Vovô Sérgio tirou o cabacinho da netinha loira - Um conto de Ana (3•conto)

Oieee, Ana aqui...como vocês estão?... sou uma loirinha de 22 anos, estilo cavala..kkkk... se leram meus outros contos, já viram como sou. Tenho 1,70m e 77kg, seios redondinhos e um rabão de outro mundo. Enfim, sabem que sou louca por coroas... mas, jamais imaginei que fosse alguém da minha família que iria tirar minha virgindade. Vamos ao conto.

Eu estava com 18-4...anos... era bem novinha, mas não aparentava. Parecia bem mais velha e, quando arrumei um namoradinho, minha mãe quase perdeu a cabeça.
— Você não tem idade pra isso, Ana. Tenha juízo!

Meu pai, por outro lado, não se importava tanto.
— Deixa ela... só precisa se cuidar.

Foram dias difíceis, Pedro e eu, apenas nos beijávamos... mas, que queria mais e, um dia, ele dormiu em casa. Minha mãe me pegou beijando ele enquanto eu alisava o cacete por cima do short. Pedro foi expulso da minha casas naquela noite e, no outro dia, meus pais resolveram me mandar passar uns dias com meu avô.
— Sim, pai... pois é... ela pode ir? — perguntou minha mãe para meu avô.

Depois de tudo acertado, fui de ônibus até a cidade vizinha. Fazia anos que não encontrava com vovô Sérgio. Me surpreendi ao vê-lo, o coroa estava com 73 anos, branco, cabelo curtinho, um pouco grisalho..sendo mais alto do que eu, me perdi em seu abraço.
— OHHH minha netinhaaa..quanto tempo?

Ele não aparentava a idade, com seus 1,80m e 85 kg estava em forma ainda.
— Oi vovô... assim acaba comigo.

Ele me soltou, me olhou dos pés a cabeça.
— Vamos entre. — disse pegando minha mala.

A casa dele estava como eu me lembrava. No dia, eu usava uma calça jeans e topzinho rosa. O coroa estava com short largo e camiseta regata.
— Que bom que veio. Precisamos botar o papo em dia.

Era sábado a tarde e eu só queria descansar depois da longa viagem.
— Podemos deixar para depois, vovô... to morrendo de sono e preciso tomar um banho.
Ele riu.
— Claro, amorzinho. Sem problemas. Deixa que eu guardo suas coisas.

Fomos até o quarto, peguei uma troca de roupa e parti para o chuveiro. Vovô Sergio ficou na sala assistindo televisão e quando apareci, ele se espantou.
— Caramba... Lembra muito sua mãe, sabia?..faz tempo que não a vejo também.

Sentei no sofá, estava com meu conjuntinho rosa, um shortinho e camisetinha com estampas de porquinho.
— Fiquei sabendo que estava fazendo umas travessuras com seu namoradinho.
— Mamãe é muito exagerada. Eu e Pedro apenas damos uns beijinhos, nada de mais.

O coroa me olhou, desconfiado.
— Não foi isso que fiquei sabendo.
Quando olhei pra ele, vovô estava com um travesseiro no colo. Aposto que estava alisando a rola, pois não tirava os olhos das minhas coxas.
— Pois é, se quer mesmo saber... estou doida pra trepar com meu namorado... mas meus pais não largam do meu pé...é isso!

Vovô Sergio soltou uma gargalhada.
— Eles só querem te proteger.
— Aff! Se soubessem a vontade que tenho. — falei soltando uma risada.
— Você ainda é virgem, hããn?!
— Ai vovô... acho que isso não é assunto que devemos falar.

O coroa se encurvou, pegou o controle remoto e trocou de canal.
— Só estou com saudades...me desculpa.

Fiquei com uma certa peninha dele, me aproximei e deitei sobre o colo com a cabeça no travesseiro. Posicionei a mão na coxa do coroa e suspirei.
— Eu sou virgem, sim... nem mesmo um boquete eu consigo fazer.

Senti o travesseiro dando uma leve levantada. Vovô Sergio colocou a mão no meu cabelo loiro.
— É mesmo.. hmmm!
Eu queria ver aonde aquilo iria dar.
— Pois é...acredita?!...já vi muitos vídeos... — subi a mão pela coxa dele. — Tenho uma puta vontade de experimentar uma rola...mas... enfim...

O coroa não se aguentou, se jogou sobre o encosto do sofá, puxou o travesseiro para cima e fui junto ficando sobre sua barriga. À minha frente, o short do vovô estava com um baita volume.
— Que foi?
— Nada, querida.
— Então.. como eu ia dizendo, vovô. Fico pensando como deve ser estar com um cacete na boca.

O pau dele pulsou.
— Sentir cada centímetro até entrar tudo.

O short levantou ainda mais.
— Se tivesse um aqui na minha frente, eu não iria perder a chance de... — me calei, pois o coroa apalpou a rola.
— Está me deixando de pau duro, minha netinha amada.
— Vovôôô?!? OHHHHH!

O coroa abaixou o short fazendo com que pica saltasse. A cabeça apontando em direção ao meu rosto, ficou subindo e descendo.
— É maior que do seu namoradinho, Anina?

Me levantei sentando no sofá e, colocando as duas mãos na coxa direita do coroa, fiquei de 4 e arregalei os olhos.
— Que cacetãoooo..hummm. Do meu namorado nem chega perto de ser tão grande assim e…
Ele colocou a mão na minha nuca com a mão direita, pegou a rola com a mão esquerda e chacoalhou.
— Quer dar uma mamadinha?! Tem 19 centímetros por 6,5 deeee hmmmmmmmmmmm
GLÃN, GLÃN, GUB, GLÃN

A pica dele já batia no céu da minha boca, a cada vez que eu descia, jogava a bunda pro alto. Vovô Sergio soltou minha nuca e deslizou a mão por todo meu corpo até chegar na minha bunda e deu uns tapinhas.
— Aposto que esse rabo nunca levou pica, hãnnnnn ainnnn.

Dei uma mordidinha na cabeça e o coroa gemeu.
— Sua puta safada. Se continuar mordendo assim euuu ohnnn.
GLÃN, GLÃN, GLUB

Massageei o saco dele e então agarrei com força.
— AAAHHHH PUTAAAA CARALHOOOO OHNNNN
— Vou mostrar que quem manda aqui sou eu, seu velho safado!

Me levantei, tirei o shortinho mostrando minha calcinha de renda vermelha. Me virei, segurei na estante e comecei a rebolar na frente do coroa.
— Não faz isso, Aninha. É muita maldade com o vovô.
Dei uns passos pra trás, desci rebolando até tocar a bunda na cabeça daquela pica grossa.
— Nem pense que vai tirar minha virgindade com essa coisa, porque não vai.

Minha bunda mastigava a rola dele e então o coroa colocou as mãos na cintura e me puxou.
— Rebola no meu colo, biscatinhaaa! Isso… asssimmmm…hmmmm
Peguei na rola do coroa e bati uma punheta.
— O máximo que vai ter é isso.
— CARALHOOOOO OHNNNNNNN. PUTAAAA!

Virei a cabeça para o lado e sorri.
— Vai gozar?? Vai?? hein… hãn, hãn..

Foi ai que a campainha tocou e seu sai de cima já pegando meu shortinho.
— Quem será agora?! — Vovô ficou irritado. — Posso nem brincar gostoso com a minha netinha.

Em poucos segundos, minha tia Beth estava na sala com a gente. Ela é irmã da minha mãe que a avisou sobre minha ida até lá. Logo, foi até a casa de vovô para me ver. Ela tem 40 anos, mas parece ser mais jovem, loira, olhos azuis. Enfim naquele dia, nada mais rolou entre eu e vovô. Tia Beth ficou até o anoitecer. Vovô parecia bravo com ela por passar meses sem ir vê-lo. Era umas dez da noite e estávamos na sala.
— Gente, preciso ir dormir. Estou cansada. — Me despedi e fui para o quarto.

Tirei minha calcinha e meu sutiã, ficando apenas com meu conjuntinho de porquinho. Deitei de ladinho voltada para a porta e, aos poucos, foi me dando sono. Mas ai, resolvi ir ver o que vovô estava fazendo. Abri a porta bem devagar, passei por um dos corredores que davam na sala e levei um baita susto. Vovô estava sentado no sofá com a cabeça jogada para trás e de olhos fechados e, ajoelhada à sua frente, Tia Beth caia de boca na pica.
“Que horror. Tia Beth está mamando no próprio pai.” — pensei colocando a mão na boca.

— Estava com saudade disso, Elizabeth?
— Ainnn pai, não começa. Desde que casei com Jorge, prometi a mim mesmo que nunca mais faria isso.

GLUB, GLAN, GLUB

Vovô segurou na cabeça dela e fez ela ir até o fundo.
— Até hoje, só você conseguiu engolir minha picaaaa ahnnn.

Não sei o que me deu, mas fiquei com ciúme da minha tia. Então, voltei na ponta dos pés até meu quarto. Bati a porta com força fazendo um baita barulhão. Esperei alguns segundos, fui até a sala e minha tia disse:
— Já está tarde. Preciso ir.

Mais uma vez, ela se despediu de mim. Vovô a acompanhou até a porta enquanto voltei para o quarto e me deitei de ladinho, desta vez, com o rosto voltado para a parede. Passou alguns minutos e escutei a porta ser aberta bem devagar. Fingi que dormia para ver qual seria a reação do coroa.
— Que delicia de netinha. Fudeu a chupetinha da Beth, mas vai ver só. Amanhã… vou meter a vara nesse rabão.

A porta foi fechada e fiquei aliviada que o coroa ia me deixar dormir em paz. Dormi profundamente, durante a madrugada senti calor e resolvi tirar toda roupa, pois vovô deveria dormir a noite toda. Deitei de barriga pra cima com as pernas bem abertas. Comecei a ter um sonho molhado aonde meu namorado chupava minha buceta, fui ficando cada vez mais melada. Abri os olhos, vagarosamente e dei uma gemidinha. Ainda sonolenta, senti que minhas pernas estavam levantadas e achei estranho. Quando abri ainda mais os olhos, não pude acreditar no que acontecia.

“Não é possível que ele está fazendo isso.” — pensei ao mesmo tempo que me tremia toda.

— AINNNN VOVOOOOOO AINNNNN..UINNNNN…
— Goza na minha boca, Aninhaaaa..issssooo..hmmmmmmmm

Segurei meus seios e gozei bem gostoso.
— AINNN BUCETAAAAA AHNNNNNN.

Enquanto terminava de dar os últimos espasmos, vovô me virou na cama, eu nem tinha forças para impedir.
— Não vou aguentar até amanhã pra fuder esse rabo!
Coloquei a mão na bunda.
— De jeito nenhum.

Vovô estava pelado, segurou minhas pernas e me botou com o rabo empinado na cama.
— Vou meter com carinho. Vovô está louco pra fazer amor com esse cuzinho!
— Eu sou virgem. Por favor… não faz issooo o que está fazendoooo?!? AIINNNN

Ele abriu minha bunda e chupou meu cuzinho. A cada linguada fui relaxando ainda mais.
— Depois que sentir meu cacete entrar todo, nem vai querer mais ir embora.
— Eu não queroooooo ainnnn.

O coroa se levantou, colocou a rola na entrada e foi forçando. Comecei a me debater ele deu um tapão na minha bunda.
— Deixa de ser manhosa.
— Tá doendo, vovô. Tá seco ainda.

Ele ficou de pé ao lado da cama, passou a mão no meu cabelo e falou:
— Deixa bem babado então que vou te fuder nem que seja a última coisa que eu faça na vida. HAHAHAHA
GLÃN, GLÃN, GLUB, GLÃN

— Issoooo…. baba bastante.
Minha saliva escorreu indo até as bolas dele.
— Boa garotaaaa..isssooo… Vai sentindo a pica que vou atolar no seu cuuuu isssuuuu.

Ele botou um dedinho no meu cuzinho e forçou. Foi me danto tanto tesão que logo meu cu piscava e o dedo dele entrou. Depois veio o segundo e logo, o terceiro.
— Já tá pronta, cachorra?!
— URRUMMMM. — Gemi pensando que ele fosse gozar na minha boca.

Era melhor levar uma gozada na boca do que no rabo, mas me enganei. Vovô foi até a ponta da cama, colocou o pé esquerdo na cama, me puxou pela cintura e encaixou a rola no meu cuzinho.
— Nãããoooo ai nãoããooo ainnnn. Meu cuzinho é virgeeemmm ainnnnnnnn uinnnnnn

Mesmo eu pedindo, vovô ignorou e foi me puxando. A rola entrando e eu encurvando na cama. Então, ele colocou a mão nas minhas costas e foi dando um tapinhas.
— Quanto mais rápido você entender que vai entrar na rola, mais rápido vai estar gemendo na vara do vovô!
Me joguei com o rosto no travesseiro levantando minha bunda.

PLAU, PLAU, PLAU

— AINNNN OHNNNN MEU CU CARALHOOOOO OHNNNNNN
Vovô meteu a rola sem dó em mim.
— ISSSOOOO ASSSIMMMM CACHORRAAAAA… Nunca consegui comer sua mãe, mas você???? GEMEEEE AINNN

PLAU, PLAU, PLAU

— AINNN CARALHUUU QUE PIROCÃÕOOO OHNNNNNN.
— Até os gritinhos me fazem lembrar da sua mãe. Geme… geme… vai putaaaa.
— INNNN AINNNN INNN AINNNNN UIIIII UUUIIIIII

Vovô deu uma estocada forte e cai toda mole na cama.
— Que calor é esse?!? — disse o vovô indo até o interruptor para ligar o ventilador e a luz.
Fui me virando aos poucos, olhei para o coroa.
— Já terminou? — perguntei abrindo as pernas. — E o cabacinho da minha bucetinha?! Vai tirar também?

Ele veio até mim, me puxou pelas pernas até a beirada da cama e bateu com a rola na entrada.
— Bom que aqui já está molhadinho.

Fechei os olhos quando fui sentindo a rola abrindo minha buceta com aquela grossura.
— Aqui eu vou botar só a metade pro seu namorado não desconfiar quando te pegaaarrr ahnnnn ohhhhh
— AI PORRAAAA. QUE DELICIAAA AINNNN…METE VOVÔÔÔÔÔOHNNN

PLAU, PLOC, PLAU, PLOC

O coroa pegou a parte de trás das minhas coxas e empurrou até chegar perto dos meus seios, me dobrando toda.
— Que bucetinha quente, caralho…que tesuda está minha netinha. OHNNN

PLAU, PLOC, PLAU, PLAU

— METE..METE…METEEEE AINNNNN

Foi ai que senti uma pressão na buceta e logo senti uma pequena explosão dentro. Vovô parou e tirou a rola abaixando minhas pernas.
— Seu cabaço já era… sabe o que isso significa?
— O que?

Ele deitou na cama.
— Que agora, já aguenta tudo.

Subi em cima dele, rebolei devagarzinho e fui deixando a pica entrar. Quando comecei a cavalgar, fui deixando a rola entrar cada vez mais. Até que sentei de uma vez e acomodei a rola toda na minha xota.
— Não acredito que estou fazendo issooooo ohnnnn

PLAU, PLAU, PLOC, PLAU

Ficamos transando por alguns minutos, o coroa apertava meus seios e eu dava do jeito que bem queria.
— AINNN VOVOOOOO UINNNN.
— Sua putinha do caralho. Tu queria muito isso, admita!
— QUEROOOO.. QUEROOO MAIIIIS OHNNNN

Quando senti a rola inchar, sai de cima e rapidinho cai de boca sentindo o leite quente no rosto.
— PUTAAAAA ARGHHHHH ISSSSOOOO CHUPAAAA CHUPAAA AINNNN VAI FILHAAAA ANNN.

Era cada jato grosso que senti que valeu a pena interromper a mamada da tia Beth.
— CARALHHOOOO OHNNNNN
Quando terminou de gozar, vovô Sergio ficou me olhando enquanto eu dava beijinhos na cabeça da rola.
— Obrigada, vovô. Amei..hahaha

Deitei do lado dele e dormimos juntinhos. No outro dia, bem cedinho, tomei um banho enquanto o coroa dormia. Debaixo do chuveiro, pensei no tanto de putaria iriamos fazer naquele dia até que escutei o telefone tocando. Apenas ignorei. Quando sai do banheiro, vovô parecia chateado.
— Que foi?
— Sua mãe mandou eu te mandar pra casa imediatamente.
— Por que, vovô?
— Sua tia Beth ligou pra ele e mentiu dizendo que eu estava te maltratando. Você sabe como sua mãe é… vai ter que ir embora, querida.
— Ok… melhor mesmo…eu sei como ela é.

Antes de me despedir do vovô, ainda paguei uma chupetinha bem gostosa. Levantando-me do chão e com a boca cheia de porra vi vovô subindo o short dizendo:
— Pronto. Não vai sair daqui sem seu leite matinal. HAHAHA… Agora, quando beijar o corninho do seu namorado lembra da pica do vovô pulsando na sua boquinha.

Apenas sorri pegando minha mala.
— Da próxima vez, vou te mandar pra casa com a buceta lotada de porra!

Saimos da sala indo até o portão. Me despedi e sai caminhando. Quando cheguei na esquina e olhei para trás, vi que vovô já estava de olho em outra novinha.

“Que velho safado.” — Pensei subindo no ônibus para ir até a rodoviária.


Enfim, jamais esqueci aquele reencontro com o vovô Sergio. Espero que ele leia esse conto e relembre daquele dia.HAHAHA…

Alguém ai ficou com vontade de ser meu vovô?! Deixe nos comentários.

Espero que tenham se divertido e gozado bastante. BJOS e até mais!

Foto 1 do Conto erotico: Vovô Sérgio tirou o cabacinho da netinha loira - Um conto de Ana (3•conto)

Foto 2 do Conto erotico: Vovô Sérgio tirou o cabacinho da netinha loira - Um conto de Ana (3•conto)

Foto 3 do Conto erotico: Vovô Sérgio tirou o cabacinho da netinha loira - Um conto de Ana (3•conto)

Foto 4 do Conto erotico: Vovô Sérgio tirou o cabacinho da netinha loira - Um conto de Ana (3•conto)

Foto 5 do Conto erotico: Vovô Sérgio tirou o cabacinho da netinha loira - Um conto de Ana (3•conto)


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Vovô Sérgio tirou o cabacinho da netinha loira - Um conto de Ana (3•conto)

Codigo do conto:
276236

Categoria:
Coroas

Data da Publicação:
02/11/2026

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