De repente, ele abriu os olhos e falou: - Que porra, que você está fazendo dona? Quem mandou colocar calcinha e camiseta? Quando eu is começar a me explicar, ele me puxou e começou a me beijar, começou a tirar minha blusinha e a mamar nos meus peitos, sugava com força os bicos dos meus seios, mordia a minha orelha e falava coisas sacanas, disse que ele ia me usar bastante, eu tava louca de tesão, eu não via a hora daquele caralho do pau dele entrar na minha xana de novo, ele não parava de mamar nos meus seios, mordia eles forte dava tapa na minha bunda, e eu já sentia o pauzão dele duro feito pedra de novo. Aquela tora às vezes roçava nas minhas coxas e na minha xana enquanto ele rolava comigo na cama que mais parecia um cabo de enxada, como já disse antes. Depois, ele me mandou chupar e eu obedeci. Senti o gosto ainda da porra dele e do meu melzinho naquela rola enorme e preta. Eu estava quase de quatro ele enfiava a rola até minha garganta me fazendo ter vontade de vomitar, tirava e depois batia com ela na minha cara. Enquanto isso, ele enfiava um dos dedos no meu cuzinho por dentro da mi9nha calcinha, dizendo que era pra eu relaxar. Mas, como eu podia relaxar com um dedão daqueles no meu cuzinho? Ele dizia: - Dona Helena, o seu cuzinho é muito apertado, desse jeito, vou arrombar as suas pregas.! Ele ia enfiando um dedo depois outro, tirava e colocava na sua boca. Cada vez ele enfiava mais um e eu dava suspiros e urros de dor e tesão. Enfim, O pauzão não cabia direito na minha boca, ele forçava a entrada e batia na minha garganta o que me provocava ânsia de vômito e enchia meus os meus olhos de lágrimas. Continuou dizendo: - A sra. Já mordeu o lençol ou a fronha? Pois hoje a senhora vai experimentar isso! Por enquanto, vai apendendo a mamar essa rola que vai ser só sua! Comecei a me habituar com a idéia de dar a bundinha para o Jeferson E, ele falou: - Sou eu que vou comandar a tranza e a senhora não vai me negar nada. Fiz que sim com a cabeça e ele pediu para continuar a chupá-lo. Enquanto enfiava aquele pauzão na boca, ele começou a falar um monte de sacanagem tipo: - Deixa ele bem duro que vou enfiar ele inteirinho nessa buceta e depois nesse cuzinho. Chupei, lambi, babei. Depois me mandou ficar de 4 na cama, com a cara no travesseiro, a bunda empinada e as pernas bem abertas. Ele segurando seu cacetão, pincelava a minha xana e o meu rego. Quando encaixou a cabeçona de novo na minha xana eu quis fugir. Ele me prendeu com seus braços fortes e disse: - Agora você não escapa. Relaxa que vai entrar tudo. Não é isso que você quer? Procurei relaxar, mas achei que me ia rasgar. Senti a cabeçona entrar e o resto foi junto. Continuou empurrando...empurrando, eu achei que não ia aguentar aquele monstro todo dentro de mim, ele me segurou bem firme pelas nádegas e me disse: - Aguenta firme que daqui a pouco vou te dar só prazer, vou empurrar so mais um pouquinho ok? E de um só golpe enterrou aquele pauzão todo no meu corpo ,empurrava-me com aquele cacetão pra frente e eu com a bunda me jogava pra trás, eu não queria gritar mas era impossível...eu gritava e urrava de dor...Ele ficou quieto acariciando as minhas nádegas, não mexia esperando que os tecidos se acostumassem com com aquele enorme invasor, aos poucos ele começou a se movimentar, e aquele dor horrível foi dando lugar a uma gostosa sensação de prazer, de tesão. Implorei: - Vaiii..devaaagarrr! Mas, para novamente o meu desespero ele começou a me socar muito mais forte como antes, quase fazendo destruir a minha xana, seu pau latejava e ficava mais duro, estava prestes a gozar, ele começou a gemer e quase chorar, dentro de mim senti algo me inundando, seu pau espirrando jatos fortíssimos de porra, um volume foi crescendo dentro de mim, Feferson caiu sobre as minhas costas ofegante, sem ar, gemia e mexia somente seu quadril encima de minha bunda, fazendo sair todo o seu leite e depositando nas minhas entranhas. A cada movimento dele eu sentia como se estivesse sendo cortada ao meio, ardia e me dilatava muito mas ,como estava bem molhada eu sentia o cacetão ir procurando espaço pra se alojar em mim, eu suava muito... mas era uma dor misturada com exitação então se tornava suportável. Caído ao meu lado, ele falou: - Ainda vou arrombar esse cuzinho hoje. LIMPA TUDO! Disse enquanto relaxava as pernas, agora estendidas, cansadas... Fiquei lá limpando o saco e rola, enquanto ele descansava de olhos fechados e respiração ofegante...Precisava me preparar pra depois. Uns cinco muitos depois, ele pegou meu quadril e me puxou para perto dele, eu ainda curvada deixando a minha bunda bem empinada, senti quando tocou sobre o seu pau duro, percebi que seu pau estava bem no meio de minha bunda, apenas minha minúscula calcinha e seu tecido nos separavam. E ele, disse: - Nossa, dona Helena, sua bunda deve ser incrível para meter, tão redondinha mas, com um cuzinho pequeno e apertado. Assim ele começou a encoxar na minha bunda, forçando o seu pauzão entre o meio de minhas nádegas por dentro da calcinha. Ele me colocou de 4 e passou o dedo no meu cuzinho e disse que tinha chegado o momento supremo. Com toda a força, arrancou a minha calcinha, rasgando ela. Depois, começou a forçar a cabeçona na entrada do meu cuzinho. A rolona encostou no meu cuzinho e fez pressão, imediatamente eu levei mão pra trás, segurando aquele cacetão, impedindo de entrar me rasgando e disse: - Seu cavalo, vai devagar! Um tronco enorme, duro feito aço desse entrando na minha bunda tem que ir com calma! Mas, o cara era frio, tarado e só queria faturar o meu anelzinho...foi dizendo: - Já mandei, a senhora ficar calma! Sei muito bem fuder um cu! Os viadinhu da minha cidade só queriam fuder comigo! Mas uma mulher como a senhora.. essas eu nunca tive sorte...bom, até agora, né? Então, eu naquela posição escancarada, entrou a cabeçona soltei um gritinho, pela dorzinha e pelo prazer! Ele parou e perguntou se eu queria que ele tirasse, eu respondi: - Não! Não tira! Espera só um pouquinho! Ai você pode continuar, tá? Se você tirar vai doer ainda mais! Ele ficou quietinho com aquela cabeçona dentro no meu anelzinho até eu me acostumar, mas logo, sem eu esperar ele com uma estocada atolou o cacete no meu buraquinho, não sei como conseguiu enfiar tudo. Eme debati, estremeci, chorei, gritei presas nos brações dle e tive um orgasmo múltiplo. Depois que ele me viu contorcer, revirar os olhos e urrar, ficou um pouco num vai e vem lento, pois qualquer coisa aquele mastro escapava do meu cuzinho apertado, agora já meio arrombado. Mais acostumada, eu reclamei: - Nossa! Como você é violento, heim! Doeu sabia? Ele, bombando devagarinho no meu cuzinho, respondeu: - Ô! Mais a senhora é bem fresquinha mesmo heim! Nem parece a dona desse cu rosadinho e quente! É por isso que tá precisando tomar no cu! Quem sabe fica mais puta? Mulher puta é que é bom! Faz de tudo e não reclama! Dizem que mulher que passa a dar o cu, fica bem putinha, sabia? Nesta hora, eu não falei nada. Eu só gemia, enquanto o meu cuzinho engolia aquele vara enorme e grossa todinha dentro dele. E ele continuou, me deixando mais doida ainda, falando: - Pode deixar! Hoje a dona sai daqui do quarto com o cu arrombado e cheinho de porra! Fiquei ali quietinha, só sentindo o cacetão dele ir e vir, o mastro dele deslizava no meu cuzinho guloso e eu sentia a grossura e as veias abrindo e pulsando nas minhas preguinhas. Me sentindo um pouquinho ardida e muito aberta, eu pedi para ele ir devagar porque a tora dele era muito grande e ele fez sinal para eu calar a boca, porque alguém poderia nos ouvir. Eu gemia baixinho e ele ia colocando cada vez mais, estava doendo um pouco mas o tesão. E, após entrar foi empurrando o resto do pau no meu buraquinho faminto. Logo após passar aquela dorzinha incomoda, meu cuzinho foi se alargando para dar espaço aquela visita enorme. Com movimentos de entra e saí com aquele pau enorme dentro do meu cuzinho já não sentia mais dor...só prazer. Jeferson se deliciava na minha bundinha, hora metia o pauzão devagarzinho hora com força, entrando tudo até suas bolas baterem na minha xana, o que me dava mais tesão ainda. Depois, Pediu para eu sentar com o cuzinho em cima do seu pau e nessa posição pude sentir ele inteirinho dentro do meu cuzinho, fazendo movimentos de subir e descer, me fazendo escorregava com o meu buraquinho naquela vara enorme e bolinava a minha xana e eu gozava como louca. Eu podia sentir as suas bolhas baterem de encontro as minhas nádegas, aquilo me deixava cada vez mais excitada e eu pedia pra ele meter mais e mais no meu rabo, seu vai e vem foi aumentando cada vez mais, era quase brutal, dedo dele tambem entrava e saia da minha xana como se tivesse vida própria ...estava uma delicia !! Eu gritava de dor e te prazer ao mesmo tempo...mil, estrelas explodiram ao nosso redor,o gozo que chegava era intenso e maravilhoso, eu jogava a bunda pra cima depois descia de encontro a sua picona...eu rebolava pra ele,e ele dizia quase aos gritos pra mim: - Gostosa! Puta! A sua bunda é gostosa demais! Isso levanta mais quero te arrebentar toda com meu pau vou deixar você sem andar vários dias gostosa! A senhora jamais vai esquecer do meu caralho entrando e saindo da sua bunda assim como estou fazendo agora ...me desculpe mas não posso ser carinhoso com você ,não agora ! Está muito gostoso ...isso puta safada e gostosa mexe pra mim... rebola no meu cacete, assim ... que delícia de bunda a senhora tem! Eu tambem queria gozar, gozar muito e pedia aos gritos pra ele enterrar mais o seu caralhão na minha bunda, eu só queria ser fodida gostosamente por aquele homem delicioso que estava me arrombando, me comendo o cuzinho feito um cão no cio. Naquela hora, o meu celular tocou e eu disse, instintivamente: - Nossa! É o meu marido! Ele tirou aquela tora preta, dura e grossa do meu cuzinho, me fazendo dar outro gritinho e disse: - Xi! Atende logo, dona. Vai, atende! Eu pulei da cama, corri até a minha bolsa, peguei o celular, fiz um gesto pra ele de que já voltava e sai pelo corredor. Meu marido foi logo me perguntando como as coisas estavam e eu contei tudo o que podia e ainda falei que estava sendo fodida pelo Jeferson naquela hora. Ele, então respondeu: - Hum, que delícia amor! Vou me acabar aqui na punheta só de imaginar! Desliguei e voltei para o quarto. Tinha que andar de pernas abertas porque sentia o meu cuzinho todo aberto e ardido! Quando entrei no quarto, ele estava deitado de barriga pra cima, com os braços atrás da cabeça, me esperando e com aquela tora negra bem dura, deitada na barriga dele. Então ele me olhou preocupado e perguntou se eu queria continuar e só falei pra ele esperar um pouco. Pensava comigo mesma, já deitada do lado dele, que eu teria que me acostumar com a grossura e o tamanho daquele pauzão mas, ao mesmo tempo me dava muito tesão em saber que iria aguentar um pau tão grande e grosso dentro de mim. Depois, ele me pediu para levantar e mostrar como estava o meu cuzinho fui até sua frente e fiquei de costas para ele, deixei a minha bunda bem na altura do seu rosto, ele não se conteve e agarrou com as duas mãos as minhas ancas, dizendo: - Nossa! Dona, isso é uma loucura, sua bunda é um sonho de qualquer homem no mundo. Ele passava a mão sobre ela, me deixando muito quente e excitada, cada vez mais meu cuzinho ficava piscando e molhado de tanto tesão. Em seguida, foi até a beirada da cama e falou: - Dona Helena, senta do meu colo, quero sentir o seu corpo sobre o meu, sua bunda vai achatar o meu cacete. Sem eu dizer sim ou não ele logo me puxou para o seu colo, cai sentada sobre o seu colo, na hora já senti o seu pauzão duríssimo tocar meu reguinho. Ele ajeitou seu pau na entrada do meu cuzinho, colocou as mãos no colchão para servir como base, e foi forçando aquela cabeçona para entrar no meu cuzinho, na hora senti um ardor, peguei com os dentes um pedaço do lençol e comecei a morder, para evitar um pouco a dor, ele foi forçando abrindo meu esfíncter, alargando as minhas pregas, ele tinha razão a dor era bem menor porque já estava bem aberto mas, mesmo assim doía bastante, até que deu uma jogada de quadril e fez entrar aquela tora preta, a dor foi tremenda, cuspi o lençol e soltei um grito de dor misturado com tesão: - Aaahhhhh...Jeferson... o que você tá fazendo comigo! Sentia o meu cuzinho completamente aberto engolindo aquela tora enorme, ele ficou imóvel com seu pauzão dentro do meu cuzinho, eu ainda sentia dor, mas com o tempo fui relaxando e comecei a senti um fogo tremendo no rabo. Daí, ele me perguntou: - O que o patrão queria? Eu mau conseguia responder mas, disse que ele ligou pra me dizer que não viria no dia seguinte (domingo) e ele soltou um : -Oba! Vamos fuder a noite toda! E, em seguida continuou: - Então, dona Helena, a senhora tá gostando de levar uma pica no rabo? Falei gemendo: - Eu não sei que o que te dizer, você quase que me arrebentou, mas também sinto muito prazer! Ele, beijado as minhas costas completou: - Hum... eu sabia que a senhora iria gostar, agora vou meter até gozar tá? Já doida de tato tesão, dor, calor, suor respondi dando alguns gemidos: - Vai meu querido, mete de uma vez, peço apenas que meta bem devagarinho, tá? Ele foi metendo seu cacete para dentro de meu cuzinho, aquela cabeça enorme ia arrombando tudo no meu ânus, as minhas pregas já tinham ido pro espaço, eu gemia quase sem fôlego, seu cacete estava muito duro com as veias saltando e esfolava meu reto, até que senti o seu pau chegando ao fim do meu túnel, seu sacão encostou na minha xana por baixo, imaginei comigo mesma a quantidade de porra que ele esporraria. E, de novo ele me perguntou: - Como à senhora esta se sentindo, com um cacetão dentro do seu rabo?. Dando urros vez ou outra respondi: - Me sinto completamente preenchida, ele é muito grosso, duro e grande. O meu cuzinho esta ardendo um pouco, mas estou gostando, eu ainda não acredito que estou fazendo isso, sabia? Deixar um cara como você me enrabar, aliás tirando o meu cabaço anal, me sinto a mulher mais puta do mundo! E, ele: - Com certeza, a senhora tem a bunda mais gostosa do mundo e estou adorando transformá-la numa puta! Depois se ajeitou embaixo de mim, chegou no meu ouvido e falou com uma voz sinistra: - Está pronta para gozar pelo cu pela primeira vez?. Eu sem saber quase de nada, completamente dominada e entregue a ele, respondi: - Estou sim, faz a sua putinha gozar!. Ele com as suas mãos enormes me levantou, deixando o meu rabo mais arrebitado, a mercê da sua estaca preta, virei a minha cabeça de lado e pra baixo para poder tentar ver a minha bunda, minhas nádegas estavam totalmente abertas, o pau dele sumia dentro de meu rabo, nesse momento ele foi tirando ele para fora, era um alivio, pensei que iria tirar todo para fora, vi a sua cabeça enorme quase aparecer na boquinha do meu cuzinho, depois ele socou de volta, tudo que havia tirado, soltei um berro de tesão e dor: - Aiiiii..aiiiiiii....Aaaahhhh... assim você vai matar. Eu estava em cima dele, sem poder me mexer, ele começou a tirar novamente ate a ponta sair e enfiou tudo dentro de mim, eu sentia muita dor, mas disfarçava com o calor do meu tesão, minhas pregas cada vez mais iam laceando, aceitando o calibre do pauzão dele, eu sentia contrações muito fortes no fim do reto, ele foi aumentando o ritmo, tirava bem rápido seu pauzão de dentro puxando quase todo meu cuzinho para fora, e enfiava todo dentro, parecia um bate estaca, eu sempre tive esse sonho em minha mente, dar a bunda pra um cacete daquele mas, nunca pensei que seria assim tão dolorido, mas também muito gostoso, e mais ainda com o Jeferson. Ele gemia muito, podia ser porque meu cuzinho era muito apertado, as contrações foram aumentando, sentia cada metida como que fosse me arrebentar por dentro, meu cuzinho tremia de tesão, ate que não agüentei mais, comecei a berrar como uma louca e a falar palavras sem nexos, que coisa mais gostosa dar o rabo, segurei o lençol com as duas mãos amassando tentando segurar a emoção, percebi que estava prestes a gozar pelo anus pela primeira vez na vida, vi minha vista escurecer, e senti espasmos fortes no interior do meu rabo, minhas pernas amoleceram, eu estava gozando pelo rabo, as contrações pareciam mastigar o pau dele, eu berrei quase chorando, levei as mãos tentando tirar ele debaixo de mim, não adiantou muito, eu tinha perdido as forças, cheguei a desmaiar de tesão por alguns segundos, voltando a si logo depois ainda gemendo como uma vadia, e ele continuava a bombar seu pau dentro de mim, dessa vez meu cuzinho tava todo melado, com certeza eu larguei muito gozo anal, tem muita gente diz que não sai nada num gozo anal, mas estão enganadas. Depois, ele ofegando exclamou: - A senhora quer mais leite para amaciar o seu cuzinho ?. Eu pensei comigo, mais leite, da onde ele vai tirar leite, ate que saquei ele iria encher o meu cuzinho de porra, leite cremoso e quente dele. Eu não poderia perder isso por nada nesse mundo, sentir um jato de leite, dentro de meu cuzinho...afff. lembrei do tamanho de seus testículos somente imaginando a quantidade que seria. Já insanamente, respondi: - Vai Jeferson! Enche o meu cuzinho com o seu leite! Ele começou a me socar muito mais forte, quase fazendo destruir o meu anelzinho, seu pau latejava e ficava mais duro e grosso, estava prestes a gozar, ele começou a gemer e quase a chorar, dentro de mim senti algo me inundando e aquele pauzão espirrou jatos fortíssimos de porra. Caímos um do lado do outro na cama, acabados! Helena
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