Uma baiana casada de tirar o folego.



De Salvador diretamente para a minha em dois meses. Luiza apareceu na minha vida através de um e-mail despretensioso. Ela tinha lido alguns contos meus e quis saber mais sobre o autor das histórias que faziam a sua calcinha melar de madrugada enquanto seu marido dormia. No começo as nossas conversas até eram comportadas, mas bastou virarmos amigos nas redes sociais para meu instinto de caçador dar sinal de vida.

Luiza é uma baiana linda, morena, pernas grossas, bunda empinada, seios turbinados, barriga chapada e uma boca que faz qualquer mortal perder o raciocínio. Aos poucos as conversas foram ficando cada vez mais quentes, mais “caliente” do jeito que todo baiano gosta. O que mais me chamava atenção é que ela era casada com um cara que parecia um modelo, eles eram pais de dois meninos. O que uma mulher linda de 35 anos poderia querer com um cara de quase 50 anos? Isso, eu descobriria dois meses depois.

Foi na véspera do natal que a boa notícia chegou via mensagem. Luiza viria para Vitória e ficaria uma semana em treinamento. Ela chegaria num sábado e iria embora na outra sexta-feira. Seu treinamento seria durante a manhã e a tarde ela estaria livre. Sua chegada seria na primeira semana de janeiro e eu não via a hora de beijar aquela boca carnuda.

Sua chegada estava programada para as 9h da manhã no aeroporto de Vitória. Naquele sábado eu me arrumei como se fosse trabalhar, deixei a minha esposa no trabalho dela e fui para o aeroporto. Quando Luiza saiu no saguão, eu nem acreditei. Uma morena de 1,75 que com um salto alto chegava fácil nos 1,80 de altura. Luiza usava um vestido verde colado ao corpo que marcava bem as suas curvas. Me aproximei e ela já veio sorrindo com aquele bocão lindo. Nos abraçamos, peguei a sua mala e fomos para o estacionamento.

Entramos no meu carro e seguimos pro hotel, em Camburi. Luiza é do tipo falante, veio contando detalhes do voo e em menos de vinte minutos já estávamos na porta do hotel, frente a praia.

Passamos pela recepção, nos cadastramos e subimos. Da suíte a vista era impecável, o dia estava lindo e o sol castigava quem se aventirava a andar no calçadão.
- Estou com fome. – disse ela.
- Vou pedir um almoço pra gente.
- Peça, vou confiar no seu bom gosto.

Peguei o telefone e pedi salmão grelhado, salada e uma garrafa de vinho branco com duas taças para brindarmos ao nosso primeiro encontro. Luiza deitou-se na cama, ela era grande, daquelas que dá trabalho. Deitei ao seu lado e ficamos em silencio.
- Estou nervoso. Não sei o que dizer.
- Me beija. – disse ela.

Dai em diante a coisa descambou. Eu beijava aquela boca carnuda, ela me mordia os lábios querendo me provocar, minhas mãos deslizavam pelo seu corpo, pelas pernas, até alcançar a sua calcinha. Estava ensopada. Coloquei o tecido de lado e cai de boca numa buceta erradamenteente linda, carnuda, grelo avantajado, cheirosa e lisinha. Comecei a chupar e só parei quando Luiza gozou. Seu corpo tremia como vara verde, sua respiração totalmente descompassada. Com a minha cara melada de mel, voltamos a nos beijar, ela sentiu o gosto da sua buceta diretamente na minha boca.

A comida chegou e a gente teve que dar uma pausa. Recebi, dei uma gorjeta pro garçom e entrei.
- Preciso de um banho.

Luiza já estava nua caminhando em direção ao banheiro. Me despi e me puxando pelo pau ela me arrastou com ela para dentro do banheiro. Ligamos o chuveiro e ela se ajoelhou. Caiu de boca no meu cacete, me chupou de todas as formas possíveis e imagináveis. Me segurei muito para não gozar.
Saímos do banheiro e enquanto ela passava creme no corpo eu não me aguentei. Coloquei ela de quatro e meti a vara, o pau entrou deslizando naquela buceta quente.
- Fode, fode a sua baiana casada.
- Minha putinha.
- Sou sim, sou sua puta, sua mulher, sou o que você quiser.

Segurando Luiza pelas ancas eu passei a foder com força, socando até o talo. Ela disse que queria gozar de novo, eu fui acelerando, massageando o cuzinho até que gozamos juntos. Nem nos demos conta da camisinha, quando lembramos já era tarde, a buceta estava inundada de muita porra. Naquele sábado eu cheguei em casa com o pau ardendo, morto de cansado. No domingo eu e Luiza não conseguimos nos ver, mas na segunda-feira, eu fui busca-la após o treinamento e mais uma vez nos trancafiamos na suíte.

Segunda-feira, às 11h45.
Eu estava na porta do SESI quando ela saiu usando um vestidinho soltinho, amarelo. Ela atravessava a rua e os marmanjos torciam o pescoço para poder olhar aquele mulherão. Ela entrou no meu carro, nos beijamos e eu já meti a mão entre as suas pernas. Aq        uela buceta quente precisava de carinho.
- Tira a calcinha.

Ela riu. Os vidros escuro do carro nos dava a privacidade necessária. Ela se livrou dela e abriu as pernas. Mais uma vez meus dedos invadiram sua buceta que já estava derretendo. Eu ia guiando pelas ruas de Vitória e Luiza de olhos fechados gemia dentro do carro. Paramos no primeiro sinal vermelho e eu meti a boca na sua gruta. Chupei ate o sinal abrir, voltamos pro transito, mas meus dedos não desgrudavam da sua buceta.
- Quero seu pau.

Ela abriu a calça, colocou meu pau inteiro na boca. Foi difícil manter o carro entre as faixas, mas finalmente chegamos no hotel. Entramos nos despindo, nos atracando. Nos jogamos na cama e ela sentou na minha boca.Esfregou a buceta na minha cara até gozar, depois arriou o corpo sobre o meu e começamos um delicioso sessenta e nove.

Chupei aquela buceta ate dar câimbra na boca. Luiza veio por cima novamente, sentou no meu pau e começou a quicar, quando gozou, eu me assustei com a quantidade de mel que escorreu sobre meu corpo. Nunca tinha visto nada igual.

Fodemos muito até a hora de nos despedirmos. Na terça, quarta e quinta repetimos a dose. Passamos uma tarde no motel, mas a gente queria mais. A gente merecia uma noite juntos.
Inventei uma viagem na quinta-feira para São Mateus, sai de casa com mala e cuia. Passei na agencia, fui em dois clientes e a tarde busquei Luiza para aquele dia que seria a nossa despedida, pois na sexta ela embarcaria logo pela manhã.

Trepamos a noite toda, assistimos uns filmes, eu enchi aquele cuzinho de porra, ela bebeu muita porra e por volta das duas da manhã nós apagamos.
Acordamos na sexta-feira, parecíamos um casal no restaurante tomando café. Eu a levei ao aeroporto e nos despedimos com lágrimas nos olhos.

Seis meses depois nos encontramos novamente em Teixeira de Freitas. Mais uma semana de muito sexo e putaria. Essa loucura eu conto em outro momento.

Fim


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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico arianocasado

Nome do conto:
Uma baiana casada de tirar o folego.

Codigo do conto:
275119

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
20/10/2026

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