos entre o tecido do sofá e a minha bunda e foi me levantando e me levando mais ainda ao encontro da boca dele para me chupar mais e mais.
Enquanto ele me chupava como um bicho, o pauzão dele ficava balançando, agora ficando apontado pra mim, uma barraca armada, muito dura, e eu olhei hipnotizada, devorando muito com os olhos aquela tora que iria me foder de novo e a minha boca babava sem parar. Ele percebendo, parou de me chupar e disse: - Tá olhando pro meu cacete, putinha? Tá com saudade, né? Logo, logo ele vai te foder todinha de novo! Nessa hora, lembrei do meu marido que me diz: - Amor de cu e buceta é rola grande e grossa!
Ea tem a mais absoluta razão, porque eu verdadeiramente me viciei em dar o meu cuzinho, se pudesse, quase que diariamente, dar o cu é uma verdadeira delícia! Em seguida, voltou a lamber a minha xana, a língua entrava e saia me causando tremores pelo corpo ai eu não aguentei e gozei ouvindo uma risadinha e a voz dele, sussurrando : - Goza minha putinha, goza na minha boca! Princesa linda não sabe como sonhei por este momento! Curta comigo sei que você está gostando curta meu amor. E voltou a me sugar com a boca e a língua!
Eu, ofegava boquiaberta quase me engasgando de tanto que soluçava gemidos de agonia, revirando a minha cabeça sentada no sofá com os meus cabelos, revirados espalhados, ora apertando os meus olhos, ora os revirando e sentindo a boca nervosa do Jeferson me devorando, sugando de forma barulhenta meu grelo, empurrando boca, sugando, fuçando...até que não aguentei e soltei um berro... gozando intensamente, estremecendo por inteira num contorcionismo explosivo. Parecia ser o meu primeiro orgasmo na vida.
Eu era bombardeada por espasmos me destruindo o corpo todo enquanto ainda sentia os movimentos afoitos da boca dele me chupando a xana furiosamente... e nessa moleza nos sentidos e no corpo todo, quase desmaiei.
Acho que pelo instinto de defesa ou sei lá o que, empurrei os ombros dele fazendo ele quase cai sentado no chão da garagem, me levantei depressa, e me encostei na parede com a cabeça caída em um dos meus braços. Mas não conseguia nem fazer força para caminhar, estava mole e ofegante, foi quando me virei pra encara-lo e ele já estava em pé perto de mim, olhei nos olhos dele bem de pertinho e eu juro que ele ia me beijar na boca e eu fiquei sem reação nenhuma, apenas fiquei olhando pra ele, esperando, ele ainda desceu a mão e apertou a minha bunda com a mão espalmada, depois as mãos dele seguraram a minha cintura e eu estática, sua pele era áspera como um couro velho.
Quando começamos a nos beijar eu ja comecei sentir minha xana escorrendo de tesão, o volume daquela tora subindo entre as minhas coxas e eu com vontade de colocar tudo na boca de novo, então ele foi no meu ouvido e disse: - Isso mesmo Putinha. Aperta o meu cacete! Sentia a cabeçona tocar por baixo a minha xana e ele dizendo: - Esfrega sua buceta no pau do negão; esfrega! Procurei caprichar na esfregação. Com uma das minhas mãos abrindo os meus lábios vaginais comecei a esfregar de uma maneira tão provocativa até ficar parada com a portinha da minha xana bem sobre a cabeça do seu mastro. E, ele sussurrou no meu ouvido: - Nossa, Helena; desse jeito você está judiando do seu macho!
Eu, respondi: - Você que quase ainda à pouco me matou com a sua boca! Passei até mau, sabia? Você é muito safado e tarado Jeferson, minha nossa! Você é muito pra minha cabeça!

(continua)

Helena

Foto 1 do Conto erotico: Agora é o Jeferson (1)

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Agora é o Jeferson (1)

Codigo do conto:
274585

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
13/10/2026

Quant.de Votos:
2

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