Depois do João (2)



Assim que entramos e ele foi embora, eu disse para o meu marido:- Você tá doido é? Nós não temos moto e muito menos casa na praia! Ele rindo respondeu: - Ah! Minha esposinha, como você bobinha...deixa eu te explicar. A moto eu alugo, e a casa de praia o meu primo Celso, está com a dele pra vender já tem uns 9 meses e já cansou de me oferecer pra irmos pra lá! Inclusive quer mesmo que posamos ir para dar uma olhada pra ele. Eu ri e respondi: Você é fogo, heim? Já pensou em tudo! Mas aproveitando...você viu como ele me olhava? O meu marido olhando pra mim e também rindo, respondeu: - Do jeito como você é gostosa, tenho certeza de que ele não só vai te olhar como vai bater uma punheta em sua homenagem! Senti um calafrio percorrer todo o meu corpo só de imaginar aquele cara de olhando e me desejando.
A semana passou e não vi mais o Jeferson. Estava eu caminhando pela manhã, numa praça muito arborizada aqui perto do meu condomínio, usava uma calcinha de renda, preta, e uma sainha de lingerie branca, bem curtinha, uma blusinha preta de alça, bem coladinha ao corpo. Nesse dia tinha pouca gente caminhando, numa das voltas, ouvi um barulho de moto mas, não me virei.
Logo a moto parou do meu lado, me fazendo parar também. Era ele e com um olhar muito forte e penetrante me olhava de cima até embaixo, como se me devorasse com os olhos. Eu, disse: - Oi Jeferson, tudo bem? Ele, foi logo dizendo: - Tudo bem madame!. É o seguinte, na semana que vem eu consegui uma troca com um colega de trabalho e ele vai trabalhar dois dias pra mim. Sábado e domingo e vou estar disponível. Avise ao seu marido que se ele ainda quiser eu posso viajar com vocês e ensinar a senhora algumas coisas da moto. Tudo bem? Na hora eu respondi: - Nossa! Claro! Vou falar pra ele. Ah! Não esquece de levar roupa de banho, tá? A praia lá é legal. Tchau!
Depois que o meu marido chegou, contei pra ele que me falou: - Ah! Que ótimo amor! Vou providenciar tudo! Isso aconteceu numa quarta-feira, no dia seguinte o meu marido já estava com tudo pronto! A moto alugada, já estava no nosso quintal com um reboque e as chaves da casa do primo dele também já estava coma a gente.
Na sexta-feira depois do almoço, ele chamou a Jeferson para conversar. Quando ele parou e entro lá em casa, a primeira coisa que viu foi a moto e foi logo dizendo: - Minha nossa, patrão! Essa máquina é muito grande e potente pra sua esposa! Ele tem, 998 cc, 4 cilindros em linha com compressor mecânico (supercharged). Potência de 326 cv a 14.000 rpm e pode ultrapassar os 400 km/h. Ele estava de boca aberta, quando o meu marido respondeu, meio rindo: - Poxa! Você entende mesmo de moto, heim? Mas, dá pra você ensinar ela nessa aí? Ele não tirando os olhos da moto, respondeu: - É,...eu vou tentar, né?.
Daí, o meu marido continuou até mesmo me pegando de surpresa: - Então...eu não vou poder ir no sábado com vocês, porque tenho um compromisso mas, você desse com a Helena e no domingo eu vou!
Tudo bem? Ele, também surpreso respondeu: - Por mim, tá combinado! E, o meu marido, continuou: - Ela ou você vão dirigindo a caminhonete com o reboque e por favor, parem lá dentro, ok! Não quero essa moto na rua! O ideal seria se vocês fossem hoje à noite, por causa do trânsito e para aproveitarem os dois dias e ela poder aprender a pilotar a moto!
O Jeferson respondeu: - Ué? Eu paro no trabalho por volta das 18:00h. Só preciso ir até a empresa, trocar o plantão, ir em casa, pegar uma roupas e taus...por mim tudo bem! Meu marido me chamou, contou o que tinham combinado e eu respondi também que por mim tudo bem! Antes do Jeferson sair, o meu marido entregou pra ele um envelope contendo o dinheiro referente ao preço combinado com ele das aulas. Ele, respondeu que não precisava, porque ainda nem tinha me dado as aulas mas, o meu marido disso que confiava nele e que ele iria cumprir com o combinado.
Ele, agradeceu e foi embora para voltar mais tarde. Assim que entramos eu beijei muito o meu marido, dizendo que igual a ele não existia e perguntei porque ele não iria. Ele, respondeu simplesmente que era pra me deixar mais a vontade com o Jeferson.
Quando comecei a me arrumar já excitava, só de imaginar o meu marido, ficou brincando no meu ouvido, dizendo que eu tinha que levar e colocar uns biquínis que deixasse o Jeferson de pau duro. Ele achava que o Jeferson se masturbava pensando na minha bunda e isso me deixou molhada.
Coloquei um vestido branco, curto e colado no meu corpo quase transparente, bem leve, tipo uma saída de praia, sem sutiã, com uma calcinha preta e minúscula por baixo e fomos para a sala aguardar o Jeferson. O meu marido, ainda me disse: - Puta que pariu, amor... A você é uma morena muito gostosa e provocante, mesmo!
Ele veio até mim e pediu que eu desse uma voltinha, e falou: - Você pra mim e a mulher mais bonita da praia e do bairro. Quero que todos os homem te olhem e te queiram pra que você se sinta cada vez mais gostosa e desejada. Eeu beijei ele com força e respondi: - Cuidado que isto pode ter consequências...Daí ele caiu na risada!
Ele chegou por volta de umas 21:00h para me buscar. Usava uma camiseta branca meio bege sem mangas mostrando os músculos dele, uma calça de moletom, meio apertada, que fazia o pau dele ficar marcando o tecido, aparecendo um baita volumão. Nos despedimos do meu marido, o reboque foi colocado na camionete e o Jeferson falou: - A madame vai dirigindo! A senhora conhece o caminho, pode ser?. Eu respondi que, tudo bem! Beijei meu marido e saímos de casa por volta de umas 21:15h mais ou menos.
Durante a viagem, notei que ele estava muito cansado, ele começou a falar sobre amenidades, politica, sobre o trabalho dele e o papo estava tranquilo. Em certo momento ele começou a se abrir mais, disse que era solteiro e que ele morava sozinho e a solidão era muito difícil em algumas vezes e em outras era muito bom, pois gostava do silencio... me perguntou.
Me perguntava sobre a minha vida de casada e taus, então pegamos um congestionamento e o percurso ficou 15 minutos mais longo...em certos momentos o Jeferson contava os seus casos e riamos, e eu relaxada contava os meus também só que casos corriqueiros do dia-a-dia, parecíamos que já nos conhecíamos.
Então do nada ele falou que era muito respeitoso, que ainda tinha muitos desejos, mas por ser solteiro e pobre não podia se dar o luxo de certas coisas. Não quis entrar em detalhes. Percebi os olhares disfarçados dele para as minhas pernas, uma vez que o vestidinho estava a um palmo dos meus joelhos e com os movimentos de pisar na embreagem e freio subia mais ainda.
Dai, ele perguntou: - A senhora se importa se eu tirar um cochilo? Eu, respondi: - Claro, que não! Aff..pode dormir que ainda temos um bom caminho para percorrer.
Ele, deitou o banco do carona, se ajeitou e fechou os olhos.
Quando ele começou mesmo a cochilar olhei para ele e percebi que o volume por baixo da sua calça era enorme, Parecia o volume de um sacão e pauzão. Eu tentava me controlar, porque estava dirigindo mas acabava olhando pra ele com outros olhos.
Eu já estava com a calcinha toda encharcada pela vontade de ser fodida por aquela picona preta e os meus mamilos estavam durinhos, quase furando o tecido no meu vestidinho de tanto tesão. A minha boca salivava, de vontade de chupar aquela vara!

(Continua)

Helena

Foto 1 do Conto erotico: Depois do João (2)

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Comentários


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srvianna Comentou em 23/09/2026

Votado e essa mulher é um espetáculo 🤤🤤

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ffsafadao Comentou em 23/09/2026

Puta gostou de rola grande de negão né safada




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Ficha do conto

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Nome do conto:
Depois do João (2)

Codigo do conto:
272997

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
23/09/2026

Quant.de Votos:
9

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