No fim do ano passado eu estava viajando para o sul do país, onde participaria de um evento relacionado ao meu trabalho. Mala feita, passagens em mãos, tudo transcorrendo na mais absoluta normalidade — até eu chegar ao aeroporto e as coisas começarem a mudar. Enquanto aguardava na fila para fazer o check-in e receber o cartão de embarque, um policial me abordou. Um cara de aproximadamente 32 anos; um rapaz bonito inclusive, posturado, barba bem feita. Ao me abordar, ele perguntou se eu poderia acompanhá-lo, dizendo que eu tinha sido escolhido para uma abordagem de rotina, mas que não precisava me preocupar.
Eu sabia que não estava com nada de errado, então o acompanhei sem maiores problemas, levando junto minha mala e meus pertences. Ele me levou até uma sala reservada da polícia, uma das milhares daquele aeroporto. Assim que entramos ele fechou a porta e pediu para revistar as malas. Até então estava achando tudo normal, apesar de ter achado meio estranho o fato dele ter trancado a porta e estar fazendo aquele procedimento sozinho, normalmente tem mais pessoas envolvidas.
Enquanto revistava minha mala, ele me fazia algumas perguntas, de onde eu vinha, para onde estava indo e eu respondia tudo de forma tranquila, afinal, não tinha nada a esconder. Só comecei a notar o que estava acontecendo de fato quando as perguntas dele começaram a tomar outro rumo. Em uma delas, ele questionou se eu era solteiro e eu respondi que sim. Foi quando ele soltou um "é difícil um cara bonito assim, pinta de galã, tá solteiro nos dias de hoje". Eu dei um sorriso meio tímido e agradeci o elogio, já completamente desconfiado.
Estava quase certo de que ele tinha me trazido até ali com segundas intenções. E tive certeza quando ele começou a mexer nas minhas cuecas. Começou a desdobrar uma por uma, enquanto dizia que eram bonitas e confortáveis; eu apenas concordava sem graça, querendo voltar logo e embarcar. Por fim, quando terminou de bagunçar toda a minha mala, ele pediu que eu o acompanhasse para uma sala ainda mais reservada; e quando entrei, era uma sala vazia. Ele me olhou sério e disse que eu precisava tirar a roupa para finalizar a revista.
Comecei a ficar meio chateado e perguntei a ele se aquilo era realmente necessário. Foi quando, em um tom um pouco mais ríspido, ele disse que eu precisaria seguir todos os procedimentos sem maiores questionamentos. Meio incrédulo, eu tirei meus tênis e meias, em seguida a camiseta. Desafivelei o cinto e tirei também a calça, ficando só de cueca. Ele me olhou de cima a baixo, enquanto eu aguardava uma posição da parte dele.
— Vou precisar que o senhor tire a cueca também!
Eu fiz um sinal de desaprovação com a cabeça, mas obedeci. Me inclinei um pouco e baixei a cueca até os pés. O filho da puta tinha realmente me deixado nu, de cueca no chão, com a pica pendurada bem na frente dele. Ele se aproximou, deu a volta, ficando por trás de mim. Senti a mão grossa dele acariciar minha bunda e a respiração quente dele no meu pescoço. Sem conseguir ver muito o que estava acontecendo, escutei ele cuspir, provavelmente nos dedos — eu gelei. Ele abriu um pouco a minha bunda e enfiou dois dedos, como se realmente estivesse procurando algo.
Ficou fazendo movimentos circulares lentamente. Eu continuava estático, sem reação, talvez não estivesse mais tão puto assim. E tive certeza quando comecei a ficar de pau de duro. Ele retornou para minha frente, me olhou novamente com cara de mistério e de safado ao mesmo tempo e notou meu pau meia-bomba. Deu um sorriso de canto e veio com aquela mãozona no meu saco. Olhou embaixo, deu uma acariciada nas minhas bolas, até que envolveu meu pau com a palma da mão e começou a puxar a pele, me masturbando bem lentamente e observando se eu reagiria de alguma forma ou se aprovaria.
Meu pau duro foi o sinal de aprovação. Ele pegou minha mão direita e levou em direção ao meio das pernas dele. Estava com um baita volume debaixo daquela calça preta. Senti um pau grosso e pesado por baixo daquela farda. Cedendo a tentação, olhei para ele com cara de puto...
— Safado você, né? Me trouxe até aqui com essa de fazer revista, mas tava querendo era pica, né? — disse, olhando para ele com cara de marrento.
— Tou querendo pica e também essa sua bunda gostosa. Me fala se não tá com tesão também de pegar na pica de um policial assim fardado? Disse ele, com a maior cara de puto de mundo.
Meu pau já estava duraço na mão dele.
Ele puxou o cassetete da cintura e aproximou a ponta da minha boca, e começou a alisar meus lábios com aquele ferro, como se quisesse enfiar na minha boca. Eu abri os lábios lentamente e comecei a fazer um movimento como quem estava chupando uma rola, enquanto ele me olhava com cara de tesão — ficamos nisso alguns minutos. De repente, vi ele puxando o zíper da calça; enfiou a mão lá dentro e, com dificuldade, puxou o cacete para fora, duro, grosso, com a cabeça já inchada. Mexeu mais um pouco e colocou também o sacão para fora.
Senti uma fisgada no meu pau. Já tinha fantasiado muitas vezes com policial, e ele estava ali, bem na minha frente, todo fardado, só com a pica de fora e aquela arma na cintura. E colocando o cassetete no meu ombro ele ordenou: "Ajoelha". Eu fiz e ele veio com a pica na minha boca. Começou a esfregar a cabeça babada nos meus lábios, igual tinha feito antes com o cassetete, mas agora era a rola dele. As vezes forçava um pouquinho como se fosse enfiar, mas recuava. Ele brincava com o meu psicológico, me fazendo implorar para ele deixar eu engolir aquela rola.
Até que finalmente enfiou tudo. Começou a forçar minha cabeça contra o pau dele, encostando o sacão no meu queixo; a pica dele tocava minha garganta e me fazia quase vomitar. Ele tirava a rola e batia com ela na minha cara. As vezes trazia novamente o cassetete e me fazia chupar, mas logo me dava rola de novo. Eu sentia a arma dele na cintura, enquanto babava aquele cacete grosso e sacudo, com aquele cheiro gostoso de pica. Depois de chupar ele algum tempo, ele me colocou de pé, me virou de costas e mandou eu colocar as mãos na parede.
Olhando meio de lado eu o vi cuspir no cassetete e vir com aquele ferro molhado em direção a minha bunda; e começou a forçar. Ahhhhh.....sssssss .....caralho que delícia. Ele forçava cada vez mais aquele ferro no meu cu, enquanto meu pau doía de tesão. As vezes ele fazia movimento de quem estava metendo bem rápido com aquele cassetete e me deixava doido. Até que ele se abaixou e veio com a língua no meu cu. Ahhhhhhh caralho, que delícia aquela linguona dele molhada. E depois de socar ela bem muito, levantou-se e veio finalmente com o pau.
Ele também estava ardendo em tesão e enfiou aquele cacete grosso e veiudo sem dó, me rasgando. E sem demora começou a meter sem pena. Eu sentia aquele macho fardado, bruto, viril, enfiar a pica em mim, fazendo aquele sacão encostar na minha entrada. Ele gemia grosso, mordia minha orelha, falando putaria, dizendo que eu estava adorando ser putinha de um policial. Trazia mais uma vez o cassetete para perto da minha boca e ordenava para eu chupar, enquanto continuava a me comer sem pena.
Me colocou de quatro no chão daquela sala. Esfregou o cassetete no meu pau, por baixo das minhas pernas, dando umas batidinhas bem gostosas; e depois veio de novo com aquele ferro no meu cu.... Puta que pariu, que macho safado. E enfiando novamente a pica, voltou a me torar. Ele abria cada vez mais as pernas, metia cada vez mais fundo aquele cacete. Quando não estava aguentando mais, ele tirou a pica do meu cu, se masturbou de forma frenética e gozou no cassetete, deixando a ponta do ferro encharcada de esperma e trazendo até a minha boca. E mais uma vez me ordenou:
— Chupa o leite do meu saco nesse ferro, anda!
Eu chupei pela última vez aquele cassetete, limpando toda a porra que o policial tinha deixado nele e olhando para ele com cara de tesão. Por fim, dpois de ter se aliviado, ele se vestiu rapidamente, mandou e me recompor e ir embora e ordenou que eu agisse como se nada tivesse acontecido. Saí dali sem gozar, praticamente humilhado pelo filho da puta. Mas foi uma baita foda que me rende até hoje umas belas punhetas.
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