Fodendo a ruiva casada. Parte 02

ERRATA: O conto anterior, o título correto é FODENDO A RUIVA CASADA. PARTE 01. Ok?

Para entenderem melhor esse conto, sugiro que leiam o anterior. Eu e Amanda passamos uma tarde regada a sexo na suíte do hotel que ela estava hospedada na Praia da Costa, Vila Velha, ES. Antes ela já tinha me confessado que havia dado para dois caras ao mesmo tempo e que naquele dia ela havia gozado tanto que chegou em casa se sentido fraca. No nosso primeiro encontro, quando o garçom do hotel veio nos entregar o nosso almoço, ela fez questão de aparecer diante dele totalmente nua, o que deixou o cara totalmente desconcentrado. Eu saquei as intenções dela na mesma hora e no segundo dia resolvi ver até onde ela teria coragem de ir.

A gente ia se encontrar no dia seguinte após as reuniões dela que seriam todas pela manhã, nosso segundo dia de sexo e putaria começaria após às 14h.

Naquele dia, me levantei cedo, fui para o Hyrox e depois resolvi trabalhar a manhã toda em casa. A tarde, informei a minha esposa que iria para uma “reunião” na Serra e retornaria no final do dia. Tomei um banho, coloquei um terno cinza grafite, uma camisa azul escuro, abri mão da gravata naquele dia. Cabelo e barba alinhados, perfume naqueles locais estratégicos e sai em direção ao hotel. Meu nome já estava liberado e rapidamente eu já estava na porta da suíte dela.

Amanda abriu a porta rapidamente. Estava linda de executiva, usando óculos de grau. Nos beijamos ainda na porta. Minhas mãos já foram deslizando por aquela bunda linda. Coloquei a calcinha de lado e comecei a dedilhar a sua buceta, não demorou muito e meus dedos já estavam completamente melados.

Ainda estávamos com a porta aberta quando ela abriu o zíper da minha calça e caiu de boca na minha rola. A possibilidade de algum hospede passar por ali me deixa alucinado de tesão, eu não queria gozar logo de cara, mas Amanda tinha o poder de me fazer enlouquecer somente usando aquela boca aveludada.

Fechamos a porta e eu a coloquei de quatro numa poltrona perto da varanda. O sol estava queimando lá fora e a gente derretendo dentro do quarto com ar condicionado. Tirei a sua calcinha, levantei a saia e cai de boca entre sua buceta e o cuzinho. Ela gemia, rebolava na minha cara. Eu metia os dedos na buceta que parecia uma piscina, uma poça de mel.
- Me fode, hoje eu quero dar tudo.
- Quer ser minha puta de novo?
- Eu vou ser sua puta para sempre...
- Vai fazer tudo que eu mandar?
- Tudo...pode mandar que eu obedeço.

Não me aguentei e meti a rola, fodemos forte e o tesão era tão grande que não demoramos a gozar praticamente no mesmo instante. A buceta de Amanda escorria mel e porra, melou a poltrona, pingou no chão. Quando meu pau saiu de dentro da sua buceta, ela não perdeu tempo, caiu de boca, me chupou de novo e deixou meu pau limpo.

Ela disse que precisava de um banho, estava na rua desde cedo. Enquanto ela se preparava para tomar banho, pediu que eu ligasse para recepção e pedisse vinho branco bem gelado, salada, peixe assado. Naquele momento eu lembrei do garçom que ficou vidrado em Amanda. Então liguei, pedi a comida e registrei que tinha que ser o garçom do dia anterior. Ninguém na recepção questionou essa observação.

O garçom era Pedro, 26 anos, moreno, alto e com um corpo bem cuidado na academia, mas sem exageros.
Antes que Amanda saísse do banho, abri a porta, deixei ela apenas encostada. O plano estava armado, a putaria seria grande, mas para isso acontecer, Amanda teria que embarcar na minha loucura.

Ela saiu do banho enrolada na toalha, se aproximou de mim, eu a despi e passei a enxugar o seu corpo, em seguida, pedi que ela deitasse e com o vidro de hidratante passei a deslizar o creme perfumando por todo o seu corpo. Ela deitada, nua, naquela cama parecia uma obra de arte. Foi nesse momento que bateram na porta, era o garçom, eu mandei que ele entrasse e Amanda estava deitada, nua, exposta.

Pedro entrou e quando a viu parou na porta. Seus olhos brilhavam.
- Entre Pedro, pode colocar as coisas em cima da mesa.

Amanda ria, já tinha entendido o recado. Eu senti seu coração acelerando a respiração ficando pesada.
- Pedro...
- Pois não senhor.
- Posso te pedir um favor? Aliás, dois...
- Claro.

Ele estava visivelmente nervoso. Parecia pressentir o que estava para acontecer naquele quarto.
- Tranque a porta.

Ele trancou e voltou caminhando lentamente. Já dava para ver seu pau quase rasgando a calça do uniforme.
- Pegue esse vidro de creme, despeje em suas mãos e me ajude a passar hidratante na minha esposa.

Parecia que ele iria desmaiar de nervoso. Se aproximou quase que em câmera lenta, colocou creme nas mãos e começou a deslizar pelas costas de Amanda que a essa altura já estava com a buceta pingando. As quatro mãos percorriam seu corpo, aos poucos as suas pernas se abriram e nossas mãos deslizavam entre os lábios da sua buceta, ela gemia, mas gemia diferente. Eu já estava despido, me posicionei em sua frente e ela caiu de boca na minha rola, me chupava com tanta vontade que me fazia navegar entre a dor e o prazer. Fiz sinal para Pedro também se despir, ele tirou a camisa, a calça e a cueca em tempo recorde.

Uma pica de 22 centímetros saltou bem diante de Amanda que tratou de segura-la imediatamente. Joguei para ele que imediatamente encapou a rola.
Amanda ainda estava deitada de bunda para cima quando sentiu a cabeça da pica dele roçando a sua buceta, ela abriu mais as pernas e empinou a bunda. O pau grande foi sumindo dentro dela como num passe de mágica e Pedro que no começo estava acanhado agora já metia com força e a chamava de vagabunda.

Certamente ele achava que éramos casados, pois ele se referia a mim como se eu fosse o marido dela.
Fomos trocando de posição até que Amanda começou a cavalgar em mim. Abri a sua bunda e Pedro entendeu o recado. Se posicionou atrás dela e meteu a rola no cuzinho. Amanda gritava, rebolava, suava, me beijava, mordia meus ombros. Seus orgasmos iam acontecendo em série, a gente se beijava na intenção de abafar seus gemidos. Quando ela gozou pela terceira vez eu gozei junto e em seguida Pedro tirou a rola, a camisinha e meteu o pau na boca de Amanda fazendo-a beber toda a sua porra. E era muita porra.

Em seguida, ele beijou a boca dela, se vestiu e saiu rapidamente. Precisava voltar para o trabalho. O cheiro de sexo, porra a látex se misturava com o aroma da comida. Demos uma pausa e fomos almoçar, depois deitamos na cama e cochilamos por uma meia hora ou mais.

Quando acordamos, Amanda disse que seu rabo estava ardendo, mas a buceta queria mais pica. Trepamos de novo, gozamos muito lembrando da participação do Pedro.

Me despedi da Amanda ao anoitecer. Ela embarcaria na manhã seguinte para São Paulo. Até hoje mantemos contato e sempre lembramos do nosso Ménage com o garçom do hotel.

Fim



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Ficha do conto

Foto Perfil arianocasado
arianocasado

Nome do conto:
Fodendo a ruiva casada. Parte 02

Codigo do conto:
275376

Categoria:
Grupal e Orgias

Data da Publicação:
23/10/2026

Quant.de Votos:
2

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