O mês era julho, ela sairia de Salvador no sábado a noite numa excursão e chegaria domingo a tarde. Eu sairia domingo de manhã, de carro aqui de Vitoria e não demoraria muito a chegar em Teixeira de Freitas. Se não houvesse nenhuma intercorrência na estrada eu ainda teria tempo de descansar antes da sua chegada.
Por volta das 15h eu já estava na minha suíte. Fazia um calor insuportável naquela cidade e o ar estava trabalhando basicamente sem trégua. Coloquei as minhas roupas no guarda roupa, abri o notebook, adiantei algumas demandas da agencia em pleno domingo e depois dormi.
Passava das 19h quando eu comecei a ouvir vozes no corredor. O ônibus dela tinha chegado e todos os colaboradores da empresa estava indo para seus quartos. Luiza me mandou uma mensagem dizendo que ia tomar um banho e estava faminta, pediu pizza pra gente e orientou que fosse entregue na minha suíte. Rapidamente eu pulei da cama, tomei um banho, coloquei uma cueca box branca que ela havia me dado de presente. Dei aquela borrifada no perfume e fiquei esperando mais meia hora ate que ela bateu na porta.
Ela entrou rapidamente para não ser vista e nos atracamos num beijo intenso sem fim. A saudade era tão grande que a gente nem conversou. Luiza estava de vestido soltinho, sem calcinha. Não demorou um minuto e a minha boca já estava sugando a sua buceta, ela gozou repetidamente na minha cara até pedir pica.
Coloquei seus pés em meus ombros e passei a foder a sua buceta com força, gozamos juntos, caímos exaustos na cama e ficamos aguardando a nossa pizza chegar. Durante uma semana a gente trepou religiosamente todos os dias, mas eu quero relatar a nossa última transa, de quinta para sexta-feira. Uma noite regada a vinho, brinquedinhos, muito sexo e lagrimas pela nossa despedida, que a gente ainda não sabia, mas seria para sempre.
Sexta-feira, 14h, Luiza tinha acabado de chegar do treinamento. Mandou mensagem dizendo que ia almoçar com os colegas e depois de um banho, me mandaria mensagem. Desta vez eu que iria para a sua suíte. Luiza tinha preparado uma surpresa para o nosso ultimo dia na Bahia.
Eu já estava de pau duro quando a mensagem chegou – Venha, a porta está aberta. A suíte de Luiza era exatamente em frente a minha, em menos de dois segundos eu já estava trancando a sua porta, ela ainda estava no banheiro. O quarto estava todo preparado. Tinha um incenso de canela perfumando o ambiente, velas acesas em locais estratégicos deixando o ambiente com umna luz natura, um balde, duas garrafas de vinho branco e taças em cima da mesa e uma música pra lá de sensual tocando numa pequena caixa de som. Em cima da cama, havia uma caixa rosa com um pequeno cadeado. Me sentei numa poltrona e fiquei esperando por mais ou menos conco minutos. De repente, Luiza saiu do banheiro. Estava linda, perfeita. Ela usava um conjunto de lingerie tão ousado que eu demorei a reagir. Sua pele morena contrastava em relação ao tecido branco. Um par de meias três quartos, salto alto, uma calcinha minúscula com uma frase atrás montadas em letras douradas onde se lia FODE ME CÚ. Luiza estava maquiada, cheirosa, cabelo impecável. Sua boca brilhava ainda mais com um Gloss importado que ela estava usando.
Eu estava sentado na poltrona sem reação, boquiaberto, coração acelerado e pau latejando dentro da bermuda. Ela se pôs a engatinhar e como uma gata no cio se aproximou. Tirou meu tênis, a meia, depois a minha bermuda, camisa e cueca. Me deixou totalmente despido, pau apontando pro teto e coração acelerado.
Ela voltou aos meus pés, os beijou como se eu fosse um rei e ela a minha escrava sexual. Sua língua subiu pelas minhas pernas rabiscando desenhos imaginários. Quando ela se aproximou do meu pau, passou direto, subiu pela barriga, pelo meu peito e alcançou meus lábios. Nos beijamos intensamente falando sacanagem e prometendo um amor eterno, mesmo que proibido.
Luiza estava sentada no meu colo, roçando a calcinha no meu pau. O tecido já estava ensopado. Com um movimento rápido eu coloquei-a de lado e Luiza arriou o corpo, o pau entrou que nem ferro quente cortando o isopor. Ela gemeu e começou a rebolar.
- Hoje você vai me comer assim, sem tirar a minha roupa.
Luiza rebolava em câmera lenta, uma deliciosa tortura, o barulho da sua buceta molhada deslizando na minha rola era como gasolina na fogueira. Fomos mudando de posição, mas sempre mantendo Luiza com aquela roupa que foi escolhida especialmente para aquela ocasião.
Quando eu a coloquei de quatro e vi a frase FODE MEU CU, eu quase surtei de tesão. Me ajoelhei entre suas pernas, abri a sua bunda e comecei a chupar seu rabo. Luiza rebolava, gemia, me chamava de cachorro enquanto eu a chamava de minha putinha apimentada. Ela ria. Minha língua penetrava seu rabo que piscava implorando pelo meu pau.
Depois de muito chupar aquele rabo gostoso, me posicionei atrás dela e fui metendo devagar. naquela rabo lindo que mais parecia ter sido esculpido a mão. Com meu cacete alojado eu comecei a meter devagar, entrando e saindo, sem pressa, desfrutando cada segundo daquela cena. Luiza gemia baixinho, a dor estava cedendo e o prazer tomando conta. Aos poucos eu comecei a acelerar, meter mais fundo e mais forte. Fodemos muito naquela posição até que eu não aguentei mais e explodi em jatos que porra quente. Quando sai de dentro dela, o cuzinho estava arrombado, avermelhando e a minha porra escorria entre suas pernas.
Demos uma pausa na putaria e fomos almoçar, ainda tínhamos o resto de quinta e a madrugada para nos despedirmos. Após o almoço, deitamos abraçadinhos na cama e ficamos assistindo um filme que não prestamos atenção, parecíamos um casal de namorados. Acabamos dormindo e por volta das 22 horas estávamos pedindo comida novamente.
Tomamos um banho, comemos e resolvemos dar uma caminhada pela cidade. Quando voltamos nosso tesão estava aceso. Entramos na sua suíte e ela abriu a caixa rosa. Lá dentro tinha vibradores de todos os tamanhos e formatos, gel, creme, aquelas bolinhas que estouram dentro da buceta. Foi nesse exato momento que a nossa transa se tornou inesquecível. Eu comecei a chupar aquela buceta enquanto metia um vibrador de 18 centímetros no rabo de Luiza, dois dedos fodendo a buceta e minha boca sugando seu grelo. Luiza explodiu num gozo tão intenso que parecia que perderia os sentidos. Eu continuava socando os dedos, fazendo pressão no grelo e os orgasmos iam explodindo em sequência.
- Me fode de novo..... você não se cansa?
Coloquei Luiza de quatro de novo e voltei a foder seu cu com aquele gel que esquenta com o atrito, enquanto isso ela socava o vibrador na buceta. Os tapas estalavam na sua bunda, não estávamos mais preocupados com os hospedes ao lado. O pau comia solto. Puxões de cabelo, pica no rabo e um vibrador na buceta. Luiza só sabia gozar, tremia, suava, deitava cansada e depois a gente começava tudo de novo. Naquela noite ela bebeu muita porra, ficou com o rabo totalmente marcado, buceta inchada e o cuzinho ardendo em chamas.
Na sexta-feira pela manhã nos despedimos. Ela foi para o treinamos logo cedo e quando voltasse eu já estaria na estrada. A gente não sabia, mas aquela noite mágica foi a nossa despedida.
Dois meses depois, num domingo chuvoso Luiza me mandou uma mensagem dizendo que estava em Vitoria e ficaria dois dias. Queria me ver. Naquele dia eu estava no hospital com a minha esposa, meu cunhado tinha acabado de falecer e nós teríamos que correr atrás do velório.
Luiza não entendeu, se sentiu desprestigiada e nunca mais falou comigo.
Cinco anos depois ela se separou, nos tornamos amigos virtuais e ela se casou novamente.
Fim
arianocasado