Ela é estudante de direito, 27 anos e honestamente eu não entendi naquele momento porque ela passou a me seguir, o que eu sei é que a cada dia a sintonia se mostrava cada vez maior e o desejo de nos encontrarmos só aumentava. Porém, Laura mostrava ter um gênio difícil, uma personalidade forte. Em certos momentos eu achei que ela estava me testando, ou somente se divertindo com a cara de um home de 56 anos. Mas ai eu parei de dar trela, passei a demorar horas, dias para responder as suas mensagens até que finalmente, num dia que engatamos uma conversa, ela pediu o número do meu WhatsApp e passamos a trocar mensagens com mais frequência por lá.
- Quero te conhecer – Disse ela.
- Posso passar na sua faculdade amanha de manhã e almoçamos juntos.
- Nossa, como você é direto.
- Não sou direto. Só não gosto de joguinhos.
- Eu adoro jogar. – disse ela.
- Se eu for entrar no seu jogo, eu vou entrar para ganhar.
- Ok, você venceu. Eu saio às 11h45.
- Estarei lá.
E fui. Naquela manhã, eu trabalhei em casa e por volta das 10h eu já estava tomando um banho, aparando a barba e me preparando para sair. Como eu não sabia onde aquela conversa iria parar, coloquei um terno cinza grafite, camisa e grava pretas e aquele perfume que nunca me decepciona.
Eu vi quando Laura saiu na porta da faculdade. Morena, vestido azul claro colado no corpo, salto alto, alguns cadernos nas mãos. Ela se aproximou, trocamos dois beijos no rosto, peguei seus cadernos, abri a porta do carro ela entregou e eu lhe devolvi o material. Entrei no carro e ela perguntou onde iriamos.
- Vamos almoçar em Santa Teresa.
- Nossa, que romântico.
Santa Teresa é uma cidade no interior do Espírito Santo, clima europeu, cidade bucólica, ideal para casais que querem fugir nos finais de semana. Cerca de uma hora depois estávamos passando pelo pórtico da cidade e eu já sabia quase tudo sobre a vida dela.
Entramos no Restaurante Giardino, escolhemos uma musa mais afastada, Ela pediu uma taça de vinho e eu agua com gás, limão e gelo. Almoçamos, caminhamos pela cidade e em determinado momento estávamos andando de mãos dadas. Ela viu, sorriu, mas não disse nada.
Final do dia já estávamos na porta da sua casa, em Laranjeira, Serra. Foi ali que nos beijamos pela primeira vez, começamos a nos tocar, amassar dentro do carro.
A gente estava protegido pelos vidros escurecidos, então o clima pegou fogo. Ela abriu o meu zíper e me chupou, meus dedos passaram a foder a sua buceta, estava ensopada, escorrendo, melando o banco de couro do carro.
Laura me chupava com vontade, com pressão. Ela mordia a cabeça do meu pau, enfiava a rola até onde sua garganta aguentava. Cuspia no pau, punhetava, voltava a chupar com aquela boca quente que ela sabia usar como poucas pessoas.
Meus dedos já estava atolados na buceta, aquele barulho do mel e dos meus dedos, ela gemia baixinho, rebolava enquanto sugava o meu cacete.
- Eu vou gozar no seu dedo....
- Goza putinha, goza gostoso.
- Sua putinha, agora eu sou sua putinha.
Não demorou e Laura passo a gemer mais. Seu corpo tremia, sua buceta escorria cada vez mais. Quando ela se recompôs, disse-me que precisava ir.
- Engole meu gozo antes de você ir. – disse a ela.
Laura voltou a me chupar, desta vez parecia estar mais faminta, com mais vontade. Eu sentia meu pau pulsando, uma vontade louca de gozar crescia em mim, ela sentiu meu pau explodindo na sua garganta, jatos de porra invadindo a sua boca.
Eu gemia, tremia, suava mesmo com o ar do carro ligado. Quando ela sugou a última gota de porra, largou meu pau, fechou o zíper da calça e nos beijamos. Sua boca tinha o meu gosto, meus dedos o sabor do seu orgasmos.
- Nos vemos amanha? – Perguntou ela sorrindo maliciosamente.
- Sim. Te busco amanha no mesmo horário.
- Ok. Cancele sua agenda, amanha eu te quero a tarde toda.
Continua.
arianocasado