Meu nome é Roberto Cristovão, é depois de alguns anos passei a ser chamado de Cris pela minha família e pelos meus amigos. Aos 14 anos comecei a me definir como uma menina, pois meu corpo se desenvolvia totalmente pelo lado feminino apesar de ter nascido macho: magro, cintura fina com peitinhos naturais e salientes. Meus pais acabaram aceitando e passaram a me tratar como “filha”. Passei a estudar em um colégio católico e bastante rígido em disciplina, e apesar das curiosidades sobre mim sempre fui muito bem tratado. Aos 17 anos, com meu pai indo trabalhar no Canadá onde provavelmente ficaria por mais de um ano desenvolvendo um projeto de engenharia, minha mãe sugeriu que eu fosse junto pra aprimorar meu inglês que eu andava estudando por conta própria, além da matéria do colégio. Fiquei na dúvida, mas quando meu pai me mostrou a casa onde iríamos morar e onde seria o colégio de Inglês onde eu ficaria boa parte do dia estudando, resolvi aceitar. Fomos ficar em VANCOUVER, cidade belíssima e bastante agitada. Nos primeiros dias meu pai me levava até o colégio e quase sempre me buscava, sempre interessado em saber como tinha sido meu dia. Um dia ele foi me buscar e me viu conversando com um rapaz e me perguntou se estávamos namorando. Meu pai que sempre foi direto em suas conversas comigo, resolvi não mentir e disse que Maycon tinha pedido para me encontrar fora do colégio. Meu pai disse que se eu tivesse vontade, eu poderia sair com ele, mas sempre dizendo pra onde iríamos. Meu pai até liberou dele ir na nossa casa mesmo com ele trabalhando. Gostei da companhia do Maycon, mas não me iludia pois sabia que ele ia terminar seu curso em poucos meses e voltaria para o seu país de origem. E isso acabou acontecendo me deixando bastante triste, com meu pai logo percebendo procurando me dar mais atenção e mais carinho. Um dia, ele sentado no sofá sem camisa e usando um short de pijama, cheguei também trajando um pijama de duas peças e me deitei no sofá colocando minha cabeça sobre sua coxa. Ele passou a fazer carinho nos meus cabelos, e eu ao me ajeitar melhor senti minha cabeça encostar em algo roliço do lado da outra perna. Lógico que eu sabia exatamente o que era, e me afastei parando de encostar com ele percebendo minha atitude. Minutos depois, de propósito voltei a me mexer encostando novamente naquela coisa roliça… Só que o volume tinha crescido me fazendo perceber que meu pai estava ficando de pau duro. Olhei pra cima na direção do seu rosto dando um sorriso e ele também sorrindo pra mim. - Não se preocupe, ok? Subi meu corpo fazendo minha cabeça ficar bem em cima daquele volume, que se mexia embaixo do meu rosto e novamente olhei para ele sorrindo. De repente senti sua mão apalpando meu peitinho por cima da blusa do pijama, com ele dizendo: - Papai anda se sentindo muito sozinho! - Mas eu estou aqui com você! - Mas é diferente; você entende? - Anhram!… Foi quando falei: - Eu também sinto falta do Maycon! Ele rapidamente enfiou a mão por baixo da blusa indo direto com a mão no meu peitinho, e eu aproveitei e segurei seu cacete por cima do short passando a ficar sentado do seu lado. Foi quando ele puxou o short liberando sua piroca. Vendo aquela coisa que era bem maior do que a do Maycon, voltei a segurar com ele puxando meu rosto pra me dar um beijo na boca. - Pai??????? - Você é linda filha!… Voltei a oferecer minha boca que ele foi beijando muito. - Quer ir pra cama com o papai? Apenas sorri, e ele me pegando no colo foi me levando até seu quarto, onde me colocou sobre a cama e foi puxando meu short eu mesma tirei minha blusa. Peladinha fiquei olhando ele também se livrar do short, e com seu pau duro e reto veio subindo na cama me mandando ficar de quatro. Molhou bastante a ponta do seu pau com saliva e veio encostando no meu cuzinho e empurrando. - Aaaaah! Aaaaah! Vai pai, vai! Tá entrando!!!!! - Ooooooooh Cris! Ooooohhhhh!... Depois de enfiar tudo começou a fazer movimentos de vai-e-vem tão gostoso e ficou socando por alguns minutos até parar com seu pau todo enfiado gozando dentro da minha bunda me deixando também de pau duro... Raramente eu ficava excitado. Fomos nos lavar, e no banheiro aconteceu algo que chamais poderia imaginar. Eu ainda meio duro, ele começou a movimentar sua mão na piroca fazendo-a ficar bastante rígida. Foi quando ele se ajoelhou no Box e começou a mamar no meu pau. - Pai????? Ele chupava, parava pra tocar punheta em mim, voltava a chupar até que explodi num gozo maravilhoso. Voltamos pra cama pelados onde ficamos abraçadinhos nos beijando muito, até ele me pedir pra eu dar uma chupada no seu pau. Ia ser minha primeira vez, e botei a boca meio desajeitada pra rapidamente pegar o jeito e mamar com vontade, pois fui adorando fazer boquete. Fiquei sendo a mulherzinha do meu pai por mais ou menos 8 meses, até chegar o dia de voltar para o Brasil, com ele ainda ficando por mais 4 meses no Canadá. E quando ele voltou, sempre que ficávamos sozinhos em casa ele logo queria a minha bundinha. Hoje tenho uma loja de roupas femininas e moro com um rapaz que além de me dar todo prazer igual meu pai, também gostA que eu vire um ativo.
Faca o seu login para poder votar neste conto.
Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.
Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.
Denunciar esse conto
Utilize o formulario abaixo para DENUNCIAR ao administrador do contoseroticos.com se esse conto contem conteúdo ilegal.
Importante:Seus dados não serão fornecidos para o autor do conto denunciado.