Eu estava com 18-4...anos... era bem novinha, mas não aparentava. Parecia bem mais velha e, quando arrumei um namoradinho, minha mãe quase perdeu a cabeça.
— Você não tem idade pra isso, Ana. Tenha juízo!
Meu pai, por outro lado, não se importava tanto.
— Deixa ela... só precisa se cuidar.
Foram dias difíceis, Pedro e eu, apenas nos beijávamos... mas, que queria mais e, um dia, ele dormiu em casa. Minha mãe me pegou beijando ele enquanto eu alisava o cacete por cima do short. Pedro foi expulso da minha casas naquela noite e, no outro dia, meus pais resolveram me mandar passar uns dias com meu avô.
— Sim, pai... pois é... ela pode ir? — perguntou minha mãe para meu avô.
Depois de tudo acertado, fui de ônibus até a cidade vizinha. Fazia anos que não encontrava com vovô Sérgio. Me surpreendi ao vê-lo, o coroa estava com 73 anos, branco, cabelo curtinho, um pouco grisalho..sendo mais alto do que eu, me perdi em seu abraço.
— OHHH minha netinhaaa..quanto tempo?
Ele não aparentava a idade, com seus 1,80m e 85 kg estava em forma ainda.
— Oi vovô... assim acaba comigo.
Ele me soltou, me olhou dos pés a cabeça.
— Vamos entre. — disse pegando minha mala.
A casa dele estava como eu me lembrava. No dia, eu usava uma calça jeans e topzinho rosa. O coroa estava com short largo e camiseta regata.
— Que bom que veio. Precisamos botar o papo em dia.
Era sábado a tarde e eu só queria descansar depois da longa viagem.
— Podemos deixar para depois, vovô... to morrendo de sono e preciso tomar um banho.
Ele riu.
— Claro, amorzinho. Sem problemas. Deixa que eu guardo suas coisas.
Fomos até o quarto, peguei uma troca de roupa e parti para o chuveiro. Vovô Sergio ficou na sala assistindo televisão e quando apareci, ele se espantou.
— Caramba... Lembra muito sua mãe, sabia?..faz tempo que não a vejo também.
Sentei no sofá, estava com meu conjuntinho rosa, um shortinho e camisetinha com estampas de porquinho.
— Fiquei sabendo que estava fazendo umas travessuras com seu namoradinho.
— Mamãe é muito exagerada. Eu e Pedro apenas damos uns beijinhos, nada de mais.
O coroa me olhou, desconfiado.
— Não foi isso que fiquei sabendo.
Quando olhei pra ele, vovô estava com um travesseiro no colo. Aposto que estava alisando a rola, pois não tirava os olhos das minhas coxas.
— Pois é, se quer mesmo saber... estou doida pra trepar com meu namorado... mas meus pais não largam do meu pé...é isso!
Vovô Sergio soltou uma gargalhada.
— Eles só querem te proteger.
— Aff! Se soubessem a vontade que tenho. — falei soltando uma risada.
— Você ainda é virgem, hããn?!
— Ai vovô... acho que isso não é assunto que devemos falar.
O coroa se encurvou, pegou o controle remoto e trocou de canal.
— Só estou com saudades...me desculpa.
Fiquei com uma certa peninha dele, me aproximei e deitei sobre o colo com a cabeça no travesseiro. Posicionei a mão na coxa do coroa e suspirei.
— Eu sou virgem, sim... nem mesmo um boquete eu consigo fazer.
Senti o travesseiro dando uma leve levantada. Vovô Sergio colocou a mão no meu cabelo loiro.
— É mesmo.. hmmm!
Eu queria ver aonde aquilo iria dar.
— Pois é...acredita?!...já vi muitos vídeos... — subi a mão pela coxa dele. — Tenho uma puta vontade de experimentar uma rola...mas... enfim...
O coroa não se aguentou, se jogou sobre o encosto do sofá, puxou o travesseiro para cima e fui junto ficando sobre sua barriga. À minha frente, o short do vovô estava com um baita volume.
— Que foi?
— Nada, querida.
— Então.. como eu ia dizendo, vovô. Fico pensando como deve ser estar com um cacete na boca.
O pau dele pulsou.
— Sentir cada centímetro até entrar tudo.
O short levantou ainda mais.
— Se tivesse um aqui na minha frente, eu não iria perder a chance de... — me calei, pois o coroa apalpou a rola.
— Está me deixando de pau duro, minha netinha amada.
— Vovôôô?!? OHHHHH!
O coroa abaixou o short fazendo com que pica saltasse. A cabeça apontando em direção ao meu rosto, ficou subindo e descendo.
— É maior que do seu namoradinho, Anina?
Me levantei sentando no sofá e, colocando as duas mãos na coxa direita do coroa, fiquei de 4 e arregalei os olhos.
— Que cacetãoooo..hummm. Do meu namorado nem chega perto de ser tão grande assim e…
Ele colocou a mão na minha nuca com a mão direita, pegou a rola com a mão esquerda e chacoalhou.
— Quer dar uma mamadinha?! Tem 19 centímetros por 6,5 deeee hmmmmmmmmmmm
GLÃN, GLÃN, GUB, GLÃN
A pica dele já batia no céu da minha boca, a cada vez que eu descia, jogava a bunda pro alto. Vovô Sergio soltou minha nuca e deslizou a mão por todo meu corpo até chegar na minha bunda e deu uns tapinhas.
— Aposto que esse rabo nunca levou pica, hãnnnnn ainnnn.
Dei uma mordidinha na cabeça e o coroa gemeu.
— Sua puta safada. Se continuar mordendo assim euuu ohnnn.
GLÃN, GLÃN, GLUB
Massageei o saco dele e então agarrei com força.
— AAAHHHH PUTAAAA CARALHOOOO OHNNNN
— Vou mostrar que quem manda aqui sou eu, seu velho safado!
Me levantei, tirei o shortinho mostrando minha calcinha de renda vermelha. Me virei, segurei na estante e comecei a rebolar na frente do coroa.
— Não faz isso, Aninha. É muita maldade com o vovô.
Dei uns passos pra trás, desci rebolando até tocar a bunda na cabeça daquela pica grossa.
— Nem pense que vai tirar minha virgindade com essa coisa, porque não vai.
Minha bunda mastigava a rola dele e então o coroa colocou as mãos na cintura e me puxou.
— Rebola no meu colo, biscatinhaaa! Isso… asssimmmm…hmmmm
Peguei na rola do coroa e bati uma punheta.
— O máximo que vai ter é isso.
— CARALHOOOOO OHNNNNNNN. PUTAAAA!
Virei a cabeça para o lado e sorri.
— Vai gozar?? Vai?? hein… hãn, hãn..
Foi ai que a campainha tocou e seu sai de cima já pegando meu shortinho.
— Quem será agora?! — Vovô ficou irritado. — Posso nem brincar gostoso com a minha netinha.
Em poucos segundos, minha tia Beth estava na sala com a gente. Ela é irmã da minha mãe que a avisou sobre minha ida até lá. Logo, foi até a casa de vovô para me ver. Ela tem 40 anos, mas parece ser mais jovem, loira, olhos azuis. Enfim naquele dia, nada mais rolou entre eu e vovô. Tia Beth ficou até o anoitecer. Vovô parecia bravo com ela por passar meses sem ir vê-lo. Era umas dez da noite e estávamos na sala.
— Gente, preciso ir dormir. Estou cansada. — Me despedi e fui para o quarto.
Tirei minha calcinha e meu sutiã, ficando apenas com meu conjuntinho de porquinho. Deitei de ladinho voltada para a porta e, aos poucos, foi me dando sono. Mas ai, resolvi ir ver o que vovô estava fazendo. Abri a porta bem devagar, passei por um dos corredores que davam na sala e levei um baita susto. Vovô estava sentado no sofá com a cabeça jogada para trás e de olhos fechados e, ajoelhada à sua frente, Tia Beth caia de boca na pica.
“Que horror. Tia Beth está mamando no próprio pai.” — pensei colocando a mão na boca.
— Estava com saudade disso, Elizabeth?
— Ainnn pai, não começa. Desde que casei com Jorge, prometi a mim mesmo que nunca mais faria isso.
GLUB, GLAN, GLUB
Vovô segurou na cabeça dela e fez ela ir até o fundo.
— Até hoje, só você conseguiu engolir minha picaaaa ahnnn.
Não sei o que me deu, mas fiquei com ciúme da minha tia. Então, voltei na ponta dos pés até meu quarto. Bati a porta com força fazendo um baita barulhão. Esperei alguns segundos, fui até a sala e minha tia disse:
— Já está tarde. Preciso ir.
Mais uma vez, ela se despediu de mim. Vovô a acompanhou até a porta enquanto voltei para o quarto e me deitei de ladinho, desta vez, com o rosto voltado para a parede. Passou alguns minutos e escutei a porta ser aberta bem devagar. Fingi que dormia para ver qual seria a reação do coroa.
— Que delicia de netinha. Fudeu a chupetinha da Beth, mas vai ver só. Amanhã… vou meter a vara nesse rabão.
A porta foi fechada e fiquei aliviada que o coroa ia me deixar dormir em paz. Dormi profundamente, durante a madrugada senti calor e resolvi tirar toda roupa, pois vovô deveria dormir a noite toda. Deitei de barriga pra cima com as pernas bem abertas. Comecei a ter um sonho molhado aonde meu namorado chupava minha buceta, fui ficando cada vez mais melada. Abri os olhos, vagarosamente e dei uma gemidinha. Ainda sonolenta, senti que minhas pernas estavam levantadas e achei estranho. Quando abri ainda mais os olhos, não pude acreditar no que acontecia.
“Não é possível que ele está fazendo isso.” — pensei ao mesmo tempo que me tremia toda.
— AINNNN VOVOOOOOO AINNNNN..UINNNNN…
— Goza na minha boca, Aninhaaaa..issssooo..hmmmmmmmm
Segurei meus seios e gozei bem gostoso.
— AINNN BUCETAAAAA AHNNNNNN.
Enquanto terminava de dar os últimos espasmos, vovô me virou na cama, eu nem tinha forças para impedir.
— Não vou aguentar até amanhã pra fuder esse rabo!
Coloquei a mão na bunda.
— De jeito nenhum.
Vovô estava pelado, segurou minhas pernas e me botou com o rabo empinado na cama.
— Vou meter com carinho. Vovô está louco pra fazer amor com esse cuzinho!
— Eu sou virgem. Por favor… não faz issooo o que está fazendoooo?!? AIINNNN
Ele abriu minha bunda e chupou meu cuzinho. A cada linguada fui relaxando ainda mais.
— Depois que sentir meu cacete entrar todo, nem vai querer mais ir embora.
— Eu não queroooooo ainnnn.
O coroa se levantou, colocou a rola na entrada e foi forçando. Comecei a me debater ele deu um tapão na minha bunda.
— Deixa de ser manhosa.
— Tá doendo, vovô. Tá seco ainda.
Ele ficou de pé ao lado da cama, passou a mão no meu cabelo e falou:
— Deixa bem babado então que vou te fuder nem que seja a última coisa que eu faça na vida. HAHAHAHA
GLÃN, GLÃN, GLUB, GLÃN
— Issoooo…. baba bastante.
Minha saliva escorreu indo até as bolas dele.
— Boa garotaaaa..isssooo… Vai sentindo a pica que vou atolar no seu cuuuu isssuuuu.
Ele botou um dedinho no meu cuzinho e forçou. Foi me danto tanto tesão que logo meu cu piscava e o dedo dele entrou. Depois veio o segundo e logo, o terceiro.
— Já tá pronta, cachorra?!
— URRUMMMM. — Gemi pensando que ele fosse gozar na minha boca.
Era melhor levar uma gozada na boca do que no rabo, mas me enganei. Vovô foi até a ponta da cama, colocou o pé esquerdo na cama, me puxou pela cintura e encaixou a rola no meu cuzinho.
— Nãããoooo ai nãoããooo ainnnn. Meu cuzinho é virgeeemmm ainnnnnnnn uinnnnnn
Mesmo eu pedindo, vovô ignorou e foi me puxando. A rola entrando e eu encurvando na cama. Então, ele colocou a mão nas minhas costas e foi dando um tapinhas.
— Quanto mais rápido você entender que vai entrar na rola, mais rápido vai estar gemendo na vara do vovô!
Me joguei com o rosto no travesseiro levantando minha bunda.
PLAU, PLAU, PLAU
— AINNNN OHNNNN MEU CU CARALHOOOOO OHNNNNNN
Vovô meteu a rola sem dó em mim.
— ISSSOOOO ASSSIMMMM CACHORRAAAAA… Nunca consegui comer sua mãe, mas você???? GEMEEEE AINNN
PLAU, PLAU, PLAU
— AINNN CARALHUUU QUE PIROCÃÕOOO OHNNNNNN.
— Até os gritinhos me fazem lembrar da sua mãe. Geme… geme… vai putaaaa.
— INNNN AINNNN INNN AINNNNN UIIIII UUUIIIIII
Vovô deu uma estocada forte e cai toda mole na cama.
— Que calor é esse?!? — disse o vovô indo até o interruptor para ligar o ventilador e a luz.
Fui me virando aos poucos, olhei para o coroa.
— Já terminou? — perguntei abrindo as pernas. — E o cabacinho da minha bucetinha?! Vai tirar também?
Ele veio até mim, me puxou pelas pernas até a beirada da cama e bateu com a rola na entrada.
— Bom que aqui já está molhadinho.
Fechei os olhos quando fui sentindo a rola abrindo minha buceta com aquela grossura.
— Aqui eu vou botar só a metade pro seu namorado não desconfiar quando te pegaaarrr ahnnnn ohhhhh
— AI PORRAAAA. QUE DELICIAAA AINNNN…METE VOVÔÔÔÔÔOHNNN
PLAU, PLOC, PLAU, PLOC
O coroa pegou a parte de trás das minhas coxas e empurrou até chegar perto dos meus seios, me dobrando toda.
— Que bucetinha quente, caralho…que tesuda está minha netinha. OHNNN
PLAU, PLOC, PLAU, PLAU
— METE..METE…METEEEE AINNNNN
Foi ai que senti uma pressão na buceta e logo senti uma pequena explosão dentro. Vovô parou e tirou a rola abaixando minhas pernas.
— Seu cabaço já era… sabe o que isso significa?
— O que?
Ele deitou na cama.
— Que agora, já aguenta tudo.
Subi em cima dele, rebolei devagarzinho e fui deixando a pica entrar. Quando comecei a cavalgar, fui deixando a rola entrar cada vez mais. Até que sentei de uma vez e acomodei a rola toda na minha xota.
— Não acredito que estou fazendo issooooo ohnnnn
PLAU, PLAU, PLOC, PLAU
Ficamos transando por alguns minutos, o coroa apertava meus seios e eu dava do jeito que bem queria.
— AINNN VOVOOOOO UINNNN.
— Sua putinha do caralho. Tu queria muito isso, admita!
— QUEROOOO.. QUEROOO MAIIIIS OHNNNN
Quando senti a rola inchar, sai de cima e rapidinho cai de boca sentindo o leite quente no rosto.
— PUTAAAAA ARGHHHHH ISSSSOOOO CHUPAAAA CHUPAAA AINNNN VAI FILHAAAA ANNN.
Era cada jato grosso que senti que valeu a pena interromper a mamada da tia Beth.
— CARALHHOOOO OHNNNNN
Quando terminou de gozar, vovô Sergio ficou me olhando enquanto eu dava beijinhos na cabeça da rola.
— Obrigada, vovô. Amei..hahaha
Deitei do lado dele e dormimos juntinhos. No outro dia, bem cedinho, tomei um banho enquanto o coroa dormia. Debaixo do chuveiro, pensei no tanto de putaria iriamos fazer naquele dia até que escutei o telefone tocando. Apenas ignorei. Quando sai do banheiro, vovô parecia chateado.
— Que foi?
— Sua mãe mandou eu te mandar pra casa imediatamente.
— Por que, vovô?
— Sua tia Beth ligou pra ele e mentiu dizendo que eu estava te maltratando. Você sabe como sua mãe é… vai ter que ir embora, querida.
— Ok… melhor mesmo…eu sei como ela é.
Antes de me despedir do vovô, ainda paguei uma chupetinha bem gostosa. Levantando-me do chão e com a boca cheia de porra vi vovô subindo o short dizendo:
— Pronto. Não vai sair daqui sem seu leite matinal. HAHAHA… Agora, quando beijar o corninho do seu namorado lembra da pica do vovô pulsando na sua boquinha.
Apenas sorri pegando minha mala.
— Da próxima vez, vou te mandar pra casa com a buceta lotada de porra!
Saimos da sala indo até o portão. Me despedi e sai caminhando. Quando cheguei na esquina e olhei para trás, vi que vovô já estava de olho em outra novinha.
“Que velho safado.” — Pensei subindo no ônibus para ir até a rodoviária.
Enfim, jamais esqueci aquele reencontro com o vovô Sergio. Espero que ele leia esse conto e relembre daquele dia.HAHAHA…
Alguém ai ficou com vontade de ser meu vovô?! Deixe nos comentários.
Espero que tenham se divertido e gozado bastante. BJOS e até mais!




