A ninfeta da UFES virou a minha putinha de luxo.



Foi por conta de uma frase no Facebook que os nossos caminhos se cruzaram. Eu tinha perdido a hora e postei sobre isso. Paula respondeu imediatamente:
- Quem sabe faz a hora não espera acontecer.
- Gostei disso. – respondi de imediato.

Mas quem era Paula? Na mesma hora tratei de ir até o perfil dela e vi que era uma estudante de comunicação da Ufes que me seguia, Viramos amigos virtuais e a conversa foi fluindo tão rápido que parecia que éramos amigos há anos.

Na época Paula tinha 23 aninhos, eu 45, casado. Ela tinha a idade do meu filho mais velho e num primeiro momento não vi nada de anormal em nossas conversas, até porque a gente não falava putaria e somente sobre publicidade, campanhas publicitárias, TCC etc. Bem verdade que tínhamos vários amigos em comuns, algumas pessoas que já tinham trabalhado comigo, estagiários e profissionais da área.

Paula é uma menina bem bonita, branquinha, cabelos lisos, castanhos claros, olhar expressivo e uma boca perfeita. Durante doze meses a gente conversou, passamos do Facebook para o WhatsApp e as trocas de mensagens foram ficando cada vez mais frequentes.

Certo dia eu disse que estava de mal humor, ela riu. Perguntou como poderia me ajudar e eu disse que queria falar sobre sexo. Ela topou e ai a coisa perdeu o controle. Paula me confessou que era noiva de um Policial Federal, mas que a relação na estava boa. Na cama o sexo era ruim e por isso ela tinha um pau amigo que adorava fodê-la em cima da mesa de sinuca que tinha no prédio dela. O problema é que esse pau amigo tinha se mudado para Londres e ela estava subindo pelas paredes. Passamos a falar sobre nossas experiencias, loucuras e aventuras sexuais. Passamos a trocar fotos e vídeos provocativos; o tesão escalava numa velocidade muito rápida e o sexo entre a gente era uma questão de tempo.

A tão sonhada oportunidade chegou de forma surpreendente. Eu estava saindo de uma reunião perto da Escola Técnica quando Paula me mandou uma mensagem perguntando onde eu estava e quando eu falei o nome da empresa, ela me respondeu que estava no Bar do Ceará com uma amiga. Perguntou se eu poderia ir até ela para nos conhecermos pessoalmente. Eu fui.

Cheguei lá, me deparei com duas meninas linda, a Paula e sua amiga que em menos de cinco minutos se despediu e foi embora. Paula estava tomando cerveja e me ofereceu. Eu estava de carro e recusei, pedi água com gás, limão e gelo e passamos a conversar. Aos poucos fomos nos aproximando, minha mão já pousava em suas pernas e ela retribuía da mesma forma.

Já passava das 20 horas quando resolvemos ir embora. Paula iria para a casa do seu namorado, eu passaria exatamente em frente ao prédio dele. Ofereci uma carona, ela aceitou e entramos no meu carro. Paula estava usando um vestido branco com flores coloridas, estava linda, maquiagem leve, boca brilhando e um sorriso lindo no rosto. Seguimos para o centro de Vitória e eu parei próximo ao prédio, debaixo de uma árvore grande. Ficamos conversando mais alguns minutos e acabamos nos beijando, o beijo que estava preso há doze meses foi escalando, ficando cada vez mais quente até que minha mão invadiu suas pernas. Paula abriu me dando caminho livre, a calcinha foi colocada de lado e meus dedos invadiram sua buceta melada. Sua mão apertava meu pau, aos poucos ela abriu o zíper e caiu de boca. Me chupou até me fazer gozar, depois nos beijamos, senti meu gozo em seus lábios.
- Preciso ir, meu noivo está me esperando.

Nos beijamos mais uma vez e ela saiu do carro rapidamente. Eu segui meu caminho, meus dedos com aquele cheiro doce de buceta, o pau melado, um tesão fora do normal tomava conta do meu corpo. Fazia um bom tempo que eu não transava com uma pessoa mais nova que eu e Paula ia quebrar esse tabu.

Cheguei em casa louco de tesão, fui direto pro banho, acabei gozando imaginando eu fodendo aquela novinha de todas as formas possíveis. Antes de dormir, fui dar uma olhada nas mensagens e tinha duas fotos de Paula, uma delas era sua buceta toda meladinha de tesão e a outra a buceta escorrendo a porra do namora com a seguinte legente: queria que fosse a sua porra aqui dentro.

Meu pau latejou na hora. A minha esposa estava deitada ao meu lado assistindo um vídeo e eu até tentei namorar, mas ela disse pela milésima vez que estava cansada e que era para gente dormir.

Na manha seguinte Paula me mandou mensagem logo cedo, começamos a conversar e eu perguntei se ela não queria conhecer a agencia. Ela topou, disse que iria depois das 18h para dar tempo do pessoal ir embora. Na minha sala tem uma mesa grande onde eu trabalho, duas poltronas, um sofá de dois lugares e uma mesa de centro. Tem um barzinho com algumas bebidas, gelo e copos.

Naquele dia, em especial o tempo parecia jogar contra mim, custou a passar. Quando vi a galera juntando as suas coisas para ir embora, tratei de dar uma arrumada na sala e um tapa no visual.

Por volta das 18h20 bateram na porta, eu abri e lá estava Paula, vestido preto, curto, mas sem ser sensual demais. Aquele sorriso lindo e olhar expressivo. Entramos, tranquei a porta e o circo pegou fogo. Nos arrastamos ate a minha sala, fechei a porta e ela sentou-se no sofá, me ajoelhei entre as suas pernas, tirei sua sandália, sua calcinha e lá estava aquela buceta novinha, pronta para ser minha.
não pensei duas vezes, não perdi tempo. Meti a boca e chupei aquela buceta como se fosse a ultima coisa que eu fosse fazer na vida. Meti um dedo, dois, três e a mão toda.

Paula se arreganhava no sofá abria as pernas pedindo mais, pedindo para ser fodida como puta. Aquela menina comportada das redes sociais tinha se transformado numa puta sem limites.

Parei de chupa-la e começamos a foder, o pau entrando todo, sem camisinha, buceta melada, quente, engolindo e mastigando a minha rola.
Paula gozou, eu gozei juntos e só depois perguntei sobre a camisinha.
- Relaxa amor, eu não posso ter filhos.

Dito isso, voltamos a trepar. Paulinha ficou de quatro e se abriu toda, queria levar pica naquele cuzinho rosado. Dei-lhe uma chupada e em seguida pincelei e entrei. Cuzinho guloso, mastigava a minha rola. Paulinha confidenciou que sempre gostou de dar a bunda e quase nunca sentia tanta dor. Fodi aquele rabo até gozar dentro.

Sentei no sofá com o corpo todo suado. Paulinha estava descabelada e confessou que seu namorado iria busca-la para eles irem jantar fora. Quando ela disse isso eu mandei ela mamar meu pau de novo, gozei, enchi sua boca de porra e disse que ela iria ao encontro dele assim, com o gosto do meu pau vivo na sua boca. Ela riu, concordou, se arrumou e desceu ao encontro do corno.

Durante dois anos eu e Paula fomos amantes. O noivado dela com o policial acabou, ela voltou a morar na casa dos pais no interior do Espírito Santo e por lá casou com um cara que tem mais cara de corno que qualquer um outro.

Hoje somos apenas amigos virtuais, não falamos de sexo. Mas se ela quiser..... eu quero.

Fim


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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico arianocasado

Nome do conto:
A ninfeta da UFES virou a minha putinha de luxo.

Codigo do conto:
275216

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
21/10/2026

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