Mas Aline e Renan moravam longe demais e as nossas conversas sempre foram através de mensagens no WhatsApp. Eles criaram um grupo e por lá a coisa fervia. Fotos, vídeos, áudio dela gemendo na pica dele e de outros. Era divertido, excitante, mas as chances da gente se encontrar pessoalmente era quase zero. Com isso, o grupo foi esfriando e as conversas foram ficando cada vez mais raras.
No mês passado Aline me mandou mensagem, perguntou como as coisas estavam, se eu estava escrevendo ainda etc. Trocamos mais mensagens e ela me disse que tinha uma surpresa para mim. Fiquei curioso, alias, eu sou curioso. Foi ai que ela me mandou uma foto de duas passagens aéreas para o Espírito Santo. Isso mesmo, eles passariam uma semana aqui num treinamento e a melhor parte é que o hotel que eles ficariam era bem perto da minha casa.
A partir dessa informação a temperatura do grupo ferveu de novo. Um caminhão de vídeos, fotos, áudios eram enviados a cada minuto. Num dos vídeos, aparecia Aline e o marido mamando a rola de um cara. Eu confesso que não sabia que Renan era bi e que eles gostavam de dividir uma rola.
Os dias se passaram e eles chegaram. Infelizmente eu não consegui ir busca-los no aeroporto, pois estava em Santa Teresa atendendo um cliente. Mas, naquele mesmo dia, quando eu voltava para casa, passei no hotel. Os dois estavam no bar tomando vinho. Renan é moreno, deve ter 1,90 de altura, um pouco acima do peso. Um lorde, extremamente educado e gentil. Aline é branca, descendente de alemães, 180 de altura, corpo moldado na natação e pilates. Eu me senti um anãozinho diante dos dois, pois só tenho 1,75 de altura. Me juntei a eles, mas por estar de carro não bebi. Ficamos horas conversando até que Aline deu uma cartada.
- Que tal a gente subir e terminar essa conversa no nosso quarto.
- ótima ideia meu amor. – concordou o marido.
Subimos e dentro do elevador ela já mostrou que não é de perder tempo. Assim que a porta fechou ela partiu pro ataque,.
- Eu estava loca para beijar a sua boca.
E me beijou, eu correspondi trazendo seu corpo para junto do meu. Renan não ficou parado e já meteu a mão na minha rola por cima da calça. O recado estava dado, ou eu comia os dois ou não comeria ninguém.
Quando entramos na suíte o clima já estava quente. Renan disse que precisava de um banho e nos deixou na ante sala. Aline não perdeu tempo e voltou ao ataque. Nos beijamos, amassamos, brincamos até que ela abriu o zíper da minha calça e meteu a boca na minha rola. Pensa numa pessoa que sabe chupar um pau. Eu me sentei numa poltrona e ela continuou dando aula de boquete. Chupava, mordia, lambia, fazia uma pressão absurda na cabeça do meu pau. Minutos depois veio Renan, enrolado numa toalha. Beijou a boca da esposa e os dois começaram a me chupar com uma fome que poucas vezes eu vi na vida.
Renan logo dividia a minha pica com a esposa, entre beijos na boca e chupadas, os dois se divertiam me chupando. Eu nem me dei conta, mas quando percebi já estava totalmente despido e com Aline prestes a sentar na minha rola.
Eu ainda estava na poltrona quando ela se despiu e sentou no meu cacete. Que mulher deliciosa, grande, buceta quente, molhada. Enquanto ela engolia a minha rola, seu marido beijava sua boca, seu corpo. Sua língua deslizava no seu saco e quando o pau escapava ele dava uma mamada antes de botar dentro da esposa de novo.
Mudamos de posição e ficou de quatro na beirada da cama do casal. Enquanto eu fodia a sua buceta ela mamava a rola de Renan que gemia chamando a esposa de putinha. Ela gozou, eu disse que queria gozar e ele mandou encher a buceta da mulher de porra. Urrei que nem um cavalo, os jatos de porra foram explodindo dentro dela. Quando meu pau saiu, Renan caiu de boca, me chupou e deixou meu pau brilhando. Em seguida, caiu de boca na buceta da esposa e bebeu toda a porra que escorria.
Passado a euforia do primeiro encontro, eu, Aline e Renan nos encontrávamos deitados na cama. Aline entre eu e ele, alternava entre seus dois machos.
Aproveitando o clima descontraído, deixei claro para o Renan que eu não curto sexo com homem e se fosse rolar, o passivo seria ele. Ele disse que era tudo que ele queria, mamar a minha rola e sentir meu pau varando seu rabo. Nós rimos e fomos para a hidro que havia no amplo banheiro da suíte.
Já na hidro, Aline e Renan abriram outra garrafa de vinho e como eu estava de carro, optei por agua com gás, limão e gelo. Os nossos corpos se esbarravam a cada segundo dentro da agua quente, o clima voltou a ferver. Aline sentou no pau do marido e começou a rebolar. Eu tratei de ficar em pé diante dela que não perdeu tempo e abocanhou a minha rola. Aline gemia na rola grande do marido, sim, Renan tinha uma pica de uns 20 centímetros. Não demorou para ela gozar na vara do marido enquanto me chupava.
Depois foi a vez dele voltar a me chupar. O cabra sabia mamar uma rola como poucas mulheres. Metia meu pau inteiro na boca, engasgava, babava a rola e voltava a chupar. De repente a esposa mandou ele ficar de quatro e começou a chupar o cuzinho dele. Renan gemia gostoso, mas não tirava meu cacete da boca.
- Fode me marido. – ordenou Aline.
Renan ficou de quatro, cuzinho depilado, lisinho, todo babado pela esposa. Foi Aline que pegou meu pau e guiou em direção ao rabo do marido. Antes que eu começasse a fodê-lo, ela deu mais uma chupada e posicionou bem na porta. O pau foi escorregando para dentro do cuzinho de Renan, ele rebolava que nem uma putinha. Aline e eu nos beijávamos. Era uma sessão de putaria sem fim. Eu fodendo o marido dela, meus dedos massageando sua buceta e ela me beijando.
Renan disse que queria gozar, eu já estava quase enchendo o rabo dele de porra. Aceleramos e gozamos os três juntos. O cheiro de sexo na suíte era intenso, ar pesado, clima de putaria dominava o ambiente.
Voltamos para cama, Renan doi tomar um banho e lavar o rabo cheio de porra. Quando ele voltou Aline estava sentada na minha rola, rebolando que nem uma vagabunda. Gozamos juntos de novo e mais uma vez ele chupou a buceta melada de porra.
Me despedi do casal naquele dia com a promessa de nos encontrarmos a semana toda. Foram sete dias de pura putaria. Sem limites, sem frescura.
Fim
arianocasado