Massagista no CT do Clube - Parte II



Após o ocorrido com Léo, as próximas duas semanas no CT foram bastante tranquilas. Os jogos estavam bem parados e praticamente ninguém apareceu ou solicitou qualquer tipo de massagem. Na terceira semana, no entanto, um jogador recém contratado, apelidado pelo clube de Biel, acabou lesionando a virilha em um dos treinos. O incidente havia ocorrido há alguns dias e ele já tinha iniciado o processo de tratamento médico. Nesses casos, só após o período de desinflamação é que os jogadores são encaminhados para o tratamento por meio de massagens na região, com o intuito de aumentar a circulação na área lesionada e acelerar o processo de recuperação.
Na quinta-feira, data e horário marcado para o atendimento do Biel, eu cheguei com alguns minutos de antecedência e já organizei todo o ambiente para recebê-lo. Ele entrou na sala ainda mancando. Nos cumprimentamos com um sorriso e um aperto de mãos e eu passei algumas orientações de como seria o procedimento. Ele então tirou a camisa regata e o short, ficando apenas de cueca slip meio folgada, como eu havia orientado, para ter mais facilidade de acessar a região da virilha.
Biel deitou na maca de barriga para cima e, pedindo licença, eu já fui afastando um pouco a cueca dele, exibindo um pouco mais o lado da virilha que estava lesionado. Mas não era somente a virilha que eu conseguia ver, via também um pouco dos pelinhos e a parte lateral do saco dele, o que já começou a tirar um pouco da minha concentração. Coloquei um pouco de óleo a base de mentol na região da virilha dele e assim que o óleo tocou em sua pele ele se contraiu, já que o líquido realmente tem um aspecto gelado. Rimos da situação, mas logo ele voltou a se concentrar e fechar os olhos.
Usando apenas os dois dedos centrais comecei a espalhar o óleo por toda a sua virilha, pressionando com certa força, tentando assim melhorar a circulação da região. Tratar aquela área é sempre delicado, pois é quase que inevitável tocar os genitais. À medida em que meus dedos deslizavam, o mindinho acaba raspando, especialmente no saco dele, que estava um pouco vazado na lateral. Pedi para ele abrir um pouco mais as pernas e imediatamente ele obedeceu. Enquanto eu massageava a região ele permanecia de olhos fechados e com a respiração lenta.
Durante a massagem eu afastava ainda mais a cueca dele, procurando o espaço necessário para o trabalho, e comecei a ver, além do saco dele, a região anal. Apesar de ter um pouquinho de pelo no saco, a bunda dele parecia bem lisinha. Dando sequência, encharquei um pouco mais meus dedos com o óleo e deslizava desde a pélvis até bem próximo do rego; mas evitava chegar até o finalmente. Geralmente, eu vou explorando até ter certeza que o paciente não se incomoda e principalmente se ele gosta.
Massageei um pouco mais a virilha, indo cada vez mais próximo do ânus dele e observando sua reação. Ele respirava cada vez mais lento e profundo e, como a maioria dos homens, quando têm a região próxima da próstata estimulada, começou a ficar excitado. Notei o saco dele se contrair e o pau dele crescer embaixo do tecido fino da cueca. Resolvi ir um pouco mais além, explorar mais a região abaixo do saco dele. Aos poucos, um dedo foi entrando em seu rego, depois dois. O silêncio dele, a falta de reação e o pau completamente duro, esticando a cueca, era o consentimento para que eu continuasse.
Notando a visível excitação dele, perguntei quase sussurando:
— Posso? — Questionei já com os dois dedos invadindo a região anal.
Ele apenas acenou positivamente com a cabeça e abriu mais as pernas. Passei mais óleo nos dedos e dessa vez fui direto no cuzinho dele, moreno, apertadinho e comecei a forçar. Ele deu um leve gemido rouco. Com a outra mão eu comecei a acariciar o pau dele, ainda parcialmente escondido embaixo do tecido fino da cueca, mas duro feito pedra. E percebendo que ele estava completamente entregue, puxei mais o tecido para o lado e finalmente revelei aquela rola, moreninha, grossa, cerca de 19cm e um pouco peludinha na parte de cima. Ao perceber que já não tinha nada a esconder, ele sussurrou:
— Não é melhor eu tirar logo a cueca? — apenas acenei positivamente.
Ele então se ergueu um pouco e eu tirei sua cueca, deixando-o totalmente pelado. Ele era um moreninho de corpo chapado, pau grande e grosso, coxas bem projetadas, tinha olho claro, realmente um sonho. Assim que se recompôs, meus dedos voltaram imediatamente ao ânus dele, forçando um pouco e fazendo movimentos circulares. Com a mão esquerda eu derramei óleo na rola dura dele, espalhei e comecei a masturbar lentamente aquela pica.
Eu deslizava a palma da minha mão por toda a extensão do pau dele, pressionando, arregaçando um pouco a pele e expondo mais a cabeça. Acariciava os ovos, ficava as vezes concentrada na cabeça da rola dele, fazendo também movimentos circulares, que são sempre muito prazerosos para quem recebe. E fui aos poucos intensificando, masturbando aquele cacete todo gosmento com óleo e tentando enfiar meus dedos cada vez mais fundo naquele cuzinho dele. Meu pau doía dentro da cueca, diante daquela sacanagem que tinha sido construída.
Tomado pelo tesão, senti ele levar a mão ao meu pau duro, sob a calça de moletom e começou a alizar minha rola. Ele me puxou pela calça, levando meu volume para mais perto do rosto dele, mas sem que eu tirasse minhas mãos do pau e daquele cuzinho apertado dele. Abaixou minha calça e cueca, fazendo meu pau duro e já babado saltar para fora; e começou a me chupar. Eu fiquei maluco de tesão. Ficamos algum tempo naquela safadeza até que eu já não estava aguentando mais.
Peguei novamente a bisnaga de óleo, tirei meu pau da boca dele e encharquei meu cacete, deixando-o completamente oleoso. Fui para uma das extremidades da maca, puxei Biel para mais perto, elevando as suas pernas e colocando-as nos meus ombros, numa verdadeira posição de frango assado. Ele ficou meio receoso, meio preocupado, mas com calma eu fui tranquilizando ele. Pincelei bem lentamente a cabeça da minha pica naquele cuzinho babado de óleo, apenas deslizando bem devagarinho e deixando ele relaxar.
Forçava só um pouquinho e ele sentia dor, então eu voltava. E depois de muitas idas e voltas eu finalmente consegui penetrá-lo. Não consegui ir muito fundo, mas era suficiente para nos matar de tesão. Fiquei ali metendo devagarinho e masturbando ele. Eu segurava as coxas dele, metia gostoso vendo a carinha dele de marrento levando rola e aquele cacetão dele todo babado na minha mão. Nossas picas e o cuzinho dele encharcados de óleo.
— Ahhhhh caralho, puta que pariu Biel, que cuzinho gostoso......ahhhhh....ssssss.... vou gozar porra!
— Nãoo, não goza ainda não. — Disse Biel quase gemendo.
Tirei um pouco o pau de dentro dele e, me inclinando, caí de boca naquela pica. Chupei aquele sacão cheio de óleo e peludinho e finalmente engoli aquela pica morena, grossa. Ficava passando a língua bem rápido bem no furinho da cabeça da pica e sentindo aquele gostinho delicioso de baba de cacete. E depois de me deliciar com aquela rola e com aquele saco, voltei a enfiar minha pica naquele cuzinho, agora de forma mais violenta e sem dó. Aumentei as estocadas, cada vez mais fundas e finalmente metia bem gostoso naquele rabinho.
— Ahhhhh, caralho......ahhhhh....ssssss.... vou gozar..... vou gozarrrr.....
E não aguentando mais, gozei dentro, deixando aquele reguinho todo melado de porra. Quando ele sentiu minha gala invadir, ele logo gozou, melando a minha mão de porra, eu me inclinei e quase deitando por cima dele, dei um beijo gostoso, finalizando aquela foda. Por fim, usei minha cueca pra limpar nosso esperma. Nos recompomos, nos despedimos e de lá ele sumiu. Eu voltei pra casa sem cueca mesmo, com a cueca gozada dentro da mochila, o que ainda me rendeu uma grande punheta depois.

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Comentários


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rotta10 Comentou em 31/08/2025

Uaaaallll maravilha adorei




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Ficha do conto

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Nome do conto:
Massagista no CT do Clube - Parte II

Codigo do conto:
241291

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
30/08/2025

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