O apartamento 305 era, sem dúvidas, um antro de perdição. Desde que passei a viver ali meu pau não tinha descanso, estava sempre duro. O motivo? Aquele ambiente exalava testosterona e, às vezes, mais do que isso, tinha cheiro de pica. Eu dividia minha vida com dois moleques da faculdade, Marco e Rian. Os guris tinham pique de jogador de futebol; corpos relativamente magros, mas definidos, jeitinho marrento e muita energia masculina. E eu, na maior parte do tempo, fazia meu teatro e tentava ao máximo parecer com eles. Foram poucos dias até a intimidade entre nós começar a me deixar maluco. De roupas leves passamos a usar somente shorts finos de futebol ou samba canção — e logo, ficar só de cueca não era mais raro. Uma ida ao banheiro, uma passagem rápida para ir até a cozinha. Ninguém se dava ao trabalho de pôr uma roupa mais comportada. Eu fingia o tempo todo que não estava vendo a silhueta perfeita da rola do Marco ou aquele volumão pesado do Rian, que a cueca mal conseguia segurar. Eu via eles sentarem com as pernas abertas, via aquelas coxas grosas e peludas, eles apertarem ou coçarem os sacos e tudo me deixava excitado. Numa madrugada aleatória, ao ir na cozinha, eu me deparei justo com o Rian, que além de estar só de cueca, estava de pau duro, quase rasgando a cueca. — Porra, Riann, que merda é essa, viado? — Ih, foi mal véi, de madrugada eu acordo assim — Disse, tentando cobrir a ereção sem sucesso. — Caralho, vai catar manga? — Para de olhar, viado KKK. Os xingamentos e a zoeira era o que aumentava nossa intimidade e dava aos meninos essa liberdade para praticamente ficarem pelados na minha frente sem desconfianças. No banheiro, de vez em quando alguém esquecia uma cueca. Eu trancava a porta e enfiava minha cara e meu nariz ali. Ahhhhhh....ssshh, que cheiro gostoso de pica. O tesão era tanto que eu lambia o tecido, bem na parte onde fica a rola e o saco, tentando sentir o gosto. Eu gozava rios com aquelas cuecas. Mas o auge mesmo do meu tesão foi quando nossa intimidade deu lugar a apostas insanas. Quando essas apostas começaram eu comecei a desconfiar que o sonho de ter algo com os moleques talvez não fosse tão distante — aqueles desafios não pareciam tão inocentes assim. Na maioria deles, o perdedor tinha que se submeter a algo que envolvia geralmente nudez ou algo sexual. E foi assim, na primeira das apostas, que eu finalmente vi Marco completamente nu. Ele foi o perdedor e como desafio teria que passar o dia inteiro pelado no apartamento, sem poder usar nada. O clima era de muita zoação e algazarra entre nós, mas quando Marco, relutante, arrancou a cueca e deixou aquela pica cair pendurada bem na nossa frente, nem o Rian, que era o mais zoeira, conseguiu dizer nada. O filho da puta do Marco tinha uma rola sem defeitos, grossa, tamanho chamativo, cabeça só a metade de fora, alguns pelinhos acima e no saco. O máximo que o Rian conseguiu soltar foi um "porra, que visão dos infernos" e depois tirar onda com a bunda do Marco, falando que era gostosa. Naquele dia eu gozei sem praticamente me tocar. Era surreal ver o Marco nu o dia todo. Ele caminhava dentro do AP exalando aquela energia de macho, com a pica mole balançando e deslizando sobre o saco. Sentava de pernas abertas, deitava no sofá, até de pica dura ele ficava e a zoeira voltava a tomar de conta. Até então aquele era o melhor dia da minha vida. Mal sabia eu que era só o começo. Meu segundo paraíso foi perder a segunda aposta. O desafio? O perdedor tinha que chupar o saco dos outros dois. Eu fingia nojo, entrava na zoeira, mas não via a hora de poder provar; até que finalmente Marco e Rian estavam no sofá, os dois só de cueca, decidindo quem seria o primeiro. Tiraram no par ou ímpar e Rian venceu. O desafio incluía chupar durante 60s. Rian afastou a cueca para o lado e finalmente revelou o saco. Duas bolas fartas, levemente peludinhas, saco moreninho e pesado. Todos riam enquanto eu fingia nojo. Aproximei minha boca e antes de tocar o saco senti o cheiro. Aquele mesmo cheiro que eu sentia nas cuecas, que delícia, o melhor cheiro que existe, cheiro de saco de macho. Ainda fingindo nojo, botei o saco de Rian na boca e fiquei parado esperando o tempo, mas os meninos não aceitaram, falaram que eu tinha que chupar direitinho; e desajeitado eu comecei a fazer movimento de quem realmente chupava, uma bola, a outra, as duas. Na metade do tempo escuto Marco zoar Rian, dizendo que ele estava de pica dura e Rian retrucar dizendo que Marco também estava excitado. Quando finalmente terminei de chupar o saco de Rian, vi que realmente os dois estavam excitados. Agora era a vez de Marco; aquele saco eu já conhecia, era lisinho, branco e também com duas bolas grandes. Vendo que os meninos estavam duros, eu meio que acabei parando de fingir e acho que deixei um pouco claro que eu estava amando chupar o saco de dois machos. Já não estava me importando mais. Aproximei minha boca do saco de Marco, senti aquele cheiro gostoso e logo estava chupando. Rian olhava atentamente aquilo e mexia no próprio pau por cima da cueca. Era nítido que todos estavam com tesão. Marco respirava quente e fundo, enquanto assistia eu brincar com as bolas dele. Quando acabei, excitado, Rian fez imediatamente uma nova proposta: vamos apostar aqui agora e quem perder vai ter que chupar tudo, pica e saco. Eu e Marco apenas concordamos. Tiramos zerinho ou um e Marco perdeu. Naquele instante, o clima já não era mais de zoeira, mas de tesão, de excitação extrema. Estávamos descobrindo que havia ali um desejo pelo corpo e principalmente pelo pênis um do outro. Talvez depois disso ninguém admita nada, e todos continuem transando e pegando suas namoradas, mas ali e agora era nós três e havia vontade, muita vontade. Sem dizer nada, Rian tirou a cueca e ficou completamente nu, voltando a sentar no sofá. Pica dura, estralando. Um cacete moreno, grosso, imponente e que posso dizer sem nenhuma ressalva, gostoso. Vendo aquilo, eu também puxei a minha cueca e fiquei nu. Sentamos um do lado do outro, nos abraçamos de lado e ficamos ali, de pernas abertas e pica dura, esperando Marco nos chupar. Marco foi primeiro em Rian, envolveu aquele cacete com a mão, puxou a pele para trás e revelou a cabeça babada e, sem demora, caiu de boca. Olhando a cena eu me masturbava, vendo um machão daqueles chupando o cacete de outro homem. Em seguida, Marco veio em mim. Aquela boca molhadinha começou a me chupar e encharcar meu pau de saliva. Ele chupava bem demais. Rian não se conteve e logo soltou: — Que delícia, hein, Marquinho? Não é a primeira vez que você chupa uma pica, vai? E sem tirar meu pau da boca, Marco apenas olhou para Rian e deu o dedo. Nós dois rimos, enquanto ele continuava babando meu cacete. De repente, Rian puxou minha cabeça em direção ao meio das pernas dele e ali não havia mais aposta. Eu agora chupava Rian, enquanto ainda sentia a boquinha molhada de Marco no meu cacete. Eu estava no paraíso, poderia passar a vida toda ali, sentindo aquele gostinho salgado da pica de Rian enquanto Marco me mamava. Enquanto me concentrava em mamar Rian, vi Marco levantar e logo senti o pau babado dele tentar me penetrar. Eu parei de chupar Rian e olhei assustando e relutante para Marco, mas ele logo me tranquilizou, falando para eu relaxar. Olhei para Rian e ele tinha uma cara de safado, pareceu ficar ainda mais excitado vendo que Marco ia me comer. Apontou novamente a pica para minha boca. — Isso, se concentra só no gostinho delicioso da minha pica. — Disse Rian, com cara de safado e olhando Marco iniciar o processo de tentar me penetrar. Aquilo era doloroso, mas o pau dele estava bem lubrificado e o tesão que eu sentia com tudo aquilo fez a dor praticamente sumir. Em pouco tempo eu já sentia Marco me bombar com força e Rian forçar cada vez mais minha boca contra a pica dele. Nem nos meus melhores sonhos eu havia imaginado isso. Aqueles dois moleques me fodendo, me fazendo de putinha deles. Rian batia no meu rosto e mandava Marco me foder mais forte. Tudo me deixava mais maluco. A sala já estava inebriada com aquele cheiro. Aquele cheiro gostoso de sexo, de pica, de saco, de líquido pré-gozo. Cheiro de uma bela trepada entre três machos. E o melhor de tudo eram aqueles gemidos roucos, fortes, que deixavam claro o prazer que sentiámos. Eu chupava Rian com vontade, como se estivesse recuperando todo o tempo perdido e descontando todas as vezes que ele me deixou de pau duro e eu não pude fazer nada. Eu chupava a cabeça, passava a língua, enfiava forte aquele cacete na minha garganta. Ia para o saco e me deliciava novamente com aquelas bolas, botando os dois ovos na boca e babando. Rian tinha um pau bem babão e, à medida em que eu chupava, eu ia sugando toda aquela babinha, sentindo aquele gostinho salgado. Enquanto isso, Marco começava a me foder mais rápido e mais forte. Eu sentia aquela rola grossa e também bastante molhada me invadir, quase me rasgando, mas aquilo me matava de tesão. Saber que aquele macho me comia com vontade, com tesão e que eu tinha aquelas duas picas para mim. Me fodendo cada vez mais forte, Marco não aguentou, e numa última estocada profunda ele gozou, quase que ao mesmo tempo que Rian. Senti esperma escorrer na minha bunda e, ao mesmo tempo, minha boca ser encharcada com o leite de Rian e, embriagado com tudo aquilo, eu gozei. Ficamos exaustos, ofegantes e em silêncio. Marco foi o primeiro a levantar e ir ao banheiro tomar banho, enquanto eu e Rian ficamos no sofá, pelados, respirando ofegantes. Aos poucos, todos se banharam e naquela tarde, lentamente, tudo foi voltando ao normal, como se nada tivesse acontecido. Talvez houvesse um misto de culpa e medo do que poderia acontecer a partir de agora naquele apartamento. Mas o fato é que aquele dia nunca vai sair da minha mente. Essas coisas acontecem e as vezes nem sabemos dizer porque, orientação sexual é sempre uma caixinha de surpresas.
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