Quinze dias depois do Jeferson me comer até as minhas pernas bambearem, eu e o meu marido tínhamos falado sobre isso no telefone antes e eu, claro, novamente estava maluca por ele. O meu telefone toca e era ele. Foi logo me dizendo, Sem rodeios.: - Eu quero te foder de novo! Ando louco pra você esfolar o meu cacete com o seu cu! Ele tinha me falado aquilo com a voz baixa. E, eu perguntei: - Aonde você está? A sua voz está esquisita! Eu tinha ficado em silêncio alguns segundos, só imaginando. E, depois ele falou: - Tô numa parada aqui mas, não posso ficar falando o tempo todo! E, respondi: - Credo! Você está falando comigo como se eu fosse uma puta! Ele, só falou: - Quer ou não? Daí, meio apreensiva respondi: - Então, vamos marcar! De repente, ouvi uma outra voz, falando à distância com ele: - Quando é que nós vamos comer essa coroa? Eu, imediatamente falei: - O que eu acabei de ouvir? Quem é esse cara? Ele, começando a gaguejar e nem esperou eu completar e foi logo respondendo: - É brincadeira gata! É um babaca de um amigo aqui que tá me zoando! Na hora, eu disse: - Ah! Pois pode parar! Não gostei! Aliás, você contou pra outra pessoa do nosso caso? Que palhaçada, heim Jeferson! Tchau! E, desliguei sem deixar ele responder mais nada! Uns cinco minutos depois, ele me ligou mas, fiz questão de não atender!
O dia passou e nada de eu querer falar com ele.
Quando chegou a noite, eu estava no meu quarto e o celular tocou novamente. Dessa vez resolvi atender e claro, era ele. Foi logo me falando: - Ò amor, me desculpa! Aquilo foi uma bobeira do meu amigo! Fiquei muito chateado mas, ainda estou de pau duro por você! Naquela hora, o tesão foi subindo me lembrando de que quando me vi estava de joelhos sendo fodida na boca, o puto segurava minha cabeça e fodia como um louco, as bolas batiam no meu queixo e a minha garganta doía, pois o Jeferson adora fuder até o fundo da minha boquinha, o gosto da porra ficou o dia inteiro na minha boca. Só de me imaginar novamente sendo comida por ele já me dava arrepios. E, continuou: - Desculpa, nossa, eu estou muito envergonhado.
Dessa vez, com mais calma eu falei: - Tudo bem! Mas fique sabendo que não gostei nada de saber que você contou para o seu amigo sobre nós! Quanto a gente se ver novamente, fique sabendo que eu também estou querendo muito! Vou tentar dar um jeito, tá? O Jeferson nunca soube que o meu marido sabia de tudo! Ele me liberou para sair com quem eu quiser, desde que seja tudo combinado um com o outro. Inclusive ele sabe que eu sou afim do Jeferson, eu falei pra ele e ele já ne deu a maior força pra nos sairmos e que de certo de nos transarmos. Só não sabe que sou maluca por ele. E, então ele disse: - Ah! Amor! Dá um jeitinho aí! Quando você estiver liberada me fala, tá? Respondi que “tudo bem” e desliguei.
Fiquei ali pensando. A minha cabeça dizia, NÃO! O meu coração e desejo diziam SIM!
Quando o meu marido chegou, resolvi contar pra ele (como sempre) e ele foi me dizendo: - Amor, é sempre a mesma história, eu ainda não entendo porque me provoca tanto com isso, eu estou ficando maluco, não vejo você mais como só a minha esposa mas, sim como uma deusa, alias uma deusa muito gostosa e com uma bunda deliciosa dessa, meter na sua bunda é tudo que os caras pensam na minha vida.
Daí, respondi também com toda a sinceridade: - Eu não sei o que esta acontecendo comigo também, nunca fui tão assediada assim como ele esta fazendo comigo, nunca me senti tão mulher, eu vou confessar, estou gostando muito, mas ainda não sei se esta correto, preciso pensar um pouco. E, o meu marido, colocando mais pilha: - Hum, então Helena, você esta apenas indecisa, você gostou do que aconteceu com ele? Eu, dando risada respondi: - Seu safadinho, claro que gostei, nunca alguém havia feito isso comigo e de um jeito tão safado! Eu imaginei, o seu cuzinho é gostoso mesmo, quando toquei a língua nele depois que você voltou da última vez que saiu com ele senti as suas pregas de retorcerem evitando a minha língua entrar, parecia piscar de tesão e o seu cuzinho mais aberto!
Para com isso, seu louco, você esta sendo muito atrevido com a sua mulher sabia?. Safadinho eu, você deve ver o estado que estou agora. Passei os olhos sobre suas calças, notei algo saliente, ele estava de pau duro, ali na minha frente, alias ele sempre estava assim quando estava perto de mim e eu contava das minhas aventuras. Ele sabe que passei a gostar de ser uma mulher muito liberal, como disse adoro sexo, quando saio com outros homens sou uma verdadeira putinha, minha relação com o Jeferson sempre foi ótima, ele mete muito gosto tem um pau delicioso, mais aquilo tava me tirando o chão.
No dia seguinte, mandei uma mensagem pra ele dizendo que tinha conseguido sair no Sábado mas, que gostaria de ir com ele dançar também. Ele me respondeu que seria maravilhoso e que topava. Que era pra ir encontrá-lo bem bonita e gostosa. No Sábado, me depilei, coloquei uma calcinha fio dental minúscula preta e um vestido branco e trasparente de alça no pescoço só de frente única deixando as minhas costas expostas até a cintura, salto alto, um perfume que ele adorava e já estava pronta.
Chamei um Uber e fui encontrá-lo numa Boate que ele me indicou. Quando cheguei e nos vimos ele me beijou e disse: - Porra! Você tá linda e gostosa heim? Sentir as mãos enormes dele tocar o meu rosto e o meu corpo me deixaram louca. Rolava ali, uma baladinha básica, dançando ali na mesa mesmo, bebendo
e curtindo com ele. Começou a rolar, uma ice, duas ices, três ices, cervejas, muito pagode e funk. Daí eu falei: - Vamos dançar lá na pista? Ele respondeu: - Não sei dançar e nem gosto! Mas, vai lá! Aproveita! De repentee u já tava bebinha dançando funk, pagode e taus rebolando igual uma vagabunda chamando atençao de todo mundo que tava em volta ali na pista. Mãozinha nos joelhos, vestidinho levantado, bundinha completamente empinada. Uma rebolada pra esquerda, uma rebolada pra direita e um monte de macho dançando roçando a vara no meu rabo. Não importava quem fosse, eu so queria sentir um monte de rola dura roçando na minha bunda. Descontrolada no ritmo do funk que tava tocando, eu rebolava muito em qualquer coisa dura que me encoxasse por trás. Depois de ser encoxada por muitos, acabei me pegando com um gatinho por lá. Nos dois de frente dançando, minhas mãos em volta do pescoço dele, nossas bocas se beijando e claro, a mão dele nao saia da minha bunda. Apertando descaradamente o meu rabo enquanto nos beijavamos ali na pista.
Quando me dei conta de que estava com o Jeferson, fiquei desesperada. Larguei o boy ali mesmo e fui ao encontro dele, lá na mesa.
Cheguei já pedindo desculpas, dizendo que estava bêbada e taus..ele, sentado e eu em pé ao lado dele, só senti o apertão da mão dele na minha bunda, fazendo a calcinha entrar mais ainda no meu reguinho e ele dizer, rindo: - Eu, sei sua putinha! Pode esfregar esse rabo aonde você quiser mas, quem vai foder ele sou eu!
(continua)
Helena