Com o passar do tempo, ela percebeu que ele não pegava mais ônibus no mesmo horário. Ele havia mudado de emprego, agora era repositor no supermercado que tinha no nosso bairro. Um dia, eles se reencontraram e ai ele puxou conversa com ela. Saulo era baiano, magro, alto e segundo ela dono da maior rola que ela já viu e sentou na vida. Era descomunal, mas ela gostava e talvez isso tenha sido o motivo dela ter dado para ele por mais de três meses. Os outros foram transas rápidas, coisas de uma, no máximo duas semanas.
A minha esposa sempre teve os dias certos para ir ao supermercado, geralmente ela ia nas terças, quintas e sábados e foi exatamente numa quinta-feira que ela e Saulo pararam para conversar com mais calma. Ela estava na lanchonete do supermercado, ele se aproximou e engataram uma conversa que terminou em troca de números de telefone. Passaram a semana trocando mensagens até que um dia ela disse que estava sozinha em casa e ele perguntou se ele poderia passar lá após o expediente.
- Vem. – Foi assim que ela o respondeu.
Já passava das 22h30 quando o interfone tocou, era ele. A minha ex-esposa atendeu, estava de vestidinho soltinho, calcinha nova e descalça. Ele ainda estava usando o uniforme da empresa quando surgiu na porta do apartamento. Eles começaram a se beijar muito antes da porta se fechar, foram se arrastando até o sofá, do sofá para a nossa cama. Lá ele começou a chupar seus belos seios, massageava a bucetinha por cima da calcinha já totalmente melada. Ele a despiu sem presa, chupou a sua buceta até ela perder a noção de quantas vezes gozou em sua boca.
Quando ela abriu o zíper da sua calça, veio a surpresa: uma rola preta de mais ou menos 22 centímetros, cheia de veias, com uma cabeça exageradamente grande, todo depilado. Ela não perdeu tempo, caiu de boca e mamou aquela rola até aboca doer.
Ela se preparou para sentar na rola, foi difícil de entrar, preencheu a sua buceta, os lábios ficaram esticados, a sensação era incrível, segundo ela. Saulo começou a foder com força, o ritmo ia acelerando a medida que ela se acostumava com aquele poste de carne deslizando dentro da sua intimidade. Minha esposa gemia, gozava, tremia, sentia o pau grosso pulsando dentro dela.
Quando ele disse que ia gozar, lembraram da camisinha, ela mandou gozar fora e ele deu um banho de porra na sua cara. Naquela noite eles treparam até a sua buceta pedir arrego. Ele a comeu na cama, no sofá, no banho e na cozinha. Por pouco eles não treparam no corredor na hora que ele estava indo embora.
No dia seguinte nos encontramos e ela falou dele. Bastou uma frase pro meu pau latejar e ela perceber. A safada caiu de boca na minha rola e começou a me chupar falando do tamanho do pau dele. Eu não resisti, coloquei-a de quatro no sofá, tirei a calcinha e cai de boca naquela buceta que ainda tinha sinais da surra de pica que ela havia tomando.
Eu fodi a minha ex-esposa com tanta força que gozamos juntos, melamos o sofá e depois fomos pro banho. Lá ela me disse que ele havia a comido ali mesmo, debaixo do chuveiro, de pé, socando forte, lhe arrancando gemidos e orgasmos insanos.
Voltamos para a cama e trepamos de novo. Era incrível como a nossa química sexual era intensa, mesmo estando separados. Nessa noite eu resolvi dormi com ela, eu já morava sozinho, mas sempre que dava eu passava a noite com ela, trepando alucinadamente.
Na manhã seguinte, a gente estava saindo e Saulo se aproximou de bicicleta. Ele mudou de cor quando me viu e me reconheceu. Nós éramos vizinhos de porta e eu sabia que ele era casado e pai de uma menina linda. Sua esposa também era uma bela mulher.
Passou três meses e eles ainda continuavam trepando. Perguntei para a minha esposa se ela estava apaixonada e ela disse que não. Então, resolvi contar a verdade, ela ficou possessa com ele e o chamou para uma conversa que terminou em mais uma surra de pica na nossa cama.
Foi a despedida deles.
Fim