Flertando com a vendedora de plano de saúde.



Conheci a Marcela através de um anúncio dela no Instagram. Eu estava querendo trocar de plano de saúde, mas queria algum correto aqui do Espírito Santo. Quando Marcela apareceu, eu fiquei impressionado com a sua beleza. Ninguém diz que aquela mulher tem 53 anos. Ela malha, corre, rema, anda de bicicleta. Branca, cabelos pretos, longos, olhos castanhos, seios médios, pernas grossas e torneadas e uma bunda que tira qualquer um do sério.

É claro que a nossa conversa começou sobre valores, tempo de carência, cobertura etc. Com o passar do tempo eu passei a comentar em suas fotos de treinos e ela retribuía sempre com muita gentileza e educação. Até que marcamos um café na minha empresa para assinarmos tudo. Quando a porta abriu, la estava ela, linda, usando uma saia e um blazer azuis, camisa de seda branca, salto alto e um perfume que rapidamente tomou conta da sala.

Assim que a secretária fechou a porta nos sentamos para finalizarmos a compra do plano. Mas eu confesso que com aquele par de pernas diante dos meus olhos, estava difícil deme concentrar na conversa. Marcela percebeu, mas não comentou nada.

Fechamos o plano e Marcela quis saber mais sobre a minha empresa, que é uma agencia de publicidade. Falei um pouco do nosso negócio e ela me disse que precisava de uma agencia para melhorar a sua imagem e a sua comunicação. Enquanto ela falava eu só tinha olhos para aquela boca bem desenhada e aquele corpo esculpido a base de muito exercício. Me comprometi de apresentar uma proposta para ela e desta vez a reunião seria na sua empresa.

Ainda naquela semana voltamos a nos reunir. Agendamos a nossa reunião para as 8h de uma sexta-feira. Eu já sai de casa com sua proposta em mãos. Usando terno preto, camisa azul escura, sem gravata e com aquele perfume que nunca me deixa na mão, eu bati na porta da sua sala no horário marcado. Mais uma vez ela me surpreendeu com a sua beleza e elegância. Marcela usava um vestido preto, não muito longo e nem tão ousado, mas deixava em evidencia seu belíssimo corpo.

Ela fez sinal para eu entrar, me deu dois beijos no rosto e elogiou meu perfume. Perguntei se ela havia gosta e a resposta foi afirmativa. Eu disse que queria sentir o perfume dela e para minha surpresa ela prendeu os cabelos de lado e deixou livre o seu pescoço. Me aproximei, respirei fundo, senti o perfume da sua pele que estava toda arrepiada. Sua respiração era pesada e ficou ainda mais forte quando eu toquei de leve meus lábios em seu pescoço. A tensão sexual naquela sala era indescritível, nós já havíamos entendido que a química que existia entre nós não era qualquer coisa. Mais cedo ou mais tarde a gente ia explodir.

Após apresentar a minha proposta, explicar todos os pontos do contrato que assinaríamos em breve, a conversa continuou. Marcela me contou que havia casado aos 16 anos, tinha um casal de gêmeos e já era avó. Eu simplesmente não acreditava, estava encantando pela sua beleza e história de vida. A essa altura da conversa já estávamos sentado lado a lado no sofá que havia na sua sala, nossas mãos esbarravam “sem querer na perna do outro. Marcela é do tipo mulher que conversa sorrido e isso lhe deixava ainda mais charmosa.
Já passava das 13h quando nos despedimos com um abraço, mais demorado. Eu senti seu corpo colado ao meu, seu coração disparado, seu cheiro e o calor do seu corpo. Ela certamente sentiu que meu pau já não estava tão adormecido assim.

Eu sai da reunião com aquela sensação que todos aqui conhecem. Aquilo não ia prestar, a química era forte, Marcela estava solteira há um bom tempo, se dedicando aos filhos, neto, treino e trabalho. Na semana seguinte teríamos uma nova reunião e eu já não aguentava mais esperar por esse dia.

Quando a vontade é grande o tempo parece não ajudar. A semana se arrastava entre trabalho, treino e problemas. De vez em quando, Marcela mandava uma mensagem aleatoriamente. Um vídeo, um comentário no meu Status, mas nada comprometedor.

O tal dia da reunião chegou, eu acordei excitado, o pau latejava só de pensar em Marcela. Tudo era um mistério, e se a tal química fosse coisa da minha cabeça? Isso não importava mais, eu queria aquela mulher para mim e não iria medir esforços. Me arrumei, coloquei o meu melhor terno, barba aparada, cabelo bem cortado, perfume e fui. No horário marcado eu bati três vezes na porta e ela atendeu rapidamente.

Marcela estava impecavelmente linda. Ela usava uma blusa de seda azul turquesa, uma saia preta que moldava seu corpo e tinha uma fenda generosa na perna esquerda. Ela usava salto alto e seu perfume, como sempre, irresistível. Nos cumprimentamos como dois beijos no rosto, ela fez sinal para eu entrar. Naquela manhã, Marcela estava sozinha na sala, dificilmente alguém vai até o seu escritório.

Me sentei no sofá maior e ela sentou-se na poltrona que havia na minha frente, quando ela cruzou as pernas a fenda entrou em ação e sua coxa grossa ficou desnuda. Meu pau latejou, quase perdi a concentração, mas eu ainda tinha um planejamento de comunicação para aprovar e explicar todos aqueles pontos sem perder o raciocínio diante daquele mulherão era uma missão quase impossível.

Após meia hora explicando números, conceitos, pontos positivos, negativos, Marcela sugeriu que tomássemos um café. Eu aceitei. E enquanto ela mexia na cafeteira eu apreciava toda a sua beleza. Ela se aproximou com duas xícaras nas mãos, sentou-se ao meu lado e o assunto deixou de ser trabalho.
- Que perfume você usa? – Perguntou ela sem rodeios.
- Isso é segredo. Se eu te contar, perde a graça.
- Ah, fala. Gostei muito do seu perfume.
- Do meu perfume ou do meu cheiro.

Ela ficou em silêncio e naquele momento eu achei que tinha feito uma grande besteira. Mas a conversa seguiu num ritmo acelerado e foi ficando cada vez mais quente e ousado.
- Dos dois. – disse ela sorrindo maliciosamente.
- Me cheira.

Marcela colocou a xícara em cima da mesa de centro, aproximou-se do meu pescoço e respitrou fundo. Eu senti a ponta dos seus lábios tocando a minha pele e automaticamente e minha mão direita pousou em cima da sua perna. Ela não parou, segui cheirando, fazendo a minha pele arrepiar e meu pau ferver dentro da calça.
- Muito bom seu cheiro. – disse ela se afastando lentamente.
- Agora é a minha vez. Também gosto do seu cheiro.

Assim como no nosso encontro anterior, Marcela se aproximou novamente, puxou os cabelos para o lado e deixou livre o caminho até o seu pescoço. Me levantei, lhe estendi a mão, ela se levantou e eu trouxe seu corpo para junto do meu. Senti seus seios espetando meu peito, meu cacete roçando no seu ventre.

Cheirei seu pescoço, toquei levemente sua pele com a minha boca, Marcela respirou fundo, quase soltou um gemido de prazer. Eu continuei ali, colado nela que também não se afastou do meu corpo. Minhas mãos já estavam na sua cintura, ela me envolvia no pescoço, um abraço silencioso, perigoso e extremamente excitante. Era como se fossemos um vulcão prestes a explodir, e explodimos.

Nossos lábios se aproximavam perigosamente, sem pressa, quase que em câmera lenta. Eu podia ouvir seu coração batendo descompassadamente, minha respiração estava pesada. Nos beijamos pela primeira vez. Um beijo quente, molhado, urgente. As minhas mãos que antes era comportadas, agora deslizavam pelo corpo de Marcela, o clima foi ficando quente. Eu apertava a sua bunda e trazia seu corpo para junto do meu. Entre beijos e amassos, caímos no sofá, ela encavalada em mim, roçando a buceta no meu cacete. Soltei as alças da sua blusa de seda e seus seios ficaram livres para serem abocanhados por mim. Foi nesse momento que Marcela gemeu alto pela primeira vez, pediu que eu chupasse com força, pediu para eu morder os bicos dos seus seios que estavam rijos, pontudos de tesão.

Mudamos de posição e eu fui beijando seu corpo, desci pela barriga, puxei a saia, beijei suas coxas, suas pernas, seus pés. Quando voltei fui direto na sua intimidade, a calcinha branca estava ensopada, parecia ter uma poça de mel dentro do tecido. Coloquei-a de lado e ela se abriu toda para receber a minha boca.

Chupei aquela buceta por um tempo que parecia não ter fim. Não foi preciso muito esforço para sentir Marcela gozando sem parar, era muito tesão acumulado, muitos anos sem sexo.

O nosso tesão foi interrompido pelo toque do seu celular. Era a sua filha. Marcela mudou de cor ao ver a mensagem.
- Minha filha esta subindo.

A gente não tinha muito tempo. Ela se arrumou, eu ajustei a minha roupa, passamos uma água no rosto e sentamos na mesa principal com o notebook aberto. Minutos depois a porta se abriu e lá estava a sua filha com o bebê no colo, tão linda quanto a mãe. Marcela nos apresentou, estava visivelmente nervosa.

Ficamos ali naquele clima constrangedor por uns três minutos e ai eu resolvi tirar meu time de campo. Marcamos uma nova reunião para o dia seguinte.
Voltei para agencia com o pau ardendo de tesão. Eu estava ardendo de vontade de foder aquela mulher. O gosto da sua buceta ainda estava vivo na minha boca. O pau ainda latejava de vontade de gozar dentro daquela mulher linda.

Assim que entrei na empresa, tinha uma mensagem da Marcela pedindo desculpas pelo ocorrido e uma localização.
- Te espero hoje, às 17h na minha casa. Apartamento 209.

Não passaria daquele dia. O meu tesão era tão grande que eu sequer pensei em almoçar, não conseguia me concentrar em mais nada, só queria que o relógio acelerasse os passos.

Quando deu 16h50, eu entrei no prédio onde Marcela morava. Peguei o elevador e rapidamente toquei a campainha. Ela abriu vestida para matar. Uma camisola preta, cheia de transparências, uma calcinha minúscula e mais nada. A porta se fechou e nós nos atracamos novamente. Ali, naquela sala ampla. Nos arrastamos até o sofá de couro marrom. Eu a despi antes mesmo dela se deitar. Voltei a beijar seus pés, suas pernas, sua barriga. Mamei seus seios novamente. Meus dedos massageavam sua buceta ainda protegida pela calcinha. Marcela só gemia, abria as pernas me dando total acesso à sua buceta. Desci bem devagar, provocando. Rasguei a calcinha, ela gemeu. O mel já escorria entre seus grandes lábios. Uma buceta cheirosa, depilada, brilhando de tesão.

Voltei a chupar a sua buceta e fui metendo dois dedos. Marcela serpenteava no sofá, se abria toda, gemia sem pudor, me chamava de tudo quanto era nome. Os orgasmos ia explodindo na minha boca, eu bebia todo seu gozo.
- Me fode. Implorou ela.

Coloquei Marcela de quatro na beirada do sofá, ela se abriu e eu meti a língua no cuzinho. Ela arfou, gemeu ainda mais alto e pediu pica. Dei uma pincelada na portinha e fui metendo numa buceta tão apertada que parecia que era a primeira vez que ela estava transando. Segurando ela pelas ancas, comecei a foder mais rápido, mais forte e mais fundo. Marcela gozou de novo e pediu para sentar na minha rola.

Me sentei no sofá e ela veio por cima. Agachada em mim, ela subia e descia na minha rola, nossos lábios não desgrudavam e meus dedos continuavam massageando seu rabo. Marcela tem extrema facilidade para gozar, seu gozo é abundante, melou minhas pernas, o sofá e quanto mais ela trepava, mais escorria.

Saimos do sofá e fomos para a sua cama. Lá eu pedi o cuzinho, eu ainda não tinha gozado. Ela pediu para eu ir devagar e com carinho e precisão fui invadindo seu rabinho. Uma visão linda ver aquele mulherão gemendo na minha rola. Aos poucos fui acelerando, ela gemia, pedia mais.

Passei a dar uns tapas na sua bunda e ela pediu que eu batesse com mais força. Seu rabo engolia meu cacete, eu sentia meu corpo esquentar, o coração acelerar. Eu gozei e enchi aquele rabo de porra, urrei naquele quarto. Marcela gemia, me chamava de safado e rebolava no meu cacete. Caímos exaustos na cama dela e por lá adormecemos por quase meia hora. Acordamos, trepamos debaixo do chuveiro e depois nos despedimos com um beijo quente e molhado no corredor.

Marcela ainda é minha cliente. É minha putinha. Toda semana ela me manda mensagem me provocando e sempre que ela agenda as nossas reuniões na sua casa a trepada é garantida e sempre inesquecível.

Fim


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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico arianocasado

Nome do conto:
Flertando com a vendedora de plano de saúde.

Codigo do conto:
275124

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
20/10/2026

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