Depois de formada, Amanda se casou, teve um filho e se mudou para São Paulo e lá construiu uma carreira reconhecida. Seu trabalho era tão bom que uma grande empresa do Espírito Santo a contratou e ela passaria alguns dias aqui. Durante os dias que antecederam a sua vinda, a conversa mudou de briefing para goza na minha cara num piscar de olhos. Tudo ia muito bem até o dia que eu chamei Amanda de putinha, vagamunda casada entre outras coisas. Ela se ofendeu, me bloqueou em todas as redes e no WhatsApp e simplesmente desapareceu da minha vida. Tentei de todas as formas manter contato, mas sem sucesso. Resolvi deixar para lá e fui seguir com a minha vida.
Seis meses depois, eu postei uma foto no Instagram e uma das curtidas era dela, sinal que eu tinha sido desbloqueado. Não mandei mensagem e não fui até o seu perfil, resolvi ignorar. Ela continuou curtindo fotos, reels e stories e eu fingindo de cego, surdo e mudo.
Certo dia ela não se aguentou e mandou mensagem pedindo desculpas logo na primeira frase, disse que tinha ficado ofendida com as minhas palavras, mas reconheceu que tinha sido infantil em desaparecer daquela forma. E continuou falando, explicou que só havia percebido isso quando conheceu um cara na internet e transou com ele e com um amigo que fizeram dela gato e sapato, chamaram ela de tudo quanto foi nome e ela havia gostado da situação. A partir desse dia retomamos a conversa, mas eu evitava falar putaria com ela.
Foi numa segunda-feira de muita chuva que Amanda me mandou uma foto, estava num hotel localizado na Praia da Costa, de frente pro mar. A legenda era um convite para tomar café com ela. Aceitei, disse que chegaria em uma hora no máximo.
Quando me identifiquei na recepção já havia uma autorização para que eu subisse até a suíte 908. Entrei no elevador com o coração acelerado e o pau latejando. Bati duas vezes na porta e ela abriu, linda, sorridente, enrolada num quimono de seda vermelho e cabelos presos.
Como relatei no começo, Amanda é uma ruiva de olhos esverdeados, pele hiper branca, seios médios, 1,89 de altura, o que me faz parecer um anão perto dela, pois só tenho 1,75. Dona de uma bunda perfeita e um longo par de pernas, Amanda é o tipo de mulher que jamais passa desapercebida por onde passa.
Ela me deu um longo abraço, como se estivesse se desculpando. Em seguida dois beijos e indicou que eu entrasse. O clique da porta ecoou no quarto, não tínhamos mais volta. Antes que ela desse o primeiro passo em minha direção, ela soltou os longos cabelos lisos e se livrou do quimono. Aquela mulher enorme e linda, completamente nua na minha frente parecia um sono.
Sua buceta carnuda era totalmente lisa, nenhum sinal de pelos. Ela se aproximou e eu não pensei duas vezes. Joguei seu corpo na cama, Amanda já caiu com as pernas abertas. Enfiei a minha cara entre as suas pernas e comecei a chupar com vontade. Amanda gemia, erguia o corpo para esfregar a buceta na minha cara. Eu sugava seu grelo e fodia a buceta com dois dedos que deslizavam com facilidade. Quando ela suspendia o corpo, dava para ver um cuzinho perfeito, rosado, parecendo que foi desenhado a mão.
Amanda ia gozando e eu bebendo seu gozo. Ela não tinha limites, parecia não cansar de gozar na minha boca e nos meus dedos que a essa altura já alternavam entre a buceta e seu rabo.
- Eu quero te chupar.... me dá seu pau.
Eu ainda estava vestido, Amanda me ajudou a me livrar das roupas com agilidade e sem cerimônia. Ajoelhou na minha frente e caiu de boca na minha pica, esfregava na sua cara, alisava e lambia meu saco, batia com meu pau na sua cara e pedia que eu lhe batesse no rosto. Amanda parecia transtornada, sem pensar, só queria sentir prazer e sem limites.
Ainda de pé na sua frente, coloquei uma das mãos atrás da sua nuca e passei a foder a sua boca, o pau ia ate a garganta, ela engasgava e eu a soltava.
Pegava a sua saliva com as minhas mãos e esfregava na sua cara, depois passava meu pau e ela ria, pedia mais. Quando eu disse que estava quase gozando ela acelerou, fez mais pressão no meu pau e o primeiro jato de porra explodiu na sua garganta. Ela engoliu meu gozo, depois deixou os demais jatos atingirem a sua cara. Eu gozei muito, uma porra grosa, densa e quente.
Deitamos na cama e passamos a nos beijar, a gente sequer conversava, parecia que o mundo ia acabar e a gente tinha que trepar até o limite. Coloquei Amanda de quatro e comecei a chupar seu cuzinho, lindo, liso, rosado, perfeito. Metia os dedos, chupava, batia e ela gemia.
- Come...esse cu é seu....come e enche ele de porra.
Coloquei a cabeça do pau e fui metendo, Amanda se contorcia, serpenteava, pedia calma e gemia baixinho. Os tapas na sua bunda cor de porcelana chinesa foram deixando marcas, o suor brotava nas suas costas.
- Mete mais forte....goza dentro.
Eu acelerava, segurando Amanda pelas ancas o pau entrava fundo e saia brilhando. Eu sentindo meu corpo esquento novamente falei que estava quase gozando, ela mexia no grelo em busca do seu gozo para explodirmos juntos. Gozamos juntos, seu rabo cheio de porra e a buceta avermelhada com a fricção dos seus dedos.
Depois de alguns minutos na cama, exaustos, resolvemos tomar um banho enquanto aguardávamos o nosso lanche. Debaixo do chuveiro o clima era outro, parecíamos namorados, muito carinho, eu fiz questão de lhe dar um banho.
Bateram na porta e eu fui atender. Era o garçom com um carrinho e uma bandeja repleta de comida, frutas, sucos, café etc.
Amanda saiu do banheiro nua, o garçom ficou parado, hipnotizado olhando para ela que pareceu não se importar. Ele deixou as coisas em cima da mesa e saiu.
Quando ele fechou a porta, Amanda pediu que eu me deitasse na cama, obedeci. Amanda veio por cima de mim e começou a me chupar, lamber, mordiscar.
Sua língua atrevida percorria por todo meu corpo, ela literalmente comeu meu rabo com a língua. Depois, sentou na minha rola e começou a quica intensamente, o pau saia melado de dentro da sua buceta. Amanda gozava, dava uma segurada e recomeçava atrás de outro orgasmo. Fodia sem parar, parecia não cansar de subir e descer na minha rola.
Quando ela disse que estava gozando eu acelerei as estocadas de baixo para cima e enchi sua buceta de porra, sem camisinha, sem proteção. A gente estava entregue à sorte. Ela arriou seu corpo sobre o meu e adormecemos.
Quando acordamos, já era noite. Eu precisava ir, mas Amanda pediu para beber mais porra e me chupou ate eu gozar. No dia seguinte eu voltei, pedimos comida e o mesmo garçom veio nos atender. Desta vez quem abriu a porta foi ela, nua. Ao ver a cara de espanto e desejo do garçom, Amanda o puxou pelas mãos e trancou a porta, mas essa história fica para outro dia.
Fim