Felipe era um moreno alto, magro e que tinha uma fama ruim com mulheres. Ele gostava de sexo agressivo e quando a viu na festa seus olhos brilharam.
Felipe cercou a minha ex-esposa por todos os lados, a noite inteira. Ofereceu bebida, chamou para dançar, todas as cartas estavam na mesa, mas naquela noite ela só queria dançar e não rolou nada com ele.
Os dias se passaram, eles se encontravam na casa da amiga dela até que de tanto insistir ele aproveitou um momento de bobeira e lhe roubou um beijo na escada do prédio, ela correspondeu e ele a arrastou para o apartamento dele que era no mesmo endereço. Mas, para azar dele, quando chegaram lá ela percebeu que o avô dele dormia no quarto ao lado, era um senhor acamado.
Ela não quis, disse que queria voltar e ele a acompanhou. Na escada voltaram a se pegar de novo, ele sacou o pau para fora e ela caiu de boca, chupou até deixa-lo melado de saliva. Sem camisinha, ele a fodeu em pé na escada, sem dó, socando fundo, puxando seus cabelos, lhe apertando os seios fartos. Ele era exatamente como as amigas tinham dito, um cavalo na hora do sexo, metendo forte e sem dó. Só que ela gostava disso.
Voltaram para a festa, mas as amigas perceberam que alguma coisa tinha acontecido. Ela foi até o banheiro, sua buceta estava escorrendo uma quantidade absurda de porra. Quando saiu de lá as meninas lhe alertaram mais uma vez, ela apenas sorriu e voltou para a resenha.
Na hora de ir embora ele lhe ofereceu carona, disse que estava tarde e ela aceitou. Ela sabia que não seria apenas uma carona, ele ia terminar o que tinha começado. Pararam o carro na porta do prédio dela e começaram os amassos dentro do carro, subiram as escadas se atracando e na sala ela mais uma vez caiu de boca na sua rola. Desta vez eles não tinham pressa, teriam a noite toda.
Depois de mamar aquela rola grande, ela sentou, começou a cavalgar na pica dele gozando uma atrás da outra. Ele a fodeu na sala e na nossa cama, comeu seu cuzinho sem dó, encheu seu rabo de porra. Voltou a comer a buceta, foderam a noite toda, sem parar. O cara era dez anos mais novo que ela, tinha fogo de menino, a pica simplesmente não lhe dava trégua. Quando o sol estava quase raiando ela pediu que ele fosse embora. Estava exausta. Se despediram e ela foi tentar dormir.
Naquele mesmo dia, eu estava passando em frente a sua casa e resolvi perguntar como ela estava. Os meninos estavam na minha casa. Eu queria trepar. Quando ela abriu a porta estava só de camisola, sem calcinha. Cara de acabada, meu coração acelerou e o pau endureceu, eu já sabia que ela tinha sido fodida por alguém na noite anterior.
Ainda na sala começamos a nos beijar, ela me contando que ela tinha comido ela de todas as formas. Eu a coloquei de quatro no sofá e ela abriu as pernas, o cuzinho estava vermelho e a buceta parecia que ainda tinha porra escorrendo. Meti a rola, comecei fodendo a buceta enquanto ela me contava do Felipe, quando tirei e coloquei no seu rabo ela reclamou, disse que ele tinha deixado ela ardendo. Não tive pena, meti no seu rabo e gozei dentro. Naquele domingo eu dormi na sua casa, trepamos a noite toda. De madrugada, Felipe lhe mandou fotos do pau duro, aquilo deixou ela louca e nós trepamos de novo.
Segunda-feira de manha a gente estava saindo do prédio dela, eu iria leva-la no trabalho. Felipe estava na porta, não gostou de nos ver juntos e quis tirar satisfação. Ela disse que estava separada, que o sexo com ele foi bom, mas que ainda me amava e a nossa volta era questão de tempo.
Ele nunca mais apareceu, a gente continuou separados, eu com as minhas marmitinhas e ela com os machos dela, até que ela conheceu o Saulo, um repositor que trabalha num supermercado próximo a nossa casa.
Fim